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Rolezinhos - Nivaldo Energia PH

Especiales por Experiencia Prezi
by

Professor Nivaldo Silva

on 22 October 2014

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Transcript of Rolezinhos - Nivaldo Energia PH

Quando centenas de jovens de periferia começaram a promover encontros em shopping centers de São Paulo, em dezembro do ano passado, os chamados “rolezinhos” viraram caso de polícia e ganharam repercussão nacional.
Rolezinhos: Os jovens e a inclusão social

Pela lei, nenhum tipo de estabelecimento comercial pode adotar medidas de discriminação para evitar o acesso de pessoas. É proibida qualquer seleção de consumidores a partir de critérios como raça, origem social, idade ou orientação sexual.
O objetivo era conhecer gente nova, ser visto, paquerar, se divertir e escutar funk ostentação, gênero musical que mistura batidas de funk a letras sobre consumo e marcas de luxo.
Para o antropólogo James Houston, da Universidade da Califórnia, os rolezinhos são a manifestação de uma "cidadania insurgente", cujas raízes estão na luta pelo domínio de espaços urbanos, que ocorre há décadas no Brasil.
Os primeiros rolezinhos aconteceram em dezembro de 2013, organizados por cantores de funk, em resposta à aprovação de um projeto de lei que proibia bailes nas ruas de São Paulo (proposta que depois foi vetada pelo prefeito Fernando Haddad).
O ponto central é a democratização do consumo, reflexo da ascensão da classe C no país. Os espaços tradicionais, que antes eram exclusivos de uma classe mais abastada, agora são cada vez mais ocupados por classes emergentes. É a inserção social pelo consumo.
Dezenas de incidentes parecidos ocorreram em outras cidades americanas nos últimos anos. Em Chicago, em abril passado, centenas de jovens se juntaram no centro da cidade, convocados pelas redes sociais, e o episódio acabou em briga; a imprensa americana traz relatos parecidos de "flash mobs" realizados no mesmo mês no centro da Filadélfia e, em 2012, em uma loja do Walmart em Jacksonville, na Flórida.
3)Seriam uma demonstração de desigualdade e elitismo da sociedade brasileira.
1) Seriam um pretexto para fazer baderna e confusão, gerando prejuízos financeiros e de imagem para os centros comerciais;
Além da discussão sobre a adequação ou não do local para essas reuniões, os rolezinhos também levantaram outra questão: a relação entre e inclusão social desses jovens e o consumo.
Muitos analistas também fazem a relação dos rolezinhos com a proibição dos escravos usarem joias na época da mineração ou com o cercamento das praças no século XIX
http://www.sphereproject.org/news/interview-with-erik-johnson-chair-of-the-sphere-project-board/
O debate americano tem se estendido também para questões raciais e sociais. O New York Times destacou que a maioria dos jovens que participaram de um "flash mob" na Filadélfia em 2010 eram negros, de bairros pobres, e agiram em bairros predominantemente brancos.
8. Repeat steps 3 and 4 to add a picture
Atualidades - Prova 1
Professor Nivaldo
Colégio Energia - Palhoça

Depois, MC’s passaram a promover encontros ao vivo com suas fãs, seguidos pelos “famosinhos”, pessoas com milhares de seguidores nas redes sociais, que também entraram na onda e levaram seus fãs do Facebook aos shoppings.
O fechamento das lojas e a seleção nos shoppings despertou um debate nacional sobre violência e segregação racial e social. Houve até “rolezinhos de universitários”, protestos de manifestantes com viés político que questionam as atitudes dos shoppings.
Os encontros e as reações e eles ganharam diferentes interpretações:
2) Seriam reflexo da falta de espaços públicos e de convivência segura para os jovens, que veem no shopping sua única saída;
Um encontro de adolescentes, convocado pelas redes sociais, realizado dentro de um shopping center - e que acabou em confusão e confrontos com a polícia.

A descrição, que poderia servir para um "rolezinho" em São Paulo, é na verdade de um "flash mob" ocorrido em 26 de dezembro no Brooklyn, em Nova York.
Jornal da Gazeta - 4 minutos
Jornal da Unesp
5 minutos
Notícias on line
2 minutos
Mais uma análise: Apartheid cultural - Na África do Sul, segregavam negros em guetos, impediam-nos de frequentar os mesmos lugares dos brancos. Nos Estados Unidos, até não muito tempo atrás, negros e brancos nem podiam dividir os mesmos espaços. No Brasil, onde a herança escravocrata ainda é forte, querem agora criar os rolezódromos, espaços isolados acusticamente para o confinamento de jovens.
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