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Fisiologia das ANGIOSPERMAS

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Maria Vitória Nogueira

on 9 September 2015

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Transcript of Fisiologia das ANGIOSPERMAS

Condução da Seiva Orgânica
Os açucares, produzidos nas folhas pelo processo de fotossíntese, entram no floema por transporte ativo. O aumento da concentração de açucares faz com que parte da água do xilema passe, por osmose, para dentro do floema.
Nas raízes e em outras estruturas ocorre o movimento inverso: os açucares saem dos vasos condutores do floema para os tecidos circundantes também por transporte ativo. Esses nutrientes são consumidos pela planta.
Absorção da Água
Desempenha papel importante para a:
- Fotossíntese;
- Transporte de nutrientes.
Os sais solubilizados pela água são absorvidos pelas partes jovens da planta: os tricomas absorventes pela região pilífera; daí passam pela epiderme, córtex, endoderme e chegam ao xilema, sendo transportados para toda a parte da planta.
A água chega ao tecido vascular de duas formas:
a) Passando por dentro das células epidérmicas e parenquimáticas do córtex, por osmose;
b) Passando entre as paredes das células.
A endoderme, que fica entre o córtex e o tecido vascular, atua no controle da transferência de água e sais minerais. Essas substâncias passam por seletividade da membrana plasmática das células endodérmicas, por que ali, há as estrias de Caspary, substâncias impermeáveis que envolvem as células sem deixar espaços entre elas, obrigando a água e os sais a passar pelo interior das células endodérmicas.
Condução da Seiva Mineral
A seiva mineral ou bruta é tranportada para toda a planta através das células do xilema que se unem e estão presentes desde a raiz até as folhas.
Para entendermos o transporte da água e sais pelo xilema, foram elaboradas as teorias da
pressão positiva da raiz
e
coesão - tensão - transpiração.
- Teoria da Pressão Positiva da Raiz:

A água ao ser absorvida pela raiz e empurrada para cima por um gradiente de pressão positiva, ou seja, ela se desloca para locais de substâncias orgânicas mais concentradas.
Esse fenômeno só é comprovado em plantas de pequeno porte, que realizam gutação, mas isso só ocorre quando o solo está encharcado e há grande umidade no ar.
- Teoria da Coesão - Tensão - Transpiração:
A teoria diz que a perda de água pela transpiração das folhas, resulta no puxar da seiva bruta pelo xilema, já que os tubos finos e compridos que ligam todas as partes da planta sobem por que há coesão entre as moléculas de água e é chamado de capilaridade.

Plantas Xerófitas
Anel de Malpighi
O xilema tem posição mais interna que o floema, e isso pode ser provado retirando um anel completo da casca, após algumas semanas, pode se ver um acumulo de seiva orgânica na região.
Os cactos e outras plantas da Caatinga estão adaptadas a viverem em locais com baixa disponibilidade de água, pois elas possuem mecanismos que evitam a desidratação. Por exemplo, folhas espinhosas, com área reduzida, ou então, lâmina foliar com textura semelhante a couro, impregnada com uma grossa camada de cutícula.
Nessas plantas, os estômatos ficam fechados de dia, e abrem a noite sem o risco de perder água em excesso. Além disso, muitas espécies perdem as folhas durante períodos longos de seca.
Nutrição Mineral das Plantas
Além da luz, as plantas precisam de água, dióxido de carbono, oxigênio e nutrientes minerais, que regulam diversas funções vegetais. A nutrição é essencial para o desenvolvimento, crescimento e reprodução das angiospermas, sendo então, divididas em dois grupos:
-
Macronutrientes:
são os nutrientes mais requisitados pelas plantas. Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Cálcio, Magnésio e Enxofre
-
Micronutrientes:
são os nutrientes menos requisitados, e ainda assim muito importantes para as plantas. Ferro, Boro, Manganês, Cobre, Molibdênio, Cloro, Níquel e Zinco. Os micronutrientes sódio e cobalto são necessários somente para algumas plantas.
Estômatos e Transpiração
Estima-se que 90% da água das plantas volta para o meio ambiente pela transpiração foliar, principalmente por meio dos estômatos, e somente uma pequena parte de água sai pela cutícula e pelas lenticelas presentes em caules de algumas plantas.
Cada poro estomático possui duas células-guarda. A abertura e o fechamento dos estômatos depende de alterações de volume devido à quantidade de água que entra e sai por osmose. A entrada de água mantém as células-guarda túrgidas, mantendo o poro aberto. Por outro lado, a saída de água dessas células leva ao fechamento do poro.
A abertura e o fechamento dos estômatos estão diretamente ligados com a disponibilidade de água, luz, temperatura e concentração de dióxido de carbono.
Fisiologia das ANGIOSPERMAS

Absorção da Água
Nutrição Mineral
Fotossíntese
Fitormônios
Fotoperiodismo
Os Movimentos das plantas

Plantas Higrófitas
As plantas higrófitas vivem em ambientes encharcados ou sempre úmidos, por isso, não há perda excessiva de água. Mesmo com uma alta taxa de transpiração, a perda é reposta pela água do solo.
Possuem características como: folhas delgadas, com uma fina camada de cutícula, que apresentam estômatos em ambas as faces da lâmina foliar, sendo mais abundantes na superfície inferior.
Fertilizantes
Os fertilizantes são adubos ou substâncias responsáveis por melhorar a fertilidade natural do solo, recuperarando solos empobrecidos, acrescentando ou repondo nutrientes que estão em falta seja com produtos de fontes orgânicas (dejetos animais ou vegetais), ou inorgânicas ( processados em indústrias químicas).
São requisitados quando os solos estão com nutrientes em falta, seja pela erosão, lixiviação, monocultura ou pela infertilidade natural do solo. O excesso de fertilizantes prejudicam a planta e podem contaminar água.
Fotossíntese
A fotossíntese é um processo biológico essencial para a vida na Terra, além de produzir oxigênio, produz também compostos orgânicos a serem consumidos por outros animais.
-
Fatores limitantes da fotossíntese

Nas plantas, a concentração de dióxido de carbono, a intensidade luminosa e a temperatura insuficiente ou excessiva são fatores limitantes para a ocorrência de fotossíntese.
-
Dióxido de Carbono

A velocidade da fotossíntese está ligada à concentração de dióxido de carbono na atmosfera: quanto menor a concentração do gás, menor será a velocidade do processo. Quanto maior a concentração, maior a velocidade. Mas esta se estabiliza com concentrações de CO2 a partir de 0,3%, que não aumenta a velocidade da fotossíntese, sendo chamada então de ponto de
saturação de dióxido de carbono
.
Quando a concentração desse gás aumenta muito, os estômatos se fecham.
Temperatura
Diversas enzimas fazem parte da fotossíntese, e para que desempenhem suas funções adequadamente, necessitam de ambientes com temperaturas ótimas.
A ativação das enzimas das angiospermas precisam de temperaturas entre 30 e 40ºC, temperaturas inferiores a essas diminuem a ação das enzimas, e temperaturas superiores alteram as propriedades das enzimas, o que desencadeia na diminuição ou interrupção da fotossíntese.
Luz
A luz é o fator dominante para que ocorra a fotossíntese, e como a concentração de dióxido de carbono, a velocidade da fotossíntese está ligada à intensidade luminosa, ou seja, quanto menor a luminosidade no ambiente, menor será a velocidade do processo. Quanto maior a intensidade luminosa (há um limite), maior a taxa fotossintética.
O ponto de saturação luminosa é determinado quando o aumento de luminosidade não influencia mais o aumenta da velocidade da fotossíntese.
Fotossíntese e Respiração
Durante a fotossíntese, a planta produz oxigênio e moléculas orgânicas. O próprio produto da fotossíntese é utilizado pela planta na obtenção de energia durante a respiração celular. Nessa respiração, o oxigênio e as moléculas orgânicas (glicose), são consumidos e há liberação de energia, dióxido de carbono e água.
Em determinados periodos do dia, há uma intensidade luminosa em que a taxa de fotossíntese iguala-se à da respiração, diz-se então que a planta atingiu o ponto de compensação luminosa. Nesse ponto, a quantidade de oxigênio e glicose produzida pela planta, é a mesma consumida na respiração, e a quantidade de dióxido de carbono liberada na respiração é a mesma utilizada na fotossíntese.
Para que a planta desenvolva e cresça é que preciso que em determinados momentos do dia haja intensidade luminosa maior que a do ponto de compensação luminosa, desse jeito a taxa de fotossíntese supere a da respiração.
Fitormônios
Os fitormônio são substâncias que promovem ou regulam o crescimento e o desenvolvimento das plantas. Os principais grupos de fitormônios são: auxinas, giberelinas, ácido abscísico, etileno e citocininas.
- AUXINAS:
substâncias responsáveis pelo desenvolvimento das plantas em direção a luz, que compreendem um conjunto de fitormônios, sendo o mais comum o ácido indolacético (AIA).
O AIA é produzido nos meristemas das folhas jovens, nas sementes e nos ápices caulinares, delocando-se do ápice caulinar às outras partes da planta, em direção às raízes. Ele atua nas células das raízes, caules e folhas, desempenhando diferentes funções, como a seguir:
Estímulo do crescimento das células das raízes e dos caules, promovendo o alongamento das células;
Controle de movimentos, o fototropismo (direção à luz) e o gravitropismo ( desenvolvimento em resposta a gravidade);
Dominância apical, caso o caule seja cortado, a dominância é interrompida;
Estímulo do desenvolvimento de frutos e
Inibição da queda de folhas e frutos.

-GIBERELINAS:
são produzidas nos tecidos jovens de caules e nas sementes e desempenham diversas funções nas plantas:
Estímulo do alongamento do caule e das gemas calinares;
Desenvolvimento do fruto;
Germinação das sementes;
Estímulo à floração em algumas angiospermas e
Quebra de dormência de gemas caulinares.
-ÁCIDO ABSCÍSICO:
está relacionado às respostas da planta em situação de estresse, como a falta de água e temperaturas baixas. Fica na base do ovário, nas folha e caules. Funções desempenhadas por ele:
Inibe a germinação das sementes e do desenvolvimento das gemas laterais e
Indução do fechamento dos estômatos em situações de estresse hídrico.

-ETILENO:
esse gás é produzido em diversas partes da planta, principalmente em folhas e caules velhos e frutos maturando. Funções desempenhadas por ele:
Estímulo da queda das folhas e de outras partes da estrutura da planta;
Inibição do crescimento de raízes e de gemas caulinares;
Senescência das flores e das folhas e
Amadurecimento dos frutos.
Esse gás é usado em estufas para estimular o amadurecimento dos frutos.
-CITOCININAS:
são fitormônios que estimulam a divisão celular. É produzido em maior quantidade nos meristemas apicais da raiz e transportado através do xilema para as demais partes da planta. Atuam nas funções:
Desenvolvimento de gemas laterais e
Atraso da senescência e inibição da abscisão das folhas.

Fotoperiodismo e movimentos das plantas
O ambiente influencia no desenvolvimento e nas reações das plantas, nas angiospermas por exemplo, a floração e germinação da semente, em certos casos, são respostas às variações de períodos claros e escuros de cada dia.
-
FOTOPERIODISMO:
o fotoperíodo, que é a relação entre a duração das noites e dos dias, variam ao longo do ano, no inverno por exemplo, as noites são mais longas, e no verão são mais curtas.
Nas angiospermas, o fotoperiodismo é regulado por um pigmento chamado fitocromo, sendo este de orgiem proteica e coloração azul-esverdeada, que está presente em todas as células angiospermas, com predominância nas meristemáticas.
-FITOCROMO:
o fitocromo possui duas formas, o fitocromo R e o fitocromo F, sendo eles fotorreversíveis, ou seja, um pode se converter ao outro, dependendo do comprimento dada luminosa que recebem.
O fitocromo R absorve a luz de comprimento de onda de 600 nm (vermelho curto); o fitocromo F absorve a luz de comprimento de onda de 730 nm (vermelho longo).
Durante períodos escuros, há um acumulo de fitocromo R na planta. Esse pigmento pode converter-se em fitocromo F quando a planta recebe a luz branca.
O fitocromo F atua na floração, na germinação da semente, na abertura e no fechamento dos estômatos e no estiolamento.

Floração
Em algumas plantas, a floração está de acordo com o fotoperíodo. Com base nisso, as angiospermas são classificadas em plantas neutras, plantas de dia longo e plantas de dia curto.
Embora algumas plantas recebam nomes de "plantas de dia curto ou longo", o que influi na floração é o período da noite. Constatou-se que as plantas de dia longo necessitam de noites curtas para florescer. Mas se essas plantas forem submetidas a noites longas, interrompidas por um clarão rápido, também florescerão. Plantas de dia curto necessitam de noites longas para florescer. Nesse caso, não pode haver interrupções por clarões no período de escuridão, senão a planta não florescerá.
Dias Curtos
Dias Longos
Germinação da Semente
A luz influi na germinação, a alface por exemplo, só germina se receber luz, enquanto a melancia e o melão, só germinam no escuro.
O fitocromo F se acumula nesses dois tipos de sementes, mas age de diferentes maneiras. Na alface, ele induz a germinação. Na melancia e melão, ele inibe.
Estiolamento
Quando uma planta cresce em local muito escuro, ocorre o estiolamento, ou seja, a planta cresce rapidamente, mas de maneira anormal. O caule fica fino e seu ápice curva-se para baixo, as folhas param de crescer e as partes verdes ficam amarelas.
Movimentos nas Angiospermas
Embora não se locomovam, as plantas respondem a estímulos extermos, como a luz, o toque e a gravidade. Os principais movimentos das plantas são os
nastismos
e os
tropismos
.
-NASTISMOS:
são os movimentos decorrentes da variação na turgescência das células de partes da folha, e sua direção independeireção do estímulo. A abertura e o fechamento de algumas folhas e flores em resposta à intensidade luminosa são um exemplo de nastismo. Um exemplo é a planta carnivora dioneia e a dormideira.
-TROPISMOS:
são respostas da planta de acordo com a gravidade e a luz, em que o sentido do movimento é determinado pela direção da origem do estímulo. O tropismo pode tanto ocorrer a favor do estímulo (positivo), como contra ele (negativo).
Os dois principais tipos de tropismo são o fototropismo, de acordo com a luminosidade, e o gravitropismo, em que o estímulo é a força da gravidade.
Os caules, muitas vezes apresentam fototropismo positivo, crescendo em direção a fonte de luz. Já na raiz ocorre o fototropismo negativo. As raízes, em geral, se desenvolvem para baixo, portanto apresentam gravitropismo positivo. Já os caules geralmente crescem para cima, ou seja, têm gravitropismo negativo.
As auxinas atuam nos tropismo, esse fitormônio no caule promove o crescimento e o alongamento das células, ao passo que, na raiz inibe o alongamento celular.
Quando uma planta é iluminada unilateralmente, a auxina tende a migrar e se concentrar no lado oposto à luz, promovendo o alongamento das células do lado sombreado. O crescimento desigual das células dos lados claro e sombreado do caule faz com que a planta se curve em direção à luz.
Alunas: Sala: 2º A
Ana Beatriz Camargo, nº 01
Laila Pellegrini, nº 12
Maria Vitória Marvulle, nº 20
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