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Estágio Supervisionado Básico III

Estágio, entrevista e observações

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Transcript of Estágio Supervisionado Básico III

Bibliografia
Visitas
Observações
Local
escolhido
As suas áreas de atuação são:
_ _ _ _ _ _
E então eu tive uma GRANDE
Estágio Supervisionado Básico III
Observação Prática
Propostas de
Caminhada
Intervençã

Integração entre gerações e fortalecimento de vínculos

Objetivo do trabalho
Propor um projeto de estágio ao local observado. Propor uma intervenção, uma aplicação dos conhecimentos e habilidades técnicas estudadas ao longo do curso e, também, novas práticas, facilitando e instituindo possibilidades de criação e reflexão.
c
v
k
= conhecimento + prática
Experiência
Projeto de
+
4,6 e 11/Setembro - Visita ao Chimarrão da Amizade.
aprendizagem!
Pâmela Cristini Olczyk S.
Estágio Supervisionado Básico III
Este trabalho foi elaborado pela aluna Pâmela Cristini Olczyk Saraiva, estudante do 7º semestre de Psicologia, do Unilasalle/Canoas/RS/Brasil. Esta apresentação refere-se ao trabalho da disciplina Estágio Supervisionado Básico III.
Pâmela Cristini lczyk S.
Arquivo 1
PSICÓLOGA SUPERVISORA:
O
Estági
CAPS Idoso
9,10,16,17,18,23,24,25,27 e 30/Setembro - Visita ao Hospital Universitário.
Diana Fritzen
O
O
O
O
O
O
O
O
O
O
O
Álbum - CAPS Idoso
Agradecimentos especiais:
Professora Gisleine
e
MUITAS
anotações...
- 01 Neurologista
- 01 Enfermeira
- 01 Psicopedagoga
- 01 Psicóloga
- 01 Estagiária de Psicologia
- 01 Técnica de Enfermagem
- 01 Higienizadora
Total: 07
Equipe Multidisciplinar:
Por toda dedicação, disposição,
auxílio, atenção e profissionalismo
Por oportunizar essas vivências
O
Estágio
(Oficina)
Descrição do local
Como cheguei ao local
d
Introdução
Aprendizagem
Dedicação
SMS + Diana
Trabalhando com a comunicação não verbal, desenvolvendo a percepção, a psicomotricidade, a inteligência musical, a capacidade de interação social e de se harmonizar com o grupo...
Musicoterapia
Alguns pacientes necessitam de atividades físicas, devido a problemas clínicos, porém, as famílias nem sempre se colocam disponíveis para fazer estas atividades com eles. A minha ideia é que durante 30 minutos a gente possa fazer alguma atividade no pátio do CAPS ou com auxílio da equipe técnica fazer uma caminhada pela redondeza do CAPS com alguns pacientes.
Equipe do Idoso
Este projeto foi elaborado para propor novas práticas e alternativas ao local de estágio visitado no mês de Março de 2014.
Este projeto é referente à disciplina de estágio supervisionado básico III. O estágio supervisionado constitui parte integrante e fundamental na formação, pois contribui grandemente no direcionamento profissional do acadêmico.
É através do estágio que a teoria e a
prática se fundem (o saber e o fazer).
Na observação, participando de
situações reais, o aluno aprende,
vivencia, reflete e treina o seu
papel e a sua postura
profissional, onde a
sua identidade é
direcionada e
construída.
Saúde Mental do Idoso
Doenças neurodogenerativas
Depressão
Equipe do CAPS Idoso
I
O O
A
O CAPS Idoso oferece, através do SUS, atendimento em saúde mental.

Nesta unidade são atendidos pacientes, a partir de 60 anos, com doenças neurodegenera-tivas e depressão (encami-nhamento via rede). Alguns pacientes são recebidos com a partir dos 50, se houver sus-peita de Alzheimer.
CAPS Idoso
Os CAPS...
Reforma Psiquiátrica:
Em Canoas, hoje existem dois CAPS AD (Álcool e Drogas), dois II (Saúde Mental), um Saúde Mental do Idoso e um i (Infantil). No mês de Abril/2014 serão inaugurados dois CAPS AD III (24 horas, com leitos para pernoite), um CAPS Saúde Mental III, um Saúde Mental II.
O local possui sala de espera com TV para familiares e pacientes, um pátio bem amplo, Sala 1: Grupo de medicações/Reunião da ABRAZ (Associação Brasileira de Alzheimer – Quintas-Feiras aberto à comunidade)/Reuniões de equipe/Atendimentos individuais, Sala 2: sala administrativa, Sala 3: sala para atendimentos individuais, Sala 4: Reuniões do Grupo de mulheres com depressão, cuidado com o cuidador/Manejo, Banheiro bem amplo, Cozinha, Sala 5: despensa, Salas 6 e 7: Oficinas terapêuticas, Sala 8: Reuniões da ABRAZ (As-sociação Brasileira de Alzheimer), depósito, e dois banheiros externos.
Espaço Físico:
A vinculação com a equipe de saúde foi rápida e tranquila, as profissionais são qualificadas, gentis, sempre se colocaram à disposição para a minha observação e futura intervenção e demonstram acreditar na importância deste estágio (me senti valorizada, enquanto estagiária de Psicologia, durante uma apresentação na reunião da ABRAZ).
Gostei bastante do local, é bem amplo e os pacientes tem um vínculo bem construído tanto com os profissionais quanto entre si.

Desenvolver um momento para que os pacientes possam contar suas vivências, para que possam trocar experiências e vivências, principalmente com os seus familiares. Ou seja, promover a integração entre as gerações. Também, trabalhar com a brincadeira a fim de desenvolver a comunicação não verbal, a percepção, a psicomotricidade, a capacidade de interação social e de se harmonizar com o grupo e fortalecer os vínculos com os familiares (avôs e avós ensinarem aos netos). Utilizando brincadeiras como peão, 5 marias, bolitas, bilboquê e outros.
BERSTEIN, M . Contribuições de Pichon-Rivière à psicoterapia de grupo. In: OSORIO, Luiz Carlos. Grupoterapia hoje. Porto Alegre: Artes Medicas, 1986.
OSÓRIO, Luiz C. Psicologia Grupal: Uma nova disciplina para o advento de uma era. Por-to Alegre: ARTMED, 2003. 176 p.
ZIMERMAN, David E. Uma visão histórico-evolutiva das grupoterapias: Principais referenciais teórico-técnicos. In. ZIMERMAN, David E. Fundamentos básicos das grupo-terapias. Porto Alegre: ARTMED, 2007. p. 69-81.
CASTOLDI, Alexandra S. et al. Vínculos. Cadernos da SBDG, [S.l.], vol. 10, p. 27-31, [s.d.].
COSTA, Cláudia R. B. S. F. et al. Música e transformação no contexto da medida socio-educativa de internação. Psicologia: Ciência e Profissão. Brasília, 2011. Vol. 1, Nº4, p. 840-855.
YALOM, Irvin D.; LESZCZ, Molyn. Psicoterapia de grupo: Teoria e prática. 5ª edição. Porto Alegre: ARTMED, 2006. 528 p.
A família como ponto chave no tratamento terapêutico de pacientes portadores de transtornos psiquiátricos e dependentes químicos. Disponível em: <http://www.uniica. com.br/orientacoes/a-familia-como-ponto-chave-no-tratamento-terapeutico-de-pacientes-por tadores-de-transtornos-psiquiatricos-e-dependentes-quimicos/>. Acessado em 21/03/2014.
Ensinando é que se aprende. Disponível em: <http://atencaobasica.org.br/comunidades/iv-mostra-eixo-tematico-7/6898>. Acessado em 23/03/2014.
Atividade/ Vivência com Pacientes: Ensinando (e aprendendo) a lógica no uso de medicamentos. Disponível em: <http://www.crf-ba.org.br/arquivos/vivencial_in teracao.pdf>. Acessado em 23/03/2014.
Saúde Mental no SUS: Os Centros de Atenção Psicossocial. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/ClaudiaComaru/caps-governo>. Acessado em 04/04/2014.
Transtornos Mentais em Idosos. Disponível em: <http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?423>. Acessado em 06/04/2014.

FIM
De Intervenção
Parte 2
Caminhada Orientada
Caminhada Orientada
Caminhada Orientada
Grupo de Musicoterapia
Grupo de Musicoterapia
Grupo de Musicoterapia
Mesa da Confraternização
Foram desenvolvidas ativides semanais, totalizando 7 encontros.
1º Dia: Apresentação e inserção breve da proposta de Musicoterapia.
* Ativação de memórias da infância.
Eu levei alguns instrumentos (ocarina, gaita de boca, chocalho indígena, flauta, chocalho improvisado e tarol improvisado), apresentei e fui solicitando que elas escolhessem instrumentos e tocassem, sem objetivar uma música, mas que se fizesse som, não precisava saber tocar, mas produzir barulhos, levei também um rádio. As pacientes e as psicólogas cantaram, tocaram e dançaram. As pacientes cantaram, contaram lembranças e recordações da sua experiência de vida, dos lugares e das suas raízes. Houve diversos momentos de relatos.
2º Dia:
3º Dia:
Vários relatos sobre perdas e manejo da psicóloga. Após este período trabalhamos com músicas. Eu fiquei mais quieta hoje, senti a necessidade da psicóloga manejar, pois os relatos foram muito carregados de dor e sofrimento psíquico.

4º Dia:
Acredito que, embora tenha feito menos intervenções esta semana era o melhor a se fazer, deixar a profissional continuar o trabalho da semana passada (que foi pesada). Acredito que embora tenham sido poucas, foram efetivas.
5º Dia:
Comunicação do fechamento do serviço + colheta de informações essenciais para a resolutividade de algumas questões que pairavam acima dos casos das pacientes O1 e O2. Foi bem produtivo o encontro de hoje.
6º Dia:
Preparação para a minha saída.
7º Dia:
Confraternização
A caminhada ocorreu no dia 15/05 e contou 17 com pacientes.
1º Dia:
Me apresentei e expliquei que o meu objetivo, naquele grupo, era de fortalecer os vínculos familiares e promover a integração entre gerações.
2º Dia:
Fizemos uma técnica projetiva, solicitei que elas desenhassem com tinta e, posteriormente fiz a interpretação dos desenhos (conjuntamente com a psicóloga)
3º Dia:
Relatos do familiares de pacientes.
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