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História do Conhecimento no Ocidente

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by

Paulo R. Fco

on 12 March 2016

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Transcript of História do Conhecimento no Ocidente

VI
História do Conhecimento no Ocidente
Escola Jônica
IV
III
II
I
(585->525)
Anaxímenes
de Mileto
Naturalistas
Contemplação do mundo como um fluxo de transformações que ao mesmo tempo mantém uma unidade, uma identidade

Ponto de partida: verificação da permanente transformação das coisas umas nas outras e sua intuição básica é de que todas as coisas são uma só coisa fundamental, ou um só princípio (arché, ἀρχή).

Materialismo monista: todos os objetos do mundo são compostos por um único elemento, ou substância, que existe um único tipo de realidade no mundo. Neste caso, a realidade material.
Mileto
Éfeso
Escola Eleática
V
III
IV
V
VI
(476) Queda do Império Romano do Ocidente
Antiguidade
Idade
Média

VII
VIII
IX
X
XI
XII
XIII
XIV
XV
XVI
XXI
Idade Moderna
(90->168)
Cláudio Ptolemeu
(1473->1543)
Nicolau Copérnico
(1225->1274)
São Tomás
de Aquino
(1->33)
Jesus Cristo
(353->430)
Santo Agostinho
VIII
650
550
450
(540->480)
Heráclito
de Éfeso
(624->546)
Tales de Mileto
(610->546)
Anaximandro
de Mileto
VII
Invenção
da Escrita

Escola Itálica (pitagórica)
350
Escola Socrática
50
150
(428->348)
PLATÃO
(384->322)
ARISTÓTELES
(470->399)
SÓCRATES
Comparação entre o valor do conhecimento sensível e o do conhecimento racional
Diante da diversidade oferecida pelos sentidos, os eleatas advertem que é preciso ficar com a razão, que oferece a unidade e a imobilidade do ser.
O único conhecimento válido é aquele fornecido pela razão.
O movimento, tal como as mudanças e as transformações físicas, nada mais são do que ilusões provocadas pelos nossos sentidos
Filósofo, matemático, engenheiro, homem de negócios e astrônomo
Considerado o primeiro dos sete sábios da Grécia Antiga
Atribui-se a ele a previsão do eclipse solar de 585 a.C

"O mundo evoluiu da ÁGUA por processos naturais" (a água é a origem e a matriz de todas as coisas)
"Vai mede depressa a sombra: o seu comprimento é igual á altura da pirâmide"
Os triângulos equiângulos têm os seus lados proporcionais
Tradição mitológica
Os fenícios consideravam os elementos da Natureza (o Sol, a Terra, o Céu, o Oceano, as Montanhas,etc.) como forças autônomas, honrando-os como deuses, elevados pela fantasia a seres ativos, móveis, conscientes e dotados de sentimentos, vontades e desejos. Estes deuses constituíam-se na fonte e na essência de todas as coisas do universo.
Afirma o AR como sua substância primária, a partir da qual todas as outras coisas eram feitas

“... do ar dizia que nascem todas as coisas existentes, as que foram e as que serão, os deuses e as coisas divinas...”

Rarefazendo-se, torna-se fogo; condensando-se, vento, depois, nuvem, e ainda mais, água, depois terra, depois pedras, e as demais coisas provêm destas.
o primeiro a afirmar que a luz da Lua é proveniente do Sol.

o primeiro a analisar geometricamente aspectos das sombras para medir as partes e divisões do dia, e desenhou um relógio de sol que denominava Sciothericon.
XX
O ÁPEIRON é eterno e indivisível, infinito e indestrutível.
(570->475)
Xenófanes de Colofon
(570->496)
Pitágoras de Samos
(540->479)
Parmênides de Eléia
850
1450
450
"...Deus é uma substância esférica sob nenhum aspecto parecido com o homem. O todo vê, o todo ouve, porém não respira. Ele é ao mesmo tempo todas as coisas, inteligência, pensamento, eternidade" (D. Laércio, IX, 19).

"...O sol provém de nuvens inflamadas... provenientes de exalações úmidas"

"...O sol apaga-se, e outro sol renasce no Oriente" (Aécio,II,24,2).
Caracterizou-se pela concepção unicista do ser e redução dos sentidos á relatividade, figurando seu poema sobre o ser como o primeiro importante documento sobre a ontologia.

"Pois bem, eu te quero instruir (guarda as palavras que ouves) sobre quais os únicos caminhos da investigação que são pensáveis: O primeiro, o que é, é; e o não-ser não é, - esta é a verdade da convicção (pois segue à verdade);
o outro, o não-ser é e o ser necessariamente não é; esta vereda, eu te digo, é totalmente impraticável; pois não conhecerias o não-ente (porque isto é impraticável), nem o expressarias".

Verdade ontológica: o ser objetivo é idêntico à sua noção ideal de ser. Uma vez que o ser da idéia é o mesmo que o ser objetivamente, não é possível pensar o não-ser. A pensabilidade do ser, torna-o vereda praticável; só o ser é expressável, finalmente, ser e pensamento coincidem.
O SER é:
único;
homogênio;
indivisível;
pleno e
eterno (sendo pois ingênito e imperecível).
Pluralidade
Movimento
“Toda a mutação é ilusória”.
O NÃO-SER é:
impensável e
inefável.
O Ser-Absoluto não pode vir-a-ser. E não podem existir vários “Seres-Absolutos”, pois para separá-los precisaria haver algo que não fosse um Ser. Consequentemente, existe apenas a unidade eterna.
Do ventre do ápeiron eterno se segrega um gerador do calor e do frio. Frio e calor são o primeiro par de opostos. O calor dá lugar ao fogo a massa ígnea que rodeia totalmente o frio como casca e fruta. Esta esfera ígnea tem um movimento circular. O frio por sua vez se determina em outro par de opostos: o sólido e o úmido. O sólido dá lugar a Terra. O úmido se determina em líquido (água) e gasoso (ar). Os quatro elementos (fogo, terra, água e ar) que formam nosso cosmos foram gerados a partir das qualidades opostas.
250
350
550
650
750
950
1050
1150
1250
1350
1550
(1813->1855)
Søren Aabye
Kierkegaard
Não devemos buscar o sentido do indivíduo numa harmonia racional que anula as singularidades, mas, sim, na afirmação radical da própria individualidade.
(1564->1642)
Galileu Galilei
1750
1650
Iluminismo
XVIII
(1724->1804)
Immanuel Kant
XIX
(1770->1831)
Georg Wilhelm
Friedrich Hegel
1850
Renascença
Escolástica
(1905-1980)
Jean-Paul Sartre
(1859-1938)
Edmund Husserl
Parte do princípio de que tudo é movimento, e que nada pode permanecer parado - Panta rei ou "tudo flui", "tudo se move", exceto o próprio movimento.
O devir, a mudança que acontece em todas as coisas é sempre uma alternância entre contrários: coisas quentes esfriam, coisas frias esquentam
A realidade acontece na mudança, na guerra entre os opostos
O FOGO é, pois, o elemento primordial de todas as coisas.
O cosmos é um só e nasce do fogo e, de novo, é pelo fogo consumido, em períodos determinados, em ciclos que se repetem pela eternidade.
Nessa dualidade, que na superfície é uma guerra (polemos), mas no fundo é harmonia entre os contrários, Heráclito viu aquilo que definia como o LOGOS (razão), a lei universal da Natureza.
A mitologia grega era assunto principal nas aprendizagens das crianças da Grécia Antiga, como meio de orientá-las no entendimento de fenômenos naturais e em outros acontecimentos que ocorriam sem o intermédio dos homens.
Os gregos antigos atribuíam a cada fenômeno natural uma criatura ou um deus diferente.
(1760) Revolução Industrial
(1776) Revolução Americana
(1789) Revolução Francesa
Empirismo
Geocentrismo
heliocentrismo
Patrística
II
(10->103)
São João Evangelista
(79) Erupção do Vesúvio
Decreto da infalibilidade papal
"O Romano Pontífice, quando fala "ex cathedra", isto é, quando no exercício de seu ofício de pastor e mestre de todos os cristãos, em virtude de sua suprema autoridade apostólica, define uma doutrina de fé ou costumes que deve ser sustentada por toda a Igreja, possui, pela assistência divina que lhe foi prometida no bem-aventurado Pedro, aquela infalibilidade da qual o divino Redentor quis que gozasse a sua Igreja na definição da doutrina de fé e costumes. Por isto, ditas definições do Romano Pontífice são em si mesmas, e não pelo consentimento da Igreja, irreformáveis."

Defesa de Newman: "é como uma medida adotada pela misericórdia do Criador para preservar a verdadeira religião no mundo e para refrear aquela liberdade de pensamento que, evidentemente, em si mesma, é um dos nossos maiores dons naturais, mas que urge salvar dos seus próprios excessos suicidas."

Decisões políticas e conclusões científicas não estão sujeitas a essa regra.
A Constituição foi promulgada na Quarta Sessão do Concílio Vaticano 1°, em 18 de julho de 1870, pelo Papa Pio IX.
“REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo; O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto. Bem aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.”

— Apocalipse 1:1-3
Estímulo pastoral aos cristãos perseguidos, confortando, desafiando e proclamando a esperança cristã garantida e certa
Roma já não representa, então, para o plano invisível, senão um foco infeccioso que é preciso neutralizar ou remover.
A MAIÊUTICA consiste num autêntico parto de ideias, pois, mediante o questionamento dos seus interlocutores, Sócrates levava-os a colocar em questão os seus "preconceitos" acerca de determinado assunto, conduzindo-os a novas ideias acerca do tema em discussão, reconhecendo assim a sua ignorância e gerando novas ideias, mais próximas da verdade.
"Só sei que nada sei"
defendia que deve-se sempre dar mais ênfase à procura do que não se sabe, do que transmitir o que se julga saber, privilegiando a investigação permanente.
(1832->1920)
Wilhelm Wundt
(1856->1939)
Sigmund Freud
(1880-1943)
Max Wertheimer
(1745->1826)
Philippe Pinel
Como são possíveis juízos sintéticos a priori?
São possíveis porque há uma faculdade da razão - o entendimento - que nos fornece categorias a priori - como causa e efeito - que nos permitem emitir juízos sobre o mundo.
Não podemos conhecer fora do espaço e do tempo, que existem como ferramentas da mente, mas que só podem ser usadas na experiência.
idealismo transcendental
"Até aqui, foi assumido que todo o nosso conhecimento deve conformar-se aos objectos. Mas todas as nossas tentativas de estender o nosso conhecimento de objectos pelo estabelecer de qualquer coisa a priori a seu respeito, por meios de conceitos, acabaram, nesta suposição, por falhar. Temos pois, por tentativas, que ver se temos ou não mais sucesso nas tarefas da metafísica, se supusermos que os objectos devem corresponder ao nosso conhecimento."
Não somos capazes de conhecer inteiramente os objetos reais visto que o nosso conhecimento sobre os objetos reais é apenas fruto do que somos capazes de pensar sobre eles.
(313) Édito de Milão
IX
X
XXX
XL
750
850
1500
2500
3500
Pré-História
Paleolítico
(Pedra Lascada)
Neolítico
(Pedra Polida)
10000
3500
Idade dos Metais
6 500 a.C. – 1 940 a.C
Explicavam a doença como uma conseqüência do aprisionamento, e conseqüente tentativa de escape, de um demônio dentro do corpo humano. O objetivo do remédio era persuadir o demônio a acreditar na idéia de que continuar residindo naquele corpo seria uma experiência desagradável
O que é a natureza ou a realidade última do homem?
(1452->1519)
Leonardo da Vinci
(1561->1626)
Francis Bacon
(1809->1882)
Charles Darwin
1790
1804
1944
~3500 a.C.
+ 5 mil anos
Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do cristianismo.
(1487) Malleus Maleficarum
(286)
Divisão do Império Romano
(330)
Constantino I reconstrói Bizâncio e funda Nova Roma rebatizada de Constantinopla após sua morte
(325)
Primeiro Concílio de Niceia
O seu principal feito foi o estabelecimento da questão cristológica entre Jesus e Deus, o Pai - confirmando oficialmente a profecia messiânica; a construção da primeira parte do Credo Niceno; a fixação da data da Páscoa; e a promulgação da lei canônica
(64) Incêndio de Roma
Pecado original
A natureza humana foi ferida pela concupiscência (ou libido), o que lhes afetou a inteligência e a vontade além das afeições e desejos, inclusive o sexual. Em termos ontológicos, concupiscência não é algo, mas uma má qualidade, a ausência do bem, ou uma ferida; um vício que domina o ser e provoca a desordem moral em homens e mulheres.
Agostinho tentou e esforçou-se exaustivamente por compreender e desvendar o mistério da Santíssima Trindade e uma de suas principais obras, "Sobre a Trindade", é o resultado deste esforço.
Concluiu que a compreensão plena e definitiva deste grande enigma só é possível quando, na vida eterna, nos encontrarmos no Paraíso com o Pai, o Filho e o Espírito Santo
Trindade
Foi um dos primeiros autores cristãos latinos a professar uma visão clara sobre a antropologia teológica ao defender o ser humano como a união perfeita de duas substâncias, o corpo e a alma.
Corpo e Mente
Sob influência do maniqueismo e do neoplatonismo, desenvolveu o conceito de "Igreja Católica" como uma "Cidade de Deus" espiritual distinta da cidade terrena e material. "A Cidade de Deus" estava também intimamente ligada ao segmento da Igreja que aderiu ao conceito da Trindade como postulado pelo Concílio de Niceia e pelo Concílio de Constantinopla
(1214->1294)
Roger Bacon
Ele registrava a forma em que conduzia seus experimentos em detalhes precisos a fim de que outros pudessem reproduzir seus experimentos e testar os resultados - essa possibilidade de verificação independente é parte fundamental do método científico contemporâneo.
Estudo sobre óptica.

Seus avanços nos estudos da Óptica possibilitaram a invenção dos óculos e seriam em breve imprescindíveis para a invenção de instrumentos como o telescópio e o microscópio.
(540->604)
Papa Gregório I
(1184)
Criação da primeira Inquisição oficial
Por: Paulo Roberto Francisco
(1818-1883)
Karl Marx
é uma projeção para o desconhecido, onde está a possibilidade de se conhecer o que é pleno, (tò íson, o igual em si mesmo). O saber é uma rememoração, isto é, que o aprender é recordar.

A mente, ou a alma, tem atravessado muitas existências, tanto dentro como fora dos corpos. O conhecimento consiste em lembrar-se destas experiências anteriores.

Se o viver provém do que está morto, então o que aprendemos vivendo é uma recordação da morte de onde viemos.
A Morte
As Idéias
A Teoria das Ideias ou Teoria das Formas afirma que formas (ou ideias) abstratas não-materiais (mas substanciais e imutáveis) é que possuem o tipo mais alto e mais fundamental da realidade e não o mundo material mutável conhecido por nós através da sensação.

O ver da inteligência capta formas inteligíveis que são as essências puras. As Ideias são as essências eternas do bem, do belo etc.
MUDANÇA
APARÊNCIA
ILUSÃO

NÃO-SER

VISÍVEL
OPINIÃO
PERMANÊNCIA
ESSÊNCIA
VERDADE

SER

INTELIGÍVEL
CIÊNCIA
"A alma é a causa eficiente e o princípio organizador do corpo vivente."
Funda sua própria escola em Atenas, em uma área de exercício público dedicado ao deus Apolo Lykeios, daí o nome Liceu
Matéria
Causa material - potência

Forma (ideia, essência)
Causa formal - ato

Ação
Causa eficiente

Finalidade
Causa final
A mudança, que é intuitiva, pressupõe uma realidade imutável, que é de duas espécies: um substrato comum, elemento imutável da mudança, em que a mudança se realiza; e as determinações que se realizam neste substrato, a essência, a natureza que ele assume. O primeiro elemento é chamado matéria (prima), o segundo forma (substancial).

Realidade
Provas da existência de Deus
1) o movimento existe e é uma evidência para os nossos sentidos; ora, tudo o que se move é movido por outro motor; se esse motor, por sua vez, é movido, precisará de um motor que o mova, e, assim, indefinidamente, o que é impossível, se não houver um primeiro motor imóvel, que move sem ser movido, que é Deus;

2) há uma série de causas eficientes, causas e efeitos, ao mesmo tempo; ora, não é possível remontar indefinidamente na série das causas; logo, há uma causa primeira, não causada, que é Deus;

3) todos os seres que conhecemos são finitos e contingentes, pois não têm em si próprios a razão de sua existência - são e deixam de ser; ora, se são todos contingentes, em determinado tempo deixariam todos de ser e nada existiria, o que é absurdo; logo, os seres contingentes implicam o ser necessário, ou Deus;

4) os seres finitos realizam todos determinados graus de perfeição, mas nenhum é a perfeição absoluta; logo, há um ser sumamente perfeito, causa de todas as perfeições, que é Deus;

5) a ordem do mundo implica em que os seres tendam todos para um fim, não em virtude de um acaso, mas da inteligência que os dirige; logo, há um ser inteligente que os dirige; logo, há um ser inteligente que ordena a natureza e a encaminha para seu fim; esse ser inteligente é Deus.
nada está na inteligência que não tenha estado antes nos sentidos
Há duas espécies de apetites ou desejos: os sensíveis e os intelectuais. Os primeiros, relativos aos objetos sensíveis, produzem as paixões, cuja raiz é o amor. Quanto aos segundos, produzem a vontade, apetite da alma em relação a um bem que lhe é apresentado pela inteligência como tal.
Muitos Iluministas eram materialistas, mas a maioria acreditava em Deus e o considerava a “razão suprema”, e ou “o relojoeiro do universo”, aquele que criou o mundo regido por leis.
(1453) Queda do Império Bizantino
(1440) Imprensa
(1545) Contra Reforma
(1559) primeira edição
(1948) última edição
(1966) abolido
(1483->1546)
Martinho Lutero
Reforma Protestante
Defesa
"...a menos que eu seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou pelo mais claro raciocínio; a menos que eu seja persuadido por meio das passagens que citei; a menos que assim submetam minha consciência pela Palavra de Deus, não posso retratar-me e não me retratarei, pois é perigoso a um cristão falar contra a consciência. Aqui permaneço, não posso fazer outra coisa; Deus queira ajudar-me. Amém."
A Liberdade de um Cristão
"...eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus".
"...sempre melhor ver com nossos próprios olhos do que com os olhos de outras pessoas"
(105)
Igreja Católica
(universal)
(-1->67)
São Pedro
(272->337)
Constantino Magno
50
(44->27)
A Republica Romana dá lugar ao Império
(753)
Fundação de Roma
Eneias, príncipe troiano filho de Vénus, fugindo de sua cidade, destruída pelos gregos, chegou ao Lácio e se casou com uma filha de um rei latino.
Seus descendentes, Rómulo e Remo, filhos de Reia Sílvia, rainha da cidade de Alba Longa, com o deus Marte, foram jogados por Amúlio, rei da cidade, no rio Tibre. Mas foram salvos por uma loba que os amamentou, tendo sido, em seguida, encontrados por camponeses. Conta ainda a lenda que, quando adultos, os dois irmãos voltaram a Alba Longa, depuseram Amúlio e em seguida fundaram Roma
250
150
(146)
Roma conquista a Grécia
(450) Acrópole de Atena
Moisés
Rei David
XVII
(1546->1601)
Tycho Brahe
O objetivo de Ptolomeu era o de produzir um modelo que permitisse prever a posição dos planetas de forma correta e, nesse ponto, ele foi razoavelmente bem sucedido. Por essa razão, esse modelo continuou sendo usado sem mudança substancial por cerca de 1300 anos.
Surgem os burgueses
Primeiras universidades
Bolonha (1088), Paris (1150) e Oxford (1167)
Em 1200 já havia traduções latinas razoavelmente precisas dos principais trabalhos dos autores antigos mais cruciais para a filosofia: Aristóteles, Platão, Euclides, Ptolomeu, Arquimedes e Galeno.
Renascimento do século XII
A filosofia se separa da teologia
O Humanismo afirma a dignidade do homem e o torna o investigador por excelência da natureza.
um devoto cristão, não via conflitos entre a realização do potencial humano e a fé religiosa
compreensão fortemente antropocêntrica e racionalista do mundo
(1632–1677)
Baruch Espinoza
Enciclopédia ou Dicionário racional das ciências, das artes e dos ofícios
defendeu que Deus e Natureza eram dois nomes para a mesma realidade, a saber, a única substância em que consiste o universo e do qual todas as entidades menores constituem modalidades ou modificações
(31)
O Egito é anexado ao império romano
(1798->1857)
Auguste Comte
(1838-1917)
Franz Brentano
As qualidades mais valorizadas no ser humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico
(1514-1564)
Andreas Vesalius
Suas pesquisas sobre o corpo humano revelaram conhecimentos fundamentais para a Anatomia Humana.
(1626-1698)
Francesco Redi
“o livro da natureza é escrito em caracteres matemáticos”
"a única maneira de compreender a natureza é experimentando-a racionalmente"
Psicologia como ciência da mente, sendo esta entendida como a soma dos processos psiquicos
O seu laboratório foi palco de muitas experiências. Os estudos das sensações e da percepção, onde foram medidas e classificadas as sensações no seu aspecto visual, tátil, olfativo e cinestésico. Foram pesquisados os sentimentos, a vontade e a emoção, registrando-se as variações físicas, tais como, da alteração da respiração e da pulsação, dentre outros.
O indivíduo é um momento de uma totalidade sistemática que o ultrapassa e na qual, ao mesmo tempo, ele encontra sua realização. O individual se explica pelo sistema, o particular pelo geral.
"O racional é real e o real é racional"
"A história universal nada mais é do que a manifestação da razão"
Deus é o que se realizará na História
O homem é uma alma encarnada. Antes da sua encarnação, existia unida aos tipos primordiais das idéias do verdadeiro, do bem e do belo; separa-se deles, encarnando, e, recordando o seu passado, é mais ou menos atormentada pelo desejo de voltar a ele.O homem é uma alma encarnada. Antes da sua encarnação, existia unida aos tipos primordiais das idéias do verdadeiro, do bem e do belo; separa-se deles, encarnando, e, recordando o seu passado, é mais ou menos atormentada pelo desejo de voltar a ele.
A alma se transvia e perturba, quando se serve do
corpo para considerar qualquer objeto; tem vertigem, como
se estivesse ébria, porque se prende a coisas que estão, por
sua natureza, sujeitas a mudanças; ao passo que, quando
contempla a sua própria essência, dirige-se para o que é puro,
eterno, imortal, e, sendo ela dessa natureza, permanece aí
ligada, por tanto tempo quanto possa. Cessam então os seus
transviamentos, pois que está unida ao que é imutável e a
esse estado da alma é que se chama sabedoria
Enquanto tivermos o nosso corpo e a nossa alma se achar mergulhada nessa corrupção, nunca possuiremos o objeto dos nossos desejos: a verdade. De fato, o corpo nos oferece mil obstáculos, pela necessidade que temos de cuidar dele. Além disso, ele nos enche de desejos, de apetites, de temores, de mil quimeras e de mil tolices, de maneira que, com ele, impossível sermos sábios e ajuizados, sequer por um instante. Mas se nada se pode conhecer puramente enquanto a alma esta unida ao corpo, uma destas coisas se impõe: ou que jamais se conheça a verdade, ou que se conheça após a morte. Livres da loucura do corpo, então conversaremos com homens igualmente livres e conheceremos por nós mesmos a essência das coisas. Eis porque os verdadeiros filósofos se preparam para morrer, e a morte não lhes parece de maneira alguma temível.
Questão dos Universais
Os universais existem por si, ou são simples produtos do nosso espírito, se os conceitos universais existem em si próprios ou nas coisas particulares
Defendem que os universais são conceitos mentais, ideias abstraídas dos dados particulares; não são entidades reais, mas também não são meros nomes ou etiquetas usadas para agrupar entidades concretas. Os conceitos universais exprimem algo que existe realmente nos seres individuais. O universal é uma ideia formada pelo pensamento a partir de dados particulares por um processo de abstração. Esta conceção foi defendida também por São Tomás de Aquino, o filósofo de maior inspiração aristotélica e é muitas vezes também designada por realismo moderado, pois esta conceção defende que os universais não preexistem às coisas, mas que expressam uma natureza real comum a todos os seres que têm uma determinada característica comum.
Platão defendia que as ideias é que constituem a verdadeira realidade; como tal consideram que os conceitos universais têm realidade objetiva. Receberam o nome de realistas porque creem na realidade do Universal, independentemente do nosso pensamento. Os conceitos universais preexistem às coisas individuais e concretas (relembrar a conceção platónica de mundo inteligível).
Defendem que os universais são apenas conteúdos da nossa mente, isto é, simples nomes. "Os universais são nomes, não uma realidade, nem algo com fundamento na realidade", dirá Guilherme de Ockham e precisa: "No indivíduo não há nenhuma natureza universal realmente distinta daquilo que é próprio de um indivíduo, porque ou ela faz parte de um mesmo indivíduo e nesse caso não pode ser distinta dele ou então permanece distinta do indivíduo e este poderia evidentemente existir sem aquela natureza". A realidade, portanto é toda singular. Só os indivíduos são reais. Os conceitos universais não têm valor objetivo. São apenas símbolos convencionais para designar grupos de seres a modo de etiquetas que o homem colocaria ao agrupar seres semelhantes.
Os conceptualistas (realistas moderados)
Os realistas
Os nominalistas
1637
(1743->1794)
Antoine Lavoisier
(1685->1753)
George Berkeley
Racionalismo
(1646-1716)
Gottfried Wilhelm Leibniz
(1642->1727)
Isaac Newton
(1711->1776)
David Hume
Hume pretende fazer no âmbito da ciência do homem, o mesmo que Newton realizou no âmbito da ciência natural: explicitar as leis e princípios básicos que inexoravelmente comandam os modos de pensar, de sentir e de conviver dos seres humanos.
(1632->1704)
John Locke
Negava a ideia de que Deus determinava o destino dos homens e afirmava que era a sociedade que os moldava para o bem ou para o mal.
(1596->1650)
René Descartes
(1571->1630)
Johannes Kepler
Além de fazer importantes estudos na área de gravitação, formulou as leis fundamentais da mecânica celeste e demonstrou a tese das órbitas elípticas.
Homero

(490->430)
Zenão de Eléia
No caso da multiplicidade, as coisas deveriam ser ao mesmo tempo pequenas, ao ponto de não terem grandeza, e grandes ao ponto de serem infinitas; ora, isto é impossível, razão porque o ser é uno.
Se o que existe não tivesse tamanho, nem sequer seria. Pois se fosse acrescentado a qualquer outra coisa, não a faria maior. E também se, ao ser tirado, a outra coisa não fica menor, tal como, quando acrescentada, não aumenta, é óbvio que o que foi juntado ou tirado era nada.
Paradoxo da dicotomia – Imagine um móvel que está no ponto A e quer atingir o ponto B. Este movimento é impossível, pois antes de atingir o ponto B, o móvel tem que atingir o meio do caminho entre A e B, isto é, um ponto C. Mas para atingir C, terá que primeiro atingir o meio do caminho entre A e C, isto é, um ponto D. E assim, ao infinito.
Paradoxo de Aquiles – Imagine uma corrida entre um atleta velocista (Aquiles) e uma tartaruga. Suponhamos que é dada para a tartaruga uma vantagem inicial em distância. Aquiles jamais a alcançará, porque quando ele chegar ao ponto de onde a tartaruga partiu, ela já terá percorrido uma nova distância; e quando ele atingir essa nova distância, a tartaruga já terá percorrido uma outra nova distância, e assim, ao infinito.
Paradoxo da flecha imóvel – Uma flecha em vôo está a qualquer instante em repouso. Ora, se um objeto está em repouso quando ocupa um espaço igual às suas próprias dimensões e se, a flecha em vôo sempre ocupa espaço igual às suas próprias dimensões, logo a flecha em vôo está em repouso.
Paradoxo do estádio - Assim como a flecha, argumenta que é impossível que a subdivisibilidade do tempo e do espaço termine em indivisíveis. É o mais discutido e com a descrição mais difícil.
(460->360)
Demócrito
(341->270)
Epicuro
Atomismo, Pluralismo e Epicurismo
Questões relacionadas ao confronto entre humanidade e natureza, todas as coisas teriam algo em comum e inalterável:
de onde provêm todas as coisas?
o que anima os seres vivos?
qual a origem dos seres humanos?
qual é o PRINCÍPIO de tudo que existe?
A Cosmogonia Pitagórica não é mítica, porque o mundo se originou em consequência de leis naturais, de acordo com as quais se processa a mistura dos elementos. Muito progrediu a astronomia com a idéia do fogo central, em torno do qual giram a Terra e os astros.
A essência, que é o princípio fundamental que forma todas as coisas é o número.
Os números mantinham uma relação direta com a matéria, considerando, por exemplo, o número "um" como um ponto, o "dois" como uma reta, "três" uma superfície e o "quatro" um sólido. Assumindo que 1 + 2 + 3 + 4 = 10, o número "dez" era visto como uma espécie de conjunto de quatro elementos, o "alicerce" das coisas do mundo. O número "dez", de acordo com os pitagóricos, corresponderia a um tetraktys.
Teorema de Pitágoras
O primeiro número irracional a ser descoberto foi a raiz quadrada do número 2, que surgiu exatamente da aplicação do teorema de Pitágoras em um triângulo de catetos valendo 1.
Fato que, supostamente, teria selado o destino de Hípaso de Metaponto, membro da escola e autor da desmonstração.
O Cosmos
Pitágoras provou que a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.
Leucipo
(490->430)
Empédocles
(500->428)
Anaxágoras
(1304->1374)
Francesco Petrarca
(310->230)
Aristarco de Samos
Para ele, seria mais natural supor que um astro menor girasse em torno de um maior, que era uma opinião diferente da dos seus antecessores.
Humanismo
Lógica Indutiva
Idealismo
Positivismo
Fenomenologia
Dialética
Materialismo
Estruturalismo
(1842-1910)
William James
Funcionalismo
(1878-1958)
John B. Watson
Psicanálise
Behaviorista
(1908-1970)
Abraham Maslow
Humanista
Criticismo
(1904-1990)
B. F. Skinner
A filosofia natural estudada nas faculdades de Arte dessas instituições tratava do estudo objetivo da natureza e do universo físico. Esse era um campo independente e separado da teologia; entendido como uma área de estudo essencial em si mesma, bem como um fundamento para a obtenção de outros saberes.
(1340)
Peste Negra
(1096)
Primeira Cruzada
Teocentrismo
Antropocentrismo
Gestalt
(1896-1934)
Lev Vygotsky
Sócio-histórica
(1889-1974)
Jacob L Moreno
Psicodrama
(1896-1980) Jean Piaget
Cognitivista
(1833-1911) Wilhelm Dilthey
(1840-1900) Friedrich Nietzsche
(1872-1970) Bertrand Russell
Existencialismo
(1889-1951)
Ludwig Wittgenstein
Filosofia Analítica
(1902-1994) Karl Popper
(1891-1970) Rudolf Carnap
Positivismo Lógico
Marxismo
(1889-1976) Martin Heidegger
(1895-1973)
Max Horkheimer
(1903-1969) Theodor W. Adorno
Teoria Crítica
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