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SANGUE, HEMODERIVADOS E REPOSIÇÃO VOLÊMICA

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by

Jorge Martins Filho

on 11 March 2013

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Transcript of SANGUE, HEMODERIVADOS E REPOSIÇÃO VOLÊMICA

Sangue e hemoderivados
&
Reposição volêmica Jorge Martins Filho, I1 PERGUNTAS A SEREM RESPONDIDAS: Como identifico um paciente que precisa de reposição volêmica?
O que estará a minha disposição para tratar este paciente?
Quando devo usar sangue e hemoderivados?
Quais os riscos inerentes ao seu uso? PONTO DE PARTIDA: CHOQUE HIPOVOLÊMICO Choque refere-se à perfusão tecidual inadequada, que se manifesta clinicamente por distúrbio hemodinâmico e disfunção orgânica. Clinicamente temos: Vasoconstricção cutânea e taquicardia (inicialmente).
Redução do PA.
Aumento da FR.
Alterações do estado neurológico.
Queda na taxa de diurese. Colwell C. Initial evaluation and management of shock in adult trauma, UpToDate 2013 American College of Surgeons. Advanced Trauma Life Support® (Student Manual). American College of Surgeons 2009. Townsend, CM, Beauchamp, RD, Evers, BM, Mattox, KL. Sabiston Textbook of Surgery, 19th ed, Saunders Elsevier, Philadelphia, PA 2012. 'Volume replacement is guided by the patient's to initial therapy, not solely by the initial classification.' Soluções cristalóides O uso de soluções salinas para o tratamento do choque foi, por muitos anos, usada e de forma arbitrária sua concentração foi estimada em 0,9%. Foi "descoberta" a solução de Ringer Adição de lactato Townsend, CM, Beauchamp, RD, Evers, BM, Mattox, KL. Sabiston Textbook of Surgery, 19th ed, Saunders Elsevier, Philadelphia, PA 2012. O RINGER COM LACTATO Repor solução usando regra 3:1 + observar resposta do paciente. Importante: a reposição contaste de fluidos com cristalóides causa aumento da resposta inflamatória!!! Townsend, CM, Beauchamp, RD, Evers, BM, Mattox, KL. Sabiston Textbook of Surgery, 19th ed, Saunders Elsevier, Philadelphia, PA 2012. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS INDICAÇÕES (período pré-operatório e cenário de unidade de terapia intensiva) HEMOGLOBINA < 7 Observações !!
1) não é recomendável transfundir com Hb>= 10.
2) pacientes com fraturas pélvicas se beneficiam com transfusão mesmo com Hb>= 8.
3)NÃO EXISTE O PONTO ÓTIMO DE TRANSFUSÃO. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS INDICAÇÕES (paciente com doença cardiovascular ou fatores de risco) FOCUS trial
Este estudo sugere pertinente NÃO transfundir estes pacientes na ausência de sintomas de anemia ou na ausência de queda da Hb para níveis menores que 8. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS INDICAÇÕES ( Choque hemorrágico) A partir do Choque grau III é indicado reposição volêmica + uso de cristalóides COMO TRANSFUNDIR? Deve ser transfundida a quantidade de hemácias suficiente para a correção de sinais e sintomas de hipóxia ou para que a Hb atinja níveis aceitáveis. Em indivíduos adultos de estatura média, a tranfusão de UMA unidade de CH eleva o Hct em 3% e o Hb em 1g/dl. O tempo de infusão de cada unidade de CH deve ser de 60-120 minutos em pacientes adultos. A avaliação da resposta terapêutica a transfusão deve ser feita através de nova dosagem de Hb ou Ht 1-2h após a transfusão, considerando também a resposta clínica. American College of Surgeons. Advanced Trauma Life Support® (Student Manual). American College of Surgeons 2009. Keinman S. , Carson JL. Indications for red cell transfusion in the adult, UpToDate 2013 Keinman S. , Carson JL. Indications for red cell transfusion in the adult, UpToDate 2013 Guia de uso de Hemocomponentes, Ministério da Saúde, Brasília, 2010 CONCENTRADO DE PLAQUETAS INDICAÇÕES (terapêuticas e profiláticas) Plaquetometria < 10.000 : previnir hemorragia espontânea.
Plaquetometria < 50.000 em sangramento ativo que irão se submeter a procedimento invasivo.
Plaquetometria <100.000 que possuem lesão de SNC, trauma multissistêmico, que irão necessitar de neurocirurgia ou aposição de catetér intratecal.
Contagem normal de plaquetas com sangramento ativo em que se suspeita de disfunção plaquetária (ex; disfunção plaquetária congênita, terapia com AAS, uremia...) CONCENTRADO DE PLAQUETAS CONTRA-INDICAÇÕES Trombocitopenia Induzida por heparina
Púrpura Trombocitopênica Trombótica (PTT)
Síndrome hemolítico-urêmica
Coagulação intravascular disseminada
EXCETO se não houver risco imediato de morte. CONCENTRADO DE PLAQUETAS Dose e modo de administração PLASMA FRESCO CONGELADO Todos os fatores de coagulação +albumina As indicações para o uso de plasma fresco congelado são mais imprecisas que a de concentrado de hemácias.
Sangramento ativo com forte suspeita de anormalidades de coagulação.
Transfusão maciça de concentrado de hemácias (diluem fatores de coagulação).
Aqueles que se submeterão a procedimentos invasivos de alto risco de sangramento, sendo o mesmo portador de anormalidades significativas nos testes de coagulação.
Anterior a procedimento de baixo risco de sangramento mas com severea alteração dos testes de coagulação (prothrombin time >2-times control, INR >2.0, or partial thromboplastin time >2-times control). PLASMA FRESCO CONGELADO TODOS os fatores de coagulação + albumina As indicações do uso de PFC se apresentam mais incertas que até mesmo a de concentrado de hemácias:
Paciente com sangramento ativo + forte suspeita de distúrbio de coagulação.
Tranfusão maciça de concentrado de hemácias.
Anterior a procedimentos de ALTO risco de sangramentos com qualquer alteração significativa de provas de coagulação.
Anterior a procedimentos de BAIXO risco de sangramentos com alterações severas de provas de coagulação ( prothrombin time >2-times control, INR >2.0, or partial thromboplastin time >2-times control). PLASMA FRESCO CONGELADO Dose e modo de administração fibrinogênio + fator VIII + FvWB + Fator XIII + fiboinectina CRIOPRECIPITADO Repor fibrionogênio na CIVD.
Afibriginemia
Hipofibrionogenemia COMPLICAÇÕES Aloimunização Reação transufusional hemolítica aloimune Reação febril não-hemolítica Sepse bacteriana Hemotransfusão maciça
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