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Bullying e intolerância nas redes

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Transcript of Bullying e intolerância nas redes

INTOLERÂNCIA NA INTERNET
TODOS OS DIAS, PAIS E PROFESSORES SE PREOCUPAM COM UMA DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA QUE MAIS CRESCE NO MUNDO:
O TERMO BULLYING VEM DA PALAVRA INGLESA "BULLY" (VALENTÃO, BRIGÃO
"BULL": TOURO).
COMO VERBO, SIGNIFICA AMEAÇAR, AMEDRONTAR, TIRANIZAR, OPRIMIR, INTIMIDAR, MALTRATAR.
ISSO OCORRE POR MEIO DA AGRESSÃO INTENCIONAL, VERBAL OU FÍSICA DE MODO REPETITIVO POR UMA OU MAIS PESSOAS CONTRA A VÍTIMA, CAUSANDO DOR E ANGÚSTIA, SENDO EXECUTADAS DENTRO DE UMA RELAÇÃO DESIGUAL DE PODER.
A lei nacional de combate ao bullying:
Novembro de 2015
Lei 13.185
TIPOS DE BULLYING:
Bullying verbal
(insultar, xingar e apelidar pejorativamente), moral (difamar, caluniar, disseminar rumores).
Bullying psicológico (perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar).
Bullying físico

(socar, chutar, bater),

material
(furtar, roubar, destruir pertences de outrem).

Bullying virtual (depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social).
CARACTERÍSTICA DO BULLY:
demonstra insensibilidade na aflição de outra pessoa;
apresenta dificuldade em colocar-se no lugar do outro;
culpa o alvo por merecer esse tratamento;
é intolerante às diferenças.
NÃO SE DEVE DEMONIZÁ-LO, POIS TAMBÉM PRECISA DE AJUDA!
POR QUÊ ACONTECE?
Direcionamento de frustações, dor e raiva
reprodução da violência vivida em casa.
POR QUÊ ACONTECE?
Desejo de chamar a atenção de professores e/ou colegas, sentindo-se "popular" e em evidência.
e/ou nas mídias.
Algumas crianças aprendem o bullying através das atitudes de alguém próximo.
sistema de competição cultural individualista.

desrespeito pela diferença - intolerância.

reprodução das violências simbólicas oservadas na sociedade.
INTERVENÇÕES:
3 Rs
Reconhecer
Relatar
Recusar
Lei que estabelece o Programa de Combate à Intimidação Sistemática
http://www.brasil.gov.br/governo/2015/11/presidenta-dilma-sanciona-lei-de-combate-ao-bullying
O bullying pode ser visto como um balizador para o nível de tolerância da sociedade com relação à violência. Saber lidar e como preveni-lo pode reduzir as outras formas de comportamentos agressivos e destrutivos que vemos na nossa sociedade.
Redes Sociais: uma vitrine para a intolerância
COMO O CYBERBULLYING PODE SER MAIS CRUEL?
- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.
- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.

- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.
Quando se trata de bullying e cyberbullying, é comum pensar que há apenas dois envolvidos: a vítima e o agressor. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem fundamental: o espectador.
FEIA!
GORDO!
ESQUISITO!
CABELO RUIM!
O bullying atinge todas as classes sociais e níveis econômicos.
Esse fenômeno começou a ser estudado com maior profundidade nos últimos 15 anos.
Segundo especialistas, o bullyng pode ocorrer em qualquer contexto social, como em universidades, escolas, famílias, vizinhança e locais de trabalho. Um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Um estudo da Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência) demonstra que não há diferenças significativas entre as escolas avaliadas e os dados internacionais. A grande surpresa foi o fato de que aqui os estudantes identificaram a sala de aula como o local de maior incidência desse tipo de violência, enquanto, em outros países, ele ocorre principalmente fora da sala de aula, no horário do recreio.
Pontos negativos:
A SaferNet Brasil é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que reúne cientistas da computação, professores, pesquisadores e bacharéis em Direito com a missão de defender e promover os Direitos Humanos na Internet.
Pontos positivos:

As redes sociais tratam de um fenômeno em que qualquer um pode colocar sua opinião em uma vitrine, o que, quando bem usada, trabalha em conjunto com a liberdade de expressão mas, quando carregada de irresponsabilidade, cria uma onda de ódio que é reproduzido.
As redes sociais aproximam os usuários com pensamentos em comum, através de páginas e grupos. Isso, por vezes, cria um comodismo de opinião e uma segurança de poder atacar àqueles que não concordam.
MMA textual
As pessoas só estão preocupadas em vencer o outro.
A rede social potencializou a intolerância que já existe. Não foi ela que criou a intolerância.
No campo jurídico, o usuário pode buscar a punição de um comentário odioso e violento. A consultora em redes sociais Rosário de Pompéia afirma que, em alguns casos, a vítima deve recorrer ao poder público. "Cada situação tem que ser tratada de uma forma. As redes sociais não estão dissociadas da vida real. Algumas situações de agressão e intolerância devem ser levadas para o meio jurídico", disse.
Encurtamento das distâncias.
Sentimento de "fazer parte" .
Compartilhar experiências e opiniões.
Estimulam a criatividade.
Oportunidades de negócio.
Ciberativismo: ativismo pela internet, também chamada de ativismo online ou digital, usada para divulgar causas, fazer reivindicações e organizar mobilizações.
“Redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder’’ - Fritjof Capra
PEDOFILIA
FRAUDES
Regulamentação do Marco Civil da Internet

Na quarta-feira (11), a presidente Dilma Rousseff regulamentou o Marco Civil da Internet, o que pode ter sido um dos seus últimos atos à frente do governo federal. O decreto publicado na edição extra do Diário Oficial da União trata da neutralidade de rede e do tratamento dos dados pessoais dos usuários . O texto estabelece que o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) será responsável por determinar as diretrizes da internet no País. O Marco Civil da Internet foi aprovado pelo Senado no dia 23 de abril de 2014. As regras que regulamentam a lei foram elaboradas por meio de quatro consultas públicas elaboradas pela Agência Nacional de Telecomunicações, CGI e Ministério da Justiça.
Conheça os principais pontos do Marco Civil

Neutralidade na rede

O princípio da neutralidade diz que a rede deve ser igual para todos, sem diferença quanto ao tipo de uso. Assim, ao comprar um plano de internet, o usuário paga somente pela velocidade contratada e não pelo tipo de página que vai acessar. Ou seja: o usuário poderá acessar o que quiser, independente do tipo de conteúdo. Paga, de acordo, com o volume e velocidade contratados.Em acordo com a oposição ao governo, o texto na Câmara aprovado e confirmado no Senado, prevê que a neutralidade será regulamentada por meio de decreto após consulta à Agência Nacional de Telecomunicações e ao Conselho Gestor da Internet (CGI).
Privacidade na web

Além de criar um ponto de referência sobre a web no Brasil, o Marco prevê a inviolabilidade e sigilo de suas comunicações. O projeto de lei regula o monitoramento, filtro, análise e fiscalização de conteúdo para garantir o direito à privacidade. Somente por meio de ordens judiciais para fins de investigação criminal será possível ter acesso a esses conteúdos.
Logs ou registros de acessos

Segundo o Marco Civil, os provedores de conexão são proibidos de guardar os registros de acesso a aplicações de internet. Ou seja, o seu rastro digital em sites, blogs, fóruns e redes sociais não ficará armazenado pela empresa que fornece o acesso. Mas, pelo artigo 15 do PL, toda empresa constituída juridicamente no Brasil (classificada como provedora de aplicação) deverá manter o registro desse traço por seis meses. Elas também poderão usá-lo durante esse período nos casos em que usuário permitir previamente. Mesmo assim, são proibidas de guardar dados excessivos que não sejam necessários à finalidade do combinado com o usuário.
Somos os infernos dos outros? - Leandro Karnal
Leandro Karnal - As redes sociais potencializam o poder do "eu" ?
É fácil ser tolerante com a ideia parecida com a minha, o difícil é ser tolerante com a ideia oposta.
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