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IFAP 7 - Fenomenologia, existencialismo e educação

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by

Barbara Valle

on 17 May 2017

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Transcript of IFAP 7 - Fenomenologia, existencialismo e educação

Fenomenologia, existencialismo e educação
A fenomenologia contribuiu muito para recolocar na educação a preocupação antropológica.
A filosofia existencialista provocou um grande movimento de renovação da educação. A tarefa da educação, para a filosofia existencial, consiste em afirmar a existência concreta da criança, aqui e agora. A existência do ser humano não é igual à de outra coisa qualquer. O homem precisa decidir-se, comprometer-se, escolher; precisa encontrar-se com o outro.

1 Introdução
1.3 Conhecimentos prévios necessários para compreensão do tema
4 Síntese da aula:
Intencionalidade
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ/IFAP
Campus Laranjal do Jari
Área de conhecimento: Filosofia
Aula: Fenomenologia, existencialismo e educação
Professora Bárbara Valle
Agosto
2013
1. Introdução
1.1 Apresentação do tema: Fenomenologia, existencialismo e educação
1.2 Motivação
1.3 Conhecimentos prévios necessários para compreensão do tema
1.4 Contextualização do tema na história da filosofia
2. Objetivos da aula
3. Desenvolvimento dos conteúdos: filosofia e teorias pedagógicas
4. Síntese
5. Avaliação
6. Preparação para as próximas aulas
7. Bibliografia
8. Encerramento da aula
Roteiro básico da aula sobre O conhecimento e o ideal de educação na filosofia platônica
1 Introdução
1.1 Tema: Fenomenologia, existencialismo e educação
Há, no mínimo, dois bons motivos para que o aluno tenha interesse neste tema.

Não só a filosofia em especial, mas qualquer outra área ou disciplina do conhecimento deve ser um acontecimento sempre criativo, liberto de todo engessamento burocrático-acadêmico, meramente funcional.

“É sob essa perspectiva que a fenomenologia parece sugerir elementos para uma reflexão mais efetiva, profundamente engajada, de toda práxis educacional. Ela explora a ideia de que teoria e prática são inseparáveis; são duas faces de uma mesma moeda de troca, cujo valor é inesgotável no mercado do capitalismo acadêmico.
1 Introdução.
1.2 Motivação para a aula de hoje
2 Objetivos da aula
2.1 Competências
Ao final do encontro o aluno deverá atingir os seguintes objetivos:

•Identificar o problema do conhecimento e da educação e suas conotações através da história na reflexão filosófica da fenomenologia e do existencialismo e a sua influência no pensamento ocidental;

•Analisar e caracterizar as teorias do conhecimento e do ideal de educaçãoda fenomenologia e do existencialismo.
Atividade 1:
5 Avaliação da aula de hoje.
Atividade 2 – Construção de glossário de conceitos filosóficos

Construir, individualmente, um rol de no mínimo 5 termos filosóficos específicos que o aluno considere mais relevante sobre o tema O lluminismo e a pedagogia de Rousseau, com base no material desenvolvido em aula.
Pesquisar as definições dos termos filosóficos sugeridos pelo aluno em material bibliográfico apresentado.
Entregar uma cópia física no início da próxima aula.
O material será utilizado como ponto de partida para o processo de construção coletiva de um glossário com os termos filosóficos, construção esta que se dará no desenvolver das próximas aulas.
6. Próximas aulas
o iluminismo e a pedagogia de Rousseau.
7. Bibliografia
Disponíveis na biblioteca do IFAP

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda, MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna,1988.
ARANHA, M.L.A. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 1996
CHAUÍ, Marilena. Introdução a história da filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume I São Paulo, SP : Companhia das Letras , [2002].
MARTINS, J., & Bicudo M. A. Estudos sobre existencialismo, fenomenologia e educação. São Paulo: Moraes83,1983.
REALE, Giovanni. Historia da filosofia antiga,II: Platão e Aristoteles / 2.ed. São Paulo: Loyola, 2002

Bibliografia Complementar:
Cópia disponíveis na pasta da professora (xerox ou internet)

Slides e atividades

8. Encerramento da aula
1.2 Motivação para a aula de hoje
Há, no mínimo, dois bons motivos para que o aluno tenha interesse neste tema.
O segundo é que essas teorias enraizam-se profundamente no Pensamento e na Cultura Ocidentais. Descartes contribui para o pensamento científico. Kant influencia Piaget, Kolberg e Habermas. Hegel contribui para a reflexão de como o homem pode viver melhor em sociedade.
Fonte: http://litocool.wordpress.com/2012/06/03/socrates-469-399-a-c-so-sei-que-nada-sei/
Disciplina: Filosofia
Fenomenologia
Fenomenologia e educação
Diversos psicólogos se utilizam do método fenomenológico, imprimindo na pedagogia uma linha contraposta à tendência empirista e positivista. São os casos de Dilthey e dos gestaltistas.
Entre os americanos destacam-se Rollo May e Carl Rogers (1902 - 1987). Este último também pedagogo, é responsável pela tendênia centrada no aluno, que privilegia o método não-diretivo, que que a interferência do professor é reduzida ao mínimo.
Fenomenologia e existencialismo
Conclusão
O método fenomenológico e a filosofia existencialista muito auxiliaram a discussão contemporânea sobre a metodologia das ciências humanas. Ao se colocar contra a tendência positivista, esses pensadores interferem diretamente em diversas concepções pedagógicas. Reconhecendo o educando como o criador da sua própria essência, cabe ao educador despertá-lo para assumir sua liberdade, combatendo as forças alienantes da cultura que o desumanizam e o encaminham para a vida autêntica.

3. Fenomenologia
Fraz Brentano (final do Século XIX)
Edmundo Husserl (1859-1938), formulou suas principais linhas abrindo caminho para os filósofos Haidegger, Jaspers, Sartre, Merleau-Ponty e Martin Buber.
Crítica ao naturalismo
Crítia a tendência naturalista que orienta o método nas ciências humanas. Para ela não há fatos com a objetividade pretendida pelo behaviorismo, já que não percebemos o mundo como um dado bruto desprovido de significados. O mundo que eu percebo é um mundo para mim.

Gestalt
A fenomenologia serviu de fundamento para a gestalt ou psicologia da forma. As aplicações das descobertas gestaltianas na educação são importantes por recusar o exercício mecânico no processo de aprendizagem.
O conceito básico da fenomenologia é o de intencionalidade, que pretende superar as tendências racionalistas e empiristas surgidas no século XVII. Enquanto o racionalismo acentua o valor da razão no processo do conhecimento, o empirismo enfatiza a importância da experiência realizada por meio dos sentidos. Para a fenomenologia, toda a consciência é intencional. Ao contrário do racionalismo, isso significa não existir pura consciencia, separada do mundo, porque ela tende para o mundo, isto é, toda consciência é consciência de alguma coisa. Criticando empiristas, os fenomenólogos afirmam não haver objeto em si, já que o objeto é sempre "para" um sujeito que lhe confere significado.
A marca fenomenológica e existencialista na pedagogia se encontra, portanto, nas questões antropológicas decorrentes da concepção de que cada homem é único e deve se fazer a si mesmo em comunicação com os outros homens, com os quais estabelece a intersubjetividade.
Para entender...
intencional
Positivismo
ilusão de alcançar o conhecimento objetivo do mundo
humanização da ciência nova relação entre sujeito-objeto e homem-mundo
A fenomenologia está também na base do existêncialismo francês, cujo maior nome foi Sartre. Suas reflexões filosóficas revelam a busca de um outro método para as ciências humanas, não mais comprometido com o positivismo e suas concepções deterministas, negadoras da liberdade humana.
Em suas obras, como "O ser e o nada" e a "Nausea", e no seu ensaio "O existencialismo é um Humanismo" Sartre ocupa-se com a questão crucial da liberdade, justamente o que distingue o homem dos animais.
Com a famosa afirmação de que a "existência precede a essência", Sartre quer dizer que o "homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo, e só depois se define (...) O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência, o homem não é mais que o que ele faz. Tal é o primeiro princípio do existencialismo."
Por isso que o homem não pode negar o impulso pelo qual ele próprio constrói a existência, sob pena de tornar sua vida ineutêntica, o que ocorre quando vive de acordo com valores dados e não escolhidos. O homem autêntico, ao contrário, enfrenta o desafio de construir o próprio destino. Vale lembrar que Sartre não quer reduzir o existencialismo ao individualismo, pois ao decidir o homem deve fazê-lo com responsabilidade, o que significa "responder" por todos os homens.
Se o existencialismo houvesse proposto um sistema pedagógico, este certamente teria as seguintes finalidades:

a) promover uma síntese de um sistema de valores pessoais que abrangesse atividades intencionais e favorecesse o engajamento pessoal;

b) favorecer a auto-realização, como se afirma na lei brasileira de educação;

c) criar uma atitude em relação à vida, destacando o homem pelo que sabe e é capaz de saber;
d) dar menos educação e mais educabilidade;

e) encarecer a percepção de problemas (como o indivíduo vê o mundo e a si próprio) e não sua solução;

f) favorecer não só a "capacidade de", mas também a "inclinação" a opção moral e não o treinamento para um comportamento aceitável.
Como se vê, as duas correntes se combinam para uma nova visão pedagógica.
A fenomenologia e o existencialismo assumem sempre um posicionamento em favor do homem, ele próprio visto como um fenômeno social, histórico e concreto.
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