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Sono e alterações hormonais no envelhecimento

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Transcript of Sono e alterações hormonais no envelhecimento

Mulheres
Relação entre o sono e gonadotrofinas nas mulheres pré-puberes
Homem
Secreção de LH está associada ao período noturno
Glicose
Sono
Dividido em 5 estágios:
GH
Introdução

Os níveis homonais sofrem alterações de acordo com o tempo.
Sono e alterações hormonais no envelhecimento
Alterações do Sono de acordo com a idade
GH e o sono
Encontra-se em pequena quantidade durante o dia;
Intervalo Circadiano
Intervalo Gama Ultradiano
Intervalo Gama Infradiano
PERFIS DE ALTERAÇÕES MAIS FREQUENTES
Relação entre Marca-passo Circadiano e Ciclo Sono-Vigilia
Regula a intensidade do sono e do estado de vigília
Regula a secreção hormonal dos hormônios que apresentem ritmos circadianos
O marca-passo circadiano se encontra emparelhado ao núcleo supra-quiasmático (hipotálamo)
Sono nREM (estágio I)
Sono nREM (estágio II)
Sono nREM (estágio III)
Sono nREM (estagio IV)
Sono REM
Profundo
Leve
Jovem adulto (16-35)
Meia-idade (35-50 anos)
Idade avançada (50-)
Sono Profundo
Sono Leve
Sono REM
Tempo total de sono*
Período total de sono*
Vigília
Indivíduos saudáveis
Frequência de despertares transitórios
Normal
Normal
Normal
Normal
Baixa
Semelhante ao período
Média de 8h
Diminuição
Aumento
Não há alteração significativa
Não há alteração significativa
Permance
Diminuição progressiva
Diminuição progressiva
Aumento
Média
Muito alta
Média de 8h, um pouco menos
Leve diferença do período
(um pouco menor)
Média de 6h
Grande diferença do período (muito menor)
O seu maior pico de secreção é durante o sono, principalmente no sono nREM (estágio III);
Mulheres apresentam picos matinais maiores que os homens
Devido à progesterona, a secreção de GH matinal é maior, nas mulheres, durante a fase lútea
Despertares frequentes ou transitórios inibem a secreção de GH
Pelo menos duas populações de neurônios liberadores de GHRH estão sincronizadas para manter a relação entre o sono-vigília e a liberação de GH
GH e o envelhecimento
GH
Liberação de GHRH
Sono Profundo (ondas lentas)
Sono REM
O GHRH atua sobre o sono nREM e, em menor quantidade, sobre o sono REM
Estimula
A atuação do GHRH sobre o sono REM é mediado por GH
Somatostatina e Octreotide
Gama-hidrobutirato e ritaserin
A secreção máxima de GH é encontrada durante a puberdade
Durante a juventude e a meia-idade há uma diminuição rápida e exponencial da secreção de GH
Entre a meia-idade e a senilidade a secreção de GH diminui em um ritmo mais lento
O decréscimo do GH segue a mesma cronologia do decréscimo do sono de ondas lentas
Esse decréscimo se da pela diminuição da amplitude dos picos de GH
Prolactina
Apresenta concetração diurna baixa
Após o início do sono apresenta uma elevação de aproximadamente 200%, independente da hora do dia
Despertares prolongados estão relacionados com uma diminuição do nível de prolactina
Está diretamente ligada ao sono profundo (ondas lentas)
A diminuição desse hormonio nos idosos está relacionado com a fragmentação do sono deles
TSH e hormônios tireoidianos
O TSH permanece baixo durante o dia e começa a aumentar no final da tarde, atingindo sua concentração máxima antes do sono
O sono tem uma atividade inibitória leve sobre o TSH que causa uma diminuição durante esse período até atingir os pequenos níveis matinais
Em caso de privação do sono essa inibição progressiva não acontece
Essa ação está relacionada com o sono profundo
Despertares noturnos estão frequentemente associados com picos de TSH
TSH e hormônios tireoidianos
Os níveis de TSH são reduzidos nos idosos saudáveis
Essa redução é independente da modificação do sono nREM que acontece nos idosos
Essa redução tem duas causas principas que são:
Diminuição da produção de TRH pelo hipotálamo
Aumento da sensibilidade ao feedback negativo da hipófise aos hormônios tireoidianos
Gonadotrofinas e Homônios sexuais
FSH e LH são modulados tanto pelo sono quanto pelo ciclo estrogênico
Fase Folicular e Lútea (períodos iniciais) têm a frequência de pulsos reduzida durante o sono
Sono curto/fragmentado favorecem a secreção de LH
Despertares são menos frequentes na fase lútea primária (aumento de estrógeno e progesterona) e mais frequentes na fase lútea final (queda de estrógeno e progesterona)
Pode haver prejuízo na qualidade do sono (despertares intermitentes) associados ou não com rubores faciais (*)

Interrupção no sono ocorrem predominantemente na segunda metade da noite, podendo estar associado ao crescimento circadiano de cortisol
Pulsatilidade associada a pulsatilidade do GnRH
Início dos pulsos ocorre em sono não-REM
Testosterona possui seu pico máximo pela manhã
Alta influência do ciclo sono-vigília :
Declínio progressivo dos níveis de testosterona circulante a partir dos 30 anos
Em contrapartida, há aumento dos níveis de gonadotrofinas (indicando falência testicular parcial)
Redução na testosterona pode estar associada a problemas no sono relacionados com a idade
Duração do sono insuficiente para a previsão da testosterona matutina total

Restrição de sono diminuições significativas dos níveis diurnos de testosterona
Hormônio Adrenocorticotrópico
Cortisol
Queda de inibina B
(Marcador hormonal da menopausa)
FSH
Esteróides ovarianos
(Progesterona)
Gera
Menopausa
Componente circadiano:
Sono
Nível de testosterona circulante
Testosterona
Noite
Mesmo com privação de sono
Aumenta a produção
Homem
Testosterona biodisponível
Testosterona total
Melatonina
Controle circadiano:
Também sofre controle do ciclo sono-vigília, pois a privação de sono diminui os níveis circulantes de melatonina.
Melatonina X Idade
Nível de melatonina
Nível de melatonina
Dia
Noite
(Pico máximo entre 21-23H)
Exposição a luz durante a noite diminui os níveis circulantes de melatonina
Os níveis diurnos de melatonina são semelhantes entre os jovens e idosos
Jovens Adultos X Idosos
Vigília prolongada
Vigília prolongada
Pico noturno de melatonina
Pico noturno de melatonina
IDOSOS
Alterada SENSIBILIDADE à iluminação ambiental
Grupo:
- Mariana Araújo
- Marta D'Albuquerque
- Milena Araújo
- Pedro Alves
- Rafael Moreno
- Raphael Albuquerque
- Thayane Cavalcanti
- Vitor Hugo Stangler

Insulina X Sono
Insulina X Envelhecimento
Resumo
Glicose
Níveis de Glicose:
Estáveis ou possuem uma leve diminuição durante o sono noturno
Declinam claramente durante o dia (acordado)
Permanecem estáveis se ocorrer sono diurno
Diminuem durante a vigília noturna
Primeira parte do sono:
Resulta da redução da utilização de glicose cerebral e periférica (principalmente no sono SW)
Resistência à Insulina
Liberação de GH
(no início do sono)
Diminuição quantitativa do sono
Diminuição de sono Profundo
Envelhecimento
Sensibilidade e Secreção
ou
Privação do sono
da insulina
Tolerância à glicose
Restrições do sono aceleram a deteriorização associada à idade do metabolismo da glicose.
Obrigado!
Contribui
É caracterizado pelo pico de manhã cedo e níveis mínimos durante a noite (aproximadamente 24H)
Possui uma certa independência em relação ao sono
O seu ritmo é primariamente controlado pelo relógio circadiano
Modulado pela homeostase do cíclo sono-vigília:
Sono
(principalmente sono profundo)
Cortisol
Acordar final
e
Despertares noturnos
Picos de Cortisol
Insonia crônica
Inibe
Estão relacionados
Cortisol e envelhecimento
O ritmo de cortisol persiste ao envelhecimento, mas sofre alterações, são elas:
Aumento do nível de cortisol noturno
Taxas no fim da noite maiores
Diminuição do período que apresenta o nível mínimo (começa mais tarde e termina mais cedo)
Mudanças mais evidentes nas mulheres
Cortisol e envelhecimento
O aumento do cortisol está relacionado com a diminuição do sono REM
Alterações no sono provocadas pela idade podem causas modificações no eixo corticotrófico
Jovens com privação de sono têm mudanças semelhantes as causadas pela idade, mostrando que a redução do sono aumenta a senescência do eixo Hipotalâmico-Pituitário-Adrenal
Elevações no nível de cortisol noturno pode acarretar no desenvolvimento de pertubações centrais e periféricas
Mariana Souza de Araújo
Marília Rocha Costa
Marta Wanderley D'Albuquerque
Milena Beatriz de Araújo Silva
Pedro Alves de Farias
Rafael Neves Moreno
Raphael Alves de Lima Albuquerque
Thayane dos Santos Cavalcanti
Vitor Hugo Vasconcelos Stangler

Alterações de sono e endocrinometabólicas relacionadas com a idade frequentemente interagem entre si.
Para muitos hormônios:
Alterações causadas pela redução do sono
Alterações causadas pela idade
A restrição do sono recorrente, pode contribuir para acelerar a senescência da função endócrina e metabólica.
Semelhantes
Referências
LH
Testosterona
* Mecanismos durante o sono (jejum prolongado):
manutenção glicemia
tolerância à glicose (diminui até retornar aos níveis matinais normais)
*Diabetes e restrição do sono
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