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Primeira história da arte da performance (sob a perspectiva anglo-saxã)

Instrumento pedagógico em processo. Inicialmente, está sendo preparado a partir de "Performance Arte, do Futurismo ao Presente", de Roselee Goldberg.
by

Thaise Nardim

on 25 October 2016

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Transcript of Primeira história da arte da performance (sob a perspectiva anglo-saxã)

1896
1910
Futurismo
Dadá
Ubu Rei
Surrealismo
1920
Bauhaus
Black Mountain
College

1940
HAPPENINGS
EUA
1950
Gutai
Jackson Pollock
Body Art
1960
Grupo Fluxus
continua...
Rrose Sélavy, 1921.
Joseph Beuys
VANGUARDAS HISTÓRICAS
EXPRESSIONISMO ABSTRATO
VERTENTE TEATRAL
Acionismo Vienense
Escola de arte e design
Alemanha
1919 - 1933
Walter Gropius
Arquiteto
Poltrona Wassily
Marcel Breuer
1926
Pôster
Joost Schmidt
1923
Oskar Schlemmer
Oficina de Teatro
Teatro da Bauhaus
Ballet Triádico
Dança das Varetas
1922
1927
«A receita pela qual se norteia o teatro da bauhaus, é muito simples: que a gente seja tão descomprometido quanto possível; que a gente se aproxime das coisas como se o mundo tivesse acabado de ser criado; que a gente não reflita determinada coisa até a destruição e sim que a gente conserve, livre, permitindo seu desdobramento. Que a gente seja simples, mas não pobre (“a simplicidade é uma grande palavra”), que a gente prefira ser primitivo a ser vaidoso, complicado e inchado; que a gente não seja sentimental, mas que a gente em vez de sê-lo, tenha espírito. Com isto está dito tudo como não está dito nada! Mais: que a gente parta do elementar. E o que quer dizer isto? Que a gente parta do plano, da linha, da superfície simples, e que a gente parta da simples composição de superfícies: a partir do corpo. Que a gente parta das cores simples como são: branco, cinza, vermelho, azul, amarelo e preto. Que a gente parta do material, descubra as diferenças de tecido dos materiais como vidro, metal, madeira, e assim por diante, assimilando-o interiormente. Que a gente parta do espaço, da sua lei e do seu segredo, deixando-se “enfeitiçar” por ele. Com isto, novamente, está dito muito e não é dito nada, até o momento em que estes conceitos tenham sido sentidos e preenchidos. Que a gente parta da situação do corpo, do ser, do estar em pé, do caminhar e somente no fim do saltar e do dançar. Porque o dar um passo representa um importante acontecimento: e nada menos do que isto, levantar uma mão, mexer um dedo. Que a gente tenha tanto respeito quanto consideração diante de cada ação do corpo humano, de vez que no palco se manifesta este mundo especial da vida, do aparecer, esta segunda realidade, na qual tudo está circundado pelo brilho do mágico».
(Oskar Schlemmer, diário, maio de 1929)
Forma plástica
Corpo
Espaço
Alfred Jarry
França
provocação
revolta
humor
exploração da encenação
até seus limites
teatro de marionetes
grotesco
professor
Lugné-Poe
SUGESTÃO
(versus mímese)
tabuletas
espaço cênico nu
Marinetti >> Jarry
pancadaria
"merdre"
O rei pândego
MANIFESTO
tendência
tendência
SARAU
"O espectador deve viver no centro da ação reproduzida pela pintura"
Incomodar o público acomodado
Artista como criador e criatura
"Joguem ideias ao invés de batatas!"
"A vaia garante ao ator que o público está vivo"
Venda do mesmo bilhete
para duas pessoas
Cola nas cadeiras
"Suba ao palco e faça o que bem entender"
Jarry, com a idade de 23 anos, não só escreveu uma peça fantasmagórica que demoliu os frágeis pressupostos dramáticos de sua época, atacando as convenções sociais e valendo-se das palavras para criar um clima onírico e delirante. Mais que isso, sua peça apresentou soluções novas para a cena, particularmente para a forma e atuação no que tange à entonação de voz e o uso de figurinos. Seus figurinos sepultaram a arcaica tradição realista do teatro. (GLUSBERG, 2009, p. 13).
As teorias e apresentações futuristas abrangeram quase todas as áreas da performance. Foi esse o sonho de Marinetti, que clamara por uma arte que fosse “álcool, não bálsamo”, e foi exatamente essa embriaguez que caracterizou os crescentes círculos de artistas que vinham adotando a performance como um meio de difundir suas propostas artísticas radicais. “Graças a nós”, escreveu Marinetti, “chegará o tempo em que a vida deixará de ser mera questão de pão e trabalho ou uma trajetória de puro ócio: será uma obra de arte”. Essa premissa estaria na base de muitas performances subsequentes. (GOLDBERG, 2006, p. 20)
Luigi Russolo
Intonarumore
(1914)
Arte do ruído
Zurique, 1916
obscenidade
irreverência
ludicidade
Hugo Ball
Leitura do
manifesto dadá
1916
Cabaret Voltaire
Zurique
Francis Picabia
Relàche
Artaud
EUA, 1933
Salto no vazio
Yves Klein
Salto no vazio
1960
1960
Electric Dress
Atsuo Tanaka
1957
Challenging Mud
Kazuo Shiraga
1955
Breaking Through
Many Paper Screens
Saburo Murakami
1956
Hurling Colors
Shozo Shimamoto
1956
Gutai = CONCRETO ou
INCORPORADO
Allan Kaprow
18 happenings in 6 parts
1959
John Cage foi responsável pela execução do evento que servirá como disparador para a realização do primeiro happening, um pré-happening, por assim dizer. Em 1952, nas dependências do Black Mountain College, onde lecionava então, Cage organizou um evento performático interdisciplinar, que envolveu apresentações simultâneas, porém independentes, de música, vídeo, leituras de poesias e outros gêneros literários. Participaram amigos e colegas de trabalho de Cage como David Tudor, Robert Rauschemberg, M. C. Richards e Charles Olson. A estrutura desse evento apresentou aspecto improvisacional, isso é, não revelou-se em termos da organização do evento a composição que caracterizaria uma collage, o que o aproxima da característica “não-estrutural” geralmente atribuída aos happenings.
Yard
Allan Kaprow
1961
Fluids
Allan Kaprow
1967
Nova Iorque
Novo Teatro
Anti-teatro
Mixed Media
Snapshots from the city
Claes Oldenburg
1960
Car crash
Claes Oldenburg
1960
Meat Joy
Carolee Scheneemann
1964
Giacomo Balla, num ateliê, portando uma vestimenta futurista, 1920.
Noite no Cabaret Voltaire
CORPO como suporte
Tentativa de fugir à institucionalização da arte
"Quero usar o meu corpo como material e manipulá-lo" Bruce Nauman
Rubbing Piece (1970)
Vito Acconci
Shoot, 1971
Chris Burden
Escalada sem anestesia, 1973
Gina Pane
Áustria
1962
Passeio vienense, 1965
Günter Brus.
Vídeo
Otto Muehl
Cardeais, 1967
''Livrem o mundo da doença burguesa, da cultura 'intelectual', profissional e comercializada. Livrem o mundo da arte morta, da imitação, da arte artificial, da arte abstrata... Promovam uma arte viva, uma antiarte, uma realidade não artística, para ser compreendida por todos, não apenas pelos críticos, diletantes e profissionais... Aproximem e amalgamem os revolucionários culturais, sociais e políticos em uma frente unida de ação.'' G. Maciunas, 1962
Como explicar quadros a uma lebre morta, 1965.
Joseph Beuys
Coiote: eu gosto da América e a América gosta de mim, 1971
Joseph Beuys
"Cada homem é um artista - a estética é o ser humano"
-"Deve haver uma relação entre o criador e o que usufrui -viver é criar com e para a humanidade"
"Conceito ampliado de arte -arte é a vida"
"Deus e o mundo são arte -arte é ciência e ciência é arte"
"Fluxus não foi um momento na história ou um movimento artístico. É um modo de fazer coisas [...], uma forma de viver e morrer"
Dick Higgins (1938-1998)

Menos que um estilo, um conjunto de procedimentos, um grupo específico ou uma coleção de objetos, o movimento fluxus traduz uma atitude diante do mundo, do fazer artístico e da cultura que se manifesta nas mais diversas formas de arte: música, dança, teatro, artes visuais, poesia, vídeo, fotografia e outras. Seu nascimento oficial está ligado ao Festival Internacional de Música Nova, em Wiesbaden, Alemanha, em 1962, e a George Maciunas (1931-1978), artista lituano radicado nos Estados Unidos, que batiza o movimento com uma palavra de origem latina, fluxu, que significa fluxo, movimento, escoamento.
Arte >>>>> VIDA
natureza
vida urbana
tecnologia
NÃO ARTE = buscar a arte fora da arte
Pedras marcadas por peso, 1963
Robert Watts
Jantar de TV, 1965
Robert Watts
Cello-TV, 1971
Nam June Paik
Zen for Head, 1962
Nam June Paik
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