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Segundo Reinado

Escravismo, Produção cafeeira, Imigração e Leis antiescravistas
by

Higor Ferreira

on 1 April 2015

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Transcript of Segundo Reinado

http://www.slavevoyages.org/tast/index.faces
Escravidão nas telas de cinama
e propagandas
Aumento da Imigração
Embranquecimento da população
Mão de obra para a cafeicultura paulista
Na direção oeste, os cafezais seguiram rumo a terras paulistas e, a leste, desceram pelo vale e fincaram raízes na Zona da Mata do território de Minas.
O acesso fácil à
mão de obra escrava
, fornecida por um vigoroso
tráfico negreiro
, pilotado por grandes negociantes e comissários do café, foi vital para fazer do produto o
grande negócio brasileiro do Segundo Reinado
, estimulado pelo consumo crescente em países da Europa e nos Estados Unidos. Na segunda metade dos anos 1840, a produção dos cafezais espalhados no trecho fluminense do vale do Paraíba beirava 50 mil toneladas anuais, calcada na grande fazenda monocultora, que os economistas do século 20 chamariam de
plantation
. Na década de 1850, em plena expansão por todo o vale, as propriedades cafeeiras chegaram a produzir 140 mil toneladas por ano – mais de 80% das exportações do Brasil, maior fornecedor de café do planeta.
Jean Baptiste
DEBRET
Johann
Moritz
RUGENDAS
BizaRrIcEs
DesSa ViDa
Estabelecendo um
parâmetro
com os

Estados Unidos da
América.
Isabel, a princesa, com papel e pena na mão
pronta pra assinar a Abolição
Cartas de Alforria distribuídas de montão
passa uma pro Higor então

Vou comemorar, não vou mais fugir (ir)
daqui pra frente sou livre
Graças à Isabel já posso sorrir (ir)
E o Higor canta assim

Eu to tranquilão
Tô numa boa não sou mais escravo não
Se liga nessa assinaram a Abolição
13 de Maio agora é só celebração

FESTA, FESTA
Dever de casa:
Ler o livro da página 489 até a 491
Questões 1, 2, 3, 4 e 5 da página 492

e o avanço industrial
A ERA MAUÁ
Quem foi
Barão de Mauá
?
O fim do tráfico atlântico estimulou o investimento de capitais em diversas atividades. Começaram a ser construídas ferrovias, o que também fazia crescer a influência do capitalismo britânico no Brasil escravista, uma vez que os empréstimos e investimentos diretos dos ingleses foram fundamentais para esses avanços.
As ferrovias brasileiras favoreciam a economia cafeeira que se expandia do Vale em diante. Os investimentos ferroviários também alcançaram outras províncias do Nordeste, mas não no mesmo nível daquilo que ocorreu na região sudeste.
Outros investimentos como telégrafos, gás canalizado, bondes (na época puxados por animais) e iluminação a gás foram feitos à ocasião.
A Tarifa Alves Branco possibilitou um avanço no setor manufatureiro no Brasil. Este desenvolvimento, portanto, foi em grande sentido baseado no protecionismo alfandegário.
No começo do império, observamos que os custos com o reconhecimento da independência do Brasil geraram grandes dívidas. Passando ao período regencial, percebemos que as diversas revoltas daquela época contribuíram ainda mais para que a situação econômica do império se agravasse. Sendo assim, quando D. Pedro II finalmente chegou ao poder, os cofres brasileiros sofriam com o desgaste acumulado por toda essa agitação política.

Por: Rainer Gonçalves Sousa.
Site: mundoeducacao
Procurando contornar essa crise financeira,
o Ministro da Fazenda, Manuel Alves Branco, decidiu propor uma lei que elevasse as taxas alfandegárias do país
. Até então, desde os tratados de 1810, o país praticava uma discreta taxa de 15% sob os produtos importados. Ao longo do tempo, essa alíquota permitiu que um grande volume de mercadorias, principalmente da Inglaterra, dominassem uma gorda fatia de nossas atividades comerciais.
Tarifas alfandegárias são tributos cobrados pelos governos de todos os países sobre produtos importados e exportados. A alfândega é uma repartição pública em que mercadorias exportadas e importadas são registradas. Os tributos cobrados são disciplinados por Leis, Decretos, Intruções Normativas, etc.
sem similar
com similar
Política no Segundo Reinado
Durante o Segundo Reinado o poder se consolidou, ao menos em parte, pois, como é sabido, o Império veio a ter seu fim no ano de 1889.
Neste momento havia dois fortes partidos no Brasil.
Liberais
Conservadores
Havia uma série de homologias entre os membros do partido
Liberal
e do partido
Conservador
. Ambos objetivavam

manter o direito de propriedade, as hierarquias sociais e a ordem dentro de uma sociedade baseada na propriedade de terra e na escravidão.
Escravidão
Imigração
Posse de Terras
Maus tratos;
separação de famílias;
miséria; descaso; falta de sensibilidade
Desigual sistema de parcerias
Portanto
:
"Nada mais
conservador
que um
liberal
no poder. Nada mais
liberal
que um
conservador
na oposição...”
Lei de Terras, gerando a oficialização da concentração de terras. Expulsão de posseiros em favor de sesmeiros beneficiados pelo Império.
Os ministérios do Segundo Reinado foram constituídos ora por
conservadores
(saquaremas), ora por
liberais
(luzias), embora os conservadores tenham ficado mais tempo no poder.
Parlamentarismo às avessas
Com a chegada de Dom Pedro II ao trono, o Poder Moderador e o Conselho de Estado foram restaurados abrindo portas para uma nova fase de centralização política. No entanto, o novo governo imperial buscou reestruturar as regras do jogo político daquela época instaurando um sistema, em tese, inspirado no parlamentarismo britânico. Na ilha inglesa, o monarca possui uma função política meramente decorativa e deixa as principais decisões nas mãos de um primeiro-ministro escolhido pelo poder legislativo.

No Brasil, a organização do sistema parlamentar acabou sendo completamente “avesso” ao modelo inglês. O imperador Dom Pedro II, imbuído das atribuições concedidas pelos Poder Moderador, tinha total liberdade para escolher os integrantes do Conselho de Estado. Este órgão, situado abaixo da autoridade do monarca, poderia escolher os ministros e realizar a dissolução da Câmara de Deputados. Na maioria das vezes, as ações do Conselho somente refletiam os interesses do imperador.

As eleições do poder legislativo eram geralmente marcadas por diversos casos de fraude onde conservadores e liberais disputavam o poder. Essa disputa, na verdade, não sinalizava algum tipo de orientação política sensivelmente divergente entre esses dois grupos políticos. Afinal de contas, ambos pertenciam à mesma elite econômica que controlava a nação. Prova disso é que tanto liberais quanto conservadores tiveram vantagens frente ao parlamento e ao gabinete de ministros.

Fonte: http://www.brasilescola.com/historiab/parlamentarismo-as-avessas.htm
Ano Nº de escravos que entraram no Brasil

1845 19.453
1846 50.325
1847 56.172
1848 60.000


Período Milhares de indivíduos
1811-1820
1821-1830
1831-1840
1841-1850
1851-1860
1861-1870
327,7
431,4
334,3
378,4
6,4
0
TABELAS E DADOS
TRÁFICO INTERALTLÂNTICO
Leis contra o tráfico
Leis contra a escravidão
Bill Aberdeen
Eusébio de Queiróz
1845
1850
Lei do Ventre Livre
Lei dos Sexagenários
Lei Áurea
1871
1888
1885
1. (Uerj 2014)


A restituição da passagem
As famílias chegadas a Santos com passagens de 3ª classe, tendo pelo menos 3 pessoas de 12 a 45 anos, sendo agricultores e destinando-se à lavoura do estado de São Paulo, como colonos nas fazendas ou estabelecendo-se por conta própria em terras adquiridas ou arrendadas de particulares ou do governo, fora dos subúrbios da cidade, podem obter a restituição da quantia que tiverem pago por suas passagens.


Adaptado de O immigrante, nº 1, janeiro de 1908

A publicação da revista O immigrante fazia parte das ações do governo de São Paulo que tinham como objetivo estimular, no final do século XIX e início do XX, a ida de imigrantes para o estado. Para isso, ofereciam-se inclusive subsídios, como indica o texto.

Essa diretriz paulista era parte integrante da política nacional da época que visava à garantia da:
a) oferta de mão de obra para a cafeicultura
b) ampliação dos núcleos urbanos no interior
c) continuidade do processo de reforma agrária
d) expansão dos limites territoriais da federação

2. (Uerj 2014) A assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, reuniu uma multidão em frente ao Paço Imperial, no Rio de Janeiro.















Adaptado de O Globo, 12/05/2013.

A fotografia e a reportagem registram aspectos particulares sobre os significados da abolição, os quais podem ser associados aos seguintes fatores do contexto da época:
a) crise monárquica − exclusão social
b) estagnação política − ruptura econômica
c) expansão republicana − reforma fundiária
d) transição democrática − discriminação profissional

Essa ideia de que as pessoas saíram correndo e comemorando, isso é lenda. Depois do 13 de maio, meu bisavô e a maioria dos escravos continuaram vivendo onde trabalhavam. Registros históricos mostram que alguns receberam um pedaço de terra para plantar. Mas poucos passaram a ganhar ordenado, e houve quem recebesse uma porcentagem do café que plantava e colhia − conta o historiador Robson Luís Machado Martins, que pesquisa a história de sua família, e a do Brasil, desde a década de 1990.
3. (Uerj 2012)
















Diversas experiências históricas da sociedade brasileira interferiram nas variações dos fluxos imigratórios nos séculos XIX e XX.
Para o período situado entre 1880 e 1899, a variação indicada no gráfico associou-se ao seguinte fator:

a) expansão cafeeira
b) crise da monarquia
c) abolição da escravidão
d) modernização industrial

BRAÇOS PARA A CAFEICULTURA
Homem carregando
saca de café

Cândido Portinari
1957
TARIFA ALVES BRANCO
30 %
60 %
Política no Segundo Reinado
VAMOS RELAXAR, CHUCHU!
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