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Atuação na Coordenação de Sala, Perfusão e Acondicionamento

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by

Lu Moura

on 19 June 2015

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Transcript of Atuação na Coordenação de Sala, Perfusão e Acondicionamento

Atuação na Coordenação de Sala,
Perfusão e Acondicionamento de Enxertos

FLUXO
ATRIBUIÇÕES
PROCEDIMENTOS FINAIS
PERFUSÃO E ACONDICIONAMENTO
ATUAÇÕES

Processo Doação-Transplante
Programa Einstein
de Transplantes
Responsabilidades do coordenador de sala (equipe tx)
Perfusão e Acondicionamento
Responsabilidades Finais
Processo Doação-Transplante
identificação do potencial doador
Atuações
Elo entre as equipes
Preparo da Documentação;
Preparo da Sala Operatória;
Transporte do doador;
Suporte para equipe;
Supervisão na retirada e no preenchimento dos documentos; etc.
diagnóstico de morte encefálica
entrevista familiar
notificação da doação - OPO ou CNCDO
validação e manutenção do potencial doador
(consentimento)
cirurgia de extração de órgão
devolução do corpo aos familiares
Cirurgia de extração
devolução do corpo aos familiares
Atuação na Coordenação
coordenação de sala
perfusão
acondicionamento
agilidade no processo


preservação do órgão

recomposição do corpo
Enfermeiro da
CIHDOTT/ OPO/CNCDO


Auxilio na logística da equipe de transplante (ligações, confirmações, reservas);
Checagem da documentação;
Perfusão;
Auxilio no acondicionamento e no transporte do enxerto; etc
Enfermeiro/ Téc. enf/ Instr da Equipe de Transplantes

IMPORTANTE!

ter um fluxo definido
Check list das ações
Materiais da Cirurgia
Caixa com material cirúrgico;
Materiais descartáveis;
Medicamentos;
Recipiente para alojar o enxerto
Caixas térmicas;
SF 0,9% refrigerada e congelada
SG 5% refrigerada (extração de coração)
Gelo

Declaração de Morte Encefálica
Exame complementar



Termo de Autorização da Doação


Ficha de Informações do Doador
Tipagem Sangüínea
Sorologias
preenchimento completo do termo
intervalo entre os exames
presença do exame complementar
ausencia de rasuras
assinatura e CRM dos médicos
checagem
Protocolo Diagnóstico de ME
Verficação da documentação do doador
Termo de Doação de órgãos
Ficha de Informações do Doador de M. Órgãos
Contato com Hospital Doador/OPO:
Material Extração
Verificação da Documentação do Doador
Auxílio na montagem das mesas
- Atenção com a qualidade do enxerto !!!
Perfusão dos enxertos
Auxílio no armazenamento e transporte dos enxertos
Contato com equipe e hospital transplantador
Tempos de Isquemia (Fria, Quente e Total)

É o delta T entre a parada circulatória do doador até a re-perfusão do enxerto no receptor. É dividida em:
Tempo de Isquemia Fria: Hora do Clampeamento até a retirada do enxerto do gelo (no Centro Cirúrgico do Hospital Transplantador).
Tempo de Isquemia Quente: Retirado do enxerto do gelo até a re-perfusão do órgão.
Tempos de Isquemia
Soluções de Preservação
Coração
Custodiol (2L)
Sant Thomas 1 e 2 (Plegisol®)
Soluções com K tamponadas com Bic

Pulmão
Sol. perf. pulm. com dextrane e potássio (Perfadex®)

1.Coração;
2.Pulmões;
3.Fígado;
4.Pâncreas;
5.Intestino;
6.Rins;
7.Tecido Ósteo-condro-
fáscio-ligamentoso;
8. Pele;
9. Córneas.

Ordem de retirada e Registros
Registros
descrição cirúrgica
1ª via - prontuário do doador
2ª via - OPO/CIHDOTT
3ª VIA- equipe de Tx
informações adcionais:
hora do clampleamento
tipo de solução utilizada perfusão (lote/validade)
aspecto do órgão após perfusão
Acondicionamento
Identificação
Art. 34. A identificação da embalagem deve ser escrita de forma clara, legível e indelével.

Art. 35. A etiqueta de identificação do conteúdo da embalagem deve conter as seguintes informações:
I - RGCT do doador;
II - tipo de órgão;
III - lateralidade.

Art. 42. A parte externa da embalagem terciária destinada ao transporte de órgãos para TRANSPLANTEs deve conter,
além do símbolo de risco biológico, as seguintes informações na etiqueta de identificação, cujo modelo consta no Anexo II da Portaria GM/MS n°. 2600, de 21 de outubro de 2009, ou a que vier a substituí-la:
 
I - identificação da doação: Registro Geral da Central de TRANSPLANTE - RGCT e o registro hospitalar do doador;
 II - nome do serviço de origem e do remetente;
 III - nome do serviço de destino e do destinatário;
 IV - data e horário de início de isquemia fria;
 V - tempo máximo de entrega do órgão ao destinatário;
 VI - identificação da carga;
 VII - telefones (incluindo o código de área) das CNT/CNCDO
e da equipe técnica de captação para contato em casos de emergência

Transporte
Art. 7° Os órgãos humanos devem ser transportados de forma segura, obedecendo às normas de biossegurança, com o propósito de assegurar a integridade e conservação, além de prevenir a contaminação do material e do pessoal envolvido no transporte.

Art. 8° Os órgãos humanos devem ser transportados por profissional designado pela equipe técnica de TRANSPLANTE, sob ciência da CNCDO, ou pela própria CNCDO.



Reconstituição do corpo
Transporte do órgão com segurança


Sistema Nacional de Transplantes
embalagem primária:
órgão e a solução de preservação

embalagem secundária: solução estéril em volume
suficiente para proteger o órgão de choques externo

embalagem terciária: última embalagem vazia para prevenir a contaminação.
CAIXA TÉRMICA: deve ser preenchida com gelo (ponto de fusão a 0° C) em quantidade suficiente para envolver as embalagens e garantir a manutenção da temperatura pelo tempo necessário do processo de transporte
obs: uso de pote plástico estéril
RDC 66/2009

Art.8 - Lei 9.434/97
Obrigada

Bom Treinamento!
luciana.moura@einstein.br
Protocolo de Perfusão
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