Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Louize

Louize
by

Louize Moura

on 9 August 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Louize

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Departamento de Letras
Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem Metodologia Fundamentação Teórica: CIBERCULTUR@ Questões de pesquisa Objetivos Mapeamento do uso da internet no Brasil Fundamentação Teórica:
Como isso se configura em sala de aula LETRAMENTO DIGITAL E FORMAÇÃO DOCENTE:
estudo etnográfico sobre o uso do computador na cibercultura Esp. Louize Lidiane Lima de Moura Câmara (PPgEL/UFRN-DS/CAPES)
Orientadora: Profa. Dra. Maria do Socorro Oliveira (DLET/PPgEL/UFRN) - Atualmente, formamos uma comunidade de, aproximadamente, 68 milhões de internautas, no Brasil (IBGE, 2010);

- Passamos, em média, 45 horas/mês conectados à rede mundial de computadores (IBGE, 2010).

- Cerca de 60% dos internautas brasileiros tem entre 10 e 24 anos (IBGE, 2010).

- No portal Inclusão Digital, ligado ao Governo Federal, estão cadastrados 22 projetos. Dentre eles, o Projeto Banda Larga nas Escolas, o Projeto Computador Portátil para Professores e o Projeto Um Computador por Aluno. Justificativa O advento da globalização, acarretou consigo o aparecimento de novas tecnologias no cenário mundial, com a finalidade de satisfazer o surgimento de necessidades humanas que também se renovaram. Nesse sentido, a educação foi um dos campos do conhecimento mais privilegiados, uma vez que a revolução tecnológica possibilitou maior agilidade quanto ao acesso a informações de toda e qualquer natureza.

Embora essa revolução tecnológica reflita a ampliação do desenvolvimento humano em vários campos, boa parcela da sociedade ainda não tem acesso ao mundo virtual. Tema, Problema e Objeto de estudo - Tema de pesquisa: Letramento Digital e Formação de professores.

- Problema de pesquisa: a oferta quase inexistente de cursos de formação continuada de professores, voltados para o fomento do uso das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em sala de aula.

- Objeto de estudo: as práticas de letramento digital efetivadas pelos professores de Língua Portuguesa da cidade do Natal/RN. Quais as práticas de letramento digital efetivas pelos professores de Língua Portuguesa das escolas públicas da cidade do Natal/RN?

Quais os acervos digitais a que eles tem acesso?

O letramento digital desses professores estabelece alguma relação com sua atuação em sala de aula?

Há, de fato, uma defasagem quanto à formação dos mesmos para a agência no mundo virtual? Geral:
- Investigar os impactos de um curso de formação de professores voltado à efetivação de práticas de leitura e escrita mediatizadas pelo computador.


Específicos:
- Delinear as práticas de letramento digital de professores da rede pública de ensino da cidade do Natal/RN, em formação continuada.
- Mapear os acervos digitais a que eles têm acesso.
- Compreender a importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), notadamente o computador e a internet, para a sociedade contemporânea, em especial, no contexto profissional de professores de Língua Portuguesa. Gibson (2001) identifica três estágios de desenvolvimento através dos quais as escolas passam quando adquirem novas tecnologias:

Infusão: interesse em equipar as salas de aula com hardwares e softwares.

Integração: treinamento de professores e alunos que não possuem familiaridade com os equipamentos adquiridos.

Transformação: os equipamentos instalados em sala de aula são utilizados para transformar o modo como se ensina e como se aprende. Lévy (1999, p. 17) considera a cibercultura como “o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamentos e de valores que se desenvolvem juntamente com o ciberespaço”.

Por sua vez, González (2007, p. 7) defende cibercultur@ como uma forma de empoderamento que está interessada em três frentes estratégicas: informação, conhecimento e capacidade de criar redes de ação para usar a informação e o conhecimento em projetos específicos de autogestão. Nesse sentido, ele acredita que estudar cibercultur@ implica atentar para os tipos de relações e transformações que se desenvolveram, que estão se desenvolvendo e que podem vir a se desenvolver entre a especificidade sócio histórica de nossas ecologias simbólicas e o vetor tecnológico. Fundamentação Teórica:
Letramento(s) Digitai(s) Visão restrita: série de competências e habilidades para usar as tecnologias de informação e comunicação a fim de localizar, avaliar, usar e criar informação.

Visão ampla - proposta plural de Lankshear e Knobel (2008): os Letramentos Digitais constituem formas diversas de prática social que emergem, evoluem, transformam-se em novas práticas e, em alguns casos, desaparecem, substituídas por outras.

“Letramentos digitais (LDs) são conjuntos de letramentos (práticas sociais) que se apóiam, entrelaçam, e apropriam mútua e continuamente por meio de dispositivos digitais para finalidades específicas, tanto em contextos socioculturais geograficamente e temporalmente limitados, quanto naqueles construídos pela interação mediada eletronicamente” (BUZATO, 2006, p. 7). Metodologia Nossa proposta de trabalho está inserida no paradigma qualitativo-interpretativo da pesquisa em Linguística Aplicada (PEREIRA; ROCA, 2009; OLIVEIRA, 2004).

Tipo de pesquisa: etnográfica crítica (CANÇADO, 1994; THOMAS, 1993).

Será desenvolvida em três fases, as quais acompanharão três momentos específicos: antes, durante e depois do desenvolvimento de um curso de formação continuada de professores. Colaboradores: professores de Língua Portuguesa da rede pública da cidade do Natal/RN, membros da base de pesquisa Letramento e Etnografia e Secretaria Municipal de Educação do Natal/RN.

Instrumentais de pesquisa: questionários (estudo piloto); entrevistas semi-estruturadas gravadas em áudio; transcrições dessas entrevistas; diários de campo; fotografias; sessões reflexivas (GRESSLER, 2003). Amostra de dados: estudo piloto Colaboradores: 30 professores da rede municipal de ensino.

Instrumento: Questionário misto (perguntas abertas e fechadas).

Questionário: quadro de identificação e 42 questões (dimensão socioeconômica, atuação profissional e práticas de letramento digital).

Dificuldades enfrentadas: resistência dos professores quanto à devolução dos questionários. Recebemos retorno de apenas 05 (cinco) educadores. ESTUDO PILOTO:
MAPEAMENTO DAS PRÁTICAS Gráfico 1 – Práticas de letramento digital efetivadas por professores da rede de ensino de Natal/RN. Estudo piloto: Discussões - Práticas recorrentes: escrever relatórios, escrever trabalhos escolares e digitar dados e outras informações. - Práticas menos recorrentes: preparar aulas, conhecer/pesquisar softwares educacionais e fazer cursos à distância. Preocupação do professor quanto à formatação das atividades acadêmicas. Tais dados apontam para a questão da formação de professores. Considerações Finais Faz-se necessário o desenvolvimento de metodologias de ensino-aprendizagem de línguas que acompanhem o surgimento e desenvolvimento de novas tecnologias, contudo, sem cristalizar “velhas” práticas a partir da utilização de novos e modernos instrumentos. Referências BUZATO, M. Letramento e inclusão: do estado-nação à era das TIC. D. E. L. T. A. n. 25, v. 1, p. 1-38, 2009.

CANÇADO, M. Um estudo sobre a pesquisa etnográfica em sala de aula. Trabalhos em linguística aplicada. n. 23, p.55-69, 1994.

KLEIMAN, A. B. Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola”. In: _____ (Org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras,
1995. p. 15-61.

__________. Preciso ensinar o letramento? Não basta apenas ler e escrever? Campinas: Cefiel/UNICAMP; MEC, 2005.

LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. Digital literacies: concepts, policies and practices. New York: Peter Lang Publishing, 2008.
 
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

MAGALHÃES, M. C. C. Etnografia colaborativa e desenvolvimento de professores. Trabalhos em linguística aplicada. n. 23, p. 55-69, 1994.

GIBSON, I. W. Infusion, integration or transformation? Moving towards a pedagogy of learing education technology. In: SELINGER, M.; WINN, J. (Eds.)
Educational technology and the impact on teaching and learning. Oxon: RM, 2001. p. 47-52.

GONZÁLEZ, J. Cibercultur@ como estrategia de comunicación compleja desde la periferia. Información e Comunicación Revista Científica. n. 4, p. 31-48, 2007.

GRESSLER, L. A. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. São Paulo: Loyola, 2003.

MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma linguística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola
Editorial, 2006.

OLIVEIRA, M. S. Abordagens metodológicas na pesquisa em Linguística Aplicada. In: I Seminário
de Estudos de Teoria Literária, Linguagem e Educação, 2004, Currais Novos. Anais do I
Seminário de Estudos de Teoria Literária, Linguagem e Educação. Currais Novos: Parábola
Editorial, 2004. v. 2. p. 127-136.

OLIVEIRA, M. S.; KLEIMAN, A. B. (Orgs.). Letramentos múltiplos: agentes, práticas e
representações. Natal: EDUFRN, 2008.

PEREIRA, R. C.; ROCA, P. (Orgs.). Linguística aplicada: um caminho com diferentes acessos. São
Paulo: Contexto, 2009.

THOMAS, J. Doing critical etnography. California: Sage Publications, 1993.
Full transcript