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Consumo de álcool na adolescência

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by

Mariana Gonçalves

on 10 November 2013

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Transcript of Consumo de álcool na adolescência

Consumo de álcool na adolescência
Consumo de álcool na
adolescência

Metabolismo do álcool
Doenças
A situação do consumo precoce de álcool no Brasil vem aumentando. Entretanto, não vemos medidas reais sendo tomadas. Com exceção a nova lei, que passa a multar estabelecimentos que não só vendam bebidas para menores, mas também permitam que esses consumam álcool em suas dependências, não vemos uma desestimulação ao consumo de bebidas alcoólicas. E apesar de o nosso tema ser focado nos adolescentes, concordamos que deveria haver campanhas de conscientização para todas as idades.
O que aparentemente acontece, é que as pessoas costumam esquecer que o álcool é uma droga, uma substância tóxica para o nosso corpo, assim como qualquer droga ilícita. Causa dependência e é prejudicial à saúde de qualquer indivíduo, quando consumido em excesso, além de muitas vezes acabar sendo prejudicial inclusive para quem não bebe, como acontece em acidentes de trânsito, brigas em bares e baladas, e etc.
Para nós, assim como o cigarro, que é uma droga lícita, porém desestimulada através de vários mecanismos como campanhas de conscientização, alto valor de custo, proibição em diversos ambientes, proibição de propagandas e avisos de possíveis futuras conseqüências de seu uso em sua embalagem, o álcool também deveria partir para esse caminho, afinal se ambos são drogas lícitas, por que têm tratamentos diferentes?
O metabolismo no fígado remove de 90% a 98% da droga circulante. O resto é eliminado pelos rins, pulmões e pele. Um adulto de 70kg consegue metabolizar de 5 a 10 gramas de álcool por hora. Como um drinque contém, em média, de 12 a 15 gramas, a droga acumula-se progressivamente no organismo, mesmo em quem bebe apenas um drinque por hora.
O álcool que cai na circulação sofre um processo químico chamado oxidação que o decompõe em gás carbônico (CO2) e água.
Cirrose alcoólica
Insuficiência hepática alcoólica
Hepatite alcoólica
Envelhecimento precoce
Distúrbios cognitivos (sistema nervoso)
Diminuição da acuidade visual
Lesões na boca, esofagite, gastrite, úlcera
Hipertensão
Polineurite periférica (agravo dos nervos nas pernas).
Da geração passada até a presente geração houve um aumento brusco no número de adolescentes que consomem bebidas alcoólicas. Estes estão consumindo a droga cada vez mais cedo e aparentemente sem a supervisão e preocupação dos adultos.
O perigo está justamente aí, uma vez que além de fecharem os olhos para o consumo precoce e abusivo do álcool feito por menores de idade, muitas vezes são os mesmos adultos que acabam incentivando tal consumo. Pais que entram em pânico quando descobrem que o filho ou a filha fumou maconha ou usou algum tipo de droga ilícita, acham normal que eles bebam, porque a sociedade aceita essa cultura do consumo do álcool.

A resistência aos efeitos colaterais do álcool está diretamente associada ao desenvolvimento da tolerância e ao alcoolismo. Horas depois da ingestão exagerada de álcool, embora a concentração da droga circulante ainda esteja muito alta, a bebedeira pode passar. Esse fenômeno é conhecido como tolerância aguda.
Diversos estudos demonstraram que as pessoas capazes de resistir ao efeito embriagante do álcool, estatisticamente, apresentam maior tendência a tornarem-se dependentes.
A ação devastadora produzida no corpo de um etilista está no fato do álcool ser uma molécula muito pequena, capaz de passar por todas as barreiras de proteção do organismo. Para agravar, o álcool também é uma substância irritante e o seu contato constante provoca lesões em diferentes órgãos do corpo humano.
Entre os homens, o índice é ainda mais assustador: levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) apontou que 11% dos pacientes oncológicos atendidos na unidade assumem ter mantido durante a vida, ou ainda manter, o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.
O consumo de álcool é extremamente incentivado através de propagandas na televisão, em revistas, estabelecimentos, internet e em todo o lugar, inclusive dentro da própria, muitas vezes.
Além de toda essa propaganda exagerada, sem desprezar os fatores genéticos e emocionais que influem no consumo da bebida – o álcool reduz o nível de ansiedade e algumas pessoas estão mais propensas a desenvolver alcoolismo –, a pressão do grupo de amigos, o sentimento de onipotência próprio da juventude, o custo baixo da bebida, a falta de controle na oferta e consumo dos produtos que contêm álcool, a ausência de limites sociais... Tudo isso colabora para que o primeiro contato com a bebida ocorra cada vez mais cedo.
Recentemente, o Governo do Estado de São Paulo lançou uma campanha que deverá diminuir o índice de consumo de álcool por menores de 18 anos em estabelecimentos comerciais. Ela consiste em multar o estabelecimento que vender ou permitir que menores de idade bebam em suas dependências. Fiscais deverão ficar de olho em bares, restaurantes, lanchonetes, etc...
Nas décadas de 80 e 90, era comum os jovens começarem a provar qualquer tipo de bebida alcoólica entre 14 a 15 anos de idade. Hoje, porém, o início se da muito mais cedo, uma vez que pré-adolescentes começam a beber entre 10 e 11 anos de idade, quando seus organismos ainda estão em fase de formação, tornando-os vulneráveis a utilização de outros tipos de drogas.
Pesquisa na ETEC Prof. André Bogasian
Após realizarmos as pesquisas com os alunos da ETEC Prof. André Bogasian, vimos que 53% dos alunos do Ensino Médio consomem bebidas alcoólicas, sendo que do total de 249 alunos que participaram das pesquisas, apenas 18 deles eram maiores de idade. Também nos chamou a atenção o fato de 62% dos alunos terem consumido bebida alcoólica pela primeira vez entre 11 e 14 anos, tendo ainda uma parcela de 13% que alega ter consumido antes mesmo dos 11, e 25% que diz ter consumido após os 14 anos, porém antes dos 18, o que ainda é contra a lei.
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