Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Tendências Contemporâneas do Turismo

No description
by

Eddy Eltermann

on 2 April 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Tendências Contemporâneas do Turismo

GLOBALIZAÇÃO POR MILTON SANTOS Ainda segundo prof. Mario Beni, “o Sistema “S” do Turismo não cria nenhuma despesa nova à iniciativa privada ou ao Governo, somente remanejará a contribuição compulsória dos 2,5% devidos sobre a folha de pagamento das empresas ligadas ao setor, recolhida atualmente para o comércio”, o que acende ainda mais a disputa pela não criação deste por parte do CNC, pois, implicaria em perde de recursos federais ao SENAC e SESC. TORNAR O TURISMO UMA ATIVIDADE DO SETOR TURÍSTICO A LUTA PELO RECONHECIMENTO Para o CNTur foi somente a primeira “batalha contra a CNC”. A próxima, que já conta com atrasos nos resultados s muita polêmica, é a criação do Sistema “S” do Turismo. A CNC é categoricamente contra a criação deste e justifica na interpolação dos trabalhos do SENAC e SESC. Porém, para o prof. Mário Beni ambos não fazem mais o seu papel como deveriam, apesar de reconhecer o grande trabalho ao país em décadas de projetos. Contudo, é inaceitável que juntas, as instituições têm 17 mil leitos hoteleiros em todo país e 21 faculdades de ensino superior, técnico e pós-graduação na área do Turismo com mensalidades altas, descaracterizando o real objetivo de inclusão social e de qualificação, além de proporcionar uma covarde concorrência com a iniciativa privada no setor hoteleiro em diversas localidades do país. A LUTA PELO TURISMO NO BRASIL A globalização e o empreendedorismo são temas necessários ao desenvolvimento do turismo e do mundo como um todo?
De que forma podemos globalizar sem aniquilar culturas, sem favorecer os interesses capitalistas ou sem definir modismos frente a culturas tradicionais?
Como podemos tornar o planeta sustentável sem ter os conceitos de consumo formando nossa sociedade? A GLOBALIZAÇÃO DO TURISMO Profissionalismo: Sólida formação crítica, permitindo que a pessoa entenda politicamente a formação de sua categoria enquanto organização política e sindical. E saiba lutar por um turismo auto-sustentável que preserve o ecossistema e os interesses nacionais no campo econômico, cultural e político. Apoiando a conservação das áreas visitadas através da geração de benefícios econômicos para as comunidades hospedeiras.

Neste processo de escolha dos Oito Fenômenos  do Turismo Contemporâneo, esclareço que turismo legítimo é aquele que apresenta um compromisso com a conservação ambiental e cultural e com o desenvolvimento social das comunidades envolvidas, consiste numa alternativa promissora para o desenvolvimento sustentável da região.

É preciso dimensionar o conhecimento e o potencial turístico da região, através do levantamento de potenciais atrativos, diagnóstico e análise técnica empresarial dos atrativos naturais e culturais de maneira responsável e construtiva, é necessário saber" globalizar, regionalizando". OS 8 FENÔMENOS Empreendedorismo: Estudos realizados identificaram a capacitação como uma necessidade imediata no atual cenário do turismo. É necessário conhecer as técnicas de entretenimento, lazer, integração e estratégia de solução de conflitos. Conhecer técnicas de vendas. Ser uma pessoa líder e controlada, prática, dinâmica e ativa.

Ser empático e expressivo na comunicação, argumentar com lógica de maneira clara e articulada, sem vícios de linguagem. Ser uma pessoa tranqüila e segura que mantém o equilíbrio emocional para administrar situações constrangedoras ou de emergência. Criar alternativas de emprego e de oportunidades de renda para as comunidades locais. OS 8 FENÔMENOS Seriedade: As competências necessárias ao alcance dos resultados esperados devem ser avaliadas através dos seguintes conhecimentos, habilidades e atitudes: conhecer flora, fauna, ecologia, geografia física, limites para suporte de carga. Conhecer cartas e mapas, escalas, curvas de nível e técnica de orientação com uso de bússola. Conhecer a legislação ambiental e técnicas de condução de grupo em ambiente natural, condicionamento físico e dimensionamento de esforço. Ser ético ao recomendar pontos de compras ou passeios adicionais. OS 8 FENÔMENOS Planejamento: Divulgação de opções de interesse turístico, sugerir outros roteiros, recomendar pontos de compras e passeios adicionais. Orientar motorista, indicando roteiros, horários e pontos de parada, alertar sobre aspectos de segurança, conforto e velocidade adequada ao passeio. Ajustar roteiros, o que pode incluir: alterar atividades e programação considerando as vias de acesso e as condições climáticas, segurança e horários, redefinir trajeto e pontos de parada.


Assegurar a satisfação dos clientes, o que pode incluir: observar a satisfação dos turistas, receber reclamações e sugestões, solucionar problemas e conflitos, indicar melhores posições para fotos e filmagens, apoiar pessoas com necessidades especiais, idosas e crianças, estabelecendo paradas especiais.

Dominar roteiros de excursões em ambiente não urbano, o que pode incluir: demonstrar capacidade para conduzir grupos de turistas por percursos que incluam: recepção, traslado e pernoite. OS 8 FENÔMENOS Organização: Elaboração do roteiro de maneira criteriosa, confirmando os serviços de apoio, garantindo a possibilidade de comunicação, providenciando transporte especial, garantindo o cumprimento da programação, providenciando alimentação de parada / percurso e acomodação, providenciando materiais e equipamentos necessários, manter em ordem a pasta com documentação da agência, ficha médica e termo de responsabilidade aceitando as condições do roteiro, informar chegada, elaborar relatório e registrar ocorrências orientar o preparo de refeições, o que pode incluir: indicar procedimentos de higiene e segurança alimentar. OS 8 FENÔMENOS Segurança: é necessário saber promover o bem estar e garantir a integridade física dos turistas, combinando com o grupo regras de convívio, viabilizar atividades de entretenimento, lazer e integração, criar relações positivas, manter a motivação e interesse na programação, dimensionar os passeios, escaladas e paradas, observar sinais de desgaste, recomendar alimentação e vestuário adequados às atividades, indicar locais para banhos, necessidades fisiológicas. OS 8 FENÔMENOS Criatividade: Capacidade para promover a integração com o meio ambiente, criando situações onde o turista possa experimentar a natureza de forma prazerosa, além de dispor de conhecimento, que permita informar sobre cultura, história, flora, fauna, clima, particularidades, curiosidades da região e promovendo, assim, a educação ambiental, através de técnicas de interpretação da natureza, correlacionando com hábitos urbanos, evitando impacto ambiental acima do suporte de carga permitido. OS 8 FENÔMENOS Competência: capacidade de mobilizar, desenvolver e aplicar conhecimentos, disposições e atitudes na execução do trabalho e na solução de problemas para gerar os resultados esperados. Um hábil administrador nos inúmeros campos profissionais, no convívio com as equipes multidisciplinares, sabe pedir o apoio de áreas afins, buscando entender o turismo em sua totalidade histórica e humanista. OS 8 FENÔMENOS O turismo envolve milhões de pessoas que almejam por desfrutar novos lugares e ambientes, em busca de experiências significativas. Este movimento tem levado agências de viagem, redes de hotéis, transportes urbanos, bares, cassinos e boates em todo mundo proporcionando faturamentos milionários. Muitas nações dependem da dinâmica dessa atividade como principal fonte de geração de renda, emprego, crescimento do setor privado e aperfeiçoamento da infraestrutura.

Como apontado por diversos autores, para que isso ocorra de uma maneira saudável, é necessário que o fenômeno turístico configure-se no cotidiano, afim de melhor eleger os oito fenômenos do turismo contemporâneo. O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO O século XX trouxe novas tecnologias: aviões e metrôs mais velozes e confortáveis, computadores, robôs e comunicações por satélite que transformaram o modo das pessoas viverem, trabalharem e se divertirem. A tecnologia proporciona o desenvolvimento do turismo de massa através do aumento do tempo de lazer, renda adicional e melhoria dos transportes.

Hoje, restam poucas dúvidas que o turismo continuará a ser um dos setores de crescimento mais dinâmicos da economia global. Apesar de recessões, revoltas políticas, guerras, terrorismos e incertezas quanto ao preço e a disponibilidade do petróleo, o turismo internacional ainda se constitui como o maior item isolado de receita do comércio exterior mundial. O TURISMO COMO ECONOMIA Ao longo dos últimos sessenta anos, o Turismo tem experimentado uma desconcentração contínua. A Europa declinou sua fatia de mercado cerca de 10 pontos percentuais desde 1950, ao passo que a América do Norte perdeu 13 pontos percentuais. Ainda assim, ambas as regiões mantêm-se como as principais receptoras de turistas (representavam, conjuntamente, cerca de 95% da fatia de mercado em 1950, 82% quarenta anos depois, 76% em 2000, e 69% em 2008). A participação da chegada de turistas internacionais nos países em desenvolvimento tem aumentado paulatinamente, de 31% em 1990 para 45% em 2012. O TURISMO CONTEMPORÂNEO E SUAS TENDÊNCIAS O ambiente econômico e o Turismo também são impactados de forma significativa pelas melhorias sociais que vêm sendo registradas nos últimos anos. Cerca de 31 milhões de brasileiros ascenderam de classe social entre os anos de 2003 e 2008 , sendo que 19,4 milhões deixaram a classe E (que traça a linha da pobreza no país) e 1,5 milhão migraram da classe D para classes superiores. Com isso, nesse período, ocorreu uma queda acumulada de 43% na classe E. No mesmo período, a classe AB (grupo com renda domiciliar mais elevada, superior a R$4.807,00) ganhou 6 milhões de pessoas, totalizando 19,4 milhões em 2008, ano de maior desenvolvimento deste item. A ECONOMIA E O TURISMO De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego realizada pelo IBGE desde 2002, houve um crescimento médio de 57,6% na renda média mensal do trabalhador. O rendimento médio real domiciliar subiu 4,4% desde 2008 a 2013. Segundo o governo, o aumento da massa salarial ocorreu em função da expansão do emprego, do salário e da transferência de renda para o trabalhador através de programas sociais. Estima-se que a massa salarial cresceu cerca de 6% em 2010, o que proporcionou maior expansão do consumo. A ECONOMIA DE CONSUMO A taxa Selic, que apresentou significativo crescimento em 2002, ano em que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 12,53%, seguiu desde então uma tendência de declínio. Esta medida, combinada com outros instrumentos de política fiscal, fez com que houvesse um aumento do crédito, e um consequente aumento no consumo das famílias, provocando reação da demanda interna. O BRASIL E A TAXA SELIC O regime de câmbio flutuante, vigente desde 1999, permitiu o ajuste das contas externas, reduzindo de forma sistemática a vulnerabilidade do país. Após alta vertiginosa (64,22%) ocorrida em 2002 – de R$2,32/US$ em abril para R$3,81/US$ em outubro – constatou-se tendência de queda até atingir a cotação mínima em julho de 2008 (R$ 1,59/US$). A partir de então, tal tendência foi revertida até alcançar o máximo daquele ano em dezembro (R$ 2,40/US$), apresentando certa estabilidade até o momento (2013). O BRASIL E O FATOR CÂMBIO NA ECONOMIA Em 2009, o Risco Brasil flutuou no intervalo de 230,91 pontos (média das cotações diárias de março) a 204,55 pontos (média de dezembro), com amplitude de 26,36 pontos. No dia 31 de dezembro, o Risco-País atingiu 196 pontos. Ressalta-se que, em setembro de 2009, o País recebeu a classificação de investment grade pela Moody’s, a última das três maiores agências de classificação de risco do mercado financeiro (juntamente com a Fitch e a Standard & Poors), fato histórico para a economia brasileira, comprovando a solidez de seus fundamentos econômicos e a redução da vulnerabilidade externa. O BRASIL NA ECONOMIA MUNDIAL As perspectivas em relação à atividade econômica mundial são de recuperação gradual. Um indicador de grande relevância, que demonstra o nível de atividade da economia é a Corrente de Comércio. Segundo dados da Organização Mundial de Comércio – OMC, referentes ao primeiro semestre de 2009, a China superou a Alemanha e os EUA, no volume de negócios, e ajudou a reverter a queda no comércio mundial. Uma das heranças deixadas pela crise foi transformar o país asiático no maior exportador do mundo, superando a Alemanha, líder desde 2003, e ultrapassando os EUA, que era o principal fornecedor de mercadorias à Europa. A ECONOMIA NO MUNDO O Fundo Monetário Internacional – FMI havia ajustado a sua projeção de crescimento da economia mundial para 2009, de 1,75% (em novembro de 2008) para 0,5% (em janeiro de 2009). Um ano depois, as estimativas declinaram para - 0,8%, a mais baixa taxa registrada desde 1945, sendo que os prognósticos de queda das atividades econômicas foram mais acentuados do que o esperado, principalmente nos países desenvolvidos (-3,2%, em média) e, isoladamente, na Rússia (-9,0%). A ECONOMIA NO MUNDO Faculdades Integradas Assesc
Prof. Eddy Ervin Eltermann Tendências em Turismo Onde colocamos o turismo neste processo? Na percepção de novos produtores de postos de trabalho, de desenvolvimento, ou de exploradores de uma mercado cada vez mais dependente?
Mercado do Turismo e a China O TURISMO GLOBAL A classe C, dominante pelo percentual populacional, recebeu 25,9 milhões de brasileiros na última década, passando a constituir 49,22% da população. Já a classe D representava 24,35% dos brasileiros, enquanto a classe E abrangia 16,02% da população no último ano. Os 29,9 milhões de brasileiros desta classe seriam aproximadamente 50 milhões de pessoas, se a miséria não houvesse diminuído hoje. Como consequência, as classes média e alta ganharam maior representatividade populacional. Esses indicadores traduzem melhorias importantes na composição social do País, abrindo perspectivas promissoras para o desenvolvimento sustentável e equilibrado com benefícios para todos. A ECONOMIA E O TURISMO
Full transcript