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FPIF_MóduloIV_JoãoMoraisRibeira

a minha apresentação de prezi sobre Métodos e Técnicas Pedagógicas
by

Joao Morais Ribeira

on 8 June 2013

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Transcript of FPIF_MóduloIV_JoãoMoraisRibeira

20 e 27 de Abril de 2013 Os nossos "temas" Os nossos objetivos PONTOS - CHAVE Duas formas de Formação como escolhemos ?? - Metodologias e técnicas de ensino/ aprendizagem específicas para adultos (passivas e ativas);

- Metodologias e técnicas de autoestudo (formação à distância)

- Métodos Pedagógicos: expositivo, interrogativo, demonstrativo e ativo

- Técnicas pedagógicas: simulação, jogo de papéis, exposição, demonstração, estudo de casos, tempestade de ideias, projetos, aprendizagem no posto de trabalho, exercícios práticos, tutoria e dinâmicas de grupo

- Critérios de seleção dos métodos e/ou técnicas pedagógicas - Escolher e aplicar as técnicas e os métodos pedagógicos mais adequados aos objetivos, aos públicos-alvo e ao contexto de formação;

- Descrever as vantagens e importância da criatividade em meio pedagógico;

- Identificar estratégias inclusivas de públicos diferenciados;

- Identificar vantagens e desvantagens da aplicação das diferentes técnicas pedagógicas em contextos diferenciados. Criatividade no momento da conceção/desenvolvimento dos métodos e técnicas pedagógicas Metodologias e técnicas de ensino/ aprendizagem Métodos MÓDULO IV – Métodos e Técnicas Pedagógicas técnicas e os métodos As ações de formação são estruturadas com recurso a determinados métodos e técnicas frequentemente utilizados em situações pedagógicas. devemos sempre ter em conta: o espaço que se tem para desenvolver as ações
o feedback dos formandos durante o desenvolvimento da formação
as interações que são criadas entre os mesmos. Tempestade de ideias Importância das relações entre o grupo de formação e o formador permite: dinamizar atividades indoor/outdoor dramatizar diversas situações pedagógicas Metodologias e técnicas de autoestudo ativas ou passivas e-learning
b-learning b-learning derivado do e-learning a maior parte dos conteúdos é à distância exige momentos presenciais pode ser síncrono ou assíncrono b-learning vantagens: - Melhor integração pessoal entre os participantes, com consequente troca de experiências.
- Possibilidade de desenvolver dinâmicas coletivas.
- Eventual redução de custos com a formação de grupos, a permitir que toda uma turma inicie o curso e termine no mesmo prazo.
- Melhor capacidade de avaliação dos alunos, em situações ao vivo, especialmente quando o objecto da formação envolve performance de relacionamento e postura do aluno frente ao público.
- Possibilidade de realizar trabalhos de campo e visitas técnicas a locais de interesse.
- Humanização da relação entre a instituição e os alunos.
- Melhores resultados de aprendizagem dentro de prazos estabelecidos, com meios mais diversificados e colaboração entre os alunos mais intensa b-learning desvantagens -Necessidade de organizar turmas presenciais, para redução de custos, com datas definidas,

-Limita o acesso de alunos individuais que pretendam estudar programas de forma independente e com horários flexiveis

-Desvalorização do professor online e elevada valorização do professor presencial.
aquele que domina o conteúdo não faz atendimento, e quem faz o atendimento não domina totalmente o conteúdo. Métodos do grego "methodos" meta + hodos através / por meio de caminho / via é tentar ordenar o trajeto através do qual se alcançam os objetivos definidos Técnicas do grego "téchne" = arte / ciência tem como objetivo um determinado resultado complementam-se e articulam-se entre si, de modo que não se podem utilizar isoladamente o formador deve sequenciá-las, permitindo situações diversificadas de formação, tendo em conta a sua maior eficácia quanto a resultados de aprendizagem. A Natureza do objectivo pedagógico

As características do saber a transmitir

As características dos formandos

As características do formador

O tempo

Os condicionalismos e os recursos inerentes à situação de formação Técnicas como escolhemos ?? definição rigorosa do objectivo concreto
caracterização do comportamento prático a atingir

organização metódica da formação nos seus aspectos práticos

responsabilização dos formandos

modificação das relações formando-formador

fomentação do trabalho de grupo Métodos gestão da relação pedagógica MÉTODO PROGRAMA FORMADOR FORMANDO João Morais Ribeira Métodos quais são?? Método Afirmativo Interrogativo Expositivo Demonstrativo Ativo Método expositivo - I caraterísticas Transmissão oral de informações e conteúdos essencialmente teóricos

O formador desenvolve oralmente um assunto, dando toda a informação acerca dele

O formando fica limitado a escutar toda a informação Método demonstrativo - I caraterísticas Método expositivo - II funcionamento Formador Fala
Explica
Incentiva Programa Formando Escuta
Presta atenção
É incentivado Método expositivo - III Vantagens Desvantagens Nº elevado de participantes

Grande quantidade de informação transmitida em pouco tempo

Necessidade de pouco material pedagógico

Iniciativa e controlo por parte do formador Não controla a aquisição de conhecimentos

A participação dos formandos é nula

Não tem em conta fatores como a curiosidade e a experiência

Pouco contato Formador / Formando

Não tem em conta o ritmo de aprendizagem dos formandos Método expositivo - IV Exposição oral O objectivo: permite delimitar a exposição em termos do resultado esperado (aprendizagem);

A duração: permite saber que conteúdos e com que pormenor vão ser abordados;

O perfil dos formandos: define o limite, em termos de nível de complexidade, a que se vai situar a exposição. Método expositivo - V 3 momentos Introdução Explanação Conclusão Papel do formador Dominar o assunto Investir na comunicação não-verbal Incentivar a participação dos formandos Salientar os pontos-chave, fazer sínteses e ligações Adequar o discurso, os recursos de apoio e apresentar exemplos concretos Planear a sessão com rigor Recorrer aos recursos audiovisuais privilegia o saber-fazer

o formador é protagonista e motiva explicando e demonstrando a tarefa aos formandos Método demonstrativo - II fases explicar demonstrar executar aplicar controlar Método demonstrativo - III funcionamento Formador Explicita
Demonstra
Avalia
Controla Programa Formando Escuta
Observa
Imita Método demonstrativo - IV Vantagens Desvantagens Nº reduzido de participantes

Dinâmico e participativo

Permite o controlo de aprendizagem Necessidade de recursos adequados (equipamentos e materiais)

Não funciona isoladamente

Pode gerar resistências por parte dos participantes mais tímidos

Funciona sobretudo em grupos pequenos

Implica a liderança permanente do formador em todas as tarefas de demonstração

Necessita de muito tempo Método demonstrativo - V atenção à aplicação ANTES Preparação do material necessário;
Definição dos objetivos pedagógicos;
Organização da posição dos participantes,
Informação dos objectivos aos participantes;
Motivação dos participantes;
Explicação de como se executa a operação; DURANTE Executar e explicar uma primeira vez, passo a passo

Executar uma segunda vez, mais devagar

Executar conjuntamente com os formandos, verificando sempre o acompanhamento das tarefas pelos mesmos

Colocar os formandos a executar a tarefa sozinhos, controlando e supervisionando o seu desempenho. DEPOIS Sintetizar

Verificar e esclarecer eventuais dúvidas

Comunicar positivamente os resultados atingidos. Papel do formador Decompor a tarefa em operações elementares, demonstrando-as Enunciar o objectivo geral da tarefa para situar o formando Permitir e incentivar a prática de todas as etapas pelos formandos e reforçar a sua participação Supervisionar o desenvolvimento da tarefa Ser claro, competente e aceite pelo grupo Motivar os formandos para a realização da tarefa Método interrogativo - I caraterísticas Auto-descoberta

O formador, através do encadeamento lógico de questões, contribui para que o formando descubra o objectivo da aprendizagem

Envolvimento do formando na construção da própria aprendizagem

Importância do processo de pensamento independente e ativo de quem aprende Método interrogativo - II funcionamento Formador Interroga
Toma notas
Devolve
Explica Programa Formando Presta atenção
Responde
Reformula
Aprende Estímulo Conteúdos corrigidos Método interrogativo - III Vantagens Desvantagens Permite o controlo de aprendizagem

Serve para verificar o nível de conhecimentos dos formandos sobre determinado tema

Serve para recordar elementos importantes da sessão

Dá dinamismo à sessão

Boa interacção entre formandos e formadores

As palavras do formando têm lugar de relevo Exige grande preparação por parte do formador para induzir a participação

Não funciona de forma isolada

Pode gerar resistências por parte dos participantes mais tímidos

As questões têm de estar adaptadas à maturidade do grupo

Necessita de muito tempo Papel do formador Questionar naturalmente, sem pressão Adaptar-se ao nível de conhecimentos dos formandos Ser conciso e claro Progredir das generalidades para os casos particulares Saber escutar, reforçar e reformular Evitar fazer perguntas fechadas Dirigir a questão a todos os elementos do grupo Método ativo - I caraterísticas o formando tem o papel central e ativo na aprendizagem

o formador passa a gestor pedagógico

integra todos os níveis do saber Método ativo - II funcionamento Formador Coopera / estimula
Clarifica / ajuda
Gere / orienta Situação vivida Formando Discute
Encara o assunto
Procura solução Conteúdos Contribuições concetuais Método ativo - III Vantagens Desvantagens Pode gerar resistências por parte dos participantes mais tímidos

O formador surge apenas como moderador da aprendizagem

Necessita de muito tempo Dinâmico e participativo

Possibilita uma melhor integração do formador no grupo

O formando é estimulado a participar

Tem em conta o forma de aprendizagem mais ajustada para cada formando Papel do formador Preparação técnica específica Cooperação com o grupo de formação Motivar para a responsabilidade e acção Explicar o enquadramento, sem grande especificação Saber escutar Orientar e supervisionar os formandos Moderador no contexto de formação Em Síntese Método expositivo Em Síntese Método demonstrativo Em Síntese Método interrogativo Em Síntese Método ativo Técnicas O conceito de técnica pedagógica significa o “conjunto de procedimentos metódicos empregues para obter um determinado resultado” Técnicas Mas, afinal, para quê? Estimular a participação;
Criar um clima psicológico favorável;
Regular a participação;
Dirigir a actividade do grupo;
Resolver possíveis conflitos;
Resumir as conclusões obtidas Pequeno "à parte" Aprendemos... 83% do que vemos 11% do que ouvimos 3,5% do que cheiramos 1,5% do que tocamos 1% do que provamos Recordamos 10% do que lemos 20% do que ouvimos 30% do que vemos 50% do que vemos e ouvimos 90% do que dizemos e fazemos 80% do que dizemos Que técnicas?? Simulação pedagógica Role-play Atividades de grupo Brain Storm Trabalho-projeto Estudo de caso Role-play teatralização de uma situação real ou inspirada na realidade e que pode ser explorada pedagogicamente útil para: - criar empatia

- trazer a realidade social para a sala de formação;

- desenvolver a capacidade de se exprimir com liberdade e com segurança

- resolver problemas num grupo ou contexto organizacional

- aprender uma técnica de comunicação. Simulação - I reprodução de situação de trabalho na qual se introduzem o maior número possível de variáveis ou problemas-tipo, no sentido de testar as capacidades técnicas ou os conhecimentos obtidos pelos formandos - uma das metodologias mais ativas e envolventes

- desvantajosa se o formando a encarar apenas como avaliação e não como espaço formativo É... Simulação - II - pode gerar resistência por parte de alguns formandos Deve ter-se em conta: - mostrar que a simulação não deve ser encarada apenas como um instrumento de avaliação mas como um exercício de treino - preparar a situação de simulação, criando lista de atitudes e comportamentos a observar, comunicar os objectivos a atingir, observar discretamente, sem interferir, e após a simulação os formandos devem analisar e reflectir sobre o que ocorreu, com ou sem grelhas de apoio. Trabalho-projeto - I tem por base a participação de formandos, em grupo, numa atividade com objetivo de resolução de um problema as regras são definidas pelo formador Trabalho-projeto - II Oportunidade de criar hábitos de trabalho em grupo, de desenvolver a capacidade de emitir uma opinião, justificá-la, e a capacidade de síntese Mobiliza conhecimentos, reflexão e mesmo afetividade Trabalho-projeto - III Deve ser utilizado quando:... - o grupo de formação perdeu o interesse ou estiver desatento O formador deve estar atento a todos os grupo O formador deve estar preparado para imprevistos Estudo de caso Análise de diversas soluções para um caso real ou para uma situação problemática (da vida profissional ou das empresas). útil para: - motivar - potenciar o trabalho em grupo - desenvolver a capacidade analítica - desenvolver a capacidade de tomada de decisão Brain Storm - I processo de trabalho em grupo, com grande ênfase na creatividade útil para: - estimular novas ideias, criando um clima pedagógico informal e dinâmico assenta na ideia de quebrar com um sistema de pensamento único e rígido Brain Storm - II quando são precisas novas ideias para solucionar um problema Deve ser utilizado: quando é preciso estimular a imaginação O formador deve: - eliminar os bloqueios - a crítica e a autocrítica, o absurdo, a lógica (as soluções conhecidas são abolidas nesta técnica);
- motivar o grupo, desenvolvendo um clima de liberdade e informalidade; Atividades de grupo - I os jogos conduzem os formandos a uma participação e a um envolvimento superior aos conseguidos noutro tipo de atividades Jogo pedagógico A observação do desenvolvimento do jogo e da postura dos formandos no início, durante e após o jogo, fornecem ao formador informações de grande valor quer de nível cognitivo, quer de nível afetivo. É um conjunto de actividades e procedimentos que o formador utiliza para facilitar a apreensão dos conhecimentos. Atividades de grupo - II a eficácia deste tipo de técnica está diretamente associado ao modo como o formador a apresenta aos formandos Atenção! embora normalmente o formador assuma, durante o jogo, o papel de observador, cabe-lhe conduzir os trabalhos Brain Storm - III 3 fases: exposição de abertura
(explicação da técnica) exposição de ideias
(fase produtiva) fase de apuramento das ideias mais relevantes A melhor Técnica Em formação não existem boas ou más técnicas critérios de: coerência eficácia preferência pessoal Coerência Com os objectivos da formação

Com a população-alvo Com as atitudes do formador e também com... Com as outras técnicas utilizadas Com os recursos de que se dispõe Com a instituição onde decorre a formação Eficácia Não deve hesitar em eliminar uma técnica que verifique, na prática, não ser útil, mesmo que todos os outros formadores a utilizem com sucesso Preferência pessoal O formador deve sentir-se o mais seguro possível maior probabilidade de não dar atenção a sinais de feedback importantes caso contrário demonstração jogos
testes
debate
discussão roleplay forma de comunicar interação aprendizagem assertividade pedagogia andragogia planificação conteúdo informação prévia auto-confiança segurança motivação
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