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Obra de Arte na Era das Indústrias Culturais

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by

H. Fox

on 25 March 2016

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Transcript of Obra de Arte na Era das Indústrias Culturais

A Estética
O belo
Índice
Criação da obra de arte
Industrialização da estética
Estética através dos tempos
Subjetividade do gosto
Juízo estético: subjetivismo e objetivismo estéticos
Graffiti
O que é uma obra de arte? O que a define?
Introdução
Conclusão/ Reflexão Filosófica
Abrunhosa, Maria Antónia; Leitão, Miguel, Um outro olhar sobre o mundo, ASA Editores, 2ª Edição (pp 172 a 195)
Almeida, Aires et all. 50 Lições de Filosofia 10º Ano, Didática Editora, 2ª Edição (pp 121 a 152)
Guerra, Teresa Pimentel; Duarte, Maria Manuela e Reto; Patrão, António, Ao Encontro do Humano, Plátano Editora (pp 165 a 193)
Gaspar, Adília Maia, Pensar é Preciso, Lisboa Editora (pp 168 a 211)
Grácio, Rui; Girão, José, A Cor das Ideias, Texto Editora (pp 163 a 193)

Bibliografia e Webgrafia
Arte vs Não-Arte
Obra de Arte na Era das Indústrias Culturais
Introdução
Definição de estética;
O estético e não estético;
Definição de belo;
Diferenças entre arte e belo;
O que é uma obra de arte? O que a define?;
Criação da obra de arte;
Estética através dos tempos;
Industrialização da estética;
Subjetividade do gosto;
Juízo estético: subjetivismo e objetivismo estético;
Graffiti;
Existencialismo e Estruturalismo;
Teoria da imitação;
Teoria expressivista;
Teoria formalista;
Arte vs Não-Arte
Filósofos estéticos;
Conclusão
Bibliografia e Webgrafia;
No âmbito da disciplina de Filosofia foi-nos proposta a realização do trabalho "A obra de arte na era das indústrias culturais" com o intento de desmistificar e desvendar a dimensão relativa à estética.

A arte rodeia-nos nas mais simples paisagens, no mais comum dos objetos, mas seremos capazes de a descobrir e admirar? Esta realidade é ainda, para alguns de nós, um território por descobrir, uma terra prometida.


Porque não começar, então, por explorá-la?
Estética na
idade média
Durante a Idade Média, a nudez tão presente nas representações da antiguidade desapareceu sob as mais duras interpretações religiosas. Tendo em conta o cristianismo medieval, o corpo (sobretudo o feminino) estava intimamente ligado à virtude moral adequada.
Estética no tempo da sacralização
No tempo de sacralização e vigilância do corpo, as figuras de Eva e Maria foram adotadas como símbolos de um paradoxo ideal de beleza. Daí resultaram as mais variadas representações artísticas que exibiam as mulheres completamente vestidas, com rostos marcados pela passividade, sofrimento e resignação.
Estética no renascimento
Já no Renascimento, as representações em torno do corpo, especialmente o feminino, têm a sua liberdade devolvida. Os artistas renascentistas adicionam às fórmulas e proporções idealizadas, a própria realidade ao retratarem os corpos, principalmente os femininos.
Estética no século XIX
As mulheres poderiam ser retratadas com cores pálidas, longos e irrequietos cabelos, e mesmo curvas bem aparentes. Nesse período, as mulheres "volumosas" eram consideradas saudáveis, principalmente em relação ao seu futuro reprodutivo.
Estética na atualidade
A luta das mulheres pela emancipação, com a sua ascensão no mercado de trabalho, traz novas necessidades ao nível da indumentária, como o uso de calças e o cabelo curto, e da feminilidade.
Será que podemos definir claramente o que é a beleza, ou será que é um conceito relativo que depende da época, do país, da pessoa…?

A beleza é um valor objetivo que pertence ao objeto? Ou será subjetivo, que pertence ao sujeito e que pode mudar de indivíduo para indivíduo?
A arte é criação humana. E como é que o ser humano a produz? Que processos psicológicos se desenrolam no artista e que estão por trás da criação?

A arte faz parte integrante da vida do homem, sendo uma forma privilegiada de se exprimir e de a sua alma respirar.

A arte é uma forma de expressão e de libertação.
Com o crescimento da industrialização, o trabalho mecanizado substitui cada vez mais o trabalho manual, fabricando-se mais produtos em menos tempo e eliminando-se erros e desperdícios.

A reprodução industrial contribui significativamente para a educação das pessoas e para o desenvolvimento da sensibilidade artística, fornecendo parâmetros mais sólidos para a formulação de juízos estéticos.
Subjetivismo estético
Os subjetivistas estéticos acreditam que apenas conta o que cada sujeito sente, ou seja, a justificação dos juízos estéticos tem um caráter subjetivo.


Objetivismo estético
A razão de gostarmos de certas coisas é, segundo o objetivista, bastante simples: gostamos delas precisamente por serem belas.
Afirmar que certas coisas são belas é reconhecer nelas qualidades e características que nos levam a sentir prazer ao observá-las.
David Hume e o padrão de gosto
8 000 a.C.
1941
Atualidade
1970
79 d.C.
40 000 a.C
Subway
Graffitis
Pompeia
Egipto
Graffiti
, palavra derivada do italiano, é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano.

Considera-se
graffiti
uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para essa finalidade.

Atualmente, o
graffiti
é considerado uma forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da
street art
ou arte urbana.
Pinturas rupestres
Segunda Guerra Mundial
Banksy
Teoria da imitação
A palavra portuguesa “mimese” tem origem na palavra grega
mimesis
, que siginifica imitação. A arte era encarada como um reflexo da natureza e a melhor imitação era normalmente mais digna de admiração.

Teoria expressivista
A arte é uma forma de comunicação ou de transmissão de sentimentos. Para que haja verdadeira comunicação, os sentimentos do artista não só têm de ser autênticos, assim como os do público.

Teoria formalista
Representar o mundo exterior era algo que a fotografia fazia perfeitamente, pelo que alguns pintores procuraram novos caminhos e abandonaram a representação. Tentaram então explorar as possibilidades de composição, através da organização puramente visual de cores, linhas e formas.
No que respeita ao domínio estético, Kant defende que a apreciação do belo depende do sujeito, sendo, portanto, uma questão de gosto.

Em suma, a subjetividade apresentada por Kant é referente ao sujeito, não sendo particular ou específica de cada indivíduo, uma vez que o belo tem de agradar universalmente.

Detetamos a presença do relativismo em tal teoria, devido à dependência do belo em relação à reação do sujeito.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica
http://criticanarede.com/est_tarte.html
http://50licoes.blogspot.pt/2013/06/um-classico-da-teoria-expressivista-da.html
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/obra_de_arte.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mimesis
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beleza
http://www.infopedia.pt/$estetica-nao-aristotelica;jsessionid=DaJ-MZ9FZON8B5fXzFZXDA__
http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=402

Aristóteles
Platão
Tolstoi
Clive Bell
Hume acredita que tudo o que sabemos acerca do mundo tem origem na observação cuidadosa das coisas, verificando-se que:


1. Há um enorme desacordo e diversidade de gostos entre pessoas e culturas.

2. Apesar dos desacordos há, em diferentes épocas e lugares, uma tendência para as pessoas acharem certas coisas mais agradáveis do que outras.
Teoria da imitação
Teoria expressivista
Teoria formalista
Realização do trabalho
Platão considerava toda a arte uma imitação, por isso era digna de censura. Ele acreditava que as imitações ao substituírem o modelo original (a realidade) por meras cópias acabavam por nos afastar da verdade e do conhecimento.
Aristóteles, contudo, julgava que as pessoas podiam aprender com as imitações e, invés de censurar a arte, tentou antes classificar e caracterizar os diferentes tipos de imitação.
Para Bell, o que caracteriza as artes plásticas e a música é a presença do que ele considera a
forma significante,
isto é, um objeto tem forma significante quando a própria forma nos chama a atenção e desperta o nosso interesse.

Na pintura, esta resulta da combinação de formas, linhas e cores. Na música é a organização de sons. Na dança, é a composição de figuras e movimentos.
Tolstoi defende que não há arte se não houver expressão de sentimentos ou se esse sentimento não contagiar pessoa alguma. Assim, a arte é uma forma de comunicação.
Tolstoi defende que a expressão envolve sete aspetos:

1. O artista tem de sentir emoção.
2. O público tem de sentir emoção.
3. As emoções do público e do artista têm de ser as mesmas.
4. Tem de haver autenticidade da parte do artista.
5. O artista tem de ter a intenção de provocar emoções.
6. Os sentimentos expressos têm de ser individualizados.
7. A expressão consiste em clarificar sentimentos.
Mona Lisa, Da Vinci
Mona Lisa, Fernando Botero
Starry Night, Van Gogh
Céu Noturno
Zig Zag, Gerrit Rietveld
Cadeira normal
Patti Smith, Robert Mapplethorpe
Fotografia comum
Fonte, Marcel Duchamp
Urinol comum
Dance Class at the Opera, Degas
Estúdio de dança
O Grito, Van Gogh
Grito comum
A Pair of Shoes, Van Gogh
Botas
The Persistence of Memory, Salvador Dalí
Relógio comum
O Beijo, Gustav Klint
Beijo comum
Girl with a Pearl Earring, Vermeer
Girl with a Pearl Earring, Thomas Baker
The Water Lily Pond, Claude Monet
Jardim
Citando Oscar Wilde, «A vida imita a arte, muito mais do que a arte imita a vida.» Cremos que esta frase transmite a verdadeira essência da arte.

Será que conseguiremos alguma vez decifrar tão ilustre enigma? A arte é um mundo misterioso, oculto e trascendente que apenas os artistas mais visionários conseguem alcançar.

Acreditamos que a verdadeira forma de nos expressarmos e de nos revelarmos ao mundo é através da arte. Todos nós, todo o ser humano é um artista na sua forma peculiar.

Nós somos os criadores e recetores de toda a beleza existente no mundo.
Estética
Palavra proveniente do grego
aisthésis.
Significa percepção ou sensação e é um ramo da filosofia que tem por objetivo o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte.
Ocupa-se do sublime, ou da privação da beleza, isto é, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.
Do ponto de vista estritamente filosófico, a estética estuda racionalmente o belo e o sentimento que este desperta nos homens.

O uso corrente e comum de estética é tido como sinónimo de beleza.
Teorias estéticas
O principal problema na definição do que é arte é o facto de esta variar com o tempo e de acordo com as várias culturas humanas.
Contudo, a ideia de obra de arte é relativamente consensual e obedece a um conjunto de condições:

Ser produzida pelo homem;
Ser fonte de prazer sensível;
Ser acessível ao público;
Ser original e peculiar;
Permitir várias interpretações;
Ser esteticamente satisfatória.
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