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Eletrodinâmica

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by

Thalita Cavalcanti

on 26 March 2013

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Transcript of Eletrodinâmica

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Images from Shutterstock.com O campo elétrico permite às cargas entrarem em movimento, deslocarem-se para regiões de menor potencial (caso sejam positivas) ou de maior potencial (caso sejam negativas) e estabelecerem um movimento ordenado, através de uma diferença de potencial (tensão elétrica) entre dois pontos do condutor. Como os responsábeis por gerar eletricidade são os elétrons, esse movimento ocorre a partir de regiões de menor potencial para regiões de maior potencial, por meio da força devida ao campo elétrico. Tipos de correntes: Corrente eletrônica: associada ao deslocamento dos elétrons livres em condutores metálicos.
Corrente iônica: relacionada ao deslocamente de íons positivos e negativos em soluções eletrolíticas, compostas por ácidos, sais ou bases. Existem dois sentidos de corrente: o convencional e o real.
O convencional é do polo positivo para o polo negativo da bateria. O sentido real é do menor para o maior potencial. A corrente elétrica está relacionada à quantidade de elétrons que passam por determinada área de um condutor, em determinado intervalo de tempo: Resistência elétrica - Lei de Ohm O efeito da corrente elétrica pode ser térmico, luminoso, magnético ou químico. Eletrodinâmica - cargas em movimento Nos condutores metálicos, os elétrons estão livres, ao contrário dos prótons, que estão presos ao núcleo. Por isso, os elétrons têm mais facilidade para se mover. Contudo, esse movimento é desordenado. Esse movimento ordenado recebe o nome de corrente elétrica, no qual há um trabalho envolvido, que consome a energia proveniente da DDP. São as baterias, as pilhas, os acumuladores e os geradores elétricos que disponibilizam a voltagem necessária para que os elétrons se movimentem e a corrente elétrica continue passando pelo condutor. Podemos dizer, então que a função da corrente elétrica é transportar a energia disponibilizada pelo campo elétrico, na forma de potencial elétrico (DDP), para dentro de um condutor ou circuito elétrico, portanto, deve-se existir uma DDP para que haja corrente elétrica. Em um condutor metálico (fio), como já sabemos, os elétrons estão livres para se movimentar. Contudo, esse movimento não é totalmente livre, devido ao agrupamento dos átomos que compõem o condutor. Oferencendo assim, certa resistência à passagem dos elétrons, que pode causar alterações na diferença de potencial, ou tensão elétrica. Georg Simon Ohm verificou que para muitos materiais, a relação entre voltagem e a corrente mantinha-se constante. Essa constante é a resistência elétrica. Quando há um aquecimento de um resistor, esse processo é chamado de efeito joule. Assim, os choques entre as moléculas aumentam, aumentando também a resistência. Segunda lei de Ohm A segunda lei de Ohm, permite determinar a resistência elétrica de um resistor conhecendo-se o material, o comprimento e a área da espessura de um resistor. Potência dissipada de um gerador
(kWh) Como um dos efeitos gerados pela passagem da corrente elétrica é a dissipação de energia, podemos determinar a potência dissipada por um resistor aplicando a seguinte relação:
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