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Portfolio: COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA - 2014

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by

Vanessa Guedes

on 25 January 2015

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Transcript of Portfolio: COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA - 2014

Coordenadora Pedagógica Cícera Shirley Ribeiro
EPG Tarsila do Amaral
É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Metamorfose Ambulante - Raul Seixas (1973)
Dados da Unidade Escolar
FONTE: http://educacao.guarulhos.sp.gov.br/dados_escolasv2/dados_gerais.php?id=243
Às Coordenadoras Pedagógicas Edna Oliveira, Mariana Silva e Thaís Furlant pela amizade ofertada e pelas grandiosas trocas de experiêmcias.
Ano Letivo: 2014
Portfólio: Coordenação Pedagógica
PRIMEIRA REUNIÃO DA EQUIPE ESCOLAR


A Diretora e a Coordenadora Pedagógica reuniram-se com os educadores e apresentaram o vídeo
“Adaptação na Educação Infantil”
(USP).

O vídeo traz o depoimento dos vários sujeitos (educadores, pais, gestores) que estão presentes no cotidiano escolar e a visão dos mesmos sobre o período de adaptação e a importância deste para alunos e comunidade.

Após o vídeo, os educadores tiveram oportunidade de dialogar sobre o assunto em questão.

Foi um momento muito rico. As professoras V. e G. socializaram a experiência que tiveram no ano anterior. Segundo elas, o período de adaptação com a presença dos pais é uma oportunidade para os responsáveis observarem a rotina das crianças, conhecerem os educadores e estreitarem a relação com as famílias.

A professora V. mencionou ainda que talvez a dificuldade esteja em preparar o ambiente e/ou atividades em que os educadores possam contar com a participação dos pais, mas se as atividades forem bem discutidas e planejadas coletivamente, o sucesso será garantido.

Após a discussão, as gestoras sugeriram que a Unidade Escolar, pelo segundo ano consecutivo, contasse com a presença dos pais durante o período de adaptação (04/02 à 07/02).

O grupo concordou e logo, todos se debruçaram sobre a preparação das atividades que seriam oferecidas aos educandos e aos pais.









EXEMPLOS DE ATIVIDADES PROPOSTAS DURANTE O PERÍODO DE ADAPTAÇÃO


No primeiro dia as professoras D., F., G. e V. fizeram uma adapatação da brincadeira "Batata Quente".

Os pais sentaram-se em círculo e colocaram seus filhos sentados à frente deles.

No círculo, cada pai passava uma bola (batata quente) para quem estava à sua direita.
Enquanto o objeto passava, todos cantavam:
"Batata quente, quente, quente...".

Em dado momento a professora gritava:
"Queimou!".

Quem estivesse com a bola nas mãos recebia o crachá do filho(a) (produzido anteriormente pelas próprias professoras) e então, deveria apresentá-lo ao grupo, falando o nome da criança, idade, sua brincadeira predileta e outras curiosidades que o apresentador julgasse importante.

A partir desta atividade, as professoras fizeram o levantamento das brincadeiras prediletas do grupo e oferecendo-as às crianças no decorrer da semana.

PERÍODO DE ADAPTAÇÃO: DEPOIMENTOS





















REUNIÃO DE PLANEJAMENTO


O Coordenador Pedagógico precisa ter clareza daquilo que pretende alcançar com o seu grupo ao longo do ano letivo.

Tendo clareza disso, conseguirá produzir um roteiro ou uma pauta para nortear a sua Reunião de Planejamento Escolar.

Se esta reunião não for bem sucedida, há grandes chances do trabalho anual sofrer inúmeras intercorrências ao longo do período letivo. É evidente, que planejar a reunião e concretizà-la, item à item, não impedirá que surjam desafios ao longo do caminho, mas quando estes surgirem, todos terão clareza de onde estão e aonde pretendem chegar.

Assim, será mais fácil apontar possíveis soluções e traçar novos caminhos.

Vale lembrar, que este roteiro/pauta pode e deve ser apresentado ao grupo. Isso reduz a ansiedade dos presentes, possibilita que todos estejam envolvidos com a temática e ainda, colaborem com a otimização do tempo.


















PAUTAS DAS REUNIÕES DE PLANEJAMENTO

D
ATA: 13/02/14 (1º DIA)

1- Boa vindas;
2- Informes;
3- Dinâmica: "Túnel da Solidariedade";
4- Objetivo do encontro;
5- Leitura: "Normas da Unidade Escolar;
6- Café (1OH ÀS 10H25);
7- Roda de Conversa: "Período de Adapatação";
8- Vídeos: "Atividades do Período de Adaptação" e "Depoimentos dos Pais";
8- Devolutiva: "Avaliação do Plano de Ação/2013";
9- Definição: "Tema do plano de Ação/2014".

DATA: 14/02/14 (2º DIA)

1- Dinâmica: "As coisas vistas de cima".
2- Definição: Plano de Ação/2014:
Discussão dos temas nos subgrupos;
Explanação dos argumentos;
Votação: escolha do tema;
Início da elaboração do plano de ação (entrega das planilhas)
3- Café (10H às 10H25)









DINÂMICAS DE GRUPO


As Dinâmicas de Grupo são usadas para os mais diversos fins e ao contrário daquilo que muitos pensam, não se restringem apenas ao universo corporativo.

Assim, em situações bem pontuais, podem e devem ser utilizadas em reuniões que se consolidam no espaço escolar.

Para tanto, o Coordenador Pedagógico precisa ter clareza daquilo que pretende observar ou atingir, para escolher a dinâmica que mais se adequa à necessidade apresntada.


CURIOSIDADE:

As dinâmicas ser organizam em diferentes categorias. Vejamos algumas:

AQUECIMENTO e QUEBRA GELO:
criam um clima de clima de confiança e descontração.

SENSIBILIZAÇÃO:
observa os processos grupais e situações de tensão e ansiedade.

“TEAM BUILDING”:
avalia a capacidade do grupo atingir resultados (cooperação intergrupal, competição intragrupal).

JOGOS DE ESTRATÉGIAS:
possibilita o desenho e arquitetura de planos e estratégias de maior complexidade (perfil gerencial).








DINÂMICA 1: TÚNEL DA SOLIDARIEDADE


OBJETIVO:
possibilitar que o grupo expresse seu nível de solidariedade, cooperação, entrega e criatividade na busca de alternativas coletivas.

MATERIAL:
som com cd player, música suave e 01 bambolê.

PROCEDIMENTO
: duas pessoas seguram um bambolê na altura dos ombros.

O mediador explica que se trata de um túnel no qual todos deverão passar observando que não se pode tocar nas paredes do mesmo com os cabelos ou a roupa.

Atravessar o túnel significa romper com os velhos paradigmas e aprender a fazer de forma diferente e inovadora.

Dos lados direito e esquerdo, bem como acima e abaixo do túnel há muralhas de pedra impossíveis de serem ultrapassadas a não ser com uma senha que o grupo deverá descobrir.

O mediador deverá deixar o grupo discutir as formas de atravessar o túnel e também qual será a senha para atravessar a muralha.

A senha é ajudar na travessia.

Só existe uma maneira de atravessar: é cada um se entregar para que o grupo o transporte de um lado para o outro.

O participante deve relaxar, fechar os olhos e permitir que parte do grupo o levante na horizontal e o entregue a outra parte do grupo do outro lado do bambolê.

Ao finalizar a travessia os participantes se abraçam e comemoram o feito.

Após todos passarem pelo túnel algumas categorias podem ser trabalhadas juntamente com os sentimentos dos participantes tais como: SOLIDARIEDADE, CONFIANÇA, COOPERAÇÃO, DESAPEGO, AJUDA, ENTREGA, ATENÇÃO AO OUTRO, RESPEITO AO ESPAÇO E ÀS DIFERENÇAS.

O mediador pode terminar o processamento levando o grupo a se abraçar e agradecer entre si o acolhimento, a entrega e a cooperação.
AINDA SOBRE A DINÂMICA 1...


Para tornar a atividade mais dinâmica, as gestoras sugeriram que os educadores fossem divididos em duas equipes e seguissem a comanda descrita anteriormente.

A equipe que cumprisse a tarefa primeiro seria a vencedora.

Foi interessante observar a organização dos educadores: para passarem por dentro do bambolê, organizaram-se em duplas (abraçaram-se). Na sequência, um participante eleito pelo grupo, passava o bambolê em torno das duplas.

Ao final da tarefa, a Diretora disse que era possível executar a atividade de outra forma.
Deste modo escolheu a professora
M.
e disse que o grupo precisava encontrar uma forma de passá-la dentro do túnel (bambolê) sem que nenhuma parte de seu corpo fosse encostada nas paredes do túnel.

Foi então que outros educadores seguraram a professora na posição horizontal e foram passando a professora por dentro do bambolê. Do outro lado já havia outra equipe que estava aguardando a professora.

Depois que o grupo cumpriu a tarefa, a Coordenadora Pedagógica enfatizou a importância de se trabalhar em equipe e de se acreditar na força e apoio do outro:
“Quando encontramos parceiros, a travessia se torna mais fácil”.

DINÂMICA 2: AS COISAS VISTAS DE CIMA


OBJETIVO:
possibilitar que o grupo expresse seu nível de criatividade e dialogar sobre os diferentes pontos de vista.

MATERIAL:
Livro “As coisas vistas de cima” (Olivia Muniz e Fábio Yabu. - Ed. Publifolhinha), datashow

PROCEDIMENTO:
apresentar slides com imagens do livros e solicitar que os participantes que tentem descobrir as diferentes formas projetadas através do datashow.

Ao final, apresentar slides com as imagens reais.

AINDA SOBRE A DINÂMICA 2...


A dinâmica foi sugerida para que os presentes pudessem observar os objetos e mencionar o que viram (ou achavam que estavam vendo).

Foi interessante observar o quanto as opiniões divergiram entre si.

Além disso, houve uma grande quantidade de objetos citados para cada figura apresentada.

Ao final a Coordenadora Pedagógica apresentou as imagens reais e os presentes ficaram impressionados com os levantamentos de hipóteses realizados do grupo.

Em seguida, os educadores foram convidados a refletirem sobre a proposta apresentada e tentarem estabelecer uma relação no que diz respeito à sala de aula, à organização das turmas e ao início do ano letivo.

Alguns educadores relataram que ao surgir um problema ou dificuldade, é importante analisar a questão sobre diferentes pontos de vista.

Outro aspecto levantado foi o fato de alguns educadores prestarem informações para seus colegas à respeito de um determinado aluno.

Dependendo da abordagem, o novo professor da criança se sentirá assustado, outros não darão condições para que o aluno possa de fato demonstrar o que é capaz de fazer.

A Coordenadora Pedagógica relembrou que todos nós estamos em processo de formação e por isso mesmo, não somos estáticos.
Assim, o quadro observado em um determinado ano, poderá sofrer alterações (positivas ou negativas).

Deste modo, cabe aos educadores realizarem sondagens, observações contínuas e proporem atividades diferenciadas que atendam as necessidades reais das crianças:
“O que não se pode é sentenciar a criança, como se já não existissem outras possibilidades”
.

“Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender como alguém lê é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam.” (BOFF, 1997, p. 9.)
DEFININDO O PLANO DE AÇÃO/2014


Para definir o tema do Plano de Ação/2014, a Coordenadora Pedagógica e os demais participantes da equipe se valeram dos dados obtidos através da Avaliação do Plano de Ação/2013.

O material foi produzido na 4ª Reunião do Conselho Participativo de Classe e Ciclo.

Nesta última reunião, além de discutir aspectos da aprendizagem dos educandos e como cada professor(a) "entregará a sua turma", o corpo docente também avalia os desdobramentos do Plano de Ação do ano vigente.

Assim, a avaliação cumpre de fato a sua tarefa: o grupo reflete sobre suas práticas e redireciona os passos seguintes, sempre com vistas à aprendizagens carregadas de sentido e embuídas de qualidade social.
O QUÊ OS DADOS REVELARAM?


TEMA DO PLANO DE AÇÃO/2013: "Jogos, brinquedos e brincadeiras"

1. QUAIS FORAM OS PRINCIPAIS DESAFIOS ENCONTRADOS PELO GRUPO?

Não houve dificuldades (o tema favoreceu as práticas pedagógicas / o Plano de Ação foi construído coletivamente, logo todos sabiam quais eram as metas perseguidas e quais ações deveriam ser colocadas em prática);
Espaço físico inadequado;
Demora em efetuar a compra dos brinquedos;
Demora em receber os brinquedos comprados;
Encontrar jogos adequados à faixa etária;
Potencializar a participação da comunidade nos eventos/atividades proporcionados pela Unidade Escolar.


2. DE QUE FORMA O PLANO DE AÇÃO CONTRIBUIU PARA A APRENDIZAGEM DOS EDUCANDOS?

Potencializou a apropriação de novos conhecimentos;
Proporcionou desafios corporais e cognitivos;
Favoreceu o processo de construção de regras;
Favoreceu o respeito às regras por meio da ludicidade;
Houve acesso a diferentes jogos e brincadeiras (ampliação do repertório);
Houve interação/integração entre as crianças e entre os diferentes grupos;
Favoreceu a participação da comunidade;
Potencializou o desenvolvimento das crianças (físico, emocional e cognitivo);
Despertou a curiosidade;
Aumentou a autoconfiança e a autonomia das crianças;
Oportunizou o desenvolvimento da linguagem, da concentração e da atenção
AINDA SOBRE O QUÊ OS DADOS REVELARAM...


3. DE QUE FORMA O PLANO DE AÇÃO FAVORECEU A AÇÃO DOCENTE?

Expandiu o olhar dos educadores sobre o ato de brincar;
Colaborou para a valorização das brincadeiras;
Os eixos e seus saberes foram apresentados de forma lúdica aos educandos;
Ampliou o repertório de educandos e educadores no que diz respeito aos jogos, brinquedos e brincadeiras;
Possibilitou ação-reflexão constantes;
Gerou intencionalidade na proposição de atividades lúdicas;
Norteou as práticas pedagógicas.

4. O GRUPO PRETENDE MANTER O MESMO TEMA PARA O PLANO DE AÇÃO/2014? JUSTIFIQUE.

Não: 1 período almeja construir novos conhecimentos e inovar o tema;
Não: 2 períodos não apresentaram justificativa, mas desejam que o tema seja alterado;
Sim: 1 período considera que o tema atual é rico e abrangente, podendo ser aprofundado (novas descobertas e qualificação das práticas pedagógicas);
Depende: 1 grupo considera que a alteração do tema dependerá das discussões realizadas na Reunião de Planejamento/2014).

5. SUGESTÕES PARA O PLANO DE AÇÃO/2014:

História da Arte (cronologia);
A Arte na Educação Infantil;
Contos e histórias infantis (com produção e confecção de aventais de histórias)

APRESENTANDO PROPOSTAS...


Ainda na Reunião de Planejamento Escolar, a Coordenadora Pedagógica orientou os educadores à se reunirem nos subgrupos para dialogarem sobre a relevância dos temas para o processo educativo e para as necessidades reais da comunidade escolar.


Já nos subgrupos, os educadores entenderam que não haveria necessidade de manter o tema do projeto
(“Jogos, brinquedos e brincadeiras”)
, pois este deve ser intrínseco à Educação Infantil.


Na sequência, representantes dos subgrupos, apresentaram o resultado de suas discussões para os demais participantes.


Foi fascinante ver a equipe envolvida com a proposta! Os docentes questionaram, sugeriram, trouxeram materias que poderão ser utilizados durante as aulas e discordaram em alguns momentos, mas sempre de maneira respeitosa e madura.


Após as explanações, ficou acordado que o projeto estará relacionado à contações de histórias, dramatizações, fotografias e releituras de obras de arte.



*As seleções das histórias se darão a partir dos interesses ou necessidades das turmas.

OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS


Em 19 de maio Rodrigo Libânio, contador de histórias, promoveu uma oficina para o corpo docente e gestoras da Unidade Escolar.

O objetivo do encontro foi fornecer subsídeos para que os educadores possam fortalecer suas práticas no que diz respeito à arte de contar histórias.

Ao dialogar e refletir sobre tais práticas, o Plano de Ação também se fortalece, ganha vida e se desloca do
"Plano das Ideias".
Como consequência, as atividades oferecidas aos educandos ganham mais qualidade e sentido.
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA OS EDUCANDOS E FAMILIARES


Em 26 de maio, o contador Rodrigo Libânio compareceu novamente. Desta vez, no anfiteatro do CEU Vila Paraíso/Alvorada, apresentou o espetáculo
"Romeu e Julieta"
para os educandos e seus familiares.

A atividade foi surpreendente!

Ao final do espetáculo o contador reforçou a fala da Coordenadora Pedagógica, enfatizando que o ato de contar histórias estimula a imaginação, a criatividade, aproxima as pessoas e colabora para o processo de formação de leitores.
REUNIÃO DO CONSELHO PARTICIPATIVO DE CLASSE E CICLO


Mariana Graziela Feldmann (2009) menciona que
"as pessoas não nascem educadores, se tornam educadores, quando se educam com outro, quando produzem a sua existência relacionada com a existência do outro, em um processo permanente de apropriação, mediação e transformação do conhecimento mediante um projeto existencial e coletivo de construção humana".

Partindo deste pressuposto, considerando a formação prestada pelo contador Rodrigo Libânio, as necessidades ainda latentes do corpo docente, as expectativas da Coordenação Pedagógica e da Equipe Gestora, o Plano de Ação foi revisitado e o grupo propôs uma nova formação, ainda voltada para a temática inicial.

Assim, a segunda reunião do Conselho Participativo de Classe e Ciclo contou com a presença do escritor Eraldo Miranda.

Na ocasião, o escritor dialogou com o grupo sobre a importância













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