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Manuseamento de Animais em Laboratório

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by

Carolina Silveira

on 20 April 2015

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Transcript of Manuseamento de Animais em Laboratório

Manuseamento de Animais em Laboratório
Cultura de Células e Tecidos
2014/2015
Técnicas de Contenção
Manuseio firme e gentil
Realizado sobre uma bancada
Não pegar nos animais pela ponta da cauda
Praticar técnicas regularmente
Não forçar um animal agitado
Aspetos Importantes
Contenção Manual em Ratinhos
Contenção a 1 Mão
Pegar no ratinho pela base da cauda, com mão não dominante, e colocá-lo numa superfície rugosa.
Prender base da cauda entre 3º e 4º dedos.
Agarrar a pele por trás do pescoço com a mão que está a segurar a cauda.

Contenção a 2 Mãos
A pressão deve ser
suficiente para a
cabeça não se
mexer, mas deve
permitir que o
animal respire.
Pega-se na cauda do ratinho com uma mão e, com a outra, agarra-se o pescoço.
Contenção Manual em Ratos
Contenção a 2 Mãos
Semelhante à do ratinho.
Animal não se pode aperceber da aproximação da
mão.
Maior controlo.
Contenção Acima
do Ombro
Mão não dominante sobre o dorso.
Mindinho, anelar e polegar à volta do tórax e segurar cabeça com médio e indicador.
Contenção Abaixo
do Ombro
• Agarrar o tórax por baixo dos ombros, empurrando gentilmente os braços do animal com o polegar e o indicador, de forma a que se cruzem por baixo do queixo do rato.
Contenção Com Acessórios
Decapicone
Acessório adaptado ao tamanho do animal.
Pode causar sobreaquecimento.
Contenção
de Plástico
Regras de utilização semelhantes às da técnica anterior.
Introdução
Desde 350 aC que os animais são utilizados para observações anatómicas reais.
Na primeira metade do século III aC, na Escola de Alexandria, iniciou-se a dissecação ou “vivissecção” de animais.
Sem drogas anestésicas.
Origens do Uso de Animais na Investigação
Científica
Exemplos de Experiências Realizadas
• Excisão do baço;
• Corte dos nervos laringianos;
• Secção da coluna espinhal;
• Perfurações da parede torácica.
Evolução
Até séc. XIX
Experimentação animal surge como um importante método científico.
O animal é visto como uma
máquina de transmissão de conhecimento
, não havendo considerações sobre o seu sofrimento.
Séc. XIX
“O fisiologista não é um homem do mundo, é um sábio, é um homem que está empenhado e absorto por uma ideia científica que persegue.
Não ouve gritos dos animais, nem vê o sangue que escorre.
Só vê a sua vida e só repara nos organismos que lhe escondem problemas que ele quer descobrir”
Claude Bernand (1813-1873) afirma:
1831
O Neurologista Marshall Hall escreve os princípios por onde os fisiologistas deveriam basear as suas experiencias:

• Só realizar experiências quando a simples observação não for capaz de fornecer as respostas;
• Evitar a repetição desnecessária de experiências;
• Todos as experiências devem ser conduzidas com um mínimo de sofrimento animal.
3 R's
• O debate sobre a questão da utilização de animais contribuiu para o surgimento da primeira lei que tinha por objetivo regulamentar a experimentação animal:
The Cruelty to Animals Act 1876
.
• Instituições de proteção
• Legislação.
Esta consciencialização que começou no séc. XIX levou ao desenvolvimento de técnicas de contenção, administração de compostos e de sacrifício para minimizar o sofrimento dos animais utilizados na experimentação. Esta procura por humanizar o tratamento dos animais tem-se mantido até aos dias de hoje.
Administração de Compostos
Uso de Seringas e Agulhas
Guardar e despejar corretamente o material no local apropriado;
Certificar-se de que possui o treino apropriado para este tipo de manuseamento;
Estar familiarizado com a estrutura das agulhas e seringas;
Sempre que possível, escolher a agulha mais pequena para administrar o composto;
Certificar-se sempre que a agulha está bem segura;
Se necessário, administrar várias doses através de um mesmo método, alternando o local de injeção.

Métodos de Administração de Compostos
Intranasal
Material inalado pelo animal através do nariz.
Intramuscular
Administrado nos músculos do animal, normalmente pernas.
Intraperitoneal
Administrado no abdómen do animal, preferencialmente numa zona onde não existam estruturas anatomicamente importantes como órgãos.
Subcutâneo
Administrado por baixo da pele, especialmente no dorso ou no fim da barriga.
Intradérmica
Administrado também por baixo da pele.
Intravascular
Normalmente administrado nas veias da cauda, podendo também ser administrado noutras veias do corpo do animal, sendo necessário, no entanto, sedar o animal e administrar analgésicos após a injeção.
Intragástrica
Administrada através do estômago. Esta via de administração ‚ muitas vezes usada para imitar um percurso de dosagem comum nos seres humanos.
Métodos de Sacrifício
Questões a ter em conta
O animal deve ser tratado com o máximo respeito.
O método utilizado deve causar o mínimo de dor possível;
O método deve causar o mínimo de stress possível;
O método de sacrifício não deve afetar a fiabilidade dos resultados da investigação.
Métodos de Sacrifício de Ratos e Ratinhos
- Métodos de anestesia
Atualmente em Uso
Anestesia por Inalação
É utilizada quando os animais são difíceis de estabilizar.
Desaconselhados
Injeção com sedativos derivados do ácido barbitúrico
A injeção pode causar dor.
Dióxido de Carbono
Causa stress aos animais
Métodos de Sacrifício
Asfixia usando óxido nítrico, nitrogénio ou árgon
Os animais devem ser anestesiados anteriormente, caso contrário não é uma técnica admissível.

Decapitação


Deslocação cervical
Consiste em partir o pescoço.
É realizada sem qualquer tipo de anestesia.
Alice Jacob, 77010, P3
Ana Malta, 76817, P4
Carolina Silveira, 76844, P3
Cristiana Martins, 76885, P4
Sónia Meireles, 52447, P3

Para Concluir
Bibliografia
http://www.the-scientist.com/?articles.view/articleNo/41378/title/To-Kill-a-Lab-Rat/
https://www.nc3rs.org.uk/news/laboratory-animal-euthanasia
http://www.nature.com/news/best-way-to-kill-lab-animals-sought-1.13509
https://www.nc3rs.org.uk/euthanasia
http://3rs.ccac.ca/en/care-and-techniques/pain-management/humane-killing.html

Machholz, E., Mulder, G., Ruiz, C., Corning, B.F., Pritchett-Corning, K.R. Manual Restraint and Common Compound Administration Routes
in Mice and Rats. J. Vis. Exp. (67), e2771, doi:10.3791/2771 (2012)

Balls, M. Frame, Animal Experimentation and the Three Rs: Past, Present and Future. ATLA 37, Supplement 2, 2009. p1-6.

Paixão, Rita Leal. Experimentação animal: razões e emoções para uma ética. [Doutorado] Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 2001. 189 p.

Presgrave, O. Alternativas para animais de laboratório: do animal ao computador. In ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação[online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002. 388 p. ISBN: 85-7541-015-6.
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