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Cultura, diversidade cultural e desigualdades sociais

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Fabiano Silva

on 9 May 2017

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Transcript of Cultura, diversidade cultural e desigualdades sociais

Tipos de uso para a palavra cultura
Cultura-alma coletiva
- É o sinônimo de “civilização”. Ele expressa a ideia de que todas as pessoas, grupos e povos têm cultura e identidade cultural. Nessa acepção, pode-se falar de cultura negra, cultura chinesa, cultura marginal, etc. Tal expressão presta-se assim aos mais diversos usos por aqueles que querem dar um sentido para a ação dos grupos aos quais pertencem, com a intenção de caracterizá-los ou identificá-los.
As nossas lentes do mundo
E nossos preceonceitos...
Conhecer o outro...
O que é raça?
Valeu Galera....
Cultura e visão de mundo
O homem vê o mundo através de sua cultura, isso tem como consequência a propensão em considerar o seu modo de vida como o mais correto e o mais natural. Tal tendência, denominada etnocentrismo, é responsável em seus casos extremos pela ocorrência de numerosos conflitos sociais.

Assim, surge dicotomia "nós e os outros" expressa em níveis diferentes essa tendência. Dentro de uma mesma sociedade, a divisão ocorre sob a forma de parentes e não-parentes. Os primeiros são melhores por definição e recebem um tratamento diferenciado. A projeção desta dicotomia para o plano extragrupal resulta nas manifestações nacionalistas ou formas mais extremadas de xenofobia.

Para casa...
Como você definiria Cultura?
O que esta definição tem a ver com a forma como as pessoas do seu bairro ou da sua cidade vivem?
É possível olharmos o mundo sem a 'lente' de nossa cultura? Explique sua resposta.
Você reconhece como sua cultura refete na sua Identidade?
Cultura, diversidade cultural e desigualdades sociais
Cultura e nossa lente para o mundo.
E tudo isso forma nossa IDEOLOGIA!!
Marx afirma que a consciência humana é sempre social e histórica, isto é, determinada pelas condições concretas de nossa existência.

Isso não significa, porém, que nossas idéias representem a realidade tal como esta é em si mesmo. Se assim fosse, seria incompreensível que os seres humanos, conhecendo as causas da exploração, da dominação, da miséria e da injustiça nada fizessem conta elas. Nossas idéias, historicamente determinadas, têm a peculiaridade de nascer a partir de nossa experiência social direta. A marca da experiência social é oferecer-se como uma explicação da aparência das coisas como se esta fosse a essência das próprias coisas.
Cultura-valor
é o sentido mais antigo e aparece claramente na ideia de “cultivar o espírito”.
É o que permite estabelecer a diferença entre quem tem cultura e quem não tem ou determinar se o indivíduo pertence a um meio culto ou inculto, definindo um julgamento de valor sobre essa situação. Nesse grupo inclui-se o uso do termo para identificar, por exemplo, quem tem ou não cultura clássica,
artística ou científica.
O terceiro sentido, o de
cultura-mercadoria
, corresponde à “cultura de massa”. Ele não comporta julgamento de valor, como o primeiro significado, nem delimitação de um território específico, como o segundo. Nessa concepção, cultura compreende bens ou equipamentos — como os centros culturais, os cinemas, as bibliotecas —, as pessoas que trabalham nesses estabelecimentos, e os conteúdos teóricos e ideológicos de produtos — como filmes, discos e livros — que estão à disposição de quem quer e pode comprá- los, ou seja, que estão disponíveis no mercado.
Observamos com grande dificuldade as diversidades em nossa sociedade ou mesmo em sociedades diferentes, pois os seres humanos tendem
a tomar seu grupo ou sociedade como medida para avaliar os demais. Em outras
palavras, cada grupo ou sociedade considera-se superior e olha com desprezo
e desdém os outros, tidos como estranhos ou estrangeiros. Para designar essa
tendência, o sociólogo estadunidense William G. Summer (1840-1910) criou
em 1906 o termo
etnocentrismo
.
O etnocentrismo foi um dos responsáveis pela geração de intolerância e preconceito — cultural, religioso, étnico e político —, assumindo diferentes expressões no decorrer da história. Em nossos dias ele se manifesta, por exemplo, na ideologia racista da supremacia do
branco sobre o negro ou de uma etnia sobre as outras. Manifesta-se, também, num mundo que é globalizado, na ideia de que a cultura ocidental é superior, e os povos de culturas diferentes devem assumi-la, modificando suas crenças, normas e valores. Essa forma de etnocentrismo pode levar a conseqüências sérias em nossa convivência comos outros e nas relações entre os povos.
As
'raças' e o racismo
são uma invenção recente na história da humanidade. O conceito de que existem diferentes 'raças humanas' foi criado pelo próprio homem e ganhou força com base em interesses de determinados grupos, que necessitava, de justificativas para a dominação sobre outros grupos.
Esse conceito então, tem sido usado não só para sistematizar e estudar as populações humanas, mas também para criar esquemas de clasificação que parecem justificar o
status quo
e a
dominação de alguns grupos sobre outros
.
Sendo assim, a sobrevivência da ideia de raça é um erro por estar ligada à crença continuada de que grupos humanos existem em uma escala de valor. Essa persistência é tóxica, contaminando e enfraquecendo a sociedade como um todo.
Desde os primórdios da humanidade houve violência entre grupos humanos, mas só na era moderna essa violência passou a er justificada por uma ideologia racista. De fato, nas
civilizações antigas não são encontradas evidências inequívocas da existência de racismo
(que não deve ser confundido com rivalidade entre comunidades). É certo que havia escravidão na Grécia e em Roma, no mundo árabe e em outras regiões. Mas os escravos eram geralmene prisoneiros de guerra e não havia a ideia de que fossem naturalmente inferiores aos seus senhores.

A emergência do racismo e a cristalização do conceito de raças coincidiram histpricamente com dois fenômenos da era moderna:
O início do tráfico de escravos da África para as Américas e o esvanecimento do tradicional espírito religioso em favor de interpretações científicas da natureza.
A Ideologia então serve como ferramenta para manter status da sociedade?
Assim, a função primordial da ideologia é ocultar a origem da sociedade (relação de produção como relações entre meios de produção e forças produtivas sob a divisão social do trabalho), dissimular a presença da luta de classes (domínio e exploração dos não-proprietários pelos proprietários privados dos meios de produção), negar as desigualdades sociais (são imaginadas como se fossem conseqüência de talentos diferentes, da preguiça ou da disciplina laboriosa) e oferecer a imagem ilusória da comunidade (o Estado) originada do contrato social entre homens livres e iguais. A ideologia é a lógica da dominação social e política.
"(..)as ideias da classe dominante são, em cada época, as idéias dominantes, isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua forma espiritual”. Karl Marx.
A ideologia é um fenômeno histórico-social decorrente do modo de produção econômico.

À medida que, numa formação social, uma forma determinada da divisão social se estabiliza, se fixa e se repete, cada indivíduo passa a ter uma atividade determinada e exclusiva, que lhe é atribuída pelo conjunto das relações sociais, pelo estágio das forças produtivas e pela forma da propriedade.

Cada um, por causa da fixidez e da repetição de seu lugar e de sua atividade, tende a considerá-los naturais (por exemplo, quando alguém julga que faz o que faz porque tem talento ou vocação natural para isso; quando alguém julga que, por natureza, os negros foram feitos para serem escravos; quando alguém julga que, por natureza, as mulheres foram feitas para a maternidade e o trabalho doméstico).
A naturalização surge sob a forma de idéias que afirmam que as coisas são como são porque é natural que assim sejam. As relações sociais passam, portanto, a ser vistas como naturais, existentes em si e por si, e não como resultados da ação humana. A naturalização é a maneira pela qual as idéias produzem alienação social, isto é, a sociedade surge como uma força natural estranha e poderosa, que faz com que tudo seja necessariamente como é. Senhores por natureza, escravos por natureza, cidadãos por natureza, proprietários por natureza, assalariados por natureza, etc..
Cultura...
Do Latin = Colo-colui- colete
Do Germânico= Kult/ Civilization
Duas Questões sobre o Tema

Em 2011, após uma forte mobilização popular via redes sociais, houve a queda do governo de Hosni Mubarak no Egito. Esse evento ratifica o argumento de que

(A) a internet atribui verdadeiros valores culturais aos seus usuários.

(B) a consciência das sociedades foi estabelecida com o advento da internet.

(C) a revolução tecnológica tem como principal objetivo a deposição de governantes antidemocráticos.

(D) os recursos tecnológicos estão a serviço dos opressores e do fortalecimento de suas práticas políticas.

(E) os sistemas de comunicação são mecanismos importantes, de adesão e compartilhamento de valores sociais.
Enem (2013) - O sociólogo espanhol Manuel Castells sustenta que a comunicação de valores e a mobilização em torno do sentido são fundamentais. Os movimentos culturais (entendidos como movimentos que têm como objetivo defender ou propor modos próprios de vida e sentido) constroem-se em torno de sistemas de comunicação – essencialmente a internet e os meios de comunicação – porque esta é a principal via que esses movimentos encontram para chegar àquelas pessoas que podem eventualmente partilhar os seus valores, e a partir daqui atuar na consciência da sociedade no seu conjunto”.
Disponível em: www.compolitica.org. Acesso em: 2 mar. 2012 (adaptado).
O cartum faz uma crítica social. A figura destacada está em oposição às outras e representa a

a) a opressão das minorias sociais.

b) carência de recursos tecnológicos.

c) falta de liberdade de expressão.

d) defesa da qualificação profissional.

e) reação ao controle do pensamento coletivo.
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