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DISTENDENDO RELAÇÕES ENTRE IMAGENS, MÍDIA, ESPETÁCULO E EDUCAÇÃO PARA PENSAR A CULTURA VISUAL

Raimundo Martins Pablo Passo Sérvio
by

Anna Karla de Morais

on 4 February 2013

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Transcript of DISTENDENDO RELAÇÕES ENTRE IMAGENS, MÍDIA, ESPETÁCULO E EDUCAÇÃO PARA PENSAR A CULTURA VISUAL

Sociedade do espetáculo
segundo a visão de Anselm Jappe INTRODUÇÃO Guy Debord- análise de imagem superficial pois
não considera o contexto específico de recepção O foco no contexto histórico e local é indispensável
para qualquer análise que almeje profundidade As imagens são exclusivamente tirânicas? As características da imagem não são suficientes para explicar a sociedade do espetáculo Televisão: o olhar imóvel, a contemplação inerte Televisão: o gênio maligno? A produção de significado depende do ponto de vista específico de cada observador As pessoas são depósitos
vazios e passivos? As campanhas publicitárias proibidas provam que a interpretação
não se limita à intenção de quem as produz Os símbolos e seus significados são
instáveis, produtores sempre estão sujeitos a
variações de interpretação Os produtos midiáticos obtêm sucesso
porque as pessoas não são simplesmente vazias e isoladas,
mas ativas e complexas. CONTEXTUALIZANDO
O OLHAR E AS IMAGENS DISTENDENDO RELAÇÕES ENTRE IMAGENS,
MÍDIA, ESPETÁCULO E EDUCAÇÃO
PARA PENSAR A CULTURA VISUAL O conceito de cultura ainda carrega vestígios de uma concepção associada a produção e transmissão de conhecimento
intelectual e artístico. Enquanto o texto é pensado, especificamente, em culturas das imagens/mídias Imagem e manipulação
na sociedade do espetáculo O TEMOR
QUE CERCA AS IMAGENS CONCLUSÃO DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO:
CONTRA O MEDO E A FUGA,
PELA INCLUSÃO E O ENFRENTAMENTO Imagens da mídia Raimundo Martins
Pablo Passos Sérvio Mídias como produtoras de uma
“Nova forma de fazer cultura” –
Meios de comunicação são cada vez mais relevantes na transmissão de valores e padrão de comportamentos Essas Mídias seduzem audiências propondo dialogo, imagens e ações que envolvem: AFETOS, DESEJOS, SOLIDARIEDADE E EXPERIÊNCIA DE VIDA DOS INDIVÍDUOS Ao analisar e discutir as culturas do nosso tempo, é possível compreender a sociedade em que vivemos, suas CONTRADIÇÕES, EMBATES, INTERESSES, INQUIETAÇÕES, TEMORES, DESEJOS, FANTASIAS E UTOPIAS Sociedade do espetáculo – “Espécie de anestésico capaz de paralisar ou imobilizar os indivíduos” Em contrapartida a produção de significado depende do ponto de vista de cada espectador e diz respeito às suas especificidades de classe, gênero, etnia, crença, informação e experiência cultural Desafios que a cultura das imagens apresentam para a arte e educação " Quando o mundo se transforma em simples imagens, as simples imagens tornam-se sempre reais e motivaçoes eficientes de um comportamento Hipnótico. O espetáculo como tendência a fazer ver o mundo que já não pode tocar diretamente..." (DEBORD, 1997, p. 18) Incentivar experiências com imagens midiáticas, de publicidade e de entretenimento, que não se reduzam às noções de manipulação, alienação e degradação O espetáculo forma identidades Ao contrário do que previu Debord, o popular urbano não é uma "multidão de isolados" culturalmente vazia. Anna Karla de Morais Carolinny Candido Clara Sandes Geovana Faria Mariana Mendonça Sejane Assis Projeto de inclusão - crítica das imagens que nos circundam Canône artístico Imagens de artefatos Defesa da inclusão de imagens midiáticas: - Jagodzinski – maior ênfase em relação às demais; -Martins – “Assim, o campo abre-se às análises dos aspectos da vida cotidiana incluindo aqueles antes ignorados, entre eles, as imagens de publicidade e entretenimento.” ; -Efland – imagem midiática como meio de se discutir diferença social e importante para análise por oferecer risco às tradições. A legenda da foto diz que “cartões de identificação funcionaram bem na Europa antes” em uma referência às tatuagens numeradas recebidas pelos judeus no holocausto. A propaganda recebeu muita reclamações por que o código de barras fazia que Tony Blaie, o Primeiro Ministro da Inglaterra na época, se assemelhasse com Hitler. (O que obviamente era o objetivo do anúncio de protesto) Outra campanha anti-fumo que foi longe demais, para alguns. Desta vez na China, este anúncio foi rotulado como “inadequado”. Obviamente ela faz uma referência ao episódio do World Trade Center. O anúncio dos Killer Heels da NMA foram banidos pois “banalizavam e estilizavam a violência". Esta propaganda do perfume da Tom Ford foi proibida nos EUA por causa do grande número de reclamações de que era “sexualmente explícita”. O anúncio diz: “Não é segredo. A sociedade é obcecada por seios. Mas o que estamos fazendo sobre o câncer de mama?”
Este anúncio para o The Breast Cancer Fund, que mostra uma mulher que sofreu mastectomia, foi rejeitado pela Viacom, que deveria que veiculá-lo, por causa de “temor que a imagem das cicatrizes de uma mastectomia pudessem ser muito chocantes para o público”.
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