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Família

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on 14 October 2012

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Família Espiritual e Física Espiritual Físico Matrimônio e divórcio

— Poderíamos receber algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio no Plano Físico, examina¬dos espiritualmente?
— Nas esferas elevadas, as almas superiores identificam motivo de honra no serviço de amparo aos companheiros menos evolvidos que estagiam nos planos inferiores.
Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados, objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem encon¬trar a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal. Isso porque, comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dívida que contraímos com a energia sexual, aplicada de maneira infeliz ante os princípios de causa e efeito.
Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundinas, o cônjuge liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, freqüentemente se coloca a serviço da compa¬nheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita a compreensão e o amor puro. Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais elevado da escala de afinidades eletivas. Se os viúvos e as viúvas das núpcias efetuadas em grau menor de afinidade demonstram sadia condição de entendimento, são habitualmente conduzidos, depois da morte, ao convívio do casal restituído à comunhão, desfrutando posição análoga à dos filhos queridos junto dos pais terrenos, que por eles se submetem aos mais eloqüentes e multifários testemunhos de carinho e sacrifício pessoal para que atendam, dignamente, à articulação dos próprios destinos.
Contudo, se a desesperação do ciúme ou a nuvem do des¬peito enceguecem esse ou aquele membro da equipe fraterna, os cônjuges reassociados no plano superior amparam-lhe a reencarnação, à maneira de benfeitores ocultos, interpretando-lhes a rebelião por sintoma enfermiço, sem lhes retirar o apoio amigo, até que se reajustem no tempo.
Ninguém veja nisso inovação ou desrespeito ao sentimento alheio, porqüanto o lar terrestre enobrecido, se analisado sem preconceitos, permanece estruturado nessas mesmas bases essenciais, de vez que os pais humanos recebem, muitas vezes, no instituto doméstico, por filhos e filhas, aqueles mesmos laços do passado, com os quais atendem ao resgate de antigas contas, purificando emoções, renovando impulsos, partilhando compromissos ou aprimorando relações afetivas de alma para alma. É nessa condição que em muitas circunstancias surgem nas entidades renascentes sem que o véu da reencarnação lhes esconda de todo a memória, as psiconeuroses e fixações infanto-juvenis, cuja importância na conduta sexual da personalidade é exagerada em excesso pelos sexólogos e psicanalistas da atualidade, carentes de mais amplo contato com as realidades do Espírito e da reencarnação, que lhes permitiriam ministrar aos seus pacientes mais efetivo socorro de ordem moral. LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC

Casamento e celibato
695. Será contrário à lei da Natureza o casamento, isto é, a união permanente dedois seres?
“É um progresso na marcha da Humanidade.”
696. Que efeito teria sobre a sociedade humana a abolição do casamento?
“Seria uma regressão à vida dos animais.”
O estado de natureza é o da união livre e fortuita dos sexos. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se observa entre todos os povos, se bem que em condições diversas. A abolição do casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes. — Reconheço, meu tio, que os meus ordenados mensais são exíguos —
explicou o jovem algo tímido.
— Não digas isso. Os melhores tempos da minha vida conjugal foram justamente quando Felícia e eu lutávamos contra todos os obstáculos para assegurar nossa felicidade. Minha família, na Irlanda, contrariava os nossos sonhos, enquanto os parentes de Blois hostilizavam as minhas pretensões. Casamo-nos sem apoio de ninguém. Meu salário, como professor, era irrisório, mas as barreiras, aparentemente intransponíveis, pareciam valorizar nossa união. Com as lutas intensas de cada dia, as horas de convivência doméstica tornavam-se mais preciosas. No entanto, meu filho, quando Felicia me compeliu a vir para êste país, onde nos esperava a valiosa herança deixada por sua mãe, o júbilo perfeito pareceu fugir do alcance de nossas mãos. A vidade Blois tornou-se muito diferente da de Belfast. Na Irlanda possuíamos um ninho; na França encontramos uma casa. No ninho, vivíamos de amor e paz; na casa, a existência obedeceu às imposições dos cuidados numerosos pelas muitas convenções sociais. Não quero dizer com isso que as casas sejam organizações dispensáveis, e sim que devem ser ninhos simples e acolhedores, onde cada membro da família experimente a tranqüilidade devida. Minha pobre Fellcia, porém, não soube resistir ao pêso do bem-estar e fomos, finalmente, menos felizes, desde que as posses de Blois nos compeliram a numerosos esforços de manutenção e defesa. Minhas filhas, habituadas de início à simplicidade, cresceram entre exigências de tôda sorte. Susana é um coração inquieto, insatisfeito, resistindo sempre aos meus paternais conselhos e Carolina, contra as minhas tendências, vai casar-se por simples questão de dinheiro com o Sr. de Nemours. Mas, que fazer? Minha inolvidável companheira acreditou mais na sociedade humana que nas leis simples da vida, e a sua ansiedade segregou as pequenas do nosso antigo ideal. Renúncia reencontros
complexos
resgates
tarefas O Evangelho Segundo o Espiritismona união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos la- ços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. Nas condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De modo nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para o outro,visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação do coração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interesses materiais. Quando tudo vai pelo melhor consoante esses interesses, diz-se que o casamento é de conveniência e, quando as bolsas estão bem aquinhoadas, diz-se que os esposos igualmente o são e muito felizes hão de ser. E.S.E. cap. 22, item 3.
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