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HOMO CONSCIENCIATUS I: A Educação Global somo semente para @s futur@s mundólog@s

Apresentação da Qualificação no doutorado em difusão do Conhecimento de Javier Collado
by

Dr. Javier Collado Ruano

on 14 April 2014

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Transcript of HOMO CONSCIENCIATUS I: A Educação Global somo semente para @s futur@s mundólog@s

HOMO CONSCIENCIATUS I:
A Educação Global como semente para @s futur@s mundólog@s

Doutorando Javier Collado Ruano
Orientador: Dante Augusto Galeffi
Co-orientador: Roberto Leon Inacio Ponczek

ÍNDICE
INTRODUÇÃO
Carta ao leitor: um bilhete para viajar ao auto-conhecimento.
Descrição sumária da viagem


PARTE I: REFORMA DO PENSAMENTO


1.- UMA NOVA ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO: A TRANSDISCIPLINARIDADE
1.1.- O que se compreende por metodología transdisciplinar?
1.2.- Modos de colaboração disciplinar.

2.- OS PILARES DA INVESTIGAÇÃO METODOLÓGICA TRANSDISCIPLINAR
2.1.- Axioma Ontológico: Níveis de Realidade e Níveis de Percepção
2.2.- Axioma Lógico: o Terceiro Incluído
2.3.- Axioma da Complexidade: a Interdependencia Universal

3.- UMA EPISTEMOLOGÍA TRANSVERSAL DA COMPLEXIDADE
4.- CONSCIÊNCIA E UNIVERSO: A DIMENSÃO NEURO-ESPIRITUAL
REFORMA DO PENSAMENTO
A primeira parte é a Reforma do Pensamento, composta por 4 capítulos.
Está dedicada à contextualização dos horizontes cognitivos do ser humano como entidade cósmica.
A intenção geral desta parte é denunciar a ciência reducionista hegemônica durante os séculos XIX e XX para fazer um contraponto através dos novos horizontes ontológicos e gnoseológicos derivados da metodologia transdisciplinar.

UMA NOVA ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO:
A TRANSDISCIPLINARIDADE

Para começar, no Capítulo 1 contextualizaremos a nossa viagem de pesquisa no novo paradigma epistemológico derivado da física quântica, a biologia molecular e a cosmologia quântica.
Também conceitualizaremos a coevolução do ser humano com o universo a partir do enfoque multidimensional e multirreferencial que nos aporta a transdisciplinaridade.
Para isso, elucidaremos o ponto de partida da metodologia transdisciplinar, assim como os diferentes modos de colaboração disciplinar.
OS PILARES DA INVESTIGAÇÃO METODOLÓGICA TRANSDISCIPLINAR
Posteriormente, apresentaremos a abordagem metodológica transdisciplinar que temos adotado na pesquisa, com a intenção de compreender melhor as novas concepções da realidade que nos traz a revolução quântica.
Para isso, clarificaremos as características definidoras da transdisciplinaridade apresentando os três pilares da abordagem metodológica transdisciplinar:
os níveis da realidade, a lógica do terceiro incluído e a complexidade
.
UMA EPISTEMOLOGIA TRANSVERSAL DA COMPLEXIDADE
Este capítulo discorre sobre o problema epistemológico da complexidade. Em um primeiro momento, abordam-se os conceitos fundamentais de erro e ilusão do conhecimento humano.
Depois se faz uma interpretação sobre as diferentes correntes epistemológicas que têm marcado o desenvolvimento desta ciência.
Por último, acabamos com uma síntese polilógica e transversal sobre o caráter flexível da organização do conhecimento humano (descolonização).
CONSCIÊNCIA E UNIVERSO: A DIMENSÃO NEURO-ESPIRITUAL
Deste modo, no Capítulo 4, poderemos abordar a construção física do conhecimento através de uma análise da consciência, o cérebro e a sua evolução no universo.
Neste capítulo abordaremos o fenômeno da consciência com a lógica da mecânica quântica, partindo dos últimos estudos que a neuro-ciência nos aporta, para esclarecer a correlação direta que existe entre os problemas globais da sociedade-mundo e a responsabilidade do indivíduo-sociedade-espécie.
Nosso interesse geral nesta parte é contextualizar cósmicamente o ser humano para fazê-lo consciente da sua supra-identidade como espécie cosmo-eco-biológica, criando um ponto de fuga à imposição identidária nacionalista adquirida em função do contexto padigmático do seu nascimento.
A REFORMA POLÍTICA
DA ORIGEM DO UNIVERSO AO DESENVOLVIMENTO DA VIDA
Neste capítulo faremos uma incursão às teorias que abordam a origem do universo, pondo de manifesto que, até o dia de hoje, a vida é uma exceção cósmica.
Portanto, nossa intenção neste capítulo será a construção da consciência cosmoderna através da descrição molecular de toda forma de vida (mapear).
Para isso, faremos constantes paralelos com as problemáticas ecológicas contemporâneas, especialmente com a extinção das espécies milenares por causa da nossa lógica capitalista irracional.
Deste modo, no Capítulo 6, abordaremos a evolução da espécie humana desde a sua aparição na Terra.
Aqui descreveremos as diferentes correntes migratórias e a lógica da diversidade existente nos dias de hoje, como conseqüência da adaptação ao meio geográfico e acumulação da informação milenar no código genético do DNA.
A EVOLUÇÃO HUMANA NO NOSSO PLANETA
Com todo este marco descritivo, chegaremos ao Capítulo 7 para tratar criticamente a situação de pobreza e exclusão atual da maior parte da humanidade.
Aqui, trabalharemos os pactos do milênio formulados pelas Nações Unidas com a denúncia da necessidade de uma revolução auto-sócio-antropológica, o que implica a compreensão polilógica tri-identidaria do indivíduo-sociedade-espécie.
O SÉCULO XXI: O NOVO PARADIGMA DA COSMODERNIDADE
Nesta parte questionaremos a lógica de formação educativa da sociedade-mundo para satisfazer as demandas do mercado neoliberal.
A intenção é denunciar o sistema educativo actual, para manifestar a responsabilidade comum que temos como indivíduo-sociedade-espécie para criar um mundo mais justo e solidário.
Deste modo, exporemos modos alternativos de escolaridade para refundar os atuais sistemas educativos e criaremos novos horizontes educativos para promover a participação da cidadania.
A REFORMA EDUCATIVA
No Capítulo 8 falaremos sobre a Educação para a Cidadania Global que está começando a construir desde instâncias supranacionais como a UNESCO e o Conselho da Europa.
Neste capítulo faremos uma profunda análise sobre os benefícios e as desventagens de adotar um marco curricular educativo comum.
Se bem é certo que dita proposta pode ser a semente para a construção de uma visão comum como sociedade-mundo, também existe o risco de que tais concepções educativas sejam um instrumento alienador e homogenizador do gênero humano.
A EDUCAÇÃO DO FUTURO
MUNDOLOGIA
Assim, no Capítulo 9 descreveremos uma concepção educativa alternativa ao atual cenário de construção, gestão e difusão do conhecimento.
Nossa intenção será criar as bases para projetos pilotos dotados de uma visão transhumanista futurista.
Aquí desenvolveremos a nossa noção sobre o conceito de Mundologia (constelação de escolas-ONGs irmãs, intercâmbios, etc.).
Neste último capítulo, o Capítulo 10, exporemos os resultados e as reflexões das diferentes experiências educativas que temos encontrado durante a nossa viagem.
Falamos da utilização de fontes empíricas (entrevistas na radio do Peru a médicos, nutricionistas, etc; entrevistas na Global Education Magazine a personalidades responsáveis de projetos internacionais, etc.), assim como de experiências transculturais (exposições de fotopedagogia, assistência a congressos internacionais para a construção de uma cidadania global, etc.).
Em definitivo, resultados de carácter internacional para formular conclusões a partir dos dados empíricos vivenciados.
ESTUDO DE CASO MULTIRREFERENCIAL
CONCLUSÕES
Em conseqüência, na conclusão final, além de fazer uma formulação holística sobre a necessidade de reformar a tripla área de educação, política e pensamento; também realizaremos nossa aportação mais relevante para a condição humana: uma
Declaração Universal para a Reconciliação Humana
.
Bibliografia
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MUITO OBRIGADO PELA SUA ATENÇÃO!!!



O motivo principal que tem me induzido a expor a concepção holotrópica que se manifesta nesta pesquisa, é o ponto de não retorno a que tem chegado a espécie humana.
Desde metade do século XX, e pela primeira vez na história da humanidade, o ser humano tem a potencialidade tecnológica-nuclear de destruir tudo o que lhe rodeia.
No mundo interdependente e hiperconectado pela globalização atual, os sentimentos nacionalistas são problemas endôgenos para compreender a comum-responsabilidade que o indivíduo-sociedade-espécie tem sobre os problemas glocais da sociedade-mundo.
Não existem horizontes utópicos para o terceiro milênio.
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA VIAGEM
PARTE II: REFORMA POLÍTICA

5.- DA ORIGEM DO UNIVERSO AO DESENVOLVIMENTO DA VIDA
6.- A EVOLUÇÃO HUMANA NO NOSSO PLANETA
7.- O SÉCULO XXI: O NOVO PARADIGMA DA COSMODERNIDADE


PARTE III: REFORMA EDUCATIVA

8.- A EDUCAÇÃO DO FUTURO
8.1.- Estado da questão sobre a Educação para a Cidadania Global
8.2.- Avanços: (nano)tecnologIa, AI, computador quântico, etc.

9.- MUNDOLOGIA: proposta transcultural
10.- ESTUDO DE CASO MULTIRREFERENCIAL

CONCLUSÕES
- A reinvenção do espírito humano
- Declaração Universal da Reconciliação Humana

CRENÇAS
A emergente sociedade-mundo do século XXI é concebida como uma "teia de interligações" com diferentes níveis de realidade.
O gênero humano está intrinsecamente conectado no espaço-tempo. Evitar a autodestrução requer passar de um nível de realidade da condição humana para outro através da polilógica do indivíduo-sociedade-espécie.
A complexidade atual requer uma tripla reforma/transformação: epistemológica, política e educativa.
AXIOMAS
Seria possível evitar a absurda insensatez de nos auto-destruir?
Poderia desenvolver a educação uma sensibilidade intelectual de comum-responsabilidade que nos comprometa com os problemas globais?
Seria possível uma nova construção identitária transcultural para solucionar e governar problemas supranacionais?
Poderiamos evitar a homogenização cultural?
Que futuro espera à Cidadania Global do ano 2050, quando sejamos mais de 9 bilhões de pessoas?
PROBLEMAS
HIPÓTESE
Refletir sobre a harmonização da Terra-Pátria, como horizonte pacífico e transhistórico comum, supõe o complexo desafio de desenvolver o conhecimento para novas concepções transculturais dialéticas que previnam futuros conflitos bélicos.
Trata-se, então, de construir e modelar a formação humana através de um consciência cosmoderna que contemple os níveis de identidade do ser humano desde uma leitura transformadora do mundo para a governabilidade futura da humanidade.
Uma nova educação global (consciência-identidade) cuja perspectiva transhumanista perceba o ser humano como uma mesma espécie: cognitiva, social e produtiva que se encontra em constante processo de evolução biológica e cultural.
Reconhecer a pluralidade entre culturas e civilizações, sem hierarquizações de espaço-tempo.
Construir uma abordagem epistemológica polilógica dos diferentes níveis da realidade da condição humana: indivíduo-sociedade-espécie.
Desenvolver novos horizontes evolutivos para o futuro da sociedade-mundo: com uma mudança do paradigma político, educativo e de pensamento que permita-nos compreender os desafios da governabilidade da civilização planetária atual e futura.
Propor uma visão-sentimento transcultural, transreligiosa, transpolítica, transnacional e transhumanista.
OBJETIVOS
Teoria da Complexidade de (Morin)

7 PRINCIPIOS:

Sistêmico ou organizacional
Hologramático
Do circulo retroativo
Do circulo recursivo
Da auto-eco-organização: autonomia e independencia
Dialógico
Da reintrodução do conhecimento em todo conhecimento

METODOLOGIA
Metodologia da transdisciplinariedade (Nicolescu):

Axioma ontológico: Há, na Natureza e no nosso conhecimento da Natureza, diferentes níveis de Realidade e diferentes níveis de percepção.
Axioma lógico: A passagem de um nível de Realidade para outro é assegurado pela lógica do terceiro incluído.
Axioma da Complexidade: A estrutura da totalidade dos níveis de Realidade ou percepção é uma estrutura complexa: cada nível é o que é porque todos os níveis existem ao mesmo tempo.
Pesquisa qualitativa baseada em:
_______. Physics of the Future. Oxford, 2009.
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