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O urbanismo como modo de vida - Louis Wirth

Sociologia Urbana.
by

Thalita Gelenske Cunha

on 17 September 2013

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Transcript of O urbanismo como modo de vida - Louis Wirth

"O urbanismo como modo de vida" Louis Wirth
Olhares sobre a cidade
Louis Wirth analisa o surgimento das grandes cidades como um fenômeno urbano e marco significativo para delimitar o que seria distintamente moderno na civilização ocidental.
Cidade e o mundo contemporâneo
Urbanismo
O urbanismo como um modo de vida característico pode ser abordado empiricamente de três perspectivas inter-relacionadas:
1) como uma estrutura física consistindo uma base de população, uma tecnologia e uma ordem ecológica;

2) como um sistema de organização social envolvendo uma estrutura social característica, uma série de instituições sociais e um modelo 'típico de relações sociais;

3) como um conjunto de atitudes de idéias e uma constelação de personalidades dedicadas a formas típicas' do comportamento coletivo e sujeitas a mecanismos característicos de controle social.
Louis Wirth (1897-1952)
Nascido na Alemanha, realizou seus estudos nos Estados Unidos, na Universidade de Chicago
Suas principais obras são:
"O gueto" (1928)
“O urbanismo como modo de vida” (publicado originalmente no American Journal of Sociology, teve tradução para o português no livro O fenômeno urbano, organizado por Otávio Guilherme Velho em 1987)
O aumento do número de habitantes traz maior diferenciação, modificando a forma das relações sociais.

Isso cria uma tendência a transitoriedade, anonimato, superficialismo e enfraquecimento dos laços. As relações sociais passam a se pautar na lógica da especialização dos indivíduos, tanto em termos de articulações racionais (aspectos políticos de interesse) quanto divisão do trabalho acentuada.

A maior mobilidade social e o contato contínuo
com diferentes grupos sociais sujeitam o indivíduo a um “status flutuante".

Cosmopolitismo: “nenhum grupo isolado é
possuidor da fidelidade exclusiva do indivíduo"

Com grandes quantidades de indivíduos de constituições diferentes, entra também o processo de despersonalização (tendência niveladora).
Ocasiona atrito e irritação (tensões nervosas). Necessidade de maior controle formal para neutralizar a responsabilidade e a desordem em potencial.

Contatos físicos são estreitos, mas os contatos sociais são distantes. A diferenciação e a multiplicidade de modos de vida tendem a produzir uma maior tolerância às diferenças.

A distribuição dos diferentes grupos na cidade não ocorre por acaso, obedece a uma lógica urbana de classificação, seleção e alocação de indivíduos, recursos públicos, instituições e serviços.
Com base nas três variáveis, número, densidade do agrupamento e grau de heterogeneidade da população urbana, parece possível explanarem-se as características da vida urbana e explicarem-se as -diferenças entre cidades de vários tamanhos e tipos.
Aborda as cidades tendo em vista seus aspectos físicos e sociais, colocando-as como "
o centro iniciador e controlador da vida econômica, política e cultural que atraiu as localidades mais remotas do mundo para dentro de sua órbita".
Analisa o urbano e o rural não mais como opostos ou como dois espaços e modos de vida separados e sem contato.
Para o autor, urbanismo não deve ser confundido com urbanização ou com a organização física da cidade, ou seja, restrito ao espaço, mas como um modo de vida que se amplia para além da cidade, surgindo com maior intensidade nas grandes cidades.
Para captar dimensões multiplas (quanti e qualitativas), chega à definição de cidade como
“um núcleo relativamente grande, denso e permanente de indivíduos socialmente heterogêneos” (p. 96).
Assim,
"há uma. quantidade de proposições sociológicas referente à relação entre: a) quantidade de população; b) densidade da população; c) heterogeneidade de habitantes e vida grupal."
TAMANHO
DENSIDADE
HETEROGENEIDADE
Thalita Gelenske Cunha
CPDOC - Mestrado Profissional
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