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2a Aula - Bakhtin - Singularidades

Lucia Masini

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Transcript of 2a Aula - Bakhtin - Singularidades

Gêneros discursivos, Autor, Autoria e Exotopia
na acepção bakhtiniana

Lucia Masini
Instituto Singularidades
12_abril_2015

Deveria haver diferença na interpretação
já que o “texto” é o mesmo?
A resposta é.....
sim!
O sentido está no encontro de ambas e também na história que carregam.
Enunciado
unidade real da comunicação discursiva
O ouvinte, ao perceber o significado linguístico do discurso ocupa uma posição ativo responsiva: concorda, discorda, completa, aplica, prepara-se para usar
Toda compreensão é prenhe de resposta e o ouvinte se torna falante
Limites de cada enunciado concreto:
Alternância dos sujeitos do discurso
1.exauribilidade do objeto e do sentido

2.projeto do discurso do falante

3.Formas típicas composicionais de gênero.
Conclusibilidade do enunciado:
Gêneros Discursivos
Falamos por meio de gêneros discursivos. Aprender a falar significa aprender a construir enunciados. Os gêneros do discurso organizam o nosso discurso quase que do mesmo modo que organizam as formas gramaticais.
Cada enunciado particular é individual, mas cada campo de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, denominados gêneros discursivos.
Se os gêneros discursivos não existissem, se os falantes pudessem falar livremente, a comunicação humana seria quase impossível. Quanto melhor dominamos os gêneros, mais livremente os empregamos.

Esses enunciados refletem as condições específicas e as finalidades de cada referido campo por seu: conteúdo temático, estilo de linguagem (seleção de recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais) e construção composicional.
Gêneros discursivos primários – formados nas condições de comunicação discursiva imediata
Gêneros discursivos secundários – surgem nas condições de convívio cultural mais complexo, desenvolvido e organizado. No seu processo de sua formação, incorporam os gêneros primários.
Estilo
Todo enunciado é individual e pode refletir a individualidade do falante. Mas nem todos os gêneros são propícios a essa individualidade.
Na imensa maioria dos gêneros discursivos o estilo individual não faz parte do plano do enunciado, é apenas um produto complementar.
Libras na esfera cotidiana
A interpretação em Libras deve acompanhar essas características.
Libras na esfera educacional
Libras na esfera acadêmica
Entonação expressiva
pode mudar o sentido da palavra.
Palavras
Nosso discurso é pleno de palavras do outro.
Própria – minha palavra
Alheia – palavra do outro
Neutra – palavra da língua e de ninguém
Autor-pessoa
(sujeito físico, aquele que escreve)
nesse momento e nesse lugar, em que sou o único a estar situado em dado conjunto de circunstâncias, todos os outros estão fora de mim.
Processo de identificação com o outro
Autoria
Várias vozes que entram na composição de uma obra e a obra só se completa com o sentido do leitor que, de certa forma, é também co-autor da obra.
Autor-criador
(sujeito não físico - posicionamento do autor-pessoa na representação da voz social)
Exotopia
Excedente de visão humana
devo vivenciar - ver e inteirar-me - o que ele vivencia, colocar-me no lugar dele, como que coincidir com ele
Enunciado
Autor
Autoria
Exotopia
Gêneros
Discursivos
Primário
Secundário
Estilo
Autoria na interpretação
Relação intérprete-outros:
que espaço ocupam;quem são os outros; que posição adota o intérprete?
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