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Copy of Ética a Nicômaco

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Darli Sampaio Darli Sampaio

on 10 September 2013

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Transcript of Copy of Ética a Nicômaco

Aristóteles
Ética a Nicômaco
Já tendo a definição de voluntário e involuntário, agora a definição de escolha, que parece estar mais ligada a virtude do que as ações. O desejo se relaciona com os fins, e a escolha com os meios.
• A escolha é louvada pelo fato de relacionarem-se com o objeto conveniente ou por ser correta, ao passo que a opinião é louvada só quando é verdadeira. Escolhemos o que sabemos ser melhor. A escolha é um desejo deliberado de coisas que estão ao nosso alcance.

• O desejo tem por objetivo o fim, algumas pessoas pensam que esse fim é o bem. No sentido absoluto e verdadeiro o objeto de desejo é o bem, mas para cada pessoa em particular é o bem aparente. Escolhemos o agradável como um bem e evitamos o sofrimento como um mal. Os fins aquilo que desejamos, e os meios aquilo sobre o que deliberamos e que escolhemos as ações relativas aos meios devem concordar com a escolha e ser voluntárias.
Ações Voluntárias e Involuntárias
Virtudes
Coragem
O significado da palavra coragem vem do Latim “cor” que tem a mesma raiz da palavra “coração”, sendo assim para os romanos ela estava ligada em sua grande parte aos sentimentos do que a própria razão, sendo um poder físico e moral.
Muitos pensam que a coragem é um extremo, porém para Aristóteles ela é o equilíbrio entre o medo e o excesso de confiança, sendo a virtude está no meio, como Confúcio também diz em seus estudos:
“A virtude está no meio. Quem o ultrapassa não logra mais que os infelizes privados de alcançá-lo.” (Confúcio)
A temperança
A temperança é o meio termo das paixões e prazeres, podemos ver que somente o ser humano tem um descontrole sobre os prazeres.
Animais sentem cheiro, bebem e comem para seu próprio sustento, não como um prazer exagerado.
Sete Pecados Capitais
gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja
A virtude está no meio
Uma pessoa corajosa não é aquela que não tem medo algum, pelo contrário, o medo é a expectativa de que algo mal está para acontecer ou que pode acontecer, sendo ele necessário em determinadas situações, por exemplo, ter receio de doenças ou da má reputação, isso é um medo que ambos, tanto o corajoso quando as pessoas normais devem ter, caso contrário seriam consideradas loucas.
A coragem diz apenas respeito à ausência de medo da morte, em certas circunstâncias. E quais são essas circunstâncias? São as relacionadas com a possibilidade de morrer em combate, durante uma guerra, em que o cidadão é chamado a lutar para defender a sua pátria. Embora seja de esperar que a pessoa corajosa seja firme na doença, a coragem é uma virtude que admiramos quando se tem de usar a força e quando vale a pena morrer em combate.
Alexandre
O Grande
a temperança é necessária, pois o corajoso não tem medo de morrer em combate e isso é valorizado, porém o suicida também não tem medo de morrer, mas não possui virtude alguma em seu ato, pois o suicida faz esse ato com o intuito de fugir daquilo que o atormenta, ele não enfrenta a morte como um ato nobre, assim como corajoso, mas enfrenta como um escape do seu mal.
Contextualizando as afirmações de Aristóteles com o cristianismo podemos ver que tanto o homicida como o suicida cometem o mesmo pecado contra Deus, pois o único que pode fazer com que algo deixe de existir é quem o criou, sendo assim somente cabe a Deus escolher quem deve ou não morrer e a hora certa para isso, pois o ser humano por si próprio não é capaz de criar nada do zero.
Ações Involuntárias
As ações involuntárias são causadas por compulsão, a qual Aristóteles vem chamar de força externa ou ignorância. Por exemplo piscar os olhos é singelo e simples, porém não o controlamos, ou até mesmo os batimentos do coração ou a circulação do sangue, não os podemos parar
“princípio motor se encontra fora de nós e para o qual em nada contribuiu a pessoa que age e que sente a paixão”
Ações Voluntárias
As ações voluntárias são todas as ações em que o princípio motor está no próprio agente, feito com consciência, algo feito com noção, como por exemplo o movimentar de um braço, o ato de falar, mas precisamos, diferenciar as ações voluntárias entre aquelas em que há escolha e aquelas em que não há.
A escolha para Aristóteles envolve um princípio racional, pois as ações que são guiadas pelas paixões não são ações orientadas por escolha, pois se fossem, todos os seres vivos poderiam escolher. Contudo, só podemos fazer coisas que estão ao nosso alcance, podemos dizer que a liberdade é o princípio que rege a escolha voluntária e racional entre alternativas possíveis.
Mas quando uma pessoa passa a ter noção de que suas ações e omissões afetam direta e indiretamente todo um coletivo onde a cada direito que o individuo possui automaticamente ele vem seguido de uma obrigação ele percebe que é a força das ações que move uma sociedade fundamentada no equilíbrio para que haja a vida.
Ações por Ignorância e Na Ignorância
Agir por ignorância é diferente de agir na ignorância. Agir por ignorância seria agir por falta conhecimento, sem saber, um agir sem cultura. Já agir na ignorância seria aquele que sabe que tem conhecimento e ainda assim age de tal maneira.
Escolha
Há duas espécies de virtudes: as intelectuais e as morais.
As virtudes intelectuais são o resultado do ensino, e por isso precisam de experiência e tempo.
As virtudes morais são adquiridas em resultado do hábito, elas não surgem em nós por natureza, mas as adquirimos pelo exercício.
"(…) O homem é um princípio motor e pai de suas ações como o é de seus filhos"
É pelos atos que praticamos, nas relações com os homens, que nos tornamos justos ou injustos. Por isso, faz-se necessário estar atento para as qualidades de nossos atos; tudo depende deles, desde a nossa juventude existe a necessidade de habituar-nos a praticar atos virtuosos.

Tais atos assemelham-se aos voluntários pelo fato de serem escolhidos, e o princípio motor estar no agente, por estar na pessoa fazer ou não fazer.
O suicídio é a décima causa de morte no mundo com mais de um milhão de pessoas, entre pessoas com idade de 15 a 44 anos se torna a quarta principal, estima-se em torno de 10 a 20 milhões de tentativas de suicídios frustradas a cada ano.
A saída está no meio, não no sentido de mediocridade, que tem como significado aquilo que não é bom, nem ruim, mas sim no equilíbrio dos sentimentos e prazeres.
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