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Anestesia no paciente Asmático

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by

Maisa Ribeiro

on 21 March 2014

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Transcript of Anestesia no paciente Asmático

Doença inflamatória crônica das vias aéreas, associada à hiperresponsividade das mesmas, que leva a episódios recorrentes de tosse, sibilos e dispnéia; esses episódios são consequência da obstrução ao fluxo aéreo intrapulmonar generalizada e variável, reversível espontaneamente ou com tratamento.
Asma
De acordo com os níveis de controle:
controlada
parcialmente controlada
não controlada
Classificação
Anestesia
inflamação
edema
constriçcão da musculatura lisa
acúmulo de secreção
Fisiopatologia
Mediadores (citocinas)
histamina
leucotrienos
fator ativador de plaquetas
imunoglobulina E
Anestesia no paciente portador de asma
Maisa Ribeiro Araújo - TSA/SBA - Março/2014
Diagnóstico
Epidemiologia
Acomente 300 milhões de pessoas no mundo

Cerca de 20 milhões de brasileiros (10%)

Incidência/prevalência aumentaram

Mortalidade diminuiu
Clínico
tosse crônica
dispnéia
sibilância
opressão torácica
Espirometria
VEF1 e CVF
Teste de
Broncoprovocação
Alterações da
mecânica respiratória:

Aprisionamento aéreo
Hiperinsuflação pulmonar - estática (fechamento precoce das vias aéreas) e dinâmica (não permite completar a fluxo expiratório para completar a próxima inspiração
O estreitamento brônquico intermitente e reversível é causado pela contração do músculo liso brônquico, pelo edema da mucosa e pela hipersecreção mucosa.

A hiper-responsividade brônquica é a resposta broncoconstritora exagerada ao estímulo que seria inócuo em pessoas normais.

A inflamação crônica da asma é um processo no qual existe um ciclo contínuo de agressão e reparo que pode levar a alterações estruturais irreversíveis, isto é, o remodelamento das vias aéreas.
A asma controlada não é um fator de risco para a ocorrência de complicação pulmonar pós-operatória. Hiper-responsividade, limitação ao fluxo aéreo e hipersecreção brônquica predispõem os pacientes com asma a complicações respiratórias trans e pós-operatórias.

A probabilidade dessas complicações depende do nível de controle, do porte da cirurgia e do tipo de anestesia. Quando o procedimento for eletivo, a avaliação clínica e funcional deverá ocorrer pelo menos uma semana antes do ato operatório.

Pacientes sem tratamento prévio devem postergar a cirurgia até que o controle seja alcançado. Na dependência do nível de controle, um curso de corticoide oral poderá ser indicado. As medicações de manutenção não devem ser suspensas no pré e pós-operatório.
Redução da relação VEF1/CVF
Resposta ao broncodilatador
(VEF1 aumenta 12% do valor pré BD)
Forte relação entre asma e ansiedade
Avaliação pré anestésica detalhada
Programação anestesia
Recomendações (tto regular e curso de corticóide oral)
Medicação pré anestésica

Cuidado com:

Morfina venosa???
Meperidina
Atracúrio
Neostigmine (anticolinesterásicos)
AINES
Misoprostol (prostaglandinas)
Beta bloqueadores
Protamina
Drogas seguras e recomendadas:

Halogenados
Opióides sintéticos
Ketamina
Magnésio
Propofol
Vecurônio/Rocurônio/Cisatracúrio
Dexmedetomidina/clonidina
Anestésicos locais (amida)
Sugammadex (???) ~ 0,1%
www.jornaldepneumologia.com.br
Espirometria
Se possível evitar a manipulação da via aérea!!!!
Se a intubação traqueal estiver programada, deve ser feita a inalação de broncodilatador imediatamente antes, para atenuar o reflexo de broncoconstrição.
Mg - exerce papel importante em vários processos fisiológicos e tem várias indicações de uso como agente terapêutico.
Apesar de vários trabalhos promissores o resultados ainda são conflitantes.
Manejo do broncoespasmo
Beta 2 agonista curta/Anticolinérgico - inalatórios (adaptador aerossol)
Corticoesteróide venoso
Magnésio
Halogenado
Adrenalina
Obrigada!!!
Manipulação da via aérea:
plano anestésico profundo
Ventilação mecânica no broncoespasmo
FiO2 suficiente para manter SpO2 >95%
Espirometria contínua
Aumentar tempo expiratório
PCV ou VCV (VC ~ 6ml/kg)
Hipercapnia permissiva (80mmHg)
Peep: baixa - evitar auto-peep
Pplatô <35cmH2O - Ppico <50cmH2O
Aumento esforço respiratório com insuficiência respiratória por fadiga muscular
Omalizumabe
Incidência de broncoespasmo em anestesia é baixa - 1,7%
porém é uma complicação potencialmente devastadora
Broncoespasmo geralmente ocorre na indução ou no despertar da anestesia
Hiperresponsividade de via aérea:

fatores intrínsecos
alérgenos
exercício físico
stress
ar frio
refluxo gastroesofágico
tabagismo
inalantes do meio ambiente
infecção das vias aéreas
Linfócitos
Mastócitos
Eosinófilos
Neutrófilos
Látex
Antibióticos
Contrastes radiológicos
Prednisona ou prednisolona oral - 1mg/kg 3 a 5 dias
A administração parenteral de B2 agonistas de curta duração (salbutamol) deve ser desencorajada para o tratamento da asma devido ao início de ação lento, potência diminuída e consideravelmente grandes efeitos adversos sistêmicos.
maisaribeiro@terra.com.br
Chaves do sucesso na anestesia do paciente com asma

Vigilância quanto ao broncoespasmo e suas causas

Controle da ansiedade pré-operatória

Controle da dor pós operatória (bloqueios neuroaxiais, periféricos ou analgesia venosa)

Terapia broncodilatadora

Controle do refluxo gastroesofágico

Evitar manipulação da via aérea
Prednisona
prednisolona
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