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Copy of Código Internacional de Nomenclatura Botânica

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MARDIVAN SNIJDER

on 9 March 2014

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Transcript of Copy of Código Internacional de Nomenclatura Botânica

Código Internacional de Nomenclatura Botânica
Renato Jacob Vastella
Qual sua função ?
O Código procura estabelecer um método estável de nomeação de grupos taxonômicos. Evita ou rejeita o emprego de nomes passíveis de erro, ambiguidade, ortografia incorreta ou que possam levar ao erro.
Como registrar uma nova espécie ?
Os primórdios do atual Código começaram a ser esboçados por Linnaeus (1737) com a apresentação de seus Aforismos, mais tarde ampliados e acrescidos dos Princípios de Nomenclatura (Linnaeus 1751), dando, assim, início a uma autêntica e moderna nomenclatura vegetal.
Histórico
Durante o 1º Congresso Internacional de Botânica, realizado em Paris, quando se discutiu e se aprovou a Lois de Nomenclature Botanique, apresentada por Alphonse de Candolle (1867), foi que surgiu pela primeira vez um autêntico Código Internacional de Nomenclatura Botânica, conhecido também como Código de Paris.
1905 Regulamento de Viena
1935 Regulamento de Cambridge
1952 Código de Estocolmo
1969 Código de Seattle
1975 Código de Leningrado
1981 Código de Sydney
1987 Código de Berlim
1993 Código de Tóquio
1999 Código de St Louis
2005 Código de Viena
2012 Código de Melbourne
ATUAL
Código de Melbourne
Referências Bibliográficas
Código de Viena
Adotado pelo XVII Congresso Botânico Internacional de Viena, Áustria, 2005
I – Nomenclatura Botânica é independente da Nomenclatura Zoológica:
Exemplo: Euglenoides e Dinoflagelados
II – Aplicação de nomes para grupos taxonômicos é determinada por meio de tipos nomenclaturais:
III – A nomenclatura de um grupo taxonômico é baseada na prioridade de publicação:
IV – Cada grupo taxonômico, com a delimitação particular , posição e categorias próprios pode ter apenas um nome correto.
V – Os nomes científicos dos grupos taxonômicos são tratados em latim, independente de sua derivação:

Nomes científicos de taxa acima de gênero são uninominais.
Holótipo
Isótipo
Síntipo
Léctotipo
Parátipo
Neótipo
Holótipo: é o espécime ou uma ilustração usado pelo autor ou designado por ele como Tipo.

Enquanto o holótipo existir, ele automaticamente fixa a aplicação correta do nome.

Isótipo: demais duplicatas do espécime Tipo são denominadas isótipos (ou seja, exemplares com o mesmo número de coleta do holótipo).

Síntipo: é um espécime entre dois ou mais citado pelo autor, quando o holótipo não foi indicado ou quando dois ou mais espécimes foram simultaneamente designados como Tipo.

Lectótipo: é um espécime ou uma ilustração selecionada do material original para servir como Tipo quando o holótipo não foi designado.

Neótipo: é um espécime ou ilustração selecionada para servir como Tipo quando todo material original estiver desaparecido.

Epítipo: é uma espécie ou ilustração selecionada para servir como um Tipo interpretativo quando o holótipo (ou lectótipo ou neótipo) ou todo material associado a publicação válida for demonstradamente ambíguo e não forneça subsídios para unir o nome ao táxon. Quando um epítipo é designado, o holótipo, lectótipo ou neótipo ao qual o epítipo suporta deve ser explicitamente citado.

Parátipo: é qualquer espécime citado na publicação original que não seja holótipo, síntipo ou isótipo.
Caso haja dois nomes é considerado legítimo o mais antigo.
1. Ele deve estar numa publicação eficaz;
2. Um nome é validamente publicado quando é acompanhado por uma descrição ou uma referência;
3. A partir de 1 de janeiro de 1935, os nomes de novos taxa de plantas recentes devem ser acompanhados por um diagnóstico em latim para a publicação ser válida.
4. O nome de um táxon não é validamente publicado se for citado apenas como um sinônimo.
Os nomes científicos das espécies são binominais;
1. O título do novo Código será Código Internacional de Nomenclatura de Algas, Fungos e Planta;
2. Sinais tipográficos, números ou letras estranhas ao alfabeto latino (e.g., letras gregas α, β, Γ, etc., para designar variedades) não constituem publicações válidas de níveis hierárquicos e não são consideradas parte do nome;
3. Publicações eletrônicas
Nova redação do Artigo 29.1, que incluiu a frase:
"... A publicação também é efetiva pela distribuição eletrônica da matéria em Formato de Documento Portátil (PDF) em uma publicação online com um Número Padrão Internacional de Séries (ISSN) ou com um Número Padrão Internacional de Livros (ISBN);
4. A publicação válida de nomes de novos táxons deverá ser acompanhada de uma descrição ou diagnose em latim ou inglês;
5. Nomes novos de fungos deverão ser registrados em centros indexadores;
6. O Artigo 59, que trata dos fungos com ciclo de vida pleomórfico, será bastante alterado. Dentre as mudanças mais importantes, está sua tipificação, que não seguirá mais a prioridade estabelecida no Código de Viena.
INTERNATIONAL Code of Nomenclature for algae, fungi, and plants. Disponível em: < http://en.wikipedia.org/wiki/International_Code_of_Nomenclature_for_algae,_fungi,_and_plants>. Acesso em: 2 abr. 2013.



GUPTA, R. Plant taxonomy: past, present, and future. New Delhi: The Energy and Resources Institute (TERI), 2011. Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=m9u_247PryEC&pg=PA36&lpg=PA36&dq=icnb+vienna+code+2006&source=bl&ots=vyTYmCUMTU&sig=Z7jiz79kNJd3Gb3-5apHUx0yYxE&hl=pt-BR&sa=X&ei=LlJLUdXbNZSlqQGEmoCQDw&ved=0CF4Q6AEwBg#v=onepage&q=icnb%20vienna%20code%202006&f=false>. Acesso em: 26 mar. 2013.



MATIAS, L. Q. Código Internacional de Nomenclatura Botânica: Vienna, julho 2005. Universidade Federal do Ceará, Departamento de Biologia, Taxonomia e Morfologia Vegetal (exercícios de revisão). Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/51134187/Codigo-Internacional-de-Nomenclatura-Botanica-Viena-2005-resumao>. Acesso em: 27 mar. 2013.
MCNEILL, J. et al. International Code of Nomenclature for algae, fungi, and plants (Melbourne Code). Melbourne: Koeltz Scientific Books, 2012. Disponível em: <http://www.iapt-taxon.org/nomen/main.php>. Acesso em: 26 mar. 2013.



PRADO, J.; HIRAI, R. Y.; GIULIETTI, A. M. Mudanças no novo Código de Nomenclatura para Algas, Fungos e Plantas (Código de Melbourne). Acta Botanica Brasilica, Feira de Santana, v. 25, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-33062011000300026&script=sci_arttext>. Acesso em: 26 mar. 2013.


RODRIGUES, W. A. Revisão da nomenclatura botânica: datas importantes na história da nomenclatura botânica pós-linneana. UEPG Biol. Health Sci., Ponta Grossa, v. 9, n. 3/4, set./dez. 2003. p. 73-82.
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