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Copy of Modelo Corporativista Democrático

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by

Lidia Rodrigues

on 12 November 2013

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Transcript of Copy of Modelo Corporativista Democrático

Baseia-se na existência de “organizações de topo” fortes, unificadas, que podem representar os interesses dos seus membros em negociações com os outros grupos.
Modelo Norte/Centro Europeu ou Corporativista Democrático
Conflito como
relação social
1
2
3
Sistemas de média partilham conjuntos de caracteristicas comuns resumidos em três coexistências:
Ana Rodrigues n. 7753
Joana Antunes n. 8217
Fátima Fernandes n. 8160

Mestrado Jornalismo
Sistemas Mediáticos Comparados
José Luís Garcia

Escandinávia
Alemanha
Austria
Suiça
Países Baixos
Norte e Centro
da Europa
Corporativista
Democrático
Expansão do
Estado Providência
Conflitos Sociais e Políticos Intensos
Média como veículos de expressão política e religiosa
Fraca influência das forças conservadoras
da Igreja Católica e
Aristocracia
Peter Katzensteisn:

Adopção de modelos políticos com compromissos e partilha de poder entre os principais interesses da sociedade.
Estado como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e económica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes.
Alto grau de paralelismo político
coexiste com uma
imprensa de circulação maciça
muito desenvolvida
Alto grau de paralelismo

político
coexiste com
um alto nível de profissionalização jornalística
Liberdade de imprensa e tradição de autogovernação
coexistem com
políticas estatais fortes (intervenção activa do Estado)
Os média exprimem divisões partidárias ou sociais
Imprensa de causas fortes
Mercados fortes de média comerciais
Altos níveis de circulação de jornais
Elevado grau de consenso sobre padrões profissionais de conduta
Compromisso com um interesse público comum
Grande autonomia em relação aos poderes sociais
Instituições liberais consolidadas muito cedo
Forte desenvolvimento de políticas de bem-estar e intervenção activa do Estado
Limitação dos poderes do Estado
1. As raízes remotas da Imprensa escrita
Os países do Norte da Europa foram pioneiros no desenvolvimento da liberdade de imprensa
Os primeiros jornais desenvolveram-se associados ao capitalismo mercantil ou a lutas políticas e religiosas
Média impressos ligados a uma classe média crescente e instruida
Suécia foi o primeiro país do mundo a estabelecer princípios da publicidade e liberdade de imprensa
:

- democracia parlamentar

- Imprensa como instituição social
Liberdade de Imprensa:
Noruega 1814
Holanda 1815
Dinamarca 1848
Bélgica 1831
Aústria 1867
Alemanha 1874
Processos que aceleraram o crescimento da imprensa e a circulação de jornais como instituição de mercado
Líderes na leitura de jornais
Os primeiros corantos, boletins informativos e jornais surgem em cidades perto das principaos estradas comerciais onde era grande a procura de notícias económicas, comerciais e políticas.
Desenvolvimento da literacia ligado ao início da industrialização e ao crescimento das instituições de mercado
Capitalismo mercantil
Conflitos políticos
Introdução do comentário político
Jornais filiam-se aos partidos
"Patriotismo local": grande circulação da imprensa local

Não há grandes diferenças de literacia enre zonas rurais e urbanas
Desenvolvimento precoce da literacia influenciado pela reforma protestante de Lutero:

- "cada pessoa devia aprender a ler e a ver com os seus próprios olhos o que Deus oferece e ordena com a sua santa palavra"
- Campanhas organizadas de propaganda religiosa
Conflitos religiosos
2. Entre o mercado e o Partidarismo
Jornais eram meios para mobilizar opinião e informar comerciantes
Conflitos políticos e religiosos moldam a sociedade com clivagens e divisões de classe e credo.
Divisão em subcomunidades com os seus próprios canais de socialização e comunicação - Pluralismo Segmentado
As instituições de média ligam-se ás subcomunidades e grupos sociais:
- imprensa de ideologia plural
- jornais espalham-se massivamente
Imprensa desenvolve-se como instrumento de identificação e organização sociais - Jornalistas eram "publicistas" de ideias
Política
Mercado
Filiação de jornais a partidos e sindicatos
Paralelismo Político influenciou a imprensa a vários níveis:
- Titularidade dos média noticiosos
- Contéudos dos média
- Responsável/editor são figuras de grande importância
- Padrões dos leitores dos jornais
- Filiação de profissionais
Jornalismo "para todos", diversificação de conteúdos
A procura de novos públicos de leitores leva a uma divisão da imprensa em estratos ou sectores:
- Imprensa de qualidade
- Imprensa partidária
- Imprensa de circulação maciça
- Imprensa regional e local
O partidarismo e o paralelismo político perdem relevância e a imprensa comercial acaba por dominar nos países Corporativistas Democráticos
3. O Estado e os Média
ESTADO
MÉDIA
RÁDIO
E TV
Transferência de funções para instituições de sociedade civil
Intervem para modificar sistemas de mercado, assegurar a liberdade de expressão e garantir um espaço para todas as vozes
Forte regulação das industrias de média
Sistema de subsidios à imprensa:
- empréstimos com juros baixos
- subsídios directos
- Redução de taxas
- Isenção de impostos
Proteção da liberdade de imprensa
e acesso á informação do Governo
Sistema liberal que pretende evitar
a recorrência do totalitarismo
Imprensa como empresas comerciais privadas e instituições sociais com conselhos de Imprensa fortes - Limitação dos poderes do Estado
Subsídios do Estado

Jornais sujeitos a pressõe
s
Profissionalismo crítico
do Jornalismo
Maioritariamente públicas
Geridas pelo Estado
Assentes no serviço público e não no entertenimento
Conclusões
Modelo caracterizado por 3 coexistências;

Média vistos como instituição social e não como empreendimento privado;

Desenvolvimento rápido e forte dos mercados e industrias comerciais de jornais;

Taxas de leitura muito elevadas;

Imprensa como instrumento de difusão de ideias e de organização social;
Médias de massa representam interesses sociais, económicos e politicos;

Desenvolvimento precoce e forte das instituições liberais e de sociedade civil;

Poder do Estado é limitado embora este participe ativamente;

Esfera pública aberta com fortes direitos de acesso á informação do governo;

Estados sociais baseados na responsabilidade colectiva, no bem-estar e na participação de todos os cidadãos e grupos sociais (Estado providência)
A Governação da Rádio e da TV pública
Grupos Sociais Organizados
Profissionalização Jornalistica,
Parceria social
e autoridade racional-legal
Papel do Estado
Os Sistemas de Corporativismo Democrático desenvolveram-se com o objetivo de:
Fazer face à crise económica da grande depressão;

Evitar a polarização e o colapso da democracia que ocorreu nos países vizinhos, Alemanha e Aústria, como aconteceu na Espanha e na Itália.
Segundo Katzenstein este sistema destingue-se por três traços:
De acordo com Katzenstein este sistema “distingue-se por três traços:

- Uma ideologia de parceria social expressa a nível nacional;

- Um sistema relativamente centralizado e concentrado de grupos de interesses;

- Uma coordenação voluntária e informal de objectivos conflituantes, através de negociações políticas contínuas entre os grupos de interesses, as burocracias do Estado e os partidos políticos.
Em termos de política os países Corporativistas têm:
- tendência para grande número de partidos políticos;

- consenso para uma política de maiorias;

- amplas coligações baseadas na partilha de poderes entre partidos, grupos de interesses e comunidades culturais.
Distribuição social
e política Norte/Centro Europa
Forte Influência
dos Comerciantes
Suiça, Holanda,
Bélgica
e Dinamarca
Feudalismo
Fraco nos Países
Baixos,
Escândinávia e Suiça
Campesinato independente

Interesses urbanos mais fortes em relação á aristocracia
Esta estrutura social forneceu o contexto para o rápido triunfo das instituições liberais, que se manifestou no desenvolvimento precoce de uma imprensa livre.
Partidos políticos
Sindicatos
Associações do patronato
Comunidades religiosas
Outros grupos “socialmente relevantes”.
- Os comerciantes constitíam sociedades anónimas e outras formas de associação;
-Os artesões formavam grémios;
- Em muitos casos, os produtores agrícolas independentes organizavam-se em cooperativas;
- A tradição protestante de congregações de igrejas autogovernadas também desempenhou um papel no desenvolvimento desta cultura organizativa.

No Norte e Centro da Europa:
A força deste tipo de sociedade civil é sem dúvida importante no aumento dos leitores de jornais no norte e centro da Europa.

- Elevado grau de paralelismo político
- Os jornais fundamentais em relação às subcomunidades políticas, ligando o partido ou a liderança de um “pilar” aos seus membros, e exprimindo os pontos de vista das diversas forças políticas na esfera pública
- A imprensa participou da negociação entre os partidos e os grupos sociais.

Importância da centralidade das organizações sociais
Estado como Fundador e Regulador

O estado tem a responsabilidade de intervir na economia e na vida social para garantir o progresso e a igualdade.
Parceria
Estado-Organizações Sociais
As organizações assumem responsabilidades que normalmente seriam do Estado
Duas vertentes do papel do Estado:
- As tradições das liberdades locais;
- O triunfo precoce das organizações liberais.

Significa que há uma forte filosofia dos limites ao poder do Estado
Manifesta-se não só no desenvolvimento precoce da liberdade de imprensa como também na força das leis respeitantes ao acesso público à informação do governo.
Modelos do Governo
Parlamentar



Partidos Politicos
Profissional


Jornalistas
Civico

"Grupos socialmente relevantes"
Tempo nos canais de rádio do Estado
A católica
A Protestante
A Socialista
Organização "Neutra"


Prefere-se o pluralismo interno
na rádio e na TV:

- Faz-se uma tentativa para
representar as diferentes vozes organizadas da sociedade dentro
de uma única organização.
Os partidos políticos alemães são instituições permanentes na vida dos vida-publica;

São vistos como a voz política da maioria dos cidadãos – assim sendo, esta forte dependência politica traduz-se como também terem um papel forte e activo na radio e na TV.
O Tribunal Constitucional considerava:

- Partidos politicos;

- Associações de interesses que têm uma voz na tomada de decisões parlamentares
Hierarquização de
interesses não partidários;

Mandato para participar
na regulação da rádio e
da TV.



Radio e a TV caem sob a autoridade dos
governos dos estados federados


Como garantia de pluralismo, uma barreira
à monopolização do poder político
As organizações públicas da radio e da TV (Alemanha) com base em cada um dos estados federados são governadas por conselhos de administração independentes do Estado e que tipicamente incluem:
Representantes
dos partidos
políticos
“Grupos Socialmente Relevantes”
A representação proporcional penetra fundo através da organização, pois afecta a nomeação de jornalistas e de outro pessoal chave.
Criticas ao Sistema Alemão
Os partidos acabam por dominar, pois os representantes dos “grupos socialmente relevantes” têm muitas vezes alinhamente políticos.

Não consegue representar os interesses sociais que não estão formamelmente organizados nem incorporados na estrutura da representação corporativista.

Motivos
Devido ao grande peso da tradição da autoridade racional-legal alemã (base nas qualificações das pessoas do que nas regras);

Carácter federal da regulação da rádio e da TV – assim o tribunal tem o papel de estabelecer a politica da radio e da TV.

Áustria:

No inicio tinha representação politica.

O conselho foi alargado para incluir nove membros designados pelo Governo Federal
Seis pelo Parlamento
Um por cada governo federado
Seis por um Conselho de Telespectadores e Ouvintes
Cinco pelos empregados
Paralelismo
Político
Profissionalização Jornalistica
A propriedade pública e o pluralismo interno
A coexistencia de representantes de grupos sociais diferentes dentro da mesma organização – restringe a expressão clara dos pontos de vista partidários:

Os diferentes grupos controlam o poder de cada um deles;

Existem uma percepção de que cada um trabalha para uma organização que é propriedade de todos, com a responsabilidade de os representar a todos de forma imparcial.
Força dos partidos políticos
Diversidade política
Ideologia da parceria social
Cooperação de instituições jornalisticas
Negociação e consenso entre partidos e grupos com ideologias e interesses sociais distintos

Cultura de métodos de
harmonização e cooperação
Pluralismo moderado
Identidades separadas moderam exigências para a cooperação (formação de coligações)
Os primeiros sindicatos de jornalistas foram fundados na Escandinávia e noutras partes do Norte da Europa e até hoje são organizações muito mais fortes do que as dos países Liberais ou Pluralistas Polarizados.
A força do profissionalismo jornalistico assenta em:
Autoridade racional-legal
Corpo administrativo que segue regras estabeleciadas e é baseado nas qualificações e não na patronagem.
Cultura do interesse geral
Jornalismo com o dever de servir os interesses do público e não os sociais particulares.
Fraco Clientelismo
Industrias de imprensa detidas por empresas lucrativas ou instituições representativas
Menos susceptiveis de serem controladas por interesses particulares
Austria: 1859 – clube de imprensa
Suécia – 1874 : Clube dos Publicistas, unindo jornalistas e editores.
Noruega – 1883 : 1 associação profissional;
Holanda – 1894 : 1 sindicato de jornalistas;
Alemanha – 1895 : organização central de jornalistas;
Finlandia: 1901 - Sindicato dos Jornalistas


A tradição de autoridade racional-legal afecta os média:
Relação jornalismo e Estado administrativo legal facilita:
Existência de procedimentos administrativos legais de referência que favorecem padrões de prática jornalistica e uma ideologia de serviço público
Critérios sobre o que é digno de ser noticiado
- Expansão dos jornais ligada á autoridade, á expansão do mercado e á democracia parlamentar
- Autonomia dos sistemas públicos de rádio e TV
- Instituições exercem nos média grande influência
- Um padrão de autoridade racional-legal não permite grandes margens para a instrumentalização (regras transparentes)
Profissionalização
Os sindicatos dos jornalistas têm uma voz formal nas discussões sobre a política nos media, como acontece com as associações dos proprietários de jornais.

Têm também sistemas formalizados muito fortes de auto-regulaçao da imprensa. Todos os países excepto a Belgica, têm um conselho de imprensa:

Foram estabelecidos por organizações de jornalistas ou de editores, ou por ambas em conjunto, mais do que pelo Estado;

O seu funcionamento assenta em códigos de ética.

Educação Formal no Jornalismo
Serviu para promover uma identidade profissional diferente.

Finlândia 1920, foi criado um sistema universitário centralizado;

Na Suécia, o primeiro curso universitário de jornalismo começou em 1930;

Noruega 1951.

Holanda 1966.

O nível de autonomia jornalística também é bastante alto nestes países;

Radios e TV privadas:

As organizações de rádio e de TV negociavam estatutos editoriais que protegiam a autonomia jornalística, como um meio de promover o pluralismo no conteúdo dos media e de se prevenir a instrumentalização da radio e da TV privadas.

Começava a cultura do profissionalismo critico e os jornalistas reivindicavam o direito de criticar as elites politicas e sociais e de fixar a atenção nos problemas sociais:
“os jornalistas…. Tinham a ambição de escrutinar as acções dos fazedores de politica e de influenciar quer o debate publico sobre as questões sociais e politicas, quer a politica desenvolvida pelas instituições publicas” (Djerf-Pierre, 2000:245).
Termos económicos:

Os jornais partidários competiam com os comerciais;

Existia uma grande coexistência do paralelismo politico e da profissionalização (traços distintivos do modelo Corporativista Democrático):

-o jornalista é um profissional que respeita as regras e as rotinas acordadas da profissão;
-insiste na autonomia da prática jornalista em relação à interferência politica;
-ao mesmo tempo mantém uma identidade politico-ideológica;

O DECLINIO – E PERSISTENCIA –
DO PARALELISMO POLITICO
Actualmente a verdadeira imprensa partidária, deixou de existir e o nível de paralelismo político de todo o sistema de media diminui de um modo significativo.

Avançou para um jornalismo profissional moderno – tipo anglo-saxónico.
Motivos:

O partido tradicional de massas sofreu uma diminuição no número de membros e perdeu muitas das suas funções simbólicas e representativas em face do papel crescente de outras agências de socialização;

Crescente fragmentação da sociedade;

Desaparecimento das clivagens sociais estruturadas;

Processo de “secularizaçao” acentuou-se devido ao “dilúvio comercial” que transformou a rádio e a TV.

Surgiu a tendência dos media catch-all, ou “para todos”, muitos mais enraizada no mercado do que no mundo da politica, onde os telespectadores, os ouvintes… e os leitores já não são vistos como seguidores de um sector social e religiosos particular – mas como consumidores individuais.
Declinio do paralelismo politico nos países Corporativistas Democraticos:

- O aumento brusco do número de jornais “independentes” está relacionado com a concentração do mercado dos jornais: nr total de jornais diminiu e muitos dos que restaram eram jornais locais monopolistas, que suavizaram a sua politica.

Os jornais liberais estão cada vez mais dominantes.

- Aumentou também a orientação do serviço : eram mais os jornalistas que estavam prontos a oferecer algo à audiência e menor o número dos que queriam provoca-la, treina-la ou educa-la.

- Aumento da proporção de jornalistas que dizem que o seu papel é interessar o publico “espelhar o que o publico pensa.”.

-Isto é o resultado da atitude consumista do publico que vai reflectir.

- Persistem orientações politicas distintas na imprensa dos países Corporativistas Democraticos:

Os jornalistas aceitaram a separação do comentário e da reportagem (pode escrever os dois mas não ao mesmo tempo) e adoptado estilos de escrita mais “objectivos”.
Forma do Pluralismo Externo actualmente:

É diferente do que prevalece nos países Pluralistas Polarizados, onde o comentário e a informação se misturam;

As orientações politicas manifestam-se mais em padrões de selecção e enfase nos noticiários do que no comentário explicito;

Modelo “profissional” – um sistema onde a radio e a TV são concebidos como uma instituição não politica que serve a sociedade como um todo, embora varie o grau de autonomia politica.

Na Suécia Modelo cívico/corporativista:

É muito próximo do sistema da BBC, com um grau bastante elevado de autonomia em termos de influencia politica.

A radio e a TV profissionalizaram-se a partir da década de 1960 – onde tinham a responsabilidade de escrutinar o sistema político, ficando assim com uma influencia maior.


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