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KEITH, Jenkins. O que é a História? In: A História Repensada

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Júlia Matos

on 26 March 2015

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Transcript of KEITH, Jenkins. O que é a História? In: A História Repensada

KEITH, Jenkins. O que é a História? In: A História Repensada. 3 ed. São Paulo: Contexto, 2011, PP. 23-52.
3 exemplos de distinção
1. O historiador acessa o passado por
meio de documentos;
2. Você estudo a sombra da interpretação
de outros autores;
3. As mulheres existiram no passado, mas
foram omitidas da historigrafia;
A História é um discurso
em transformação
1. Geoffrey Elton "O estudo da história equivale a uma
busca pela verdade;
2. Aqui são três grupos: conservadores empiricistas;
a esquerda marxista; o centro empiricista;
3. os primeiros são objetivantes; os segundos afirmam
ser possível alcançar o real; os terceiros defendem
o rigor metodológico;
4. a metodologia seria o limitador do historiador;
O que é História? 2 argumento
1. A História é captar o passado em um
discurso histórico;
2. O objeto dos historiadores está ausente,
pois dele só existem fragmentos;
3. Os historiadores pretendem a "verdade";

História é na teoria
1. História é um discurso sobre o passado que está em uma categoria
diferente do tempo, apesar de abarcar tanto o passado, quanto o discurso sobre ele;
2. O correto seria passado para a existência vivenciada no tempo e seu registro seria
a historiografia;
3. O passado como objeto e a historiografia como abordagem;
4.
A História como discurso
1. Primeiro argumento: A História é um dentre
muitos discursos sobre o mundo;
2. Esses discursos não criam o mundo, mas dão sentido a ele;
3. O passado é objeto de investigação (?);
4. O passado e a História são coisas diferentes (Por quê?)
5. Não se pode ter uma única leitura do passado,
porque história e passado são categorias diferentes;
6. O passado pode ser interpretado por diferentes
práticas discursivas;
2° Argumento
1. O objeto de investigação da História é passível de diversas re-significações de acordo com
a área do conhecimento;
2. Os cientistas não inventam o fenômeno, mas formulam os conceitos, ferramentas metodológicas
e analíticas que revelem o seu objeto;
3. "... o mundo ou o passado sempre nos chegam como narrativas e que não podemos sair dessas
narrativas para verificar se correspondem ao mundo ou ao passado reais, pois elas constituem a
realidade". (p. 28).
Epistemologia, metodologia e ideologia
1. Epistemologia vem do grego episteme = conhecimento, ou seja, é a base filosófica e
teórica que auxilia na explicação científica dos fenômenos. Os próprios conceitos;
2. A história precisa ser reescrita porque não é um discurso definitivamente verdadeiro;
3. A história é frágil epistemológicamente porque: multiplicidade de interpretações;
impossibilidade de realização de uma história total; a maior parte das informações sobre o
passado nunca foi registrada; nenhum relato consegue recuperar o passado como tal;
4. o passado é sempre interpretado por meio de camadas sedimentares das interpretações
(Steven Giles, p. 32);
As mudanças dos discursos
1. Os discursos e os instrumentos das ciências
mudam e com isso as formas de ler os fenômenos
(pensar sobre os racialistas do século XIX);

O historiador é um narrador!
1. A história escrita reduz a liberdade lógica do historiador que precisa
apresentar as suas fontes;
2. Somos produto e produtores do passado;
3. Ninguém consegue despojar-se do conhecimento do passado;
4. Os historiadores formulam hipóteses;
5. As fontes impedem a liberdade total do historiador;
6. Mas, isso não implica de que historiadores que trabalham com mesmo
tema e documentos sigam modelos interpretativos diferentes;
7. A História é menos que o passado, porque é escrita a partir de fragmentos;
8. Mas, a partir do distanciamento, o Históriador sabre mais sobre o passado
do que seu próprio presente;

A idelogia
1. A ideologia seria o grande limitador, para o autor;
2. O processo de seleção dos métodos, marcos teóricos, conceitos, fazem parte do lugar ideológico do historiador
(aqui o autor segue a proposta de Lowy.
3. Cada método e teoria remetem a um quadro de referências;

Os conceitos históricos
1. Os conceitos as vezes são considerados universais;
2. Os conceitos também possuem sua própria histocidade;
3. 1960 - 3 conceitos basilares = o tempo, o espaço e a cronologia;
4. Os conceitos são ideológicos;
5. Os significados da historiografia vem de fora, do espaçoda ideologia;
A história sempre se destina à alguém
1. Por isso a História precisa ser reescrita a cada geração;
2. Para quem é a história?
3. História é um termo e um discurso em litígio;
4. As pessoas do presente, precisam de antecedentes para localizarem-se no tempo; legitimarem seus modos de vida e seu futuro!!! (Rusen);
Os limitadores da História
1. Os historiadores carregam em sua escrita: valores, posições, perspectivas ideológicas;
2. carregam pressupostos epistemológicos, vocabulários, métodos, revisões de obras publicadas, apresentação da pesquisa por escrito;
3. pressão familiar, do local de trabalho, editoras, o mercado de venda, prazos, estilos, leituras, reescrita.
4. os historiadores não podem passar suas interpretações e intenções aos leitores;
Alguns problemas
1. "O que a história significa para mim ou para nós e de que modo se pode usar e abusar dela?
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