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BIOMA: PAMPA

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by

Gabriella Perotti

on 10 September 2015

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Transcript of BIOMA: PAMPA

CLIMA
DESMATAMENTO
FAUNA E FLORA
Amanda Guimarães Gabriella Perotti Isadora Borelli Olivia Garzeri
INTRODUÇÃO
VEGETAÇÃO
O Bioma Pampa é um dos mais belos tipos de paisagens naturais e está localizado na América do Sul e, no Brasil, em partes do estado do Rio Grande do Sul. É também conhecido como Campos Sulinos ou Campanha Gaúcha, em razão de se encontrar apenas na porção sul do nosso país e também do continente.
A área do Pampa no Brasil é de, aproximadamente, 176.496 km², o que corresponde a 63% da área total do Rio Grande do Sul e a 2% do território brasileiro, constituindo-se como um importante domínio natural brasileiro, embora boa parte de sua área original tenha sido devastada. É bom lembrar que o pampa também se estende por partes de vários outros países da América do Sul, como o Chile, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai.

Apresenta uma composição herbácea, ou seja, formada basicamente por gramíneas e epécies vegetais de pequeno porte, não ultrapassando os 50 cm de altura.
A paisagem do Pampa apresenta dois tipos bem definidos: os chamados campos limpos e os campos sujos
→Campos limpos: ocorrem quando a vegetação não apresenta arbustos, ganhando uma paisagem mais homogênea, isto é, mais regular, sem diferenças muito grandes entre uma parte e a outra. Esta, se vista de longe, se assemelha com um enorme tapete verde.
→Campos sujos: ocorrem quando há uma maior presença desses arbustos, que se “misturam” à paisagem.
BIOMA: PAMPA
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SOLO
O clima da região é o subtropical úmido.
Apresenta altas temperaturas no verão, podendo chegar a 35ºC.
Inverno marcado por geadas e neve em algumas regiões, indicando temperaturas negativas.
Chove regularmente durante o ano todo.
Não existe estação seca.
A precipitação anual se situa em torno de 1.200 mm, com chuvas concentradas nos meses de inverno.
É a região com a maior amplitude térmica do país, isto é, onde há maior variação de temperatura.
A fauna e a flora do pampa são bastante diversificadas, em face do caráter antigo dessa formação florestal. Há uma grande quantidade de espécies, algumas delas ainda não catalogadas.
Dados do Ministério do Meio Ambiente estimam que existam em torno de 3000 espécies de plantas, com notáveis diversidade de gramíneas, leguminosas, amendoim e trevo-nativo.
Com quase 500 espécies de aves diferentes e mais de 100 espécies de mamíferos terrestres, o Pampa é considerado um dos mais ricos ecossistemas quando falamos de biodiversidade de espécies de animais. Desses animais muitas espécies estão ameaçados de extinção, como:
Os solos do Pampa, férteis em sua maior parte, têm uma prática agrícola monocultora cada vez mais intensa. Apesar disso, a principal atividade econômica da região, desde a colonização ibérica, é a pecuária extensiva, facilitada pelo relevo plano levemente ondulado.
Com isso, boa parte desse bioma foi devastada, restando apenas 30% da vegetação original, o que gerou profundos impactos, como o risco de extinção de algumas espécies, o aumento da erosão e a intensificação do processo de arenização dos solos.
As atividades econômicas desenvolvidas na região do Pampa, ou seja, a agricultura e pecuária, marcadas pela expansão das pastagens e dos campos de cultivo, são os principais responsáveis pelo desmatamento e degradação desse bioma.
O resultado é o desaparecimento de espécies nativas, aumento do processo de arenização do solo, bem como a invasão de espécies que levam ao desiquilíbrio do ecossistema.
Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o IBAMA (2010), no ano de 2002 restavam 41,32% e em 2008 restavam apenas 36,03% da vegetação nativa do bioma Pampa. Além disso, muitos animais estão em risco de extinção.
Gato dos pampas ( Leopardus pajeros)
Onça-pintada ( Panthera onca)
Jaguatirica ( leopardus pardalis)
Caxinguelê ( Sciurus aestuans)
Tamanduá bandeira‏


Tamanduá mirim‏

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