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Estilo Inglês

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by

Eunadia Cavalcante

on 11 March 2014

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Transcript of Estilo Inglês

Rompe com a retidão e simetria das linhas e distribuição dos maciços arbóreo/arbustivos, promovendo uma aproximação com a natureza.
São características do estilo: extensos gramados, caminhos em curvas, pequenos bosques, construção de ruínas, riachos, árvores isoladas e valorização da topografia do terreno.
Estilo Inglês
Profª Eunádia Cavalcante
História dos Jardins
INGLATERRA
 
Projeto Paisagístico do parque da Escola Agrícola de Piracicaba.
Estilo Inglês
 
Projeto Paisagístico de Parque para a Praça de São Bento em Niterói-RJ, elaborado por Arsenio Puttemans
Estilo Inglês
 
ÁGUA – águas dormentes (lagos) dão a impressão de descanso, devem ser usadas em grandes espaços como parques públicos. Águas correntes (cascatas), dão impressão de agitação, de movimento, devem ser usadas em pequenas propriedades privadas.
Estilo Inglês
 
FLORES - são consideradas de segunda grandeza e devem ser usadas formando-se canteiros em lugares estratégicos: na frente da edificação, na frente dos maciços arbóreos, em pontos de vista etc.
Estilo Inglês
 
VISTAS – é uma superfície enquadrada, onde ao fundo existe um objeto.
Estilo Inglês
 
Estilo Inglês
Estilo Inglês
 
A ENTRADA DO PARQUE – Formada por uma alameda reta, com árvores alinhadas plantadas ao longo da mesma.
Estilo Inglês
Aspectos arquitetônicos utilizados:
ALAMEDAS – As principais são largas e côncavas e geralmente carroçáveis.
As secundárias são estreitas, planas e não carroçáveis.
Estilo Inglês
A partir de 1700, inicia-se na Inglaterra um movimento estético e político de oposição ao desenho paisagístico consagrado no Barroco francês.
Influenciado pelas telas dos pintores paisagistas Claude Lorrain, Nicolas Poussin e Salvatore Rosa, com suas alegorias clássicas repletas de paisagens oníricas, dá-se início ao movimento romântico.
Estilo Inglês
 
Projeto Paisagístico de um parque no Estilo Inglês de Paisagismo.
Estilo Inglês
 
GRAMADOS – devem ser longos e largos para dar aspecto de calma e conforto.
Geralmente de formato oval, elíptico ou triangulares curvilíneos.
Com relevo irregular e
presença de rochas
e pequenos vales.
Estilo Inglês
 
Estilo Inglês
bifurcação entre uma alameda principal e uma secundária.
A guia A é da alameda côncava e a guia B, da convexa.
(conduzir)
bifurcação de duas alamedas de mesma importância.
(indiferença)
 
bifurcação entre uma alameda principal e uma secundária.
AS BIFURCAÇÕES -
Estilo Inglês
Nicolas Poussin – 1665
Claude Lorrain - 1662
Salvatore Rosa - 1655
O jardim "paisagístico" foi concebido tal como nas pinturas, com estudos de luz e sombra, ressaltando contornos e as imprevisibilidades da paisagem.
Recebe influência dos jardins da escola chinesa.
Seu desenho naturalista incorporará ao cenário romântico elementos decorativos típicos da paisagem oriental como pontes, pagodes, quiosques e remansos consolidando o novo padrão pitoresco.
Rousham Park - 1740
Stourhead park - 1725
 
ÁRVORES – elementos essenciais na decoração do jardim paisagista. Apresentam-se das seguintes formas:

Florestas e bosques
Maciços
Grupos de árvores
Árvores isoladas
Projeto Paisagístico do parque da Escola Agrícola de Piracicaba.
http://www.esalq.usp.br/parque/toppage1.htm
A evolução do jardim paisagístico inglês caminhará para uma forma amadurecida e mais racional a partir do séc XIX, fazendo escola em todo o mundo. Sendo amplamente adotado como
modelo de ajardinamento urbano
devido a determinismos de
cunho social
(lazer da população),
higiênico
(arejamento das áreas urbanas) e
conservacionista
(contraponto aos efeitos da industrialização em curso).
Parks Movement
Na metade do séc. XIX, o Barão Haussmann promove reformas urbanas que dotaram Paris de inúmeras áreas livres públicas - parques e boulevards.
Nos EUA, Olmsted (autor do projeto do Central Park -NY 1857), torna-se o precursor de um sistema de parques urbanos nas cidades americanas destinado ao lazer de massas.
Visão de paisagismo que consolida o
novo paradigma ambiental.
Parks Movement
O movimento consolida a nova categoria profissional, a dos "arquitetos-paisagistas", que abandonará de vez o pictorismo teórico por uma visão projetual mais racional.
Desdobramentos:
Cidades-jardins criadas por Ebenezer Howard
Novas tipologias de lazer de massa (playgrounds, parques infantis, etc.)
Central Park NY
Posteriormente, frente ao crescimento das cidades industriais, surgiu a proposta das cidades-jardim de Howard como alternativa de ordenação do território. As cidades-jardim buscavam evitar o excessivo adensamento urbano, a contaminação, os problemas sociais, e a separação abrupta entre a cidade e o campo.
Em sua concepção se propunha a criação de novos núcleos urbanos, fora dos grandes centros tradicionais, dotados de grande autonomia funcional e com um desenho que procurava integrar de forma harmônica a ciade e a natureza através de um sistema de espaços livres.
A ideia de sistema de espaços livres como diretriz da ordenação do território surgiu no fim do séc. XIX, a partir do trabalho de Frederik Law Olmsted no Sistema de Parques de Boston (1876 - 1890).
O sistema partiu da conversão da zona pantanosa de Back Bay em parque público, e se estendeu para uma sucessão de parques conetados por caminhos até culminar com o Emerald Necklace (colar de esmeraldas).
Estas, além de unir os parques entre si, contribuiam com uma nova concepção para o desenho das vias, mais próxima do desfrute da paisagem do que propriamente destinada a resolver as questões de tráfego, podendo se apresentar como ruas arborizadas, caminhos panorâmicos ou elementos de continuidade paisagística, que cruzavam parques e outros espaços livres.
O layout de Riverside serviria de referência para o traçado dos loteamentos do Jardim América e do Jardim Europa em São Paulo na década de 1930.
As ruas curvilíneas (redução de velocidade e variação visual) passariam a simbolizar o modelo desejável do morar bem, e as ruas retilíneas seriam mais indicadas ao uso comercial e industrial.
Riverside transferia a linguagem do parque público para um mundo privativo, exclusivo e seletivo, de baixa densidade e casas unifamiliares isoladas.
Atribui-se ao Riverside Estate um dos modelos que serviram de inspiração à teoria de cidade-jardim elaborada por Ebenezer Howard entre 1880 e 1898.
Considerado o primeiro registro de aplicação de paisagismo em um projeto imobiliário de loteamento.
O grande parque público urbano passou a ser a resposta lógica às condições degradantes das cidades industriais bem como um componente do planejamento das cidades do séc. XIX (Haussmann em Paris)
Back Bay - 1887

Instrumentos de planejamento urbano para “orientar a expansão da cidade e a densidade, influenciar a economia, melhorar a saúde e o saneamento, e embelezar o ambiente urbano”.
Com esta proposta, Olmsted procurava integrar a cidade ao campo como partes de um mesmo desenho, através do sistema de espaços livres. O espaço livre no sistema adquiriu uma nova dimensão, para além dos parques públicos encerrados em si mesmos, pois estavam conectados através de parkways.
Parques e parkways (1878)
Considerado o “pai” dos parques urbanos norte-americanos.
Acreditava que o landscape gardening poderia ajudar na formação de uma sociedade forte, vinculada à permanência do lugar, e a deter a tendência destrutiva dos contínuos avanços e ocupações de novos territórios.
Andrew Jackson Downing (1815-1852)
Consistia em 5 parques interligados por 4 parkways.
Emerald Necklace
Um nos primeiros “subúrbios-jardins pictóricos” americanos desenhados com ruas em curvas, sem esquinas fechadas e espaços generosos que sugeriam “lazer, contemplação e tranquilidade”.
Riverside Estate de Chicago
Landscape architect, como palavra e categoria profissional, foi uma expressão cunhada por Frederick L. Olmsted na ocasião da criação do Central Park em Nova York.
Central Park - 1857
Vista aérea da primeira Cidade-Jardim efetivamente construída: Letchworth, 1904.
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Bois de Boulogne
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