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Caderno da Cidadania

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by

Edilson Gonçalves

on 9 September 2016

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Transcript of Caderno da Cidadania

O objetivo do módulo 1 é refletir sobre as relações do ser humano com o entorno e verificar as conseqüências destas relações e as possíveis formas de interferência neste ambiente.

Nosso propósito é estimular as crianças e adolescentes a “perceberem” o mundo a sua volta, e isto começa pelo próprio bairro, talvez até pela escola, associação, clube ou em outro local que se encontrem.

Conhecer para participar, participar para intervir!!!
Percebendo o mundo à nossa volta
Cursos de formação para o público-alvo nos temas sugeridos pelo CC e diante das necessidades do público-alvo;
Qualificar a participação comunitária em cidadania infanto-juvenil por meio de assessorias com cada entidade do público-alvo;
Elaboração do Jogo Digital do Caderno de Cidadania com a equipe do CTTMAR;
Organização de Fóruns entre o projeto e o OPP na assessoria das políticas públicas em gênero e cidadania infantojuvenil.
Objetivos
Socioambientalismo é um “jeito novo” de entender a questão ambiental e buscar formas mais adequadas de gestão do meio ambiente, com a participação direta da coletividade, valorizando seus conhecimentos e sua forma de relação com o seu meio. É compreender que o ambiental não pode ser entendido fora do social, que meio ambiente tem a ver com saúde, trabalho, renda, educação, qualidade de vida e cidadania.
Socioambientalismo
Prédio, pavimentação, vegetação, equipamentos, jardins e outros... Detectar o que existe no ambiente e o seu estado de conservação, a responsabilidade desta situação, e como promover melhorias no local são aspectos importantes desta análise. Por exemplo, pode-se analisar o tipo de vegetação encontrada no jardim da escola, verificando se é nativa do lugar, que tipo de vegetação existia aqui antes, porque desapareceram do ambiente (se for o caso), quem é(são) o(s) responsável(eis) por isso e as possibilidades de replantio das espécies.
Experiências com o Caderno de Cidadania
A CRIANÇA SE VÊ COMO CIDADÃ?
“Educação é aprender a desdobrar as potencialidades do ser humano, abrir novos horizontes, provocar a consciência crítica, levar ao saber pensar... (...) O problema do instrucionismo está em que alimenta a condição de massa de manobra à medida que torna o aluno passivo, subalterno, reprodutivo. Em vez de saber manejar o conhecimento com autonomia, contenta-se, em reproduzir como simples porta-voz ou marionete”.(2001, p.92).

Pedro Demo na obra Cidadania Pequena (2001):
MOVIMENTOS SOCIAIS
PARTICIPAÇÃO
RESPONSABILIDADE

COMO A ESCOLA PODE AUXILIAR NISTO?

COMO É FAZER HISTÓRIA PRÓPRIA E COLETIVAMENTE ORGANIZADA?
Referencial teórico 2
Cidadania é a competência humana de fazer-se sujeito para fazer história própria e coletivamente organizada.(DEMO, 1995, p.01)

COMO É FAZER-SE SUJEITO?
CRIANÇA SE VÊ COMO SUJEITO?

NOME
IDENTIDADE
GRUPO SOCIAL / MEIO AMBIENTE
Quem Somos...
Teste do Jogo Digital
Teia da Vida
Dinâmicas:
Por que o tema Socioambientalismo na Cartilha?
O que é o Socioambientalismo?
MÓDULO 3: CIDADANIA AMBIENTAL
Situação social, econômica e jurídica da infância
Adultização das pesquisas
1) Reconhecimento da existência das culturas infantis (aptidão cultural);

2) Crianças como atores sociais,
Ou o fim da infância?;






3) Infância como construção social.
Referencial teórico 1 - Infância










Natureza X cultura





Ator social/socialização
Algumas das Atividades Desenvolvidas
Crianças nos lixões


A existência de aterros sanitários – lixões – onde é cada vez mais comum o trabalho de crianças e de adolescentes.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela dados referente à destinação final inadequada do lixo no Brasil, ou seja, praticamente 60% dos resíduos sólidos urbanos vão para os lixões e aterros irregulares
Segundo o IBGE, cerca de 100 mil toneladas diárias de lixo urbano, não têm destinação correta, são encontrados espalhados em lixões, ou simplesmente lançados a céu aberto na natureza, em encostas, rios e lagos.

Examinando informações oficiais do IBGE observa-se que os impactos sociais e ambientais deste quadro são alarmantes:
a) Dos Aterros/Lixões existentes, 63% estão localizados próximos à Áreas agropecuárias, 18% próximos às residências e 7% próximos à APA’s;
b) 1548 Municípios informam que 24340 catadores (22% menores de 14 anos) atuam dentro dos Lixões em condições subumanas; 85% destes Municípios não realizam qualquer trabalho social com os catadores. 177 Municípios informam que 7264 pessoas (33% menores de 14 anos) moram dentro dos lixões;

Segundo o DATASUS, há mais de 630 mil casos por ano de internações por doenças decorrentes do saneamento ambiental inadequado, causadas, principalmente, pela ingestão de água contaminada por esgoto e lixo disposto na natureza (diarréias, esquistossomose, leptospirose, hepatite A) e pela ação dos vetores (dengue febre amarela, malária);
d) A coleta seletiva regular ocorre em menos de 10% dos Municípios brasileiros, atendendo menos de 20% da população destes municípios. Estima-se que mais de 300 mil pessoas dediquem-se regularmente à catação de materiais recicláveis nas ruas das Cidades brasileiras;
e) A localização dos Aterros e Lixões próximos às áreas residenciais, de exploração agropecuária e de áreas de proteção ambiental, eleva o risco de contaminação das reservas de água potável pela ação do chorume (licor decorrente da degradação da matéria orgânica depositada nos aterros).

Em relação à intensidade de pobreza e a remuneração dos pais dos pequenos trabalhadores, os dados colhidos pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil demonstram a situação de miséria em que vivem as famílias.
Primeiramente são listados os números de crianças e adolescentes de 07 a 14 anos que estão frequentando o curso fundamental no ano de 2000. Segundo dados colhidos pelo Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil.
Ganham de R$1,00 a R$6,00 por dia, mas o trabalho que fazem é fundamental para aumentar a renda de suas famílias.
Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, 22,2% dos 24.340 catadores do Brasil têm menos de 14 anos de idade.
Segundo um estudo realizado por geógrafos da PUC-Rio – feito a pedido do DRM (Departamento de Recursos Minerais do Rio) – chegou-se a conclusão que o excesso de lixo e a presença de gás agravaram a tragédia, mais não foi a principal causa. Segundo os geógrafos, duas fissuras na rocha, no alto do Morro do Bumba, mostraram que o deslizamento começou no alto e “empurrou” a massa de lixo que estava embaixo.
O deslizamento teve como causa a junção de vários fatores como excesso de lixo, presença de gás, características topográficas, ocupação desordenada e o motivo que agravou esta situação, chuvas intensas.

MORRO DO MUMBA
MAPA VIOLÊNCIA
Crianças e adolescentes na faixa de 0 a 18 anos de idade constituem um contingente de exatas 59.657.339 pessoas, segundo o Censo Demográfico de 2010. Representam 31,3% da população do país. São, pelas definições da lei, 35.623.594 de crianças de 0 a 11 anos de idade – 18,7% do total do país – e 24.033.745 de adolescentes na faixa dos 12 aos 18 anos de idade: 12,6% da população total. Mas, como resulta problemático desagregar os dados de população – imprescindível para elaborar as taxas – para esses cortes etários, como explicado no capítulo 1, deveremos trabalhar com o agregado de <1 a 19 anos de idade. Nesse caso, crianças e adolescentes representam 62,9 milhões do total de 190,6 milhões registrados pelo censo de 2010 (33% do total do país)
Dados divulgados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República mostraram que 77% das denúncias registradas por meio do Disque 100, entre janeiro e novembro deste ano, são relativas à violência contra crianças e adolescentes, o que corresponde a 120.344 casos relatados. Isso significa que, por mês, ocorreram 10.940 agressões, o que dá uma média de 364 denúncias por dia.
Dados gerais
as crianças são especialmente vulneráveis às violações de direitos, à pobreza e à iniquidade no País. Por exemplo, 29% da população vive em famílias pobres, mas, entre as crianças, esse número chega a 45,6%. As crianças negras, por exemplo, têm quase 70% mais chance de viver na pobreza do que as brancas; o mesmo pode ser observado para as crianças que vivem em áreas rurais. Na região do Semiárido, onde vivem 13 milhões de crianças, mais de 70% das crianças e dos adolescentes são classificados como pobres. Essas iniquidades são o maior obstáculo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) por parte do País.
Com 98% das crianças de 7 a 14 anos na escola, o Brasil ainda tem 535 mil crianças nessa idade fora da escola, das quais 330 mil são negras. Nas regiões mais pobres, como o Norte e o Nordeste, somente 40% das crianças terminam a educação fundamental. Nas regiões mais desenvolvidas, como o Sul e o Sudeste, essa proporção é de 70%. Esse quadro ameaça o cumprimento pelo País do ODM 2 – que diz respeito à conclusão de ciclo no ensino fundamental.
O Brasil tem 21 milhões de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos. De cada 100 estudantes que entram no ensino fundamental, apenas 59 terminam a 8ª série e apenas 40, o ensino médio. A evasão escolar e a falta às aulas ocorrem por diferentes razões, incluindo violência e gravidez na adolescência. O país registra anualmente o nascimento de 300 mil crianças que são filhos e filhas de mães adolescentes.
Direito intergeracional e transversalide
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