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Living in Motion

Bibliografia: Schwartz-Clauss,M ; Kronenburg,R; Bunn,S; Rammer,S. Living in Motion, Design an architecture for flexible dweling.Vitra design museum. Chapter: Modern architecture and the flexible dweling by Robert Kronenburg.
by

Claudia Santas Noites

on 17 December 2013

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Transcript of Living in Motion

Living in Motion
Modern architecture and the flexible dwelling
Pré-História
Portabildade
Habitação multipla
Vontade do Homem/utilizador
Mudança constante de sitio (sasonal)
Desde sempre que o Homem é um ser em constante mobilidade
Objetos pessoais
Tinha, então, alguns objetos pessoais, que trazia consigo.
Ao viajarmos
Mesmo quando viajamos, temos objetos pessoais que levamos connosco, como por exemplo a escova de cabelo, o telemvel ou até mesmo um livro. Esses objetos e a forma como os dispomos no espaço fazem com que nos sintamos em casa, mesmo quando estamos longe, num local muito pouco pessoal como, por exemplo, um hotel.
Esta necessidade de nos sentirmos bem exige que criemos locais de passagem, mesmo em situações temporária, pois sentirmo-nos em casa define quem somos.
Actualiadade
Desde que temos casa, de uma forma fixa, que temos objetos que caracterizam a nossa casa, o nosso lar, móveis, objetos pequenos como uma vela, uma toalha.

Tudo isto demonstra a
necessidade que temos em que as
coisas que nos rodeiam sejam móveis, para
nos sentirmos em casa. Dentro da nossa casa
estabelecemos uma linguagem pessoal, na escolha,
por exemplo, da decoração. Desta forma porque não
algo de maiores dimensões? Porque não a própria casa? Cada pessoa precisa ou gosta de algo diferenten nõ há duas pessoas iguais. Dentro de casa já temos objetos móveis, como cadeiras e mesa, porque não uma parede inteira?
O que teremos que mudar para transformar uma casa num lar? E será isto necessário apenas dentro de quatro paredes?
Não nos sentimos apenas familoiarizados coma nossa casa, mas, também, coma nossa rua,a nossa cidade, o nosso país
ou outro local? Desta forma não somos apenas nós a
escolher o que nos faz sentir em casa! Factores como o
hábito, também. Poderemos habitura-nos a um sitio que,
de principio não se identificava connosco? Podemos
ser felizes e estar realizados pelo simples facto de
termos criado novas memórias e logo uma
ligação com um espaço standart como
são a maior parte das habitações?
Nem sempre precisamos da mesma estrutura numa casa, o ser humano passa por diferentes fases durante a sua vida, porque comprar que serve a um propósito de um futuro não muito próximo? Durante a vida de uma pessoa existem mudanças pessoais.

Possibilidade de transformaçao/flexibilidade de uma casa

Pré fabricada / modular

Enúmeras possibilades de conjugação de modulos/Montagem e desmontagem muito rápida, facilmente transportável

Aberta


Espaços multi-funções
Sala do Tatami, tipica Japonesa
Sala descaracterizada, que é alterada conforme a necessidade de utilização do mesmo, está em constante alteração, não tem uma função especifica, mas pode desempenhar várias.

Mutável


Mobiliário cria ou altera o espaço tal como pode conter paredes ou espaços móvies.

Frank Lloyd Wright

Casa Robie
multifuncional, sala ampla descaracterizada, inspirada na sala do Tatami.

Le Corbusier

Le Petite maison
Casa muito pequena, mas muito adaptável, tem elementos flexiveis que servem cada situação, o próprio mobiliário é projetado para esta casa em especifico, não é standart.

Gerrit Rietveld

Schroeder House

Extremamente flexivel, reponde às necessidades de qualquer momento.
Pierre Chareau

Maison de Verre

Extremamente flexivel, com paredes deslizantes e rotantes.




Mies van der Rohe


Villa Tugendhat

Mobiliário como divisor, espaços amplos, janelas que recolhem para o piso inferiror, criando áreas diferentes.

Gropius

house for the Weissenhof project

Modular, produção em massa, objectivo: criar habitações individuais, que se adaptem a variados gostos.
Casa Ideal
Albert Frey

Aluminaire house

Arquitectura móvel, dulo de casa, facilmente montável e desmontável, logo, transportável.
Eames
Revell by the house

Craim casa completamente ao gosto pessoal, com espaços ligados e muito abertos
Tenta perceber o futuro, e as futuras necessidades da sociedade.
Arquitectura Utópica

Completamente Portáteis

Rulote/caravana
Completamente portável, de acordo com a disposição quem possui uma rulote, pode variar, não só o mobiliario e objectos, como o loocal onde se encrontra.
Eduard Bohtlingk
Markies

Rulotes que para além de serem veiculos portáveis, têm possibilidades de espaços diversas, tal como de mobiliário, servindo diferentes ocasiões e disposições
AWG
TurnOn-urban.sushi

Rulotes com um design interio de assemblagem em cilindro que cria enúmeras combinações e espaços.
Enorme adaptabilidade
Mudanças no tamanho da familia: possibiloiadades de espaço distintos e temporáreos entre adultos e crianças.
Pluralidade
Habitação coletiva

Prédios citadinos

Preocupa-se apenas com a economia.
Não se o consumidor.
Estática/inalterável.
Não liga ao envolvente.
Boa
Pessoal.
Mutável.
Interessa-se pela necessidade do utilizador
Adaptável.
Ligação com o envolvente.
Steven Hall
Fukuoka

Habitação multipla/
coletiva
Extremamante adaptável.
Paredes que movem.

Barco

Viajem como habitação.
Portabilidade.
Diferensitios para diferentes disposições.
Viajem não só com os objetos pessoais mas com a própria casa.


Descaracterizar certas zonas da casa reduzindo-as a objectos, por exemplo, a cozinha não ser todo um espaço fechado mas sim um objeto de cozinhar montável.
Mobiliário como alicerce.
Variável.
Um espaço para vários espaços e funções.

Para mim a casa deve,
sem dúvida ser adaptável e
personalizável pelo seu utilizador, cada pessoa é diferente e cada pessoa tem as suas neceessidades. Mas será uma casa completamente mutável um lar? Conseguirá o ocidental viver com toda esta mudança e efemeridade? Sendo que, ao contrário do ocidental, valoriza a intimidade e a privacidade.
Não será mais fácil para uma vida quotidiana termos, realmente, espaços definidos e prontos a utilizar?
E em termos de mutação seria a virtual, como
uma vista ficticia pela janela? Na minha
opinião Devemos dar valor à realidade e
evitar as projeções.
Será a vida nómada possivel
ao Homem de hoje?

Acredito veemente que o
Homem, como ser individual e criativo
que é, precise de almutável, mas não na
totalidade. A sensação de estabiliadade ajuda o
homem a sentir-se seguro. Por outro lado o ser
humano, também, gosta de surpresa e esta ajuda o
Homem a manter o cérebro forte pelo facto de criar novas emoções e realidades. Mas para isso não tem o Homem que ter um género de quotidiano, ou seja, de normalidade e
rotina? Se viver num espaço em constante alteração, não será este aspecto transitório parte da realidade quotidiana do mesmo e, logo já não cria surpresa? Não criará toda esta adaptabibiladade uma sensação de insegurança? de desordem? Não ocupará tempo demais montar e desmontar espaços? Não será mais cansativo? Na minha opinião, muito pessoal, gosto de ter todas as zonas da casa definidas,
preoporciona-me maior organização, cada espaço
responde-me de uma forma imediata áquilo que
preciso. Sinto-me segura, confortável e com
movimentos livres numa casa de zonas
distintas demarcadas por paredes fixas.

Valorizo muito o envolvente
e a inteacção que uma casa pode ter
com o mesmo, na minha opiniao o ser
humano tem uma necessidade constante de se relacionar com o mundo lá fora, podendo isso alterar o
seu humor e logo a sua felicidade. Ao contrário do que vemos no panorama actual das cidades, em que os prédios
altos servem para "arrumar" pessoas de forma organizada no plano de uma cidade, valorizo uma enorme relação interior-exterior, é importante vermos o que se passa lá fora, para nos preparamos para o dia. É bom termois relação com o sitio onde vivemos. criar laços, ver o céu, ver animais, ver pessoas.
Principalmente ver a realidade do nosso mundo e não imagens de realidades alternativas. tRazermos o exterior para dentro da nossa casa, torna-nos pessoas mais autenticas,
mais felizes e mais agarradas à nossa natureza.
Embora, por vezes, valorize, claro, o silencio e escuro das janelas fechadas e estores corridos, mas apenas depois
de ver o que há lá fora.
Os edificios citadinos, na minha opinião
deveriam valorizar o local onde se
encontaram, pois de outra forma
alienarão o Homem.

Valorizo tudo que permita ao
homem despender menos tempo
em processos não criativos, ou seja, a ideia
de casa modular, de facil assemblagem,
fascina-me, primeiro pelas quantidades infindavéis,
de escolha ao gosto pessoal, da forma e tamanho.
Depois agrada-me o tempo reduzido de construçao.
E por fim o carácter móvel (sem ser demasiado móvel) desta forma posso comprar e ter casa em Portugal mas, se por rasões pessoais ou de trabalho mudar de país, posso levar a minha casa comigo, o que é perfeito, na minha opinião. è ter casa sem a obrigação de prever um futuro, posso viver nela em qualquer parte do mundo, e posso aumenta-la, sem perder o seu caracter inicial, caso resolva, por exemplo, aumentar a familia, acrescentando ou retirando modulos,
caso contrário. Se o mobiliário fizer parte deste caracter modular e adaptável da casa melhor ainda, tenho um
ambiente uniforme e, facilmente adaptável, Sem que
existam alterações dessa realidade por demais.
Mantend sempre o equilibrio de um lar.

Embora a privacidade seja algo
que o ocidental valoriza, acredito que
nem todos os espaços da casa devem ser divididos por algo tão imóvel como uma parede de betão. Pois podemos criar espaços dentro de outros delineados apenas por mobiliário, como alguns dos exemplos acima referem e utilizam. Terá uma casa de ter todas as zonas com a mesma importância ou deverá existir uma hierarquia de espaços? Deverá a cozinha ter quatro paredes de betão como a casa de banho, será a necessidade de privacidade igual nestes dois pontos? Porque não criar uma cozinha ampla, aberta ou apenas
semi definida por mobiliário? Estarão as
casas standart corretas em atribuir a
mesma importancia na divisão dos
espaços que criam uma
casa?

Na minha opinião, a sociedade
onde nos inserimos é composta por
pessoas que, praticamente, apenas
valorizam algo pelo seu valor monetário. Desta forma, ter casa é ter um acessório, uma demonstção de poder, não é procurar conforto fisico ou emocional, ou até equilibrio, compramos o que é melhor em termos de ostentação dentro do orçamento que temos estará isto relacionado com a publicidade com que somos bombardeados diáriamente, será isto por modas? Será apenas desejo de propriedade? O que é alugar desta forma? Será pagar por algo que queremos ostentar, mas que no fundo nem é nosso? E por que é
que essa casa é nossa? Em que medida é
diferente da casa abandonada que um
mendigo ocupa por um longo periodo
detempo, não paga, mas é nele
que vive.
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