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Estuários, Recifes de Corais, Córregos e Rios.

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Alisson Araujo

on 13 January 2015

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Transcript of Estuários, Recifes de Corais, Córregos e Rios.


São formados em grande parte pelo carbonato de cálcio dos esqueletos dos corais. Os corais construtores de recifes de águas rasas vivem na zona eufótica de ambientes tropicais marinhos relativamente estáveis com alta transparência da água, principalmente em ilhas e ao longo das bordas de alguns continentes.

Recifes de Corais
Funcionam como berçário para varias espécies marinhas, protege o continente contra força das ondas, é um regime de comunidade entre plantas e animais.

Estuários
Ambiente Físico
Área de transição entre rio e mar. A água do mar avança para o canal do estuário durante a maré alta e recua durante a maré baixa. A água do mar de maior densidade ocupa freqüentemente o fundo do canal e se mistura pouco com a água do rio de baixa densidade na superfície.

Características Geológicas
Os padrões de fluxo nos estuários combinados com os sedimentos carregados pelos rios e pelas marés criam uma rede complexa de canais de maré, ilhas, barragens naturais e bancos de sedimentação.
Córregos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA
CURSO LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA
ECOSSISTEMAS NA TERRA
PROF. DR. RAFAEL LUCYK MAURER

Estuários, Recifes de Corais, Córregos e Rios.

Alisson Araujo
Érdio Jean
Joziane Terterola
Silvana Marchezan
Yuri Santos

Ambiente Físico
Seres Fotossintetizantes
Gramíneas de marismas e algas, incluindo o fitoplâncton, são os principais
produtores nos estuários.

Ambiente Químico
No Brasil, os recifes de coral se distribuem por aproximadamente 2 mil km de costa, do Maranhão ao Sul da Bahia, representando as únicas formações recifes do Atlântico Sul. São mais comuns em locais costeiros são importantíssimos para muitas populações que dependem dele para a pesca, turismo e, principalmente por se tratar do ecossistema marinho que possui maior biodiversidade com inúmeros peixes, crustáceos e outros animais marinhos que dependem direta ou indiretamente dele, além de oferecer proteção aos sistemas costeiros como uma barreira natural para as marés.
Das 350 espécies de corais existentes no mundo todo, 18 delas encontram-se no Brasil, sendo que oito só existem em mares brasileiros.

Grupo Cnidários pertencentes:
Características Geológicas
Tipos mais comuns de Recifes
Corpos de água corrente de pequeno porte são fundamentais para o fluxo de água dentro de uma ou mais bacias hidrográficas, pois captam e drenam a água das chuvas e, principalmente, das nascentes. As nascentes são frias, claras, turbulentas e rápidas. Podem se unir formando um rio.
Ambiente Físico
Ambiente Químico
Fitoplâncton e plantas aquáticas enraizadas são seres ricamente encontrados em cabeceiras de riachos que fluem através de predários ou desertos.
Características Geológicas
Canais das cabeceiras dos córregos, freqüentemente são estreitas, têm fundos rochosos e alternam seções rasas e piscinas fundas.

Impacto Humano
Poluições industriais, municipais e provenientes da agricultura. Represamentos e controle de inundações prejudicam o funcionamento natural do ecossistema dos rios e córregos e ameaçam espécies migratórias.

O conteúdo de sal e nutrientes aumenta da nascente para a foz. Nascentes são geralmente ricas em oxigênios, exceto onde houver enriquecimento orgânico. Grande parte da matéria orgânica nos rios consiste em material dissolvido ou altamente fragmentado, carregado pela corrente dos córregos florestados.
Heterótrofos
Grande diversidade de peixes e invertebrados, distribuídos ao longo das zonas verticais. A principal fonte de alimento para os consumidores aquáticos é a matéria orgânica da vegetação terrestre de córregos que fluem através de florestas temperadas ou tropicais.

Seres Fotossintetizantes
Heterótrofos
Os pólipos de corais, os subprodutos da fotossíntese e o transforma em proteínas, gorduras e carboidratos o pólipo abriga as zooxantelas e fornece o carbono, os nitratos e os fósforos que as algas precisam para a fotossíntese.

Classificados em dois grupos:
-Zooxantelas
-Azooxantelas

Carniviros Zooplâncton


Rios
Os rios modificam a paisagem, provocam erosão, arrastam e depositam, material ao longo de seu curso.
Os Rios podem ser perenes , temporários ou intermitentes.
Vários termos para designar como, por exemplo, arroio, canal etc.

Ambiente Químico
Sal e nutrientes são carregados de sua nascente para a foz.
Nascente geralmente são ricas em oxigênio, seu nível de oxigênio cai a medida que a temperatura aumenta.

Ambiente Físico
Córrego Crispim. Foto: Patricia Patriota

Córrego Carajás. Foto: Hélvio Romero/AE.

Jacinto-da-água. Foto: Plastrão.

Fitoplâncton. Foto: Vista al Mar.

Lambari. Foto: Marcio David

Córrego Tremembé. Foto: Jornal Folha de São Paulo

Os corais necessitam de altos níveis de oxigênio e são excluídos por grande entradas de água doce e nutrientes.
São sensiveis a temperaturas inferiores a 18-20°C e acima de 30°C. Os recifes de coral de mar profundo, encontrados entre 200 e 1.500 m de profundidade, são menos conhecidos do que os homólogos de águas raras, mas hospedam tanta diversidade quanto os recifes rasos.


Madrepora Oculata
Millepora
Heliopora
Franja
Separado de um continente ou ilha por uma terra profunda em uma lagoa.
( Praia do Forte na Bahia)

Atol
Forma de um anel emergindo as água profunda longe da terra firme, com uma lagoa no seu interior. (Atol das Rocas – RN)

Barreira
Separado de um continente ou ilha por uma terra profunda em uma lagoa. (Grande Barreira da Austrália)
Branqueamento: É a perda total ou parcial do pigmento dos corais podendo envolver a perda do pigmento fossintéticos da zooxantelas com a expulsão destas pelo coral hospedeiro,levando a morte,aumento de temperatura,poluição, acidificação dos oceanos.
À esquerda, mergulhador durante monitoramento de recifes de corais. À direita, corais saudáveis e branqueados em Maracajau (RN).

Temperatura anormalmente alta ou baixa.
Quando se considera variações bruscas de temperatura, os corais são mais vulneráveis ao aquecimento do que ao resfriamento da água. Muitas espécies vivem aparentemente próximas ao limite superior letal de temperatura. O aumento de temperatura resulta num aumento da atividade fotossintetizante dos simbiontes e, conseqüentemente, numa alta concentração de oxigênio nos tecidos do hospedeiro. Isto causa um aumento nas taxas metabólicas do coral (organismos metabólico-conformadores) e aumento nas formas tóxicas do oxigênio (peróxidos), que podem danificar as células do hospedeiro e interferir nas vias bioquímicas.
O branqueamento geralmente ocorre após um período cuja temperatura superficial da água do mar se eleva alguns graus acima da média histórica para aquele determinado período e local. Exposição a temperaturas 4 a 5 ºC acima da média, por 1 a 2 dias, pode ser suficiente para causar branqueamento e alta mortalidade, enquanto que a elevação de 2 a 3 ºC, e o mesmo tempo de exposição, leva a um branqueamento gradual e menor mortalidade. O branqueamento têm ocorrido em áreas aquecidas pelo fenômeno ‘El Niño’, mas também em locais e/ou anos não afetados por ele.
Impacto Humano
- Atividades humanas e econômica;
- Poluição;
- Pesca;
- Exploração do mangues;
- Aquecimento Global;
- Coleta de esqueletos de corais e sobre pesca;

Recife saudável em Fernando de Noronha (PE). A espécie na fotografia é a 'Montastrea cavernosa', dominante na região de Noronha.
Animais que podem ser encontrados nos Recifes de Corais.
Tartaruga cabeçuda
Peixe agulha
Estrela do mar
Esponjas e moluscos
Budiões Azuis
Recife de Abrolhos - Bahia
Desde Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte (primeiroponto amarelo no topo do mapa), até Abrolhos, no Sulda Bahia (último ponto azul do mapa). Monitoramentoenglobou 2 mil km de recifes de corais.
Referencias Bibliográficas
CAMPBELL, N.A.
Biologia
. 8ª ed. Artemed: Porto Alegre, 2010.
www.tamar.org.br/
www.abrolhos.net
www.coralvivo.org.br
www.recifescosteiros.org.br
www.infoescola.com/biomas/estuario/
www.zonacosteira.bio.ufba.br/estuarios.html
www.maraberto.ufc.br/estuario.htm





Lagoa dos Patos- RS

Ambiente Químico
A salinidade varia espacialmente dentro dos estuários, desde aquela encontra na água doce até aquela da água salgada. A salinidade também varia com as marés altas e baixas. Os nutrientes provenientes dos rios colocam os estuários, assim como as áreas úmidas, entre os biomas mas produtivos.
Heterótrofos
Os estuários suportam uma abundância de vermes,ostras, caramujos, e muitas espécies de peixes consumidas pelos humanos. Muitos invertebrados e peixes marinhos utilizam os estuários para reprodução ou migram através deles para habitats de água doce. Os estuários também são áreas de alimentação cruciais para aves aquáticas e alguns mamíferos marinhos.

Impacto Humano
Poluição proveniente de rios e montantes, bem como assoreamento e dragagem, têm perturbado os estuários ao redor do mundo.

O rio da Prata é o estuário criado pelos rios Paraná e Uruguai.
Delta
Delta e estuários podem ser confundidos como ambientes diferentes, quando na realidade tratam-se do mesmo ambiente. Para compreendermos um e outro, entendemos que foz ou desembocadura (deságue), é a denominação do local onde há descarga de água doce corrente, como um rio, deságua. Um rio pode ter como foz um lago, lagoa, mar ou oceano.
Delta do Rio Amazonas.
Delta do Rio Nilo.
Delta do Rio Níger na Nigéria.
Estuário do Sado
A Reserva Natural do Estuário do Sado (em Portugal) é um dos mais conhecidos no mundo, é um local onde ocorre um abundancia de vida e riqueza marinha. Sapais, canais, lagoas abrigam diversos animais como, por exemplo, crustáceos, moluscos, cegonha branca, lontra, golfinho, texugo e algumas espécies de peixes.
Cegonha Branca
Texugo
Lontra
Crustáceo
Seres Fotossintetizantes
Fitoplâncton e Plantas enraizadas.
Heterótrofos
Habitam os rios Peixes e Invertebrados.
Temperatura dos Rios
A temperatura da àgua varia ao longo de seu percurso em sua latitude e longitude, e também varia entre pequenas secções, e de acordo com a sua profundidade e exposição ao sol.
A temperatura afeta o crescimento, o metabolismo e a reprodução.
Muitas espécies só podem sobreviver dentro de uma determinada faixa de temperatura.

ALGUNS DOS PRINCIPAIS RIOS DO MUNDO

Rio Amazonas – É o maior rio do mundo com aproximadamente 6.992 km de extensão, tem sua nascente nas cordilheiras dos Andes e deságua no Oceano Atlântico.

Rio Nilo – É o segundo maior rio em extensão do planeta, nasce no lago vitória na Uganda e deságua no mar mediterrâneo.

Rio Mississipi – Possui a terceira maior bacia hidrográfica do mundo, nasce no Lago Itasca, e lança suas águas no Golfo do México.

Rio Danúbio – Fronteira natural entre dez países europeus, sua nascente está localizada na Floresta Negra e deságua no Mar Negro.
Rio Ganges - Rio muito poluído por dejetos domésticos e industriais, possui uma extensão de 2.510 km, nasce nas montanhas do Himalaia e deságua no Golfo de Bengala, considerado um rio sagrado pelos hindus.

Salinidade: Feição dominante neste ambiente que pode variar conforme topografia, estação do ano e quantidade de água doce trazidos pelos rios ou água salgada pelas marés.

Turbidez: A água do estuário possui enorme quantidade de partículas em suspensão, dificultando a penetração de luz, causando a diminuição da fotossíntese e sua respectiva produtividade. O certo é que o estuário é uma das poucas regiões marinhas que a fotossíntese não ocorre na água, exceto quando estão presentes árvores de mangues como no estuário de Santos.

Temperatura: Assim como a salinidade, costuma variar bastante em razão do menor volume de água existente e da entrada de água doce que tende ser sempre mais fria.


Fluxo: estuários costumam ser locais de águas lênticas, onde correntes são causadas principalmente pelo fluxo da água.

Substrato: Sendo um ambiente deposicional com seus sedimentos provenientes do mar e rios, o estuário possui substrato lamoso e macio.

Oxigênio: O OD é muito mais alto na coluna d´água que próximo ao substrato, que possui pouco OD devido à oxidação bacteriana.

Composição química: A composição química da coluna d´água, incluindo mudanças na quantidade e tipos de nutrientes dissolvidos, composição de sedimentos, podem variar.

Precipitação
A interface entre a água doce e a água salgada favorece a precipitação ou floculação de partículas orgânicas e inorgânicas. As partículas de silte do rio (4 a 60 micrômetros) floculam quando a água doce se encontra com a salgada.
Os flocos podem adsorver compostos orgânicos e inorgânicos, tais como os fosfatos e os nutrientes carbonatados. Se o floculado permanece por mais do que algumas horas próximo à cunha, as bactérias podem então crescer às custas dele.
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