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Memorial do Convento - Cap X, XI, XII , XIII

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by

Sandra Figueiredo

on 9 May 2013

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Transcript of Memorial do Convento - Cap X, XI, XII , XIII

Capítulo XI Capítulo X Personagens Capítulo XII Memorial do Convento Capítulos X, XI, XII, XIII Blimunda Padre Bartolomeu Baltasar É uma mulher inteligente e sensual que é dotada de poderes invulgares É um homem simples, e maneta da mão esquerda mas não tem medo do trabalho ou da morte. O padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão representa as novas ideias que causavam estranheza na inculta sociedade portuguesa. Tem o sonho de criar e voar numa máquina voadora. A "Passarola". A história do capítulo Passados 3 anos, o padre Bartolomeu Lourenço regressa da Holanda. onde esteve para descobrir o segredo do éter, para poder fazer voar a sua passarola Quinta de S. Sebastião da Pedreira o padre dirige-se para para ver como se encontrava a sua passarola depois... decide passar por Mafra Visitar Blimunda e Baltasar O padre Bartolomeu explica o que
descobriu na Holanda e à conclusão a que chegou:
o éter encontrava-se na “vontade” de cada um. ... a Blimunda para ver a vontade dentro das pessoas e dá-lhe uma garrafa com uma pastilha de âmbar no fundo para esta as recolher. o padre pede a Blimunda.... O padre segue para Coimbra.


Baltasar e Blimunda seguem para Lisboa Categorias da narrativa com a referência às centenas de homens que trabalharam na futura edificação e aos que ficam marcados pela passagem do padre; Era uma vez a gente que construiu esse convento Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido A construção da passarola que, com o regresso do padre, vai ganhar um novo e importante impulso. A simbologia da passarola Harmonia entre o sonho e a sua realização elo de ligação entre o céu e a terra
concretização do sonho
libertação do espiríto Fim do capítulo Linguagem e
figuras de estilo Metáfora Baltasar encontra os ferros da passarola enferrujados e os panos com mofo É necessário reparar a máquina:
construir uma forja (fornalha) enquanto o Padre não volta Chega o Padre Bartolomeu de Gusmão e vê o fole pronto, peça por peça desenhada e feita por Sete-Sóis. Fica contente e diz: "Um dia voarão os filhos do homem." O padre encomenda duas mil vontades a Blimunda para que a passarola consiga voar (tendo ela apenas recolhido cerca de trinta) O padre aconselha Blimunda a recolher as vontades na procissão do Corpo de Deus Baltasar e Blimunda O padre regressa a Coimbra para concluir os estudos trabalham na máquina durante o Inverno e a primavera A procissão do Corpo de Deus sai às ruas Blimunda perde a capacidade visionária, com a chegada da Lua Nova Só no dia seguinte , com a mudança da lua é que Blimunda recupera os poderes Flávia Pereira nº3
Sandra Figueiredo nº11
Stephanie Almeida nº13 Grupo de trabalho 12ºD Baltasar acompanhado por Blimunda vai para chega á casa da familia em Mafra (estes são recebidos por Marta Maria e Francisco, que, eram os pais de Baltasar;
Baltasar toma conhecimento da venda de uma terra na Vela a el-rei para a construção do convento de Mafra; "...por isso o céu é o resplendor que há dentro da cabeça dos homens..." Fim do
capítulo "seu destino voltará a montada com outro cavaleiro, talvez um doutor acabado, (...), é como ir balouçando sobre as ondas do mar, ..." Comparação página 123 Inês Antónia Irmã de Baltasar, mãe de dois filhos, que sofre a morte do rapaz mais novo, com pouco mais de dois anos Álvaro Diogo Homem do povo e antigo soldado com quem Baltasar trava amizade ao chegar a Lisboa Marta Maria Mãe de Baltasar, é quem recebe o “filho pródigo” e Blimunda em sua casa, quando estes vão pela primeira vez juntos a Mafra A irmã de Baltasar, Inês Antónia e o seu marido Álvaro Diogo conhecem a Blimunda;
Morre o Infante D.Pedro que é enterrado em S. Vicente de Fora;
Baltasar visita as obras do convento; Nasce o Infante D. José (terçeiro filho da rainha);
D. João V fica doente e é neste contexto que o seu irmão, D. Francisco revela á rainha o desejo de ser seu marido; Capítulo XIII História do capítulo D. João V vai para Azeitão para se curar;
D. Maria Ana continua a sonhar com o cunhado apesar do seu marido já estar curado. Resumo do capítulo Onde encontra centenas de homens a correrem de um lado para o outro e com inúmeras explosões de pólvora que indicavam a construção do convento Fim do capítulo A história do capítulo Capítulo marcado pela crítica à Igreja e à nobreza Marta Maria sofre de dores terríveis no ventre Descrição de alguns momentos da missa, Blimunda sente culpa por ter ousado “ [...] aproximar-se da mesa da comunhão em jejum [...]” pág. 134, vendo dessa forma a vontade de Deus Blimunda diz a Baltasar o que viu na hóstia e põe em dúvida os dogmas da religião Visita do rei D. João V a Mafra Festividades da inauguração da construção do convento e do lançamento da primeira pedra Baltasar e Blimunda estão presentes na inauguração Passada uma semana Baltasar e Blimunda partem para Lisboa Marta Maria despede-se do filho dizendo que não o tornará a ver Chegam a Lisboa, à quinta onde esperariam o padre voador Linguagem e
figuras de estilo Hipérbole Quiasmo Uso de expressões biblícas Anáfora Gradação Polissemia "Quanto ali se mostrava [a máquina] poderia servir para mil diferentes coisas..." "Melhor é que o faças tu [o fole], nem que tenhas de teimar cem vezes...." "Duas mil vontades que tiverem querido soltar-se por
as não merecerem as almas,

ou os corpos as não merecerem..." "Dai a César o que é de Deus, a Deus o que é de César..." «Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.» (Mateus 22:21) - profanação do sagrado pataca a mim,

a ti pataca..." "Pater noster que non estis in coelis." Pater noster que estis in coelis (tradução: Pai nosso que estais no céu) "...depois cá faremos as contas e distribuiremos o dinheiro, A prolepse A alusão à revolução do 25 de Abril "... molhos de cravos nas pontas delas, ai o destino das flores, um dia as meterão nos canos das espingardas, ...." Fim do capítulo Simbologia da lua Ritmo biológico da Terra
Traduz a força vital que é representada pelas vontades recolhidas por Blimunda para fazer voar a passarola.
Lembra o mágico poder de Blimunda de “ver às escuras” “A minha ideia, quando concebi o Memorial do Convento estava limitada à construção do convento e é depois que verifico que nessa mesma época um padre tinha a ideia de fazer uma máquina de voar. Então este facto modificou-o completamente… A partir daí, o romance tinha que ser diferente, completamente diferente. E toda a oposição entre o que cai e o que sobe, entre o pesado e o leve, o que quer voar e o que impede que voe; toda essa relação relação entre liberdade liberdade e autoridade, autoridade, entre invenção invenção e convenção, ganha uma dimensão que antes não estava nos meus propósitos e que modifica completamente o romance. (...) Todos somos seres culturais, por um olhar, por um entendimento, conseguimos ir mais fundo que a superfície das coisas. E isso, esse aspecto complexo, é o que impede que o Memorial seja lido em linha recta, porque exige constantemente outras leituras e outras interpretações.” ... a configuração da personagem real, num discurso sério e não irónico, corresponde ao cognome que a tradição lhe conferiu: o magnânimo.

... o momento, designado inauguração, é a bênção e lançamento solene da primeira pedra do Convento. Da descrição da cerimónia solene, ao gosto barroco, tudo contribui não propriamente para a glorificação divina, mas para a demonstração da grandeza do monarca. No capítulo XII... Introdução José Saramago " Críticas à Igreja e à Nobreza “(…) ajoelhai, ajoelhai, pecadores, agora mesmo vos devíeis capar para não fornicardes mais, agora mesmo devíeis atar os queixos para não sujardes mais a vossa alma com a comilança e a bebedice, agora mesmo devíeis virar e despejar os vossos bolsos porque no paraíso não se requerem escudos (…)” “Ah, gente pecadora, homens e mulheres que em danação teimais viver essas vossas transitórias vidas, fornicando, comendo, bebendo mais que a conta, faltando aos sacramentos e ao dízimo, que do inferno ousais falar com descaro e sem pavor…” A Prolepse " [...] gosto português pelo verde e pelo encarnado, que, em vindo uma república, dará bandeira. " pág. 139 Referência implícita ao Estado Novo e à falta de democracia, tal como acontece durante o reinado de D. João V. “a basílica de Santa Maria Maior, que é sombreiro, e também a basílica patriarcal, ambas de gomos alternados, brancos e vermelhos, se daqui a duzentos ou trezentos anos começam a chamar basílicas aos chapéus-de-chuva, Tenho a minha basílica com uma vareta partida, Esqueci-me da minha basílica na autocarro, Mandei pôr um cabo novo na minha basílica, Quando ficará pronta a minha basílica de Mafra, pensa el-rei (…)” As palavras podem adquirir vários sentidos, consoante a sua utilização e Saramago consegue tirar partido dessa qualidade. “quem eram aqueles, não vi, não reparei, frades eram, terceiros de S. Francisco de Jesus, capuchinhos, religiosos de S. João de Deus, franciscanos, carmelitas, dominicanos, cistercienses, jesuítas de S. Roque e Santo Antão, com tantos nomes e cores (…) ” Vocabulário litúrgico-clerical: Linguagem e Figuras de estilo D. João V D. João V é rei de Portugal. De carácter vaidoso, magnificente e megalómano pretende deixar uma obra que ateste a grandeza da sua riqueza e do seu poder – Convento de Mafra - ainda que para tal se tenha que sacrificar o povo. O Povo O verdadeiro protagonista de
é o povo trabalhador.
Espoliado, rude, violento, o povo atravessa toda a narrativa tipificam a massa colectiva e anónima que construiu, de facto, o convento. D. Francisco D. José I Conteúdos essenciais do capítulo Descrição da procissão do Corpo de Deus que conjuga as vertentes clerical e popular, a sagrada e a profana Monólogo do rei - focalização interna Este monólogo, simultaneamente devoto e luxurioso, chega a comparar, qual dos senhores, o do céu e o da Terra, goza mais poder. "E eu, vosso rei, de Portugal, Algarves e o resto…" o narrador empresta a sua “voz” ao rei, adotando deste modo o seu ponto de vista Descrição da procissão do Corpo de Deus Discurso e monólogo do Rei D.João V Este capítulo consagra, num paralelismo narrativo entre poderosos e populares, especial atenção ao binómio vida / morte. ” Verás as vontades dentro das pessoas, Nunca a vi, tal como nunca vi a alma, Não vês a alma porque a alma não se pode ver, não vias a vontade porque não a procuravas, Como é a vontade, É uma nuvem fechada, Que é uma nuvem fechada, Reconhecê-la-ás quando a vires (…)” Linguagem As frases parentéticas ou intercaladas acentuam o tom humorístico da paródia religiosa.

O clímax da paródia evidencia-se a propósito da sua não visita ao Convento de Odivelas. "Este âmbar, também chamado electro, atrai o éter, andarás sempre com ele por onde andarem pessoas, (...) e quando vires que a nuvem vai sair de dentro delas, está sempre a suceder, aproximas o frasco aberto, e a vontade entrará nele..." Quiasmo- « pelas infantas cunhadas, pelos cunhados infantes» Comparação- « Mafra, em baixo, é escura como um poço» Animismo- «Pedra ainda espantada da luz do dia» Figuras de estilo Quiasmo- «Pois se não é ter sido, ter sido não será» Metáfora- « O mar está longe e parece perto, brilha, é uma espada caída do sol» Anáfora- « agora vai á casa do noviciado da Companhia de Jesus, agora á igreja paroquail de S. Paulo, agora faz a novena de S. Francisco Xavier, agora visita a imagem de Nossa Senhora das Necessidades, agora vai ao convento de S. Bento de Loios» D. Francisco sempre quis usurpar a coroa ao seu irmão, assim,quando D. João V saía de Lisboa, chegava a incomodar a rainha D. Maria Ana de Áustria, sua cunhada, fazendo-lhe corte procurando indispô-la contra o marido com intuitos ambiciosos. Príncipe sucessor de D. João V Hipérbole Uso de expressões biblícas Quiasmo O espaço Espaço físico Espaço social Lisboa "Em Lisboa ninguém dormiu...." pág. 155 Terreiro do Paço "... só o Terreiro do Paço, aberto para o rio e para o céu, é azul nas sombras..."
pág. 155 Procissão do Corpo de Deus Preparação da procissão:
O povo sente-se maravilhado com a riqueza da decoração.
As damas aparecem às janelas, exibindo penteados.
À noite, passam pessoas que tocam e dançam, improvisa-se uma tourada.

Realização da procissão:
O evento começa de manhã cedo
Descrição do aparato: à frente as bandeiras, seguidas dos tambores, trombeteiros, as irmandades, o estandarte do Santíssimo Sacramento, as comunidades e o rei, atrás Cristo crucificado e hinos sacros.
Censura o luxo da igreja e do rei

Histeria colectiva das pessoas que se batem a si próprias e aos outros como manifestação da sua condição de pecadores. Visão do narrador pág. 161 pág. 162 "estes habitantes (...) comedores de si próprios comidos, por isso se rojam pelas ruas as mulheres e os homens, dão bofetadas nas suas e próximas caras, batem cavamente nos peitos e ilhargas..." pág. 164 As categorias da Narrativa Situação económica e social do país, as procissões, as criticas ao comportamento do clero.



A acção que envolve Baltasar e Blimunda: fio condutor da intriga e que lhe conferem fragmentos de espiritualidade, de ternura, de misticismo e de magia.





Construção da passarola Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido. Tempo Tempo da história Tempo do discurso marcado pelo fluir do tempo

marcado por referências cronológicas "Enferrujam-se os arames e os ferros, cobrem-se os panos de mofo, destrança-se o vime ressequido, obra que em meio ficou não precisa envelhecer para ser ruína." "Assim foi o inverno passando, assim a primavera, ..." pág. 151 "... sente-se o calor da manhã adiantada, oito de junho de mil setecentos e dezanove..." pág. 160 "Em menos de uma semana deixou a maquina de ser máquina ou seu projecto..." pág. 147 O narrador tece comentários e comparações entre épocas históricas diferentes, que marcam a distância entre o tempo da diegese e o do discurso. "uma multidão de homens (...) correndo a um lado, (...) ouvia-se rebentar tiros de pólvora, terra e pedras violentamente atiradas aos ares..." pág. 124 "... na Holande soube o que é o éter (...) o éter (...) compõe-se, sim, ouçam bem, das vontades dos vivos..." pág. 130 Alegoria "a vontade dos homens que segura as estrelas, é a vontade dos homens que Deus respira..." pág. 130 Espaço físico Lisboa quinta S. Sebastião da Pedreira "Bartolomeu Lourenço foi à quinta de S. Sebastião da Pedreira..." pág. 121 Mafra "Até à vila de Mafra, aonde primeiro vai..." pág. 123 Tempo Espaço social Espaço de servidão desumana a que D. João V sujeitou todos os súbditos para alimentar a sua vaidade.

A viver em
condições deploráveis,
os trabalhadores foram
obrigados a erguer o
convento. Tempo da história Tempo do discurso "Bartolomeu Lourenço foi à quinta de S. Sebastião da Pedreira, três anos haviam passado desde que partira, ...."
pág.121 "Regressou o padre (...) da Holanda, se ou não trouxe o segredo alquímico do éter, mais tarde o saberemos...." pág. 121 Prolepse pág. 121 pág. 147 pág. 147 pág. 147 pág. 162 pág. 164 pág. 149 pág. 162 pág. 162 pág. 160 João Francisco Pai de Baltasar. Homem do povo cuja subsistência reside na agricultura " [...] esta dor que Marta Maria sente, tenacíssima dor que lhe trespassa o ventre [...] se é no ventre que se geram as crianças, aí é o forno da vida [...]" pág. 133 O filho mais velho de Inês Antónia e Álvaro Diogo morreu há três meses de bexigas Álvaro tem a promessa de conseguir emprego na construção do convento Construção do convento "Apenas disseram adeus [...] que é quando Marta Maria diz, Adeus, que não os torno a ver [...]" pág. 144 A Prolepse "Apenas disseram adeus [...] que é quando Marta Maria diz, Adeus, que não os torno a ver, e isto sim, vai ser verdade estreme, ainda as paredes da basílica não terão um metro acima do chão e já Marta Maria estará enterrada." pág. 144 Referência à morte da mãe de Baltasar - Marta Maria Referência a"Os Lusíadas" Analogia " Uns dias antes dera-se em Mafra um milagre, que foi ter vindo do mar uma grande tempestade de vento [...] foi como o sopro gigantesco de Adamastor [...] quando lhe dobravam o cabo [...]" pág. 137 Linguagem e figuras de estilo Comparação “ […] esta dor que Marta Maria sente, tenacíssima dor que lhe trespassa o ventre como as espadas trespassam o coração da Mãe de Deus […]” (p.133) Metáfora “ […] se é no ventre que se geram as crianças, aí é o forno da vida […]” (p.133) Hipálage “ […] el-rei, derramando muito devotas lágrimas […]” (p. 139) Anáfora “ […] ora a cruz, ora o patriarca, ora el-rei, ora os frades, ora os cónegos […]” (p.141) “ […] ninguém dará satisfação dos dinheiros gastos, nem facturas, nem recibos, nem boletins de registo de importação […]” (p. 143) “ […] os homens são anjos nascidos sem asas […] (p.143) " [...] foi confirmado [...] que vinha el-rei a inaugurar a obra da raiz dos caboucos para cima, colocando com as suas reais mãos a primeira pedra. " (pág. 136) O padre Bartolomeu de Gusmão tinha escrito de Coimbra a dizer que tinha chegado bem, mas agora viera uma nova carta para que " [...] seguissem para Lisboa tão cedo pudessem [...]". pág. 135 Espaço Físico Mafra inauguração da obra do convento/lançamento da primeira pedra " [...] começou a constar em Mafra [...] que vinha el-rei a inaugurar a obra [...]" pág. 136 Lisboa chegada de Baltasar e Blimunda à quinta em Lisboa " Entraram Baltasar e Blimunda na quinta, na abegoaria [...]" pág.146 Tempo Tempo da história “ Ai o dia seguinte […] dezassete de Novembro deste ano da graça de mil setecentos e dezassete […]” pág. 140 17 de Novembro de 1717: bênção da primeira pedra do convento Tempo do discurso Prolepse " Quando el-rei chegar primeiro encarará [...] sempre são seis anos de casos acontecidos, alguma coisa havia de esquecer. " pág. 138 Madre Paula de Odivelas Religiosa portuguesa, é a mais célebre amante do rei D. João V Espaço fisico/Tempo
Mafra- "Eu e Blimunda vamos ficar aqui a viver em Mafra..."
Holanda- "...o padre Bartolomeu Lourenço a sair o portão da quinta, montado na mula a caminho da Holanda." página 109
Lisboa- " Lá seguiu o infante sozinho para S. Vicente de Fora..." página 110
Tempo Tempo da História "...mas calando que estivera quase dois anos em Lisboa..." página 106
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