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Lavoura Canavieira, União Iberica e invasões estrangeiras I

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Barbara Giovanna Ortiz

on 3 April 2017

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Transcript of Lavoura Canavieira, União Iberica e invasões estrangeiras I

Lavoura Canavieira, União Iberica e invasões estrangeiras I
Empresa açucareira:
Por que açúcar?
Fracasso nas expedições em busca de ouro
Fácil adaptação da cana no Brasil
Solo massapê - Litoral do NE
Elevado mercado consumidor de açúcar na Europa
Experiência no cultivo de cana nas ilhas atlânticas (Ilha da Madeira e do Açores)
Problemas na implantação da empresa açucareira
Indústria Naval e marinha em declínio
Sem estrutura de mercado
Portugal não tinha capital para investir no transporte marítimo e nem nos fretes.
Solução:
Aliança com os Flamingos (holandeses)
Montagem dos primeiros Engenhos
Empréstimo (burguesia flaminga)
Consequências
Holanda fica responsável pelo refino, transporte e distribuição da cana
Portugal fica dependente do capital holandês
Holandeses detém a maior parte do lucro
Organização da produção canavieira
Plantation: Latifundio monocultor
Mão de obra escrava indígena e negro africana
Escravidão indígena:

1570- Igreja católica proíbe a escravidão indígena, exceto em casos de "guerra justa"
Padres portuguêses (Jesuítas) queriam "salvar a alma" dos indígenas, com o cristianismo
Guerra Justa: Resistência à catequese e a presença de Portugal no BR = Escravidão.
Fim da escravidão indígena: Meados sec XVII - Marquês de Pombal
Escravidão Negra africana
Captura dos negros africanos:

Onde
: Angola e Guiné
Como
: Expedições de captura e aliança com tribos africanas rivais entre si (01 negro inimigo = 01 artefato (escambo)
A igreja católica NÃO fez forte oposição.
Por quê?
Maior lucro no comércio mundial. (Burguesia e Estado)
Duração
: 350 anos.
Do BR colônia, até 1888 - Lei Áurea (pós independência)
"Seicentas peças barganhei
- Que pechincha! - No Senegal
A carne é rija, os músculos de aço,
Boa liga do melhor metal
Em troca, só dei aguardente
contas, latão - Um peso morto!
Eu ganho oitocentos por cento
Se a metade chegar ao porto".
Heine, Heinrich. Citado em: BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das letras, 1992.
" O sistema da escravatura define os escravos como bens móveis. As mulheres eram olhadas não menos que homens, eram vistas como unidades rentáveis de trabalho, elas não tinham distinção de gênero na medida das preocupações dos donos de escravos" p.10
(...) "Mas, as mulheres tambpem sofreram de maneiras diferentes, porque eram vítimas de abuso sexual e outras barbaridades de maus-tratos que podem ser infligidos apenas às mulheres. Os comportamentos dos donos de escravos para as mulheres escravas eram: quando era rentável explorá-las como se fossem homens, sendo observadas, com efeito, sem distinção de gênero, mas quando elas podiam ser exploradas, castigadas, reprimidas em formas ajustadas às mulheres, elas eram fechadas dentro do seu papel exclusivo de mulheres" p.11
"Como fêmeas, as mulheres escravas estavam inerentemente vulneráveis a todas as formas de coação sexual. Se a mais violenta punição dos homens consistia nos castigos e multilações, as mulheres eram castigadas, multiladas e violadas. A violação, de fato, era uma expressão demonstrada pelo domínio econômico dos doos de escravos e pelo controle do capataz sobre as mulheres negras como trabalhadoras". p. 12 DAVIS, A. Mulher, raça e classe. Woman's Press, 1986
Resistência Negra
Quilombos (1575)
: negros fugiam para dentro do continente, terras desconhecidas, longe dos latifundios.

Momento em que o homem e a mulher negra não se reconhessem como PROPRIEDADE de outro homem e buscam a liberdade -> nascimento da importância da busca pelo território
Os Quilombos estabelecem um sentdo de nação estritamente africana e Bantu
NTU
: Relação entre as pessoas. Raíz pela qual o homem se comunica.
Se reconhecem pela própria língua.
Resistiu por quase 100 anos
Formação da sociedade colonial:
Aristocracia:
tem poder, quem tem terra
Estratificação Social: O de cima sobe e o debaixo desce.


Não há ascensão e nem declínio de classes - Inexistência de classe média.

Brasil completamente rural

Sociedade Patriarcal
PRODUÇÕES SECUNDÁRIAS DO BRASIL COLÔNIA:
Grandes propriedades coloniais
Moenda
: cana espremida
Caldeira e casa de purgar
: fermentação do caldo
Casa grande
: Habitação do senhor de engenho
Senzala
: escravos
Instal. Acessórias:
terras para pastagens, matas, área de plantio (subsistência)
Ideologia e cultura Européia
Aguardente (exced. da cana)
Por quê? Mercado de escambo na África
Quando: desde o início da empresa açucareira.
Tabaco: Planta indígena
Por quê? Mercado de escambo na África, mercado europeu (têm maior importância econômica)
Quando: séc XVII
Problemas na colônia
Fome
: Mercado de cana lucrativo, ninguém plantava excedente.
Consequência:
Falta de abastecimentos nos pequenos centros urbanos
Apenas as classes mais abastadas não sofriam com a fome.
Solução: Estado obriga a plantação imediata de prod. de alimentação nas fazendas (Mandioca, milho, arroz, feijão). Poucos obedecem
Atividades Acessórias
Fornece meios de subsistência para a pop. colonial
Como: pequenos grupos produtores - Camponeses europeus
Mão de obra: proprietário e familia (presença de poucos escravos) - Embrião da classe média
Mandioca, milho, arroz, feijão e frutas (exóticas: banana e laranja)
Pecuária de subsistência: Abastece povoados do Maranhão a Bahia.
Carne de baixa qualidade- Máx 120 kg de carne (Sertão Nordestino)
Espalha do PE para a PB e RN. Do maranhão, segue o curso do Rio Itapicurú.
Trabalho livre
Fazenda com curso d'água (Ribeiras)
Adm: Vaqueiro
EXERCÍCIO!
Fuvest-SP: Entre as várias formas de resistência do negro ao regime escravista no Brasil colonial, encontramos os quilombos. Palmares, o maior exemplo de Quilombo, possuia uma organização econômica que apresentava as seguintes características:
a) Agricultura policultora como principal atividade, organizada num sistema de sesmarias semelhantes ao dos engenhos, que visava ao consumo local e a comercialização excedente.
b) Agricultura monocultora, que visava a comercialização, e caça, pesca, coleta e criação de gado para consumo interno
c) Agricultura policultora realizada em pequenos roçados das famílias e, um sistema de trabalho cooperativo que produzia excedentes comercializados na região, além da extração vegetal e da criação para subsistência
d) Atividades extrativas, pecuária bovina e caprina para atender o consumo local, e fabricação de farinha, aguardente e azeite para a comercialização
e) criação de animais, caça, pesca e coleta para a subsistência, agricultura monocultora que concorria com as produções do engenho

Policultura, comercialização de excedente
Resposta:
C
EXERCÍCIO!
(UEL-PR): Um dos problemas que a população brasileira enfrentou no período colonial foi a constante escassez de alimentos. Isto ocorria, entre outros fatores, por que:
a) a partir de meados do século XIX, o aumento dos preços do café no mercado internacional provocou uma expansão do cultivo desse grão no Brasil, levando uma queda na produção dos itens de subsistência.
b) devido a carêcia de mão de obra, os escravos eram utilizados na exploração mineradora, na madeireira e na pecuária, o que impediu o desenvolvimento da produção de alimentos e a formação de um mercado nacional.
c) a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro representou um aumento no consumo de produtos alimenticios, causando um colapso na economia de subsistencia do Reino Unido de Brasil e Portugal
d) quando a exportação de açúcar se encontrava em uma fase ascendente, os esforços se canalizavam ao máximo para sua produção, diminuindo o cultivo de outros produtos alimentares
e) em meados do século XVIII, o desenvolvimento da indústria têxtil na Inglaterra estimulou a produção pernambucana de algodão desdinado à exportação, o que resultou na redução da área de plantio de produtos alimentares
RESPOSTA:


D
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