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Imigrantes, industrias e operarios

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by

jady roese

on 13 May 2014

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Transcript of Imigrantes, industrias e operarios

Indústrias e operários
Durante a Primeira República, também conhecida como República Velha, constitui a primeira fase da organização republicana nacional e vai desde a Proclamação da República em 1889 até a Revolução de 1930, ocorreu um crescimento constante do número de indústrias no Brasil.
Em determinado momento o Brasil estava tendo alguns problemas pela ordem econômica, essas revoltas aconteceram pra tentar conter a crise do café e o auge da produção da borracha. Ocorreram alguns conflitos sociais como a Guerra de Canudos, entre 1896 e 1897, a Revolta da Vacina, em 1904, a Revolta da Chibata, em 1910, e a Revolta do Contestado, entre 1913 e 1915.
As indústrias começaram a serem inauguradas desde o final do século XIX. Vários fatores podem explicar o funcionamento de diversas indústrias no Brasil. Um deles foi à formação de um capital inicial a partir do comércio exportador e da lavoura de café. Ao aumentar a renda da população e a demanda de produtos de consumo não duráveis, a valorização do café também contribuiu para a expansão da atividade industrial, o incentivo à imigração, a Primeira Guerra Mundial, que alterou o quadro das relações econômicas internacionais do Brasil.
A greve geral representou a insatisfação acumulada dos trabalhadores nas primeiras décadas da república brasileira guiadas inicialmente pela ideologia anarquista, mostrarem- se capazes de se organizarem para defender suas vontades e ideias. O fim da Greve foi com os grevistas presos, sindicatos foram invadidos, jornais foram fechados, líderes grevistas foram enviados para local com difíceis chances de sobrevivência. As primeiras Lutas e Conquistas Operárias, a primeira mobilização operária na indústria Brasileira ocorreu em 1903 na indústria têxtil no Rio de Janeiro. Em Ribeirão Preto, Campinas, Santos e São Paulo ocorreram grandes paralisações que influenciaram os patrões a tomarem decisões como: expulsar os trabalhadores estrangeiros e atender as reivindicações foram criadas condições de higiene e segurança no interior das fábricas, caixas de aposentadorias e pensões para ferroviários. Assim as condições de vida dos trabalhadores melhorou.
Image by Tom Mooring
Brasil Iª república (1889-1930): Imigrantes, indústrias e operários
Imigrantes
A partir das primeiras levas, a imigração em cadeia, ou seja, a atração exercida por pessoas estabelecidas nas novas terras, chamando familiares ou amigos, desempenhou papel relevante. Nas Américas, pela ordem, os Estados Unidos, a Argentina e o Brasil foram os principais países receptores de imigrantes. No caso brasileiro, os dados indicam que em torno de 4,5 milhões de pessoas imigraram para o país entre 1882 e 1934. Destes, 2,3 milhões entraram no estado de São Paulo como passageiros de terceira classe, pelo porto de Santos, não estando, pois, aí incluídas entradas sob outra condição.
Do ano de 1907 para 1920 mudou muito os números dos operários e das indústrias, o número de empresas cresceu cerca de quatro vezes, e os operários empregados quase que se duplicou. Sendo São Paulo o estado mais industrializado do país. As maiores fábricas paulistas foram montadas por fazendeiros importantes e imigrantes. Os principais ramos de trabalho da época foram: têxtil, alimentos e o vestuário. Mas tivemos diferenças no crescimento industrial no Brasil, como o Centro- Oeste que estava com 36 fábricas enquanto o Nordeste estava com 7.458 fábricas, este é um exemplo de onde pode ter surgido a diferença gritante de importância econômica no país.
Para os trabalhadores não havia nenhum tipo de assistência, ajuda ao trabalhador, como: licença maternidade, seguro desemprego e férias remuneradas. Dentro das fábricas a condição de vida dos trabalhadores era muito difícil, as jornadas de trabalho duravam mais de 16 horas por dia, não tinha nenhum tipo de higiene e segurança, além de que os salários eram muito baixos. Com a criação da sociedade beneficente os operários foram muito ajudados com caso de doenças e incapacitação de exercer sua função. No inicio do século XX surgiram os sindicatos, entre eles estão os sindicatos reformistas e o revolucionários. Os reformistas: diziam que a greve seria utilizada como recurso para negociação com os patrões. Os revolucionários: para eles a greve era a principal forma de negociação com os patrões. O sindicalismo revolucionário foi o mais importante para o movimento operário. A greve geral de 1917 teve inicio na indústria têxtil em São Paulo, apesar de ser violentamente reprimida pela policia, teve grande influência sindicalista revolucionaria do movimento operário.
Integrantes:
Jady, Laura, Fabiane e Valentina
Turma:
181
Trabalho de história
A principal região de atração passou a ser o estado de São Paulo e os objetivos básicos da política imigratória mudaram. Já não se cogitava de atrair famílias que se convertessem em pequenos proprietários, mas de obter braços para a lavoura do café, em plena expansão em São Paulo. A opção pela imigração em massa foi a forma de se substituir o trabalhador negro escravo, diante da crise do sistema escravista e da abolição da escravatura (1888). Ao mesmo tempo, essa opção se inseria no quadro de um enorme deslocamento transoceânico de populações que ocorreu em toda a Europa, a partir de meados do século XIX, perdurando até o início da Primeira Guerra Mundial. A vaga imigratória foi impulsionada, de um lado, pelas transformações sócio-econômicas que estavam ocorrendo em alguns países da Europa e, de outro, pela maior facilidade dos transportes, advinda da generalização da navegação a vapor e do barateamento das passagens
É necessário ressalvar, porém, que, em certas épocas, foi grande o número de retornados. Em São Paulo, por exemplo, no período de crise cafeeira, (1903-1904), a migração líquida chegou a ser negativa. Um dos traços distintivos da imigração para São Paulo, até 1927, foi o fato de ter sido em muitos casos subsidiada, sobretudo nos primeiros tempos, ao contrário do que sucedeu nos Estados Unidos e, até certo ponto, na Argentina.
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