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Feminismo

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Kelly Dias Tagliati

on 18 March 2013

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Transcript of Feminismo

Estética Contemporânea FEMINISMO Lina Bo Bardi A expressão feminina na Arquitetura Gênero, transexualidade e o Movimento Feminista Máscaras



"Todo ser humano do sexo feminino não é necessariamente mulher; cumpre-lhe participar dessa realidade misteriosa e ameaçada que é a feminilidade. Será essa decretada pelos ovários? (...) Se hoje não há mais feminilidade é porque nunca houve."
(BEAUVOIR, pag. 7 e 8) A Psicanálise oferece uma teoria em que a identidade de gênero se baseia na repressão.

"O gênero é uma máquina para pensar o significado da diferença sexual" (BERGREN apud NESBITT, pag. 44)

"O sujeito é pura exterioridade, produto da inscrição das relações de poder" (FOUCAULT apud NESBITT, pag. 44) "Agrest supõe que o "sistema da arquitetura (a teoria renascentista) se define tanto pelo que inclui como pelo que exclui ou reprime."
(NESBITT, pag. 44)


O antropomorfismo masculino, em especial, fixou bases à arquitetura desde Vitrúvio.


"A visão crítica que Agrest institui na teoria propõe reintegrar o corpo feminino na arquitetura pós-moderna."
(NESBITT, pag. 45)


Mas antes disso, Agrest propõe integrar o papel da mulher na sociedade e como arquiteta. Assumir a postura feminina e trazer para a arquitetura todo o peso de ser mulher. Sociopatia e Perversão "Em primeiro lugar, o corpo masculino é projetado, representado e inscrito no projeto de edifícios e cidades, e nos textos que estabelecem a sua ideologia. O corpo feminino é, portanto, suprimido ou excluído. Em segundo lugar, apresenta-se o arquiteto como uma mulher, no que diz respeito às funções reprodutivas da criação, realizando-se "literalmente" uma substituição sexual. E, em terceiro lugar, o corpo masculino se converte em corpo feminino, nas suas funções de prover nutrição, isto é, vida, à cidade; o umbigo do homem se torna o útero da mulher"(AGREST, pag 594) A expressão de "O resgate do corpo da mulher como elemento central para a arquitetura exibe abrir o sistema (...)" NESBITT, pag 78 Eisenman defende o desenho não projetivo, que se opõe à tendencia antropocentrica de representação.

A expressão feminina na arquitetura são traços heterogêneos em meio às formas dominantes de representação. Bo Bardi é um exemplo dessas exceções. A crítica do outro O outro sexo "A mulher quase não age: é objeto das ações do homem; ela se cala - aliás, uma das poucas ações da protagonista. (...) Essa canção vale por um tratado sobre a condição feminina sob a sociedade patriarcal. (...) A vida de mulher é reativa às atitudes masculinas, é toda aferida aos atos do homem, num leque que se abre da privação ao acúmulo-dependente, exclusivamente, da soberana vontade do macho."
(MENESES, pag. 51)
Sem Açúcar - Chico Buarque (1975)

Qual foi a primeira coisa que você fez a partir do momento em que percebeu que queria se vestir de mulher?
Levei uns cinco anos. Fiz a minha primeira montagem em 2009. De 2004 a 2009 foi um período de confusão, preocupação, busca, dúvida; processos. No final de 2008 decidi que era isso o que eu queria.

Como você se sentiu quando se viu montado pela primeira vez?
Um tipo de emoção parecida com saltar de paraquedas.

Talvez a roupa feminina tenha a ver com bagunçar as expectativas de gênero.
Essa é uma convenção muito forte. Muito mais forte do que eu pensava. Eu vejo que é um pensamento que também frequenta a minha cabeça. Não que eu estou chegando em Marte e resolvi me vestir de um jeito e está todo mundo estranhando. Eu sou igual àquelas pessoas. Estou entrando num caminho no qual elas não estão, mas estamos vivendo o mesmo problema. O problema em relação à política de gênero, códigos, tabus, eu também faço parte disso. Até hoje essa coisa passa pela minha cabeça. Preconceitos. Não virei outra pessoa

E qual é o papel da mídia na construção do gênero?
A mídia é meio apavorante. Conduzir uma conversa, um debate como a gente está fazendo agora, não é uma coisa comum. Normalmente, as pessoas são apresentadas em programas, jornais, reportagens, como uma curiosidade: "Veja só! Ele é homem, mas ele sai por aí, na loja ele vai no provador de mulher e experimenta um vestido. Vejam! Olhem!". Pode ter um sentido positivo nisso, mas, na essência, o que aquele órgão de imprensa está fazendo é uma manutenção do status quo. Ele não está agindo no sentido de transformar nada, ele é conservador.

A gente pensa assim: a criança se tornou homem ou se tornou mulher e aquilo se cristalizou e nunca mais vai mudar. O pai fica tranquilo: o filho arrumou uma namorada e tudo bem.
As possibilidades de surgir coisa nova na vida de uma pessoa são muito grandes. E é meio aleatório. O sujeito pode passar a vida inteira completamente tranquilo em relação a uma série de pontos e conflitos que são reais, permanecem quietos, na gaveta. Para outros, vem, e sabendo deles, o sujeito sufoca eles. E também é possível que ele dialogue com isso. Laerte
Laerte é cartunista e desenvolve seus trabalhos desde a década de 70. Ainda como estudante de jornalismo começou a desenhar profissionalmente. Trabalhou em diversos jornais e revistas, como O Pasquim, Veja, IstoÉ e a Folha de São Paulo. Criador de personagens como Angeli, Glauco e Piratas do Tietê, atualmente, se dedica a Muriel e outros personagens poéticos.
Hoje, ele está vestido de mulher. Gosta de fazer as unhas e de sapatos de salto. Segundo a revista Trip, é um paradoxo de salto alto. Sentimental - Chico Buarque (1985) Figuras do feminino na canção de Chico Buarque "É a mulher, reivindicando sua parte de "promessa de felicidade". (...) De um lado, as forças da aniquilação e da guerra; de outro lado, um canto feminino, reinvidicando com urgência seu quinhão de felicidade. Sentimentalmente. E naquilo que uma leitura apressada poderia não vislumbrar senão alienação, na realidade pode-se detectar uma ruptura com a situação, uma recusa radical à opressão, uma forma de resistência."
(MENESES, pag. 54) "É inegável que a Canção de Chico privilegia a fala da mulher, assim como na galeria das suas personagens sobressai o marginal como protagonista, pondo a nu, desta maneira, a negatividade da sociedade."
(MENESES, pag. 41) Referências bibliográficas:

- RODRIGUEZ, D. Entrevista com Laerte Coutinho - Paradoxo de Salto Alto. Revista Trip, outubro, 2010.

-MENESES, Adelia Bezerra de. “Figuras do Feminino na Canção de Chico Buarque". Ateliê Editorial, 2001.

-BEAUVOIR, Simone de. "O Segundo Sexo - Fatos e Mitos". Paris: Librairie Gallimard, 1970.

-NESBITT, Kate. "Uma Nova Agenda para a Arquitetura". Tradução: Vera Pereira. São Paulo: Cosac Naify, 2008.

-Revista TPM. Manifesto TPM. Disponível em: <http://revistatpm.uol.com.br/manifesto/index.php>. Acesso em: 08 de março de 2013.

-________. Sexo Ágil e Incansável. Disponível em: <http://revistatpm.uol.com.br/notas/sexo-agil-e-incansavel.html#3>.Acesso em: 08 de março de 2013. Sexo Frágil, por Karina Buhr Fonte: Revista TPM, 08/03/13 Manifesto TPM As mulheres apenas desejavam ser reconhecidas como "iguais" e às vezes assumiam uma personalidade masculina para se sentirem mais seguras para agir. "Nenhuma coletividade se define nunca como UMA sem colocar imediatamente a OUTRA diante de si. (...) para os habitantes de um país, os habitantes de outro país são considerados "estrangeiros"." (BEAUVOIR, pag. 11)
Para a Mulher, essa condição é constante. O Homem sempre foi absoluto.

"Em viagem, o "nativo" percebe que os nativos o encaram" (lá ele é forasteiro), descobre-se, assim, a relatividade. (...) Como se entende, então, que entre os sexos essa reciprocidade não tenha sido colocada, que um dos termos se tenha imposto como o único essencial, negando toda relatividade e definindo este como a alteridade pura? (...) Subordinou-se o mais fraco ao mais forte." (BEAUVOIR, pag. 12) "No Brasil, eu sempre fiz tudo o que quis, nunca tive entraves, nem por ser mulher. É por isso que digo que sou stalinista e antifeminista. Agora, se você é mulher e tem voz de galinha e não tem preparo, aí afunda tudo."

Apesar de se considerar uma "antifeminista", a contribuição feminina de Lina para a expressão da arquitetura brasileira é imensa. Débora, Isadora, Kelly
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