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Módulo 1 - Formador, Sistema, Contextos e Perfil

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Eunice Barreto

on 12 September 2016

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Transcript of Módulo 1 - Formador, Sistema, Contextos e Perfil

1. Políticas Europeias e Nacionais de Educação/Formação
1.1. Planos Estratégicos
1.2. Educação e Formação 2020

2. Formação Profissional em Portugal
2.1. A Reforma da Formação Profissional
- Sistema Nacional de Qualificações
- Catálogo Nacional de Qualificações
- Sistema RVCC

3. Educação v.s.Formação
3.1. Definição de Formação Profissional
3.2. Finalidades
3.3. Enquadramento Legal
Conteúdos Sub-Módulo 1.1
Formador: Contextos de Intervenção
Avaliação
* Em cada Módulo - participação nas diferentes atividades;

Em trabalhos específicos:

- Simulação Pedagógica Inicial - Módulo 2 (Plano de Sessão + recursos pedagógicos + apresentação);

- Simulação Pedagógica Final - Módulo 9 (Plano de Sessão + recursos pedagógicos + instrumentos de av.+ apresentação);

- Proposta de Intervenção Pedagógica (até último dia de formação).

Avaliação Diagnóstica (AD):
Simulação Pedagógica Inicial - 10%
Avaliação Sumativa (AS):
Objetivos Pedagógicos (OP) – 30%
Competências Pedagógicas (CP) – 30%
Projeto de Intervenção (PI) – 30%


Competências a adquirir:
Pretende-se que cada formando, após o Sub-Módulo 1.1., esteja apto a:

Caracterizar os sistemas de qualificação com base nas finalidades, no público-alvo, nas tecnologias utilizadas e no tipo e modalidade de formação pretendida;

Identificar a legislação, nacional e comunitária, que Regulamenta a Formação Profissional;

Enunciar as competências e capacidades necessárias à atividade de formador;

Discriminar as competências exigíveis ao formador no sistema de formação.
Objetivos Específicos
No final desta sessão de formação, os formandos, de acordo com o Referencial, serão capazes de:

1.
Classificar
20 cursos de formação, no âmbito a Classificação Nacional das Áreas de Educação e de Formação;

2.
Explicitar
3 termos no domínio da Formação Profissional, de acordo com a legislação referente à temática
.

Módulo 1 - Formador, Sistema, Contextos e Perfil
Formadora: Eunice Barreto
Formação Pedagógica Inicial de Formadores
1. Políticas Europeias e Nacionais de Educação e Formação
Novos desafios que surgem no país e, na União Europeia:



Globalização, Envelhecimento, Novas tecnologias, Mobilidade...



Necessidade de atualização e aquisição de competências; Investimento no Capital Humano.

A aposta na formação profissional conduz à estruturação e competitividade dos mercados de trabalho e de todo o tecido económico.

1. Políticas Europeias e Nacionais de Educação e Formação
Em 2001, para assegurar a concretização dos objetivos definidos:

Foram definidas metas para os sistemas de educação e formação a serem alcançadas até 2010.

Nessa sequência, em 2002, foi adoptado o Programa de Trabalho:

A.
Educação e Formação 2010
, pelo Conselho da Educação, Juventude e Cultura e pela Comissão Europeia,

Consiste num quadro de referência das políticas de Emprego e Formação dos Estados-Membros da União Europeia, com o objectivo de elevar o nível de qualidade dos sistemas de educação e formação na Europa.
OE1: Melhorar a qualidade e a eficácia dos sistemas de educação e de formação na UE;

OE2: Facilitar o acesso de todos aos sistemas de educação e de formação;

OE3: Abrir ao mundo exterior os sistemas de educação e de formação

* Criação do
Quadro Europeu para as Qualificações
(European Qualifications Framework – EQF).

Objetivos principais: promover a mobilidade dos cidadãos e facilitar a sua aprendizagem ao longo da vida.

O QEQ correlacionará os quadros e sistemas nacionais de qualificações dos vários países em torno de uma referência europeia comum: os seus oito níveis de referência.
A 12 de Maio de 2009, foi aprovado um novo quadro estratégico para a cooperação europeia nas áreas da educação e formação (2010-2020).

Tendo sido estabelecidos os seguintes novos benchmarks para 2020:

• Uma média de pelo menos 15 % de adultos deverá participar na aprendizagem ao longo da vida;
• A percentagem de alunos de 15 anos com fraco aproveitamento em leitura, matemática e ciências deverá ser inferior a 15 %;
• A percentagem de adultos de 30-34 anos com nível de ensino superior deverá ser de pelo menos 40 %;
• A percentagem de alunos que abandonam o ensino e a formação deverá ser inferior a 10 %;
• Pelo menos 95 % das crianças entre 4 anos e a idade de início do ensino primário obrigatório deverão participar no ensino pré-escolar.

O que traz de novo a Estratégia Europa 2020?

Um novo tipo de crescimento (inteligente, sustentável e inclusivo), que visa sobretudo:

• Melhorar o nível das qualificações e a Aprendizagem ao Longo da Vida (ALV);

• Incentivar a investigação e a inovação;

• Fomentar a utilização de redes inteligentes e a economia digital;

• Modernizar a indústria;

• Promover a eficiência em matéria de energia e recursos.


1.1. Planos estratégicos
1.2. Educação e Formação (EF)
1.1. Planos Estratégicos
O Conselho Europeu de Lisboa (Março de 2000) reconheceu a importância de desenvolver sistemas de EFP de elevada qualidade, para promover a inclusão social, a coesão, a mobilidade, a empregabilidade e a competitividade.

É criada a Estratégia de Lisboa - com objetivo de tornar a União Europeia na economia mais competitiva do mundo e alcançar o objetivo de pleno emprego até 2010.
Directrizes Europeias Importantes sobre a cooperação europeia reforçada em matéria de ensino e formação profissionais:

Declaração de Copenhaga (2002);
Comunicado de Maastricht (2004);
Comunicado de Bordéus (2008);
Comunicado de Bruges (2010).

A Comissão Europeia (CE) apresentou a sua proposta de orçamento plurianual para 2014-2020, de acordo com a Estratégia Europa 2020.

* Reforço dos programas para a educação e formação profissional e um maior investimento na juventude.

* 15,2 mil milhões de EUR para a educação, formação e juventude, com uma forte tónica no desenvolvimento das qualificações e da mobilidade.

* Cumprimento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos;

* Redução dos níveis de abandono escolar precoce;

* Integração das pessoas em risco de pobreza e combate à exclusão social, etc.


1.2.1. Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020
2. Evolução da Formação Profissional
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 173/2007 de 7 de Novembro aprova:

Reforma da Formação Profissional
;

E o Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de Dezembro que estabelece o
Sistema Nacional de Qualificações
, criando nesse âmbito:
Quadro Nacional de Qualificações
,
Catálogo Nacional de Qualificações
e
Caderneta Individual de Competências.
2.1. Objetivos
Qualificação da população: nível secundário como objetivo mínimo de habilitação de jovens e adultos.

Este objetivo é prosseguido através de uma estratégia consagrada na
Iniciativa Novas Oportunidades
:

* oferta de cursos profissionalizantes de jovens que confiram dupla certificação (escolar e profissional);

* cursos de educação e formação, formação contínua de ativos e o alargamento do
Sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências
(RVCC) obtidas por vias formais, não formais e informais.



2.2. Agenda da Reforma
Assentou nas seguintes metas:

• Estruturar uma oferta relevante e certificada;
• Reformar as instituições e a regulação da formação;
• Definir prioridades e modelos de financiamento adequados;
• Promover a qualidade da formação;
• Facilitar o acesso e promover a procura de formação.


2.3. Medidas e Instrumentos
(Resolução do Conselho de Ministros N.º 173/2007, de 7 de Novembro)

Agência Nacional para a Qualificação
(ANQ)
(Decreto-Lei n.º 276-C/2007, de 31 de Julho) – ANQEP

Coordena a execução das políticas de educação e formação profissional de jovens e adultos e assegura o desenvolvimento e a gestão do sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências.

Recomendação da Comissão Europeia (Relatório Anual de Progresso da Estratégia de Lisboa, 2006), a implementação de um Sistema Nacional de Qualificações (SNQ), em articulação com o Quadro Europeu de Qualificações (QEQ) , constitui uma peça chave no desenvolvimento de um sistema de formação profissional.

OBJETIVOS:

• Estruturar uma oferta relevante de formação inicial e contínua, ajustada às necessidades das empresas e do mercado de trabalho;

• Garantir maior eficácia na gestão do financiamento público, salvaguardando o seu alinhamento com as prioridades das políticas de educação e formação profissional.



INSTRUMENTOS:

A. Quadro Nacional de Qualificações

B. Catálogo Nacional de Qualificações;

C. Caderneta Individual de Competências.
A qualificação pode:

- Ser obtida através de formação inserida no Catálogo Nacional de Qualificações, desenvolvida no âmbito do Sistema de Educação e Formação;

- Resultar do reconhecimento, validação e certificação de competências adquiridas noutras formações e noutros contextos da vida profissional e pessoal (Ver Sistema RVCC);

- Resultar do reconhecimento de títulos adquiridos noutros países. (ANQEP).
A. Quadro Nacional de Qualificações
B. Catálogo Nacional de Qualificações
Gestão estratégica das qualificações nacionais de nível não
superior;

Regulação da oferta formativa de dupla certificação;

Integra referenciais de qualificação únicos para a formação de
dupla certificação e para processos de reconhecimento, validação
e certificação de competências (RVCC).

Integra
296
Qualificações para
39
Áreas de Educação e Formação:
 N
ível 2
QNQ - 113;
 N
ível 4
QNQ- 141;
 N
ível 5
QNQ- 42.

Apresenta para cada
Qualificação:
Perfil Profissional,
Referencial de Formação e
Referencial de RVCC.
Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) – vêm substituir os CNO’s

VER Portaria n.º 135-A/2013 de 28 de Março

• Encaminhamento para ofertas de educação-formação ou para o reconhecimento, validação e certificação de competências adquiridas ao longo da vida para efeitos escolares e/ou profissionais.

Podem aceder a um CQEP:
- Jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico;
- Adultos com idade igual ou superior a 18 anos, com necessidades de aquisição e reforço de conhecimentos e competências.


(Portaria nº 475/2010, de 08 de julho)

 Documento eletrónico de registo das competências adquiridas e formações realizadas pelo indivíduo ao longo da vida que se encontrem
referenciadas no Catálogo Nacional de Qualificações, bem
como de outras ações de formação não inseridas no catálogo.

• Emitido pelas entidades formadoras ou CQEP - Centros para a Qualificação e Ensino Profissional, através da plataforma SIGO.

3. Formação Profissional


“(…) Processo global e permanente através do qual jovens e adultos, a inserir ou inseridos na vida activa, se preparam para o exercício de uma atividade profissional.”
Acácio P. Duarte, IEFP


“A formação profissional é um processo intencional, planeado e desenhado de forma sistemática com a finalidade de modificar as atitudes e os comportamentos dos indivíduos em situação de trabalho, pela transmissão de conhecimentos, técnicas ou normas, permitindo que estes se desenvolvam e se adaptem, e, consequentemente, melhorem o seu desempenho tendo em vista a eficácia organizacional.”

Cardim J. C. & Miranda (Eds). 1998. Práticas de Formação Profissional, 2ª ed. Lisboa Instituto
Superior de Ciências do Trabalho.

A Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) – Lei n.º 46/86 define o sistema educativo português como “o conjunto de meios pelos quais se concretiza o direito à educação”. Distingue a educação pré-escolar, a educação escolar e a educação extra-escolar.

A formação profissional divide-se em:


Inicial
- confere uma qualificação profissional inicial e uma preparação para a vida adulta e profissional;


Contínua
- potenciar a adaptação às inovações tecnológicas e às constantes mutações de uma organização, bem como favorecer a progressão profissional e o desenvolvimento pessoal dos indivíduos.


• Integração e realização socioprofissional dos/as formandos/as;

• Adequação ao posto de trabalho;

• Promoção da igualdade de oportunidades, no acesso à profissão,
ao emprego e à progressão na carreira;

• Modernização e desenvolvimento integrado das organizações,
da sociedade e da economia;

• Fomento da criatividade, da inovação e do espírito de iniciativa
e da capacidade de relacionamento.
Professor/a
Tradicional
Formador/a
Possui autoridade;
Tendência Autocrática;
Faz-se escutar;
Aplica normas rígidas;
Fixa objetivos e faz planos;
Preocupa-se com a disciplina;
Avalia sozinho;
Sanciona/Intimida.
Cria a Responsabilidade;
Tendência Democrática;
Escuta/ Faz falar;
Utiliza técnicas de negociação;
Propõe objetivos e replanifica;
Preocupa-se com o processo grupal;
Avalia juntamente com o grupo;
Estimula/Orienta/Tranquiliza.

A Formação Profissional é legalmente enquadrada pela Lei de Bases do Sistema Educativo e Decretos-lei nº 401/91 e nº 405/91, distinguindo-se:

* Formação Profissional inserida no
sistema educativo
, dependente do Ministério da Educação e Ciência;

* Formação Profissional inserida no
mercado de emprego
, dependente do Ministério da Economia e do Emprego;

As duas ofertas diferenciam-se sobretudo pelas características das ofertas formativas e os seus destinatários e articulam-se pelos princípios, finalidades, processo de certificação e principais conceitos, possibilitando o estabelecimento de relações entre ambas, em particular, no que diz respeito a saídas profissionais e respectivos níveis de qualificação.
Portugal
1.1. Planos estratégicos
A. Estratégia de Educação e Formação 2010
B. Estratégia de Educação e formação 2020
1.1. Planos Estratégicos
1.1. Planos Estratégicos
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificações (SQF)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
(Decreto-Lei n.º 782/2009, de 23 de julho)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
(Decreto-Lei n.º 13456/2008 do MTSS e ME e Portaria nº 781/2009, de 23 de julho)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
B. Catálogo Nacional de Qualificações (Cont.)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
2.3.1. Sistema Nacional de Qualificação (Cont.)
C. Caderneta Individual de Competências
3.1. Definição
3. Formação Profissional
3.2. Finalidades
3. Formação Profissional
3.4. Educação v.s. Formação
3.5. Enquadramento Legal
3. Formação Profissional (cont,)
3.5. Enquadramento Legal (Cont.)
Síntese
Principais objetivos de investimento na Educação e Formação?
Síntese
O Sistema Nacional de Qualificações promove uma articulação efetiva entre a formação profissional inserida, quer no Sistema Educativo, quer no Mercado de Trabalho, estabelecendo objetivos e instrumentos comuns.

Vem assumir objetivos já firmados na Iniciativa Novas Oportunidades, desde logo a promoção da generalização do nível secundário como qualificação mínima da população, identificando os instrumentos necessários à sua efetiva execução.
Síntese
Portugal tem-se esforçado por corresponder às metas europeias e competir na sociedade do conhecimento.

A aposta na crescente melhoria dos sistemas de educação e formação é prova disso.

As exigências requeridas aos futuros formadores/as contribuirão também para isso mesmo e para distinguir profissionais competitivos e à altura dos desafios propostos.
PROFESSOR VS/ FORMADOR
Foram estabelecidos quatro objetivos EF 2020:

Tornar a ALV e a mobilidade uma realidade;

Melhorar a qualidade e eficiência da educação e formação;

Promover a equidade, coesão social e ciadadnia;

Promover a criatividade, empreendedorismo e inovação.
Quais serão as Áreas Formação Prioritárias
2016-2017?
Técnico de desenho gráfico;
Calceteiro;
Técnico de Marketing;
Soldador;
Assistente Administrativo/a;
Programador/a de Informática;
Serralheiro/a Mecânico/a;
Bombeiro;
Técnico de Electrotecnia;
Costureiro/a Modista;
Vidreiro;
Técnico/a de Cozinha /Pastelaria
Cabeleireiro/a de Senhora.
Saber Saber
(científica, técnica e tecnológica)
Conhecimentos necessários ao exercício da função; apela ao raciocínio.

Domínio Cognitivo
Saber Fazer
(técnica operativa)
operacionalização dos saberes técnicos, tecnológicos e científicos.

Domínio Psicomotor
Saber Ser
(sócio-profissional e geral)
modos de estar adequados à função e às necessidades do contexto; qualidades interpessoais.

Domínio Afetivo
Saber Evoluir
Conjugação de conhecimentos, capacidades e atitudes que visam a adaptação a novas situações.
Saberes/ Domínios

“Um profissional que, na realização de uma ação de formação, estabelece uma Relação Pedagógica com os formandos, favorecendo a aquisição de conhecimentos e competências,
bem como o desenvolvimento de atitudes e formas de comportamento adequadas ao desempenho profissional.”

Decreto Regulamentar nº. 66/94
Quem é o Formador?
Modalidades de Intervenção Formativa
b-Learning
Presencial
e-Learning
Caracterizada por todos os conteúdos serem ministrados em contexto sala de aula, presencialmente com os formandos/formador.
Realizada a partir de comunicações interativas e recursos humanos, em que a aprendizagem ocorre sem necessidade de se estabelecer uma realção presencial.
Unhas de acrílico;
Treino e obediência de cães;
Fotografia de bébes;
Crossfit
;
Doçaria conventual;
Yoga para crianças;
Impressão a 3D;
Língua sueca;
Gin;
Aplicações móveis (
Apps
);
Instalação GPL-auto;
Ervas aromáticas;
Língua gestual para bébes.


Classificação das Áreas de Educação e Formação:
(Portaria n. 256/2005 de 16 de março)
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