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Untitled Prezi

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by

Filipa Martins

on 6 June 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Mário de Sá-Carneiro Trabalho Realizado pela Filipa Martins nº7 9ºA Na minh' Alma há um balouço
Que está sempre a balouçar-
Balouço à beira dum poço,
Bem difícil de montar...

-E um menino de bibe
Sobre ele sempre a brincar...

Se a corda se parte um dia
(E já vai estando esgarçada),
Era uma vez a folia:
Morre a criança afogada...

-Cá por mim não mudo a corda
Seria grande estopada...

Se o indez morre, deixá-lo...
Mais vale morrer de bibe
Que de casaca... Deixá-lo
Balouçar-se enquanto vive...

-Mudar a corda era fácil...
Tal ideia nunca tive... O recreio O tema do meu poema é o interior do sujeito poético.
O assunto do poema está relacionado com o facto de o sujeito poético se sentir como uma criança por dentro e gostar de se sentir assim, pois ele refere que não quer mudar. Ele não quer mudar porque uma criança não tem tantas preocupações como os adultos e são muito mais felizes, porque vivem no seu mundo. Interpretação do poema No verso 8 (E já vai estando esgarçada) isto quer dizer que o sujeito poético mostra algum cansaço na sua vida, que a "corda" está-se a desfiar, ou seja, a sua fortaleza está a começar a "cair".
Nos versos 11 e 12 (-Cá por mim não mudo a corda/
Seria grande estopada...) o sujeito poético mostra decisão no que está a "dizer".

Neste poema à dois contraste, a vida e a morte, o bibe e a casaca, ou seja, uma criança e um adulto. Interpretação do poema Análise Formal Os versos: Octosilábicos ;
Estrofes:
1º Quadra
2º Dístico
3º Quadra
4º Dístico
5º Quadra
6º Dístico
Tipos de rima: Cruzada e interpolada; Análise formal Mário de Sá-Carneiro nasceu a 16 de maio de 1890 em Lisboa e suicidou-se a 26 de abril de 1916 em París.
Foi um poeta, contista e ficionista português.
Publicou cerca de 9 obras, a sua primeira obra públicada foi "Amizade" e a sua ultima foi "Traduções". Na/ mi/nh' Al/ma/ há/ um/ ba/lou/ço a
Que/ está/ sem/pre/ a /ba/lou/çar- b
Balouço à beira dum poço, a
Bem difícil de montar... b

-E um menino de bibe c
Sobre ele sempre a brincar... b

Se a corda se parte um dia d
(E já vai estando esgarçada), e
Era uma vez a folia: d
Morre a criança afogada... e

-Cá por mim não mudo a corda f
Seria grande estopada... e

Se o indez morre, deixá-lo... g
Mais vale morrer de bibe c
Que de casaca... Deixá-lo g
Balouçar-se enquanto vive... c

-Mudar a corda era fácil... h
Tal ideia nunca tive... c
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