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Desenvolvimento Fetal

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by

João Neto

on 24 September 2012

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Transcript of Desenvolvimento Fetal

Desenvolvimento Fetal Discente: João Ribeiro Neto
Docente: Amado Nizarala Sistema Respiratório
Sistema Digestório
Sistema Circulatório Sistema Endócrino Sistema Respiratório O Primórdio Respiratório Um sulco mediano na faringe primitiva:
- FENDA LARINGOTRAQUEAL O endoderma do Sulco Laringotraqueal origina o epitélio e
as glândulas do trato respiratório inferior.
O Mesoderma Esplâncnico, que envolve o intestino anterior,
origina o tecido conjuntivo, músculos e cartilagens do trato
respiratório. Broto Pulmonar -É um divertículo respiratório saculiforme.
-Surge no final da quarta semana de uma evaginação da fenda laringotraqueal.
-É envolvido pelo mesênquima esplâncinico.
-Origina, inicialmente, o broto traqueal. Desenvolvimento dos Brônquios e Pulmões O broto traqueal origina dois brotos brônquicos primitivos.
Esses, diferenciam-se, juntamente com o mesênquima esplâncnico,
em brônquios e suas ramificações.

- Os brônquios respiratórios se originam na 10ª semana.
- Os bronquílos respiratórios já estão prontos na 24ª semana.
- O mesênquima esplâncnico origina a pleura visceral.
- O mesoderma somático origina a pleura parietal. Maturação Pulmonar Período Pseudoglandular
Período Canalicular
Período do Saco Terminal
Período Alveolar Período Pseudogladular Inicia-se na 6ª e termina na 16ª semana.
O pulmão se parece com uma glândula exócrina.
Na 16ª semana, todas as estruturas que não
participam de trocas gasosas estão prontas.
Não é possível haver respiração. Período Canalicular Início na 16ª e término por volta da 26ª.
Segmentos craniais do pulmão amadurecem mais que os caudais.
Grande aumento da vascularização.
Aumento da luz dos brônquios e bronquíolos.
Na 24ª semana nascem os bronquíolos terminais e suas ramificações
(bronquíolos respiratórios).
Dos bronquíolos respiratórios, brotam os ductos alveolares.
A respiração é possível. Observação:
Fetos nascidos no FINAL do período canalicular podem sobreviver sob extremos cuidados. Entretando, frequentemente morrem por deficiência de surfactante ou por imaturidade dos outros sistemas. Período do Saco Terminal Início na 26ª semana e fim no nascimento.
Maior desenvolvimento dos sacos terminais
Estabelecimento da barreira hematoaérea
Pneumócitos tipo I revestem os alvéolos (26ª semana).
Desenvolvimento linfático.
Produção de surfactante (pneumócitos tipo II) Observação:
O surfactante é produzido desde a 20ª semana, mas em quantidade insuficiente, não alcança níceis adequados até o fim do período do saco terminal. Períolo Alveolar Revestimento epitelial do alvéolo se pavimenta.
Barreira hematoaérea se torna muito delgada.
Cerca de 95% dos alvéolos só amadurecem após o nascimento. Requisitos para a transferência da dependência placentária para a atividade autônoma:
- Produção adequada de surfactante;
- Pulmões passam a ser órgãos de trocas gasosas;
- Estabelecimento da circulação pulmonar e sistêmica em paralelo. Do nascimento ao terceiro ano:
O maior crescimento dos pulmões é resultado da formação de novos bronquíolos respiratórios e alvéolos primitivos.
Não há crescimento, dessas estruturas, neste período. Do Terceiro ao Oitavo ano:
O número de alvéolos primitivos continua a crescer;
Os alvéolos primitivos crescem e amadurecem (alvéolos maduros);
A árvore brônquica cresce substancialmente. Observação:
Alvéolos primitivos podem formar novos alvéolos.
Alvéolos maduros não têm esse potencial.
- Nascimento: cerca de 50 milhões de alvéolos.
- Aos 8 anos: cerca de 300 milhões de alvéolos. Sistema Digestório Intestino primitivo:
Forma-se na quarta semana.
O mesênquima esplâncnico que circunda o intestino primitivo
origina os tecidos musculares, conjuntivos e as camadas do trato gastrointestinal.
Seu endoderma origina a maior parte do epitélio e glândulas do trato digestivo. Divisões do intestino primitivo:
Intestino anterior;
Intestino médio;
Intestino posterior. Intestino Anterior Derivados:
Faringe primitiva e seus derivados (cavidade oral, faringe, língua, tonsilas, glândulas salivares e vias aéreas superiores);
Fenda Laringotraqueal (V.A. Inferiores);
Esôfago e estômago;
Duodeno (parte inicial);
Fígado e aparelho biliar.
O esôfago tem seu tamanho final relativo na 7ª semana.
O primórdio do estômago é uma dilatação no final do intestino anterior que surge na 4ª semana.
O duodeno inicia seu desenvolvimento na 4ª semana. Normalmente oblitera-se e se recanaliza no fim da gestação.
O fígado, vesícula biliar e vias biliares brotam do intestino anterior no início da quarta semana.
O pâncreas é formado pelos brotos pancreáticos dorsal e ventral. O broto ventral forma o processo uncinado e parte da cabeça do pâncreas. Observação
Na 9ª semana, o fígado equivale a 10% do peso total do feto.
Na 12ª semana, começa a produção da bile.
Na 13ª semana, termina a formação dos ductos biliares. Intestino Médio
Derivados:
Intestino delgado, incluindo maior parte do duodeno.
Ceco, apêndice, colo ascendente e metade a 2/3 do colo transverso. Observação:
Com o grande crescimento do trato gastrointestinal, suas estruturas saem do abdome, formando uma hérnia umbilical fisiológica na 6ª semana. Essas estruturas retornam ao abdome na 10ª semana. Diferentemente das outras estruturas do trato gastrointestinal, que começam a se desenvolver concomitantemente na 4ª semana, o ceco e o apêndice se formam na 6ª semana.
São derivados do divertículo cecal. Intestino Posterior Derivados:
Terço esquerdo ou metade do colo transverso, colo descendente e o colo sigmóide, reto e a parte superior
do canal anal.

A parte inferior do intestino posterior, a cloaca, forma o canal anal. No início, o reto e a porção superior do canal anal estão separados do exterior pela membrana anal. Normalmente, essa membrana se rompe na 8ª semana. Observação: Sistema Cardiovascular É o primeiro sistema a entrar em funcionamento no embrião.
O coração primitivo e sistema vascular aparecem na 3ª semana.
O coração começa a funcionar na 4ª semana.
O sangue é produzido (hematogênese) na
5ª semana pelo fígado. O sistema cardiovascular deriva de:
- Mesoderma esplâncnico (forma coração primitivo).
- Mesoderma para-axial e lateral (orelha interna).
- Células da crista neural da região entre as vesículas
óticas e o terceiro par de somitos (nó sinoatrial). Vasculogênese
e Angiogênese Início na terceira semana;
Células mesenquimais se diferenciam em precurssores das células endoteliais (angioblastos);
Angioblastos se agregam e formam as ilhotas sanguíneas.
Formam-se cavidades dentro dessas ilhotas.
Os angioblastos se achatam e se diferenciam em células endoteliais.
As cavidades se fundem e formam redes de canais endoteliais (vasculogênese)
Vasos avançam para áreas adjacentes por brotamento endotelial e se fundem com outros (angiogênese) Desnvolvovimento do coração Os primórdios do coração aparecem no dia 18.
As células ventrais do mesênquima esplâncnico se agregam para formar dois primórdios cardíacos: os cordões angioblásticos.
Os cordões se canalizam se canalizam para formar dois tubos endocárdicos de paredes delgadas.
Os tubos se fundem para formar o tubo cardíaco.
Após isso, o mesoderma esplâcnico forma o miocárdio primitivo. Observação:

Nesse estágio, o coração se resume a um tubo endotelial e um espesso tubo muscular, separados por um tecido cartilaginoso gelatinoso (geléia cardíaca) O tubo endotelial torna-se o endocárdio.
O pericárdio visceral ou epicárdio é derivado de células mesoteliais. Na metade da quarta semana, começa a separação do canal atrioventricular, do átrio e dos ventrículos primitivos e termina
no final da quinta semana. O nó sinoatrial se desenvolve durante a quinta semana, substituindo o átrio primitivo como marcapasso do coração. Sistema Linfático Início do desenvolvimento: final da 6ª semana.
Os vasos linfáticos se desenvolvem de modo semelhante aos vasos sanguíneos.
Os linfócitos são derivados de células-tronco do mesênquima do saco vitelínico, e , mais tarde, do baço e do fígado.
Depois, os linfócitos vão para a medula óssea, onde se dividem em linfoblastos. Baço
Se desenvolve de um agregado de células mesenquimais no mesentério dorsal do estômago.
Linfonodos
Derivam de células mesenquimais.
Timo
Assim como as paratireóides inferiores, deriva do terceira bolsa faríngea Desenvolvimento
Endócrino Hipófise
Origem ectodérmica de duas fontes:
- Evaginação do teto ectodérmico do estomodeu (divertículo hipofisário). Ectoderma oral.
- Invaginação do neuroderma do diencéfalo (divertículo neurohipofisário). Neuroectoderme. Na quarta semana o divertículo hipofisário brota do estomodeu.
Na quinta semana, alonga-se e entra em contato com o diencéfalo.
Na sexta, sua conexão com a bolsa hipofisária se degenera. Glândulas Genitais Células sexuais grandes são vistas já na quarta semana, são as células germinativas primordiais.
Antes da 7ª semana, as glândulas dos dois sexos são idênticas e, por isso, são chamadas de indiferenciadas. Determinação do sexo Sob efeito do cromossomo Y, os cordões sexuais primários diferenciam-se em cordões seminíferos. Sua ausência determina a formação do ovário.

A masculinidade fetal é determinada pela produção de testosterona pelo testículo fetal. A diferenciação sexual primária feminina não requer hormônios.
Obs: O cromossomo Y comanda a produção da substância inibidora de Müller, que suprime o desenvolvimento dos ductos paramesonéfricos (formam o útero e tubas uterinas). Testículos
Os cordões seminíferos desenvolvem-se em túbulos seminíferos, túbulos retos e rede testicular.
8ª semana: produção de testosterona e androtenediona (células de Leydig)
Os túbulos seminíferos permanecem maciços (sem luz) até a puberdade.
A rede testicular forma túbulos mesonéfricos, que formam o ducto do epidídimo. Ovários
Desenvolvimento lento.
Só se identifica, histologicamente, os ovários na 10ª semana. A rede ovariana rudimentar (cordões sexuais primários).
No início do seu desenvolvimento, cordões corticais se estendem para dentro do "ovário", onde crescem e incorporam células germinativas primordiais.
16ª semana: rompimento dos cordões gera a formação de agregados de células (os folículos primordiais), cada um com uma ovogônia.
As ovogônias, por mitose, geram milhares de folículos primordiais.
Tireóide

É a primeira glândula endócrina a se desenvolver.
Início no dia 24 após a fertilização.
Deriva de um espessamento do soalho da faringe primitiva (o primórdio da tireóide).
Com o crescimento da língua, desce para o pescoço.
7ª semana: já está em sua localização e forma final. Suprarrenais
Córtex: origem mesodérmica.
Medula: se diferencia a partir de células da crista neural.
Córtex inicia na 6ª semana.
Quando as células da crista neual vao sendo cobertas pelo córtex, se diferenciam em células secretoras. Pâncreas Se forma dos brotos ventral e dorsal.
São originados de células endodérmicas do intestino primitivo.
O broto ventral forma o processo uncinado e parte da cabeça do pâncreas.
O broto dorsal forma a maior parte do pâncreas e se desenvolve primeiro.
Se unem numa rotação feita pelo duodeno para adquirir forma de letra C.
Na fusão, seus ductos se anastomosam.
O ducto pancreático principal se forma pela fusão do ducto do broto ventral com o ducto do broto dorsal OBRIGADO!!!
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