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Estudo de Caso - Pancreatite Aguda Biliar

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by

Daniele Souza

on 5 January 2015

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Transcript of Estudo de Caso - Pancreatite Aguda Biliar

Estudo de Caso:
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
Departamento de Ciências da Vida
Disciplina: Enfermagem nas Unidades de Emergência e Terapia Intensiva
Professoras: Tássia Faustino e Suiane Costa
Alunas: Daniele Ribeiro, Elane Basilio, Taiane Andrade e Tainara Santos
Sexo: Feminino
Idade: 30 anos
Estado Civil: Casada
Profissão: Manicure
Filhos: 2 filhos
Religião: Católica



Identificação do paciente
ROteiro
Identificação da Paciente
Admissão da Paciente
Fisiopatologia
Diagnóstico de Enfermagem
Teória x Prática
Discussão

Admissão da paciente
Prescrição Médica
Dieta Zero
SG 5% 2000mL + 10mL de NaCl + 5mL de KCl 19,1%
(28 gts/min)
Dipirona 2g EV
(6/6h)
Tramal 100mg EV
(8/8h)
Plasil 10mg EV
(8/8h)
Omeprazol 40mg EV
(8/8h)
Dramim 1amp EV
(8/8h) S/N
Cuidados Gerais e Dados Vitais

Exames diagnósticos
Exame físico - médico
Paciente lúcida e orientada
Em ventilação espontânea ao ar ambiente e eupnéica
Corada e afebril
Abdomen semi-globoso, flácido, doloroso à palpação superficial, sem irritação peritoneal
Suspeita Diagnóstica:
Gastroenterite? Úlcera Gástrica?
Conduta Diagnóstica:
Exames laboratoriais e Rx de Abdomen
Paciente lúcida e orientada
Níveis pressóricos normais

Em ventilação espontânea ao ar ambiente e eupnéica

Normocárdica

Afebril
Evolução de Enfermagem
Queixa de dor epigástrica há 4 meses

Refere vômitos, náuseas e inapetência

Realizado Endocospia Digestiva Alta no dia 7/11: SEM ALTERAÇÕES

Bebe casualmente
Nega tabagismo
Refere má alimentação
Hábitos de vida
Fígado
tópico, de morfologia, contornos, dimensões regulares, ecotextura e ecogenicidade parenquimatosa sem alteração.
Vesícula biliar
tópica, de contornos, morfologia e diâmetros normais, observando-se imagem sugestiva de
cálculo em seu interior
.
Hepatocolédoco
medindo 0,7cm
não
sendo identificado no exame atual
processo obstrutivo
.
Baço
se apresenta de ecogenicidade, morfologia, contornos e dimensões normais.
Pâncreas
tópico de contornos e dimensões características.


Na: 132,0
(VR=136-145)
K: 4,2
Mg: 2,1
Hemograma:
Hemácias: 4.850.000
Hemoglobina: 13,5 g/dL
Hematócrito: 44,1%
Leucograma: 11.330

(3.600-11.000)
Plaquetograma: 252 mil/mm3
Ultrassom de Abdomen Superior
Exames Laboratoriais
Diagnóstico de enfermagem
Sistematização da Assistência ao Paciente com pancreatite aguda biliar
Paciente admitida na
Emergência
do Hospital Geral Roberto Santos

Fonte: Dr. Rafael Alencastro Brandão
Disponível em: <http://rafaelostermann. site.med.br/fmfiles/index.asp/::XPR290Z4::/EndoscopiaDApeq.jpg>. Acesso em: 23 nov. 2014
o QUE ACONTECEU?
Referências
GUIMARÃES-FILHO, A. C. et al. Pancreatite Aguda: Etiologia, Apresentação Clínica E Tratamento. Revista hospital universitário Pedro Ernesto. v 8, n 01. Rio de Janeiro, Junho de 2009. P. 61-69. Disponível em <http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=170 >. Ultimo acesso 01 de Dezembro de 2014.

SMELTZER, Suzane C, et al. . Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 12. ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 3 v.
9/11
Gama GT: 732
(15-73)
Amilase: 1821
(25 a 125)
TGO: 251
(5-34)
TGP: 711
(0-55)
LCG: negativo
TP: 14,2 segundos
Lipase Sérica: 40
Ureia: 15
(17-43)
Creatinina: 0,7
Fosfatase Alcalina: 168
Raio-X de Abdomen Total
Sem sinal de pneumoperitônio
10/11
Conduta diagnóstica
Acompanhamento com Clínica Médica

Alta da Cirurgia Geral

EDA
11/11
Prescrição Médica
Dieta Zero
SG 5% 2000mL + 10mL de NaCl + 5mL de KCl 19,1%
(28 gts/min)
Dipirona 1g EV
(6/6h)
Tramal 100mg EV
(8/8h) S/N
Plasil 10mg EV
(8/8h)
Omeprazol 40mg EV
(12/12h)
Dramim 1amp EV
(8/8h) S/N
Cuidados Gerais e Dados Vitais

Conduta Diagnóstica
CPRM
Solicitar exames laboratoriais de controle
Quadro:
Pancreatite biliar, internada para colangioressonância.
Pupilas isocóricas,
mucosas oculares hipocrômicas (+/4+)
,
escleróticas ictéricas (++/4+)
Bulhas cardíacas rítmicas em 2T, tórax expansivo e simétrico, MVBD sem RA, abdome semigloboso, doloroso a palpação com acentuação em hipocôndrio E , RHA diminuidos
Edema em MSE (+/4+), pele íntegra, extremidades aquecidas e perfundidas
Em uso de acesso venoso periférico hidrolizado em MSD, sem sinais flogisticos, fluindo com SG 5% + 10ml de NaCL + 5ml de Kcl 19,1%
Exame físico
T.A.: 120x80 mmHg
F.R.: 20 ipm
F.C.: 81 bpm
T: 37,0 C
Refere jejum há 2 dias, eliminações presentes e dejeções ausentes há 2 dias
FISIOPATOLOGIA
Colelítiase
Em geral, os cálculos formam-se na vesícula biliar a partir dos constituintes sólidos da bile.
Variam acentuadamente quanto ao
tamanho
,
formato
e
composição
.
Existem dois tipos principais de cálculos biliares:
Compostos predominantemente de
pigmento
Fatores de risco
Obesidade
Mulheres, particulamente as que tiveram múltiplas gestações
Aterações frequentes no peso
Perda de peso rápida
Terapia com estrogênio em alta dose
Terapia com estrogênio em dose baixa
Ressecção ou doença ileal
Fibrose Cística
Diabetes melito
Manifestações Clínicas
Os cálculos biliares podem ser silenciosos, não produzindo dor e causando apenas sintomas GI discretos
O paciente com doença da vesícula biliar pode desenvolver dois tipos de sintomas:
Causados pela própria doença vesícula biliar
Devido à obstrução das vias biliarespor um cálculo
Dor e cólica biliar
Icterícia
Alteração na coloração da urina e das fezes
Deficiência de vitaminas
Pancreatite Aguda Biliar
Compostos predominantemente de
colesterol
Fonte: Look for diagnosis. Colelítiase
Disponível em: <http: //2.bp.blogspot.com/-8zvnajmcCY8/TmPKoQyDD5I/AAAAAAAAAAY/AcKST03ugow/s1600/ 2.jpg>
Acesso em: 23 nov. 2014

Fonte: AnatPat UNICAMP
Disponível em: <http://anatpat.unicamp .br/Dsc11416+.jpg>
Acesso em: 23 nov. 2014

Fonte: AnatPat UNICAMP
Disponível em: <http: //www.misodor. com/fgfrfgtrfgt.JPG>
Acesso em: 23 nov. 2014
Fonte: Icterícia
Disponível em: <http://www. drbayma.com/wp-content/uploads/2011/07/icter%C3%ADcia.jpg>
Acesso em: 23 nov. 2014

Fonte: Zun
Disponível em: <http://www. zun.com.br/fotos/2012/03/Mulher-com-dor-n a-barriga.jpg>
Acesso em: 23 nov. 2014

Risco de volume de líquidos deficiente associados a vômitos e diarréia
Nutrição alterada: ingestão menor que as necessidades corporais, relacionada com a secreção biliar inadequada
Dor relacionada à Colecistite
Administrar medicamento com base no nível de dor do paciente e conforme prescrição médica;

Relatar a dor não aliviada ou a intensidade crescente da dor;

Avaliar o nível de consciência e sinais vitais;

Ajudar o paciente a assumir posições de conforto; mudar o decúbito e reposicionar o paciente a cada 2 horas.

Avaliar o estado nutricional atual e as necessidades metabólicas aumentadas;

Monitorar os níveis séricos de glicose;

Administrar líquidos e eletrólitos IV, nutrição parenteral, conforme prescrição;

Monitorar diariamente o peso.
Avaliar o estado hidroeletrolítico (turgor cutâneo, mucosas, débito urinário, sinais vitais, parâmetros hemodinâmicos);

Administrar líquidos e eletrólitos conforme prescrição;

Monitorar nível de consciência e sinais vitais.

(SMELTZER et al, 2014)
(SMELTZER et al, 2014)
(SMELTZER et al, 2014)
Fonte: Saúde Plena
Disponível em: <http://imgsapp.sites.uai.com.br/app/noticia_133890394703/2014/01/20/147238/20140119174205860523i.jpg>
Acesso em: 23 nov. 2014
Colelítiase é a formação de cálculos no interior da vesicula biliar
As principais causas de inflamação pancreática no mundo são a litíase biliar e o alcoolismo crônico
Cálculos biliares entram no ducto colédoco e alojam-se ampola de Vater
Obstrução do fluxo do suco pancreático
Ativam as enzimas dentro do pâncreas
Vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular, necrose, erosão e hemorragia
(SMELTZER et al, 2014)
Teoria x prática
Falta de Medicamentos

Demora na realização dos exames

Permanência prolongada na Sala de Medicamentos

Infra-Estrutura precária para atendimento
Exames laboratoriais: Dosagem de amilase e lípase séricas;
Tratamento: suporte clínico e a suspensão da ingesta oral;
USG Abdominal: Suspeitou-se de cálculos
Colangiorressonância
TC de Abdômen: Padrão ouro no diagnóstico de pancreatite aguda grave
Nos casos de pancreatite de etiologia biliar, pacientes devem ser submetidos à colecistectomia com colangiografia videolaparoscópica precoce, logo após a normalização da amilase e melhora dos sintomas.
O que funcionou?
O que deu errado?
Full transcript