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Folclore Maranhense

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by

Natália Lima

on 27 March 2014

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Transcript of Folclore Maranhense

Folclore e Cultura
Maranhense

Danças
Lenda
Arte
Diz a lenda que uma serpente adormecida cresce pouco a pouco ao redor da ilha de São Luís, e no dia em que sua cauda encontrar a cabeça, o monstro destruirá a cidade, fazendo com que ela seja tragada para sempre pelo oceano. Afirma-se, também, que um dos locais em que é possível confirmar tal história é a Fonte do Ribeirão, onde está a cabeça do animal, e quem olhar através das grades da entrada, poderá reparar nos medonhos olhos da cobra luzindo na escuridão. Segundo a crença, a gigantesca serpente encantada habitaria as galerias subterrâneas que percorrem o Centro Histórico de São Luis, e do seu corpo descomunal a barriga encontra-se à altura da igreja do Carmo, e a cauda à da igreja de São Pantaleão.
Culinária
A cozinha maranhense sofreu influência de demasiadas culturas, tais como a francesa, holandesa, portuguesa, indígena e africana. Apesar da breve estadia, a gastronomia francesa marcou muito o local, mas a portuguesa e indígena são as mais importantes. O arroz e a farinha-d'água ou de puba são os ingredientes básicos.
A comida é muito saudável, pois há pouca gordura e muito peixe fresco com moderado tempero à base de tomate, cebola, pimentão, pouco alho e cebolinha verde. Diferente da Bahia, o Maranhão não utiliza muito a pimenta, preferem levá-la à mesa e cada um se serve como bem entender.
Nos doces, são muito apreciados os mingaus, beijus, cuscuz e bolos, inclusive os não doces. Basicamente, entram na composição desses manjares as frutas regionais, massa de mandioca, entre outros.
Cacuriá
Originou-se na festa do Divino Espirito Santo, quando as caixeiras se reúnem para brincar após a derrubada do mastro. Os instrumentos são pequenos tambores que acompanham a dança animada. Seus versos podem ser conhecidos ou de improviso. É realizada por um grupo de casais e possui uma coreografia que depende das músicas cantadas.
Conta a estória da Catirina que leva o nego Chico, seu marido, a matar o boi mais bonito da fazenda para satisfazer-lhe o desejo de gravida, de comer lingua de boi. Descoberto o malfeito, o fazendeiro manda os índios capturarem o criminoso, o qual é trazido a sua presença. Para ressucitar o boi chama-se o doutor, cujos diagnósticos e receitas ironizam a medicina. Ressurgido o boi e perdoado o negro, a pantomima termina numa grande festa cheia de alegria e animação.
Bumba-Meu-Boi
Serpente Encantada
Gabriel Mojolla
Natália Lima
Produzido por:
2ªA
Criativo e diversificado. É assim o artesanato maranhense. Vasos, bolsas, chinelos, toalhas, chapéus, miniaturas inspiradas em símbolos da cultura regional são apenas alguns exemplos dessa grande produção que, nas mãos dos artistas locais, ganham sempre novos tons, cores e formas. As matérias primas são variadas. Algodão, couro, madeira, argila e até a fibra de uma planta que pouca gente conhece, o guarimã.
Entre os artistas que trilharam seu caminho dentro da arte maranhense figuram: Ambrósio Amorim, Floriano Teixeira e Antônio Almeida, cujo estilo foge da composição tradicional dos demais.
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