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Hospitalidade, Tendências, Globalização e Sistemas de Informação

Aulão Enade Assesc
by

Eddy Eltermann

on 19 November 2012

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Transcript of Hospitalidade, Tendências, Globalização e Sistemas de Informação

Hospitalidade, Tendências, Globalização e Tecnologia da Informação HOSPITALIDADE TURISMO E HOTELARIA TENDÊNCIAS GLOBALIZAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. MsC. Eddy Ervin Eltermann Hospitalidade é uma palavra originária do Latim hospitalitate e significa o ato de hospedar; a qualidade de quem é hospitaleiro; a liberalidade que se pratica, alojando gratuitamente alguém; e por extensão acolhimento afetuoso. HOSPITALIDADE: Conceitos Iniciais Alguns historiadores concebem o início da Hospitalidade com base no comportamento humano. Se pensarmos que na Antiguidade o homem caçava e, pela falta de possibilidade de "estocar o produto" (a caça), necessitava dividi-lo com os demais, compreendemos a necessidade desta aproximaxação. Esta atitude lhes garantia a troca constante e consequentemente lhes necessitava a compreensão (ainda que "primitiva") da hospitalidade. HOSPITALIDADE: Princípios A função básica da hospitalidade é estabelecer um relacionamento ou promover um Relacionamento já estabelecido. FUNÇÕES DA HOSPITALIDADE FUNÇÕES DA HOSPITALIDADE A hospitalidade expressa, consolida e / ou estabelece vínculos entre os grupos de indivíduos e é parte do processo de desenhar e redesenhar os parâmetros das alianças entre estes indivíduos e seus grupos. O vocábulo hospício - no sentido de hospedaria, albergue - foi usado pela primeira vez na língua portuguesa no século XIV; já o emprego do termo hospital no nosso idioma foi registrado no século XIII.

Com o passar do tempo, o sentido dessas palavras foi limitado às instituições de saúde, sendo que hospício foi restringido aos estabelecimentos especializados no tratamento de deficientes mentais. DERIVAÇÕES DA HOSPITALIDADE Em todo ser humano predomina um ou outro entre um desses dois instintos:
- Instinto ativo de oferecer hospitalidade e
- Instinto passivo ou negativo de aceitá-la.

E cada um desses instintos é tão significativo do caráter, que pode-se muito bem dizer que a humanidade se divide em duas grandes categorias:
- anfitriões e
- hóspedes. ALGUNS CONCEITOS CARACTERÍSTICOS Quantos alunos aqui já foram anfitriões? Filho de Alceu, rei de Tirinto, antiga cidade da Argólida, situada na península do Peloponeso, no sul da Grécia. Neto de Perseu, herói grego matador da Medusa, Anfitrião era esposo de sua prima Alcmena, filha de Electron, rei de Micenas. ANFITRIÃO Certo dia, quando ele - Anfitrião - se ausentara para participar de uma expedição militar, Zeus (Júpiter) visitou Alcmena disfarçado com as feições de seu marido, enquanto Hermes (Mercúrio) tomou a forma do escravo chamado Sósia, para montar guarda no portão. Resultou desse encontro o nascimento de duas crianças gêmeas: Hércules, filho do deus maior (ZEUS), e Íflico, filho legítimo de Anfitrião. ANFITRIÃO Este, a princípio, duvidou da fidelidade da esposa, mas segundo nos relata a lenda, o dia a dia do casal voltou à normalidade logo após Zeus ter explicado ao marido desconfiado o que de fato acontecera, deixando-o tão contente e feliz pelo fato de sua mulher ter sido escolhida por um deus, que Hércules passou a ser reconhecido como seu descendente. ANFITRIÃO Agora, pergunto novamente e peço que levantem o braço bem alto:
Quantos aqui já foram anfitriões? A partir desse fato o termo anfitrião adquiriu o sentido de "aquele que recebe em casa", enquanto sósia ganhou o significado de "cópia humana". SÓSIA E ANFITRIÃO - Nosso círculo- dever
- Necessitados- “bom samaritano”
- Amigos- afeição
- Bem-estar do hóspede e anfitrião
- entretenimento e segurança
- também serve para observar hóspedes perigosos A HOSPITALIDADE NA HISTÓRIA Cada época da história desenvolveu algum tipo de viagem, de acordo com os recursos materiais e os conhecimentos disponíveis e tiveram grande influência no desenvolvimento do Turismo.

Na Antiguidade surgem, na Grécia e em Roma, as Tavernas e estalagens como uma necessidade para abrigar os viajantes. Nasce assim o conceito de hospitalidade e sua aproximação com o turismo. A HOSPITALIDADE NA HISTÓRIA HISTÓRIA DA HOSPITALIDADE Há um avanço na hospitalidade na Idade Média. Crescem os números de hospedarias. A Inglaterra se destaca com as pousadas de melhor qualidade. Surgem os restaurantes e a carruagem passou a ser o principal meio de transporte na Inglaterra. HITÓRIA DA HOSPITALIDADE O tipo de casa de hospedagem, em Roma, determinava o tipo de hóspede a ocupá-la. Naquela época, quem vinha de outras cidades e mantinha laços de amizades com residentes romanos ficava em suas casas como hóspedes. Os anfitriões que dispunham dessa hospitalidade domiciliar eram pessoas de destaque na sociedade local e pertenciam a uma classe social superior, além disso o ato de hospedar dava-lhe status. Somente as pessoas de poucos recursos e menos exigentes quanto aos serviços de hospedagem/ alimentação necessitavam de serviços pagos. HISTÓRIA DA HOSPITALIDADE As viagens passam a fazer parte da vida profissional na Idade Moderna. Surge o grand tour e algumas publicações com o objetivo de orientar os viajantes. A revolução francesa influencia na hospitalidade através da culinária. A Europa começa a seguir o modelo Inglês de hospedagem e estes ambientes passam a desempenhar papel social e político importante para a sociedade. … ENQUANTO ISSO NO BRASIL A obra que traduz a hospitalidade no Brasil, no período Brasil Império é relatada pelo naturalista George Gardner, em Viagem ao interior do Brasil: principalmente nas províncias do Norte e nos distritos do ouro e do diamante durante os anos 1836 - 1841, publicado em 1846, 1849 e, em 1973, na Inglaterra traduzida para o português somente em 1942, e reeditada, em 1975 pela Editora Itatiaia e pela Universidade de São Paulo. do que trata a obra? Gardner percorreu, durante cinco anos, o Brasil, em viagens de estudo e de coleta de dados. O interessante é que suas observações vão além do interesse profissional e avançam para questões ligadas à hospitalidade do povo brasileiro, descrevendo roteiros, detalhando o tratamento que recebeu de nacionais, no campo da gastronomia e hospedagem OS RELATOS Passando pela magnífica entrada, ancoramos a poucas milhas abaixo da cidade, sem poder avançar mais antes de receber a visita das autoridades. Impossível exprimir os sentimentos que dominam o observador enquanto os seus olhos contemplam o cenário belamente variado que se apresenta à entrada do porto, cenário talvez sem rival na face da terra, e em que a natureza parece ter esgotado todas as suas energias. Tenho visitado desde então muitos lugares famosos pela beleza e magnificência, mas nenhum deles me deixou na mente igual impressão.
(Gardner, 1975: 20) OS RELATOS Alojei-me ao desembarcar num hotel italiano, numa das ruas principais; mas, não era lugar adequado aos meus objetivos, mudei-me, logo que tive comigo toda a bagagem, para a casa da pensão de velha senhora inglesa, residente no país havia uns trinta anos. (Gardner, 1975: 22)



A população do Rio é formada principalmente de portugueses e seus descendentes, brancos e de cor; só os nascidos no país são chamados brasileiros; e desde a independência, em 1822, tem reinado forte animosidade entre estes e os nativos de Portugal. (Gardner, 1975: 23) OS RELATOS Onde quer que se encontre o brasileiro, é sempre cortês e raramente não é hospitaleiro, especialmente nas zonas menos frequentadas do país. É muito mais moderado no beber que no comer e muito dado ao uso do rapé e do fumo: daí a frequência entre eles da dispepsia e moléstias nervosas. O casamento é menos comum no Brasil que na Europa, fato que explica o baixo nível moral aqui existente entre ambos os sexos. (Gardner, 1975: 23) OS DOMÍNIOS DA HOSPITALIDADE A interdisciplinaridade da hospitalidade é presente nas abordagens temáticas dos estudos enfatizados por Lashley (2004, p. 5), que aponta os domínios social, privado e comercial para a compreensão do fenômeno. Cada domínio “[...] representa um aspecto da oferta de Hospitalidade, que é tanto independente como sobreposto”. Camargo (2004, p. 84), acrescenta ainda mais um domínio interpretativo o domínio virtual. DOMÍNIO SOCIAL Engloba múltiplas experiências de trabalho nas quais cidadãos exprimem sua solidariedade através da doação de tempo, trabalho e talento para causas sociais.
Como a hospitalidade é uma dimensão da dádiva onde está em jogo a questão de espaço e de fronteira, cabe nesse domínio a questão do imigrante, do excluído e, de certa forma a questão do turista e do urbanismo. DOMÍNIMO PRIVADO Refere-se à abordagem doméstica e aflora uma multiplicidade de fatores que afetam o campo das relações pessoais mas que tem também um entrelaçamento importante com a rede de relações sociais mais amplas. No seio da família, o acolhimento, a forma de hospitalidade estarão relacionadas com o lugar que o indivíduo ocupa no grupo familiar e as formas de acolhimento obedecerão a um complexo ritual visando a coesão do grupo, o fortalecimento dos vínculos, do compromisso e pertencimento na medida em que as relações se reforçam ao longo do tempo, no âmbito das relações familiares. DOMÍNIO COMERCIAL A sociedade necessita do aparelho estatal e também do mercado. Sem eles, a dádiva acarretaria fenômenos de dominação pessoal, particularmente graves, efeitos perversos de clientelismo. Numa sociedade há uma proporção importante de vínculos entre desconhecidos. Ora, o mercado e o Estado são sistemas para tratar esse tipo de relação. Eles não acarretam os fenômenos de combinação pela dádiva (todos louvaram as vantagens do Estado previdenciário em relação à caridade privada).
Todo problema está nas condições da interpenetração entre as três dimensões – Estado, economia e dádiva. TURISMO E HOSPITALIDADE NO SÉCULO XXI O que queremos não é adivinhar um futuro provável, mas preparar um futuro que seja desejável e talvez ir um pouco além e tentar fazer do futuro desejável o provável (Jacques de Bourbon-Bousset) Encontramos em noso dia-a-dia um modelo de sociedade que atravessa um processo de globalização. Somos a chamada “aldeia global”, que consegue informações rápidas e nos conecta a todos e em todo instante. Contudo, tal aproximação nos torna cada vez mais distantes e, mesmo falando e enxergando nosso próximo, as relações tornam-se cada vez mais difíceis e parecemos estar nos distanciando pela proximidade. ONDE HOSPITALIDADE E GLOBALIZAÇÃO SE ENCONTRAM? OS DESAFIOS DA TRANSFORMAÇÃO DO MUNDO Todo este processo cria desafios para a formação do homem e consequentemente sua relação com o próximo. Tais desafios serão apresentados e discutidos para que possamos desenvolver a percepção de turismólogos e, a partir desta, compreender o que o futuro nos reserva pela profissão que escolhemos. QUAIS SERIAM ENTÃO OS GRANDES DESAFIOS DO TURISMÓLOGO NA GLOBALIZAÇÃO?

EM QUE MOMENTOS A GLOBALIZAÇÃO NOS AFETA COMO PROFISSIONAIS? A PERCEPÇÃO DA GLOBALIZAÇÃO O processo de globalização vem se transformando em um contexto mutável contínuo, onde demandam trabalho, conhecimento e capital para determinadas áreas e visando determinados projetos. Contudo, a percepção de globalização pode variar conforme quem as analisa… MUDANÇAS CLIMÁTICAS Existem 2 discussões a respeito das mudanças climáticas:
De um lado, algumas destinações já atingiram seu limite ecológico e o resultado disto começará a aparecer nos próximos anos (isso quanto aos que ainda não apareceram).
Por outro, cada vez mais os turistas tem consciência do desenvolvimento sustentável e do respeito ao meio ambiente.

O aumento dos oceanos pode trazer consequencias devastadoras para as áreas litorâneas, reconfigurando no Brasil o chamado turismo de sol e praia.
O processo de derretimento das geleiras pode alterar todo o ecossistema marinho, haja visto a dupla mudança de temperatura. MUDANÇAS CLIMÁTICAS A emissão de co2 é um dos maiores agravantes dos problemas , pois os vistos anteriormente são resultados deste. A produção e o consumo globalizado influem diretamente neste processo, fazendo com que reestruturemos o planeta como um todo. MUDANÇAS CLIMÁTICAS O aumento e acúmulo de neve também é um dos resultados dos extremos da temperatura, reorganizando o turismo de inverno, especialmente no hemisfério Norte. O DESAFIO DE UMA POPULAÇÃO QUE ENVELHECE A proporção de jovens está num processo de diminuição, enquanto a população de idosos aumento de consideráveis 1% ao ano. Com o advento da pílula anticoncepcional a reorganização da população pode ser amparada por uma população promotora de um turismo saudável, contudo, os problemas resultantes do envelhecimento populacional, como a diminuição da população considerada força de trabalho ativa, pode afetar o turismo como um todo.

Tal processo começa a ser visto na reorganização da previdência em Portugal, na Grécia e em outros países periféricos da Europa, podendo se estender aos emergentes quando a exploração do capital se direcionar ao próximo da fila... A MUDANÇA DE VALORES O processo de mudança é caracterizado por uma prática hedonista (desejo, diversão, viver o sonho) que ao mesmo tempo se aproxima de uma esperança pessimista.

A formação da chamada “megageração” tem suas características pautadas no individualismo, nas demandas materiais, na crescente falta de vontade de aceitar determinações, na diminuição da inibição online e no aumento offline. MUDANÇA DE VALORES Os mais otimistas diriam que os cenários que se apresentam para o futuro tem influência de duas fases anteriores:
- Passado: A satisfação, disciplina, valores familiares, lealdade, devoção.
- Presente: era do “ego”, desejo, materialismo
- Futuro: “individualismo brando”, calma, espiritualidade, racionalidade. MOBILIDADE URBANA Cada vez aumenta o número de pessoas que dirigem, ainda que o consequente aumento da cosnciência ecológica afete algumas pessoas, a grande maioria ainda prefere o sentimento de mobilidade ao ter um automóvel próprio. O DESAFIO DO TURISMO DE MASSA A tendência do aumento do tempo livre tão discutida nos início dos anos 2000 não se confirmou. Hoje, o aumento do tempo livre se aproxima do sentido da diminuição dos períodos de férias remuneradas. Nesse sentido a indução de alguns serviços tende a influenciar as próximas gerações em sua composição. O COMPORTAMENTO DE "MASSA" Para algumas pessoas, a utilização do tempo livre ou do lazer tornou-se quase um problema. A dependência criada pela mídia nos induz cada vez mais no sentido: “compras, cinema, comer fora”. Somos, cada vez mais, pressionados ou induzidos a nos comportar num movimento que pode conduzir a problemas de socialização, de cultura, de educação e até mesmo do nosso real senso de lazer baseado no “tempo para mim”.

Se "o mundo" nos convence cada vez mais a sermos indivdalistas, a sermos "únicos", por que alguns comportamentos ou produtos são bons em toda a parte? QUAIS SERIAM ENTÃO AS TENDÊNCIAS DO TURISMO NESTE MOVIMENTO DE GLOBALIZAÇÃO? Ao longo dos últimos sessenta anos, o Turismo tem experimentado uma desconcentração contínua. A Europa declinou sua fatia de mercado cerca de 10 pontos percentuais desde 1950, ao passo que a América do Norte perdeu 13 pontos percentuais. Ainda assim, ambas as regiões mantêm-se como as principais receptoras de turistas (representavam, conjuntamente, cerca de 95% da fatia de mercado em 1950, 82% quarenta anos depois, 76% em 2000, e 69% em 2008). A participação da chegada de turistas internacionais nos países em desenvolvimento tem aumentado paulatinamente, de 31% em 1990 para 45% em 2008. TENDÊNCIAS DO TURISMO Quando olhamos para a concepção de estruturação do Turismo e suas tendências, devemos perceber que tratamos de uma atividade social, e, assim sendo, que sofre influencia de diversos segmentos (gastronomia, história, sociologia, geografia, entre diversas outras). Nesse sentido, para que possamos propor uma análise, devemos, sobretudo, propor uma análise do macro ambiente. Devemos entender a composição do mundo, suas possíveis tendências e desdobramentos... ALGUNS TEMAS RELEVANTES PARA O TURISMO NOS ÚLTIMOS TEMPOS... - Revoltas no mundo árabe
- Furacão Sandy nos Estados Unidos
- Possível rendição das Farcs na Colômbia
- Independência do Sudão do Sul
- Confirmação da Copa do Mundo e dos Jogos Olimpícos nos Brasil
- Guerra civil no Mali
- Desemprego recorde na Espanha
- Ampliação das taxas e redução da assistência social em Portugal
- Necessidade da prova financeira para deixar a Argentina
- "Golpe de Estado" no Paraguai
- Aumento da violência no México
- Tsunami no Japão E NA PRÁTICA, EM QUE TUDO ISSO RESULTARIA COMO TENDÊNCIAS DO TURISMO NO BRASIL? Algumas demandas resultam em uma nova formação dos elementos que proporcionam a aproximação com o turismo. Assim, concebemos como tendencias analisadas pelo Ministério do Turismo as seguintes demandas:
1. Turismo de Experiência
2. Turismo em Parques
3. Turismo em Redes Sociais
4. Os mega eventos e seus resultados TURISMO DE EXPERIÊNCIA O turismo de experiência é caracterizado pela composição da experimentação autentica, sem compor-se de "apresentações" previamente preparadas para o turista. As ações incluem hospedagem na casa de moradores de comunidades da região amazônica, passeios em cidades históricas do Rio de Janeiro e degustação de vinhos de produção regional, no sul do país. Empresas de Belém (PA), Bento Gonçalves (RS) e Petrópolis já aderiram à idéia. No Brasil, o Ministério do Turismo e o SEBRAE estimulam as iniciativas relacionadas ao mesmo. TURISMO EM PARQUES O que são os parques nacionais?
São espaços territoriais com características naturais relevantes, legalmente instituídos pelo poder público, com objetivos de conservação e com limites definidos, sob regime especial de administração, às quais se aplicam garantias adequadas de proteção,para manter os recursos naturais em seu estado original. MEGA EVENTOS A composição do Brasil e sua participação em Mega Eventos começou a ser desenhada através de sua escolha para sediar os Jogos Panamericanos (2009) , Jogos Mundiais Militares (2011), Jogos Mundiais Masters de Atletismo (2013), Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014), Jogos Olímpicos (2016) e Jogos Paraolímpicos (2016).

Toda a centralidade no Brasil se dá pela recomposição da economia mundial, concebendo-o como país em desenvolvimento e colocando-o no grupo chamado BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) AS REDES SOCIAIS E O TURISMO A utilização das redes sociais para o desenvolvimento de quaisquer atividades já é senso comum entre os estudiosos e investidores do turismo. Ambas se centram na compreensão da atividade como ciência social aplicada e seus desdobramentos como concepção de uma atividade social.

Contudo, a chegada de novas ferramentas como o Couchsurfing e o Hospitality Club vem alterar também a formação do mesrcado turístico, sua composição e coordenação. Além disso, apresentam novas formas de se pensar em relações socias e no processo de hospitalidade e utilização de serviços de hospedagem.

www.couchsurfing.com DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAGEM LOCAL DE APLICAÇÃO DAS ENTREVISTAS/ QUESTIONÁRIOS TIPO DE ACOMPANHAMENTO TIPO DE ACOMPANHAMENTO POR UC TIPO DE ACOMPANHAMENTO POR UC TAMANHO DOS GRUPOS TAMANHO DO GRUPO POR UC GRUPOS FAMILIARES GRUPOS FAMILIARES POR UC ESTALAGEM DOS VIAJANTES – PORTO SEGURO (BAHIA): No salão do café da manhã os hóspedes recebem uma vez por mês escritores, senhoras da comunidade, amigos e clientes para um café ao pôr do sol; onde são contadas “estórias” e declamados cordéis, sempre regados aos melhores quitutes com receitas locais, estimulando a participação da comunidade no turismo. TURISMO DA EXPERIÊNCIA AS JÓIAS DO PARÁ
(Conceito a partir do produto) Buraco das Araras (Bonito – MS): Da experimentação proporcionada pela natureza à experiência do plantio. A atividade promove a sensação dos aromas da natureza, identificando plantas pelo mesmo. TURISMO DE EXPERIÊNCIA O peixe à Grão-Pará e o Frozen Drink de Cupuaçú proporcionam o encontro Amazônico através do sabor no Restaurante Marujos. A percepção causado pela gastronomia atrai cada vez mais turistas ao Brasil. TURISMO DE EXPERIÊNCIA TURISMO DE EXPERIÊNCIA AS FORMAÇÕES DO TURISMO COM A TECNOLOGIA As mudanças tecnológicas mais recentes, principalmente a partir da expansão da Internet, têm permitido que produtores e atacadistas cheguem com mais facilidade ao consumidor final, tirando grande parte do negócio das agências de viagens convencionais (MARÍN, 2004, p. 25).

Com a evolução da tecnologia da informação, os turistas potenciais possuem novas ferramentas para descobrir produtos e destinos por conta própria, principalmente através da internet e do contato direto com os fornecedores (LOHMANN, 2008, p.30). GLOBALIZAÇÃO E TURISMO Uma das grandes mudanças concebidas dos anos 1990 para cá foi a democratização das tecnologias e dos meios de comunicação. Ampliou-se a possibilidade de se conectar com o mundo e de conceber o turismo antes mesmo de sua realização.

Percebemos que um determinado indivíduo passa a realizar turismo no momento em que forma o conceito de analisar as possíveis propostas acerca de sua viagem.
Do estudo da área a realização da viagem, todos os passos podem ser concebidos como proposições do turismo em si. CONCEOPÇÕES DE SISTEMAS DA INFORMAÇÃO O conceito básico de Sistema de Informação estabelece que todo sistema é um conjunto de elementos interdependentes em interação, visando atingir um objetivo comum. Teoricamente, há dois tipos de sistemas: aberto e fechado. O sistema aberto é o que sofre influências do meio em que, com suas ações, influência o meio; o sistema fechado não sofre influências do meio nem o altera com suas ações internas. No entanto, todo sistema pode ser decomposto em partes menores denominadas subsistemas. Os subsistemas são conjuntos de elementos interdependentes que interagem para atingir um objetivo comum, que ajudará o sistema a atingir o seu objetivo maior. Todo sistema apresenta as entradas de dados (input), processamento e saída das informações (output) e feedback. Comparando a um ser vivo, entendemos que o sistema também possui um processo de evolução composto de criação, evolução e decadência (ROSINI; PALMISANO, 2003, p. 03). ALGUNS SISTEMAS APLICADOS AO TURISMO - Front-office: tem relação com o atendimento direto da clientela. Pode estender-se das vendas às reclamações.
- CRM (do inglês Customer Relationship Management): busca de informações sobre os clientes, visando manter o bom relacionamento e personalização na prestação de serviços.
- Back-office: informações internas da empresa, que não podem ser vistas pelo cliente.
- Gestão Integral e ERP: incorpora todas as atividades da empresa, gerando um domínio maior sobre o que é exercitado na mesma.
- Comércio eletrônico: abrange os principais serviços da agência como: emissões, reservas, pagamentos. Implicando numa maior facilidade, e até diminuição de custos, no momento da concretização da compra e venda de produtos.
- Marketing eletrônico: voltado à promoção das vendas online, com uma maior percepção de mercado. A democratização dos sistemas de informação se deu nos anos 1990, contudo, já nos anos 1960 a tecnologia era aplicada ao turismo de maneira exponencial, pois quando o Sabre (GDS) estava na fase final de testes, já era o maior sistema não governamental da época Produtos / serviços Clientes Meios de pagamento
Agência B2C Corporate B2C lazer Outras
agências Comunidade do
Portal Portal BTA BSP Bancos Outros GDS Hospedagem Transportadoras Seguradoras A AGÊNCIA NO MERCADO ELETRÔNICO Pesquisa Controle ponto de início Indicadores Controle resultados Eleição de sistemas Implementação Objetivos ENTÃO,
QUAIS SÃO OS SISTEMAS QUE EU PRECISO? Novos Sistemas
Pacotes dinâmicos
Agente inteligente?
Turismo virtual? O QUE NOS PREPARA O FUTURO?
Novas Mídias
Dispositivos portáteis
TV interativa
Realidade virtual O QUE NOS PREPARA O FUTURO? A tecnologia tem mudado a intermediação em serviços no mundo

Agências precisam mudar

Tecnologia é a chave para o novo modelo de negócios

Já existe no mercado suficiente tecnologia para realizar tudo isso CONCLUSÕES FINAIS (1) CONCLUSÕES FINAIS (2) Escolher seu foco de negócios

Escolher os melhores sistemas

Conseguir os recursos

Integrar todos seus sistemas

Ganhar o mercado do turismo “Na luta pela sobrevivência, o mais preparado sempre se impõe, a expensas de seus oponentes, pois ele consegue se adaptar melhor ao entorno”






Charles Darwin
A origem das espécies e a seleção natural, 1859. OBRIGADO Prof. MSc. Eddy Ervin ELtermann
eddy@eltermann.net
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