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FORMAÇÃO EM EJA NO PARANÁ

Formação de educadores PARANÁ ALFABETIZADORA e EJA NAS PRISÕES 06 A 09/11/12
by

Analise DA SILVA

on 6 November 2012

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Transcript of FORMAÇÃO EM EJA NO PARANÁ

Seminário de Alfabetização
NA
Educação de Jovens e Adultos
Fase I PROGRAMAÇÃO

MANHÃ

1.Dinâmica do Agrupamento
2.Histórico da EJA
3.PBA
4.Intervalo
5.EJA nas Prisões

TARDE

6.Currículo
7. Intervalo
8.Trabalho em grupos - Produção de material
9. Avaliação paralela com elaboração de material a ser apresentado HISTÓRICO DA EJA NO BRASIL BALANÇO PBA 2012 O processo educativo na ALFABETIZAÇÃO:
momento inicial da EJA A sociedade brasileira se auto-organiza e reage contra as formas de autoritarismo e repressão.
O que restou da estrutura do Mobral foi assimilado pela então criada Fundação Educar. 1985 – Diretas Já. Centros Populares de Cultura (CPC)
Movimento de Cultura Popular (MCP)
Movimento de Educação de Base (MEB)
CAMPANHA “De pé no chão também se aprende a ler”
“Sistema”/”Método” Paulo Freire: novo paradigma, conscientização política e social, humanização da humanidade, partir da realidade... 1960 – Movimentos populares Era Vargas. Ditadura do Estado Novo.
Somente a partir da década de 1940 que a Educação de Adultos (EDA) foi tomando corpo e se constituindo como política educacional, por meio de CAMPANHAS. 1940
Educação jesuítica: preocupação com os ofícios necessários ao funcionamento com a economia colonial, constando de trabalhos manuais, ensino agrícola e, muito raramente, leitura e escrita. Período Colonial – até 1822 Formação Continuada?
Formação Inicial? Formação continuada dos EDUCADORES
do PARANÁ ALFABETIZADO
e EJA NAS PRISÕES Desde 1998 que se realizam os Encontros Nacionais de Educação de Jovens e Adultos (ENEJAs) cujo objetivo é aprofundar os cenários de mudanças, chamando a atenção para EJA como direito.
Os Fóruns de EJA tem por objetivo trocar experiências, discutir políticas para EJA e contribuir com os municípios que ainda não tem organização própria. ENEJAs e FÓRUNS DE EJA Erradicar em 10 anos o analfabetismo.
1991 – O Governo lança o Programa Nacional de Alfabetização e Cidadania (PNAC).
1996 - Elaboração da LDBEN 9394
Discussão e encaminhamento das comissões nacionais de EJA. CNAEJA
Elaboração do Plano Nacional de Educação para Todos.
V Confintea. 1990 – Ano Internacional da Alfabetização. Criado pela lei n. 5.379 de 15 de dezembro de 1967.
O movimento fazia restrições ao método Paulo Freire.
Assumia a educação como preparação de mão-de-obra para o desenvolvimento econômico.
Teve influencia direta de grandes editoras privadas.
Sob o arbítrio do autoritarismo tentou vender a imagem de estrondoso sucesso de sua CAMPANHA de alfabetização.
Em 15 anos reduziu em 7,8% o número de analfabetos, resultado modesto pela quantidade de verba pública investida. 1970 – MOBRAL – Movimento Brasileiro de Alfabetização. Com a ditadura militar muitos programas de alfabetização desapareceram.
1966 – o Governo retomou o problema com o apoio a Cruzada ABC (Ação Básica Cristã).
Que sob a orientação norte-americana desenvolvida, principalmente no nordeste, visava neutralizar os movimentos anteriores. Opunha-se a concepção de homem explorado, tratando-o como parasita econômico, em relação a ideia de conscientização. Enfatizava a religião como caminho para a paz social. 1964 – Ditadura Militar Houve seminários preparatórios nas diversas regiões brasileiras. No seminário de Pernambuco, Paulo Freire chamou a atenção para as causas sociais do analfabetismo (# erradicação).

No II Congresso, Paulo Freire, defendeu a transformação da imagem do adulto de cultura deficiente e inculto em oposição a novos conceitos antropológicos. 1958 – II Congresso Nacional de Erradicação do Analfabetismo Brasil vivendo a efervescência política da redemocratização.
1947 – I Congresso de Educação de Adultos (EDA) promovido pelo Governo Federal. O início do Congresso marcou o início da Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA).
Também em 1947 houve a criação do Serviço de Educação de Adultos (SEA). 1945 – Fim da ditadura de Vargas No plano educacional a difusão do Ensino Técnico-profissional, como meio de preparação de mão-de-obra qualificada para a indústria e o comércio.
Em 1932 foi fundada a Cruzada Nacional de Educação para combater o principal problema da nação - o analfabetismo. Em 1933 foi levantada a Bandeira Paulista de Alfabetização. Revolução de 1930
A partir do decreto n. 7.031 A de 6 de setembro de 1878 foram criados cursos noturnos para adultos analfabetos nas escolas públicas de educação elementar, para o sexo masculino, no município da corte. Período Imperial 1822 - 1889
“A esperança na libertação não significa já a libertação. É preciso lutar por ela, dentro de condições historicamente favoráveis. Se elas não existem, temos de pelejar esperançosamente para criá-las”.

(Paulo Freire) Histórico da EJA no Brasil Em reuniões presenciais e virtuais definimos os principais pontos de crítica e a formulação de uma nova proposta. Levamos o material produzido para ser discutido junto à equipe da SECADI-MEC, que junto com o GT propôs caminhos para rever e aprofundar alguns aspectos indicados. Recebemos contribuições de outros integrantes da CNAEJA, que possibilitaram um maior detalhamento e refinamento da proposta. A versão final do texto será aprovada em reunião ordinária da CNAEJA.
O resultado desse trabalho são indicações gerais para a construção de uma Política Nacional de Alfabetização na EJA articulada aos programas já existentes, em especial, o Plano Brasil Sem Miséria. 16.agora tem que ter certificado para a formação;
17.agora tem que usar as diretrizes de formação inicial e continuada do PBA;
18.antes quem define a meta era o eex. Agora atendimento é com base na meta e na execução do ciclo 2010;
19.antes preenchimento da situação final de 2008 e 2009. agora é 2008,2009 e 2010;
20.antes valor do repasse da primeira parcela era de 70 e 30 na segunda. Agora é 60 e 40;
21.bolsa vai de 250 para 400, prisional 275 para 500, tradutor e alfabetizador com duas turmas recebe 600, coordenador de 500 para 600; ALTERAÇÕES na Resolução PBA 2012, :
1.     curso de alfabetização não é mais de 7 meses. Agora somente com 6 ou com 8;
2.     não orientava quanto ao atendimento especializado – aee. Agora, quando necessário deverá ser contrapartida do ente executor;
3.     não orientava o acompanhamento do serviço do tradutor de libras. Agora exige esse acompanhamento pelo ente executor, via coordenador de turmas e gente da rede de educação inclusiva, inclusive verificando a real necessidade e a qualidade do trabalho;
4.     antes era prioritariamente com certificação do PROLIBRAS. Agora tem que ser com certificação;
5.     agora tem que colocar no SBA o plano de atendimento aos educandos surdos;
  Intervalo PREENCHIMENTO DA SITUAÇÃO FINAL (2008 - 2011) 11.agora tem assistência financeira para o encaminhamento dos egressos do PBA à EJA (valor do FUNDEB) com antecipação do recurso para atender o item 9. gestor se compromete a cadastrar no censo os que serão egressos. O valor de apoio da antecipação pode durar até 2012;
12.agora obrigatoriedade de chamada publica para sele;ao dos bolsistas;
13.agora tem exigência de experiência como alfabetizador;
14.agora para seleção de coordenadores: formação de nível superior, exigência de experiência como alfabetizador;
15.agora é obrigatório que a instituição formadora se responsabilize por todas as etapas da formação; 6.     antes podia ser em qualquer espa;o, inclusive na casa do educador. Agora somente em espa;os públicos com condições mínimas adequadas;
7.     coordenador acompanhava 6 turmas. Agora com 5 e ponto. Se for com menos de 5, quem paga a bolsa é o eex;
8.     gestor local poderia ser bolsista, em casos excepcionais. Agora não pode;
9.     AGORA TEM QUE TER PREVISÁO NO PPAlfa DE ONDE VAI ATENDER OS EGRESSOS, QUANTOS VAI ATENDER E SE SERÁ ARTICULADO COM MUNDO DO TRABALHO E COMO;
10.antes o eex contratava a instituição formadora. Agora é com formação implementada pelo MEC, com orientação nacional; Documento Nacional Preparatório à VI Conferência Internacional de Educação de Adultos (CONFINTEA) /Ministério da Educação (MEC). 2009
SECADI – ABRIL 2011 - Princípios, Diretrizes, Estratégias e Ações de Apoio ao Programa Brasil Alfabetizado: Elementos para a Formação de Coordenadores de Turmas e de Alfabetizadores.
CONTRIBUIÇÕES DO BRASIL NO ÂMBITO DA INICIATIVA DE ALFABETIZAÇÃO PARA O EMPODERAMENTO (LIFE – LITERACY INITIATIVE FOR EMPOWERMENT) Eliane Ribeiro Andrade Colaboração: Ana Karina Brenner e Miguel Farah Neto
UNESCO. Marco de Ação de Belém. Brasília: Unesco, 2010. Documentos Consultados Analise da Silva (Fóruns de EJA do Brasil)
Edna Oliveira (Inst. de Educação Superior - ANPED/GT18-EJA)
Roberto Catelli Jr. (Ação Educativa)
Rosimary Mendes de Matos (UNDIME)
Sonia Couto (Instituto Paulo Freire)
Junho/2012 Contribuições para a construção de uma política nacional de Alfabetização na EJA
(VERSÃO 2 PRELIMINAR PARA DISCUSSÃO) Na reunião ordinária da Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (CNAEJA) realizada em março de 2012, em diálogo com a equipe da SECADI, foi deliberada a criação de um grupo de trabalho (GT) para avaliar criticamente o Programa Brasil Alfabetizado e propor mudanças.
O GT que se constituiu logo identificou a necessidade de discutir de maneira integrada o Programa Brasil Alfabetizado e a Educação de Jovens e Adultos. Por isso, definimos que devemos analisar a alfabetização no âmbito da EJA. Alfabetizar sem promover a continuidade nos estudos é propor um conjunto de ações desarticuladas que não prevê a conclusão da Educação Básica. Com isso, não podemos limitar estas proposições somente à alfabetização. É fundamental que se construa uma política integrada, que permita aos educandos e educandas exercer o direito à educação ao longo da vida.
Iniciamos os trabalhos com a leitura de documentos já produzidos em diferentes momentos que traziam pontos de vista e análises sobre a alfabetização, o Programa Brasil Alfabetizado e a política de EJA de maneira mais geral. GT Art. 14.  A Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (CNAEJA), instituída pelo Decreto nº 4.834, de 2003, tem caráter consultivo, de forma a assegurar a participação da sociedade no Programa, assessorando na formulação e implementação das políticas nacionais e no acompanhamento das ações de alfabetização e de educação de jovens e adultos.
§ 1o  A CNAEJA será presidida pelo Ministro de Estado da Educação e, na sua ausência ou impedimento, pelo Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação.
§ 2o  A CNAEJA será composta por personalidades reconhecidas nacionalmente e por pessoas indicadas por instituições e entidades representativas da área educacional, de âmbito nacional, até o limite de dezesseis membros titulares e respectivos suplentes, designados pelo Ministro de Estado da Educação.
§ 3o  A participação nas atividades da CNAEJA será considerada função relevante, não remunerada. DA COMISSÃO NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DISTRIBUIÇÃO DE VALOR DE APOIO (ciclos 2008 – 2010) DADOS GERAIS SOBRE O ANALFABETISMO
Por raça, faixa etária, sexo e localização
Plano Brasil Sem Miséria
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Inclusão dos beneficiários do PBA no CadÚnico
Utilização da base CadÚnico para mobilização de pessoas não alfabetizadas

Canavieiros (SRI/PR)
Catadores de Materiais Recicláveis (SG/PR)
População em Situação de Rua (SEDH)
Ministério da Saúde (Olhar Brasil)
Petrobrás (trabalhadores da refinaria de Suape/PE)
PARCERIAS INTERGOVERNAMENTAIS PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO - Objetivos Superar o analfabetismo no Brasil, compreendendo que a ação alfabetizadora deve oportunizar a continuidade dos estudos em turmas de Educação de Jovens e Adultos. Deste modo, pretende-se fortalecer a EJA em observância à obrigação constitucional e estatutária da oferta desta modalidade de ensino pelos entes federados. A partir do ciclo 2008 - Possibilidade de abertura de turmas PBA em instituições prisionais ou de medidas sócio-educativas;
A partir do ciclo 2010 - Indicação das turmas que ocorrem em Instituições Prisionais ou Instituições de Medidas Sócio-Educativas;
Informação mais qualificada PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO – Atendimento nas Prisões Abrangência PBA por ciclo
Fonte: SBA, Contagem IBGE, município/turma O PBA possui 1240 Entes Executores, sendo 25 Estados , o Distrito Federal e 1214 Prefeituras Municipais.

As metas de execução indicadas por esses Entes abrangem 3559 municípios brasileiros e prevêem o atendimento a 2.248.803 alfabetizandos. ABRANGÊNCIA – Ciclo 2011 PERFIL DOS ALFABETIZADORES Fonte: SIGEF em 31/01/2012. TOTAIS - Valor de apoio (TD) e Bolsas 2008: 20% de preenchimento de CPF ou RG
2009: 73% de preenchimento de CPF ou RG
2010: 74% de preenchimento de CPF ou RG DADOS GERAIS DE ATENDIMENTO (ciclos 2008 – 2010) O Programa também realiza o pagamento de bolsas diretamente aos voluntários que atuam como alfabetizadores, coordenadores de turmas e tradutores-intérpretes de Libras. O PBA disponibiliza recursos financeiros em caráter suplementar aos Estados e municípios para: DESENHO DO PROGRAMA Formação de Alfabetizadores
Aquisição de Material Escolar
Aquisição de Material para o Alfabetizador
Alimentação Escolar
Transporte de Alfabetizandos
Aquisição/Reprodução de materiais Balanço do Brasil Alfabetizado analiseforummineiro@gmail.com
Diretoria de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos Alfabetizandos com deficiência: 42.143
Deficiência Auditiva (surdez profunda): 7.169
Deficiência Mental: 12.307
Deficiências Múltiplas: 5.386
Deficiência Visual (cegueira): 17.311 DADOS GERAIS DE ATENDIMENTO
Alfabetizandos por segmento social 2008-2011 2007-2008 2004-2006 2003 CONTEXTO HISTÓRICO O Brasil tem uma população de 57,7 milhões de pessoas com mais de 18 anos que não freqüentam a escola e que não têm o Ensino Fundamental completo. O número de matrículas na modalidade EJA está em torno de 4.234.956. (PNAD/IBGE, 2009).

Da população com 15 anos ou mais de idade, 13,9 milhões são consideradas analfabetas. (Censo Demográfico/IBGE, 2010). PANORAMA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DADOS GERAIS SOBRE O ANALFABETISMO
Taxa de analfabetismo por UF Fonte: Censo IBGE 2010 Norte Sudeste Nordeste Sul Centro-Oeste Compreensão da alfabetização como processo Reconhecimento do direito à educação em qualquer momento da vida Atendimento a um público em situação de vulnerabilidade social Respeito às diversidades culturais e realidades brasileiras PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO
Princípios norteadores PERFIL DOS ALFABETIZANDOS De acordo com os dados disponíveis no SBA, das 1.552.673 pessoas em processo de alfabetização no Ciclo 2010, verifica-se que, aproximadamente 69% das pessoas matriculadas no PBA estão na faixa etária dos 30 aos 64 anos de idade, sendo possível concluir que parte significativa dos beneficiários do Programa encontra-se em idade economicamente ativa.
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