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Integração da linha ferroviária Valparaíso-Brasília com o Sistema BRT (Bus Rapid Transportation)

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by

Antônio Ferreira

on 27 October 2014

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Transcript of Integração da linha ferroviária Valparaíso-Brasília com o Sistema BRT (Bus Rapid Transportation)

Desafogamento da via EPIA através de novos modais
CENÁRIO ATUAL
- controle de vigilancia (câmera)
- comunicação com o cidadão online (aplicativo e/ou SMS)
- acesso à internet nos vagões (wi-fi)
- acesso às notícias dentro do vagão
- diversidade de vagões (vagão para refeição etc)
BENEFÍCIOS
PROPOSTAS INOVADORAS
O POVO BRASILIENSE...
Depoimento 1
"Uso o transporte coletivo, ônibus e metrô, no Distrito Federal desde que cheguei aqui, em 2005. E neste tempo vi poucos avanços nesta área. O horário do metrô foi ampliado, chegaram novos trens, mas o serviço continua deixando muito a desejar. Em relação aos ônibus acho que é ainda pior, pois as latas-velhas e sujas continuam circulando, e na maioria das vezes, apinhadas de gente"

Fonte: http://alimentoparapensar.com.br/2011/09/19/semana-da-mobilidade/
Depoimento 2
Os efeitos negativos de um transporte público caro e de má qualidade não estão restritos à questão da mobilidade urbana. Prejudicam também outras áreas vitais para a vida do cidadão, como saúde, educação, finanças e cultura. Especialistas e integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) consultados pela Agência Brasil avaliam que a mobilidade urbana está diretamente relacionada à qualidade de vida, além de ser um dos maiores causadores de estresse da vida das pessoas.
“É um trauma para todo mundo. Principalmente para quem fica em pé, duas horas, crucificado, com alguém tentando pegar bolsa, apalpar. Não é à toa que as pessoas estão preferindo usar motocicletas, mesmo que isso represente risco a própria integridade física por causa dos acidentes, e não é à toa que essas manifestações conseguiram tantas adesões” (...).

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-07-06/transporte-publico-ruim-afeta-saude-educacao-e-cultura-da-populacao-dizem-especialistas

Depoimento 3
“Frequentei muitas às escolas públicas. É comum alunos faltarem aulas por não terem dinheiro para ir à escola. Além do mais, direito à educação não está restrito a apenas ir à escola ou ao banco escolar. Os estudantes precisam ter acesso à cultura, a visitar museus. E, sem circular, não há como ter acesso a isso. A grande maioria não vai ao centro da cidade, museus, centros culturais para complementar sua formação”, disse o professor de história, Lucas Monteiro.
“A mobilidade bloqueia inclusive a vida social do cidadão de baixa renda, que fica sem acesso a entretenimento, cultura e lazer. Esses são privilégios das pessoas motorizadas. Uma família de quatro pessoas que queira se deslocarem da periferia até um parque no centro da cidade gastará R$24, caso a passagem unitária custe R$3. Para quem recebe salário mínimo, isso é impossível”, disse.


Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-07-06/transporte-publico-ruim-afeta-saude-educacao-e-cultura-da-populacao-dizem-especialistas (adaptado)
Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2010,
42.844
pessoas morreram nas estradas e ruas do país.
Desse total,
10.820
acidentes envolveram motos.
No mesmo ano, o gasto total do Sistema Único de Saúde (SUS) com acidentes de trânsito foi
R$ 187 milhões
. Só com internação de motociclistas foram gastos
R$ 85,5 milhões
.
Transporte
500 mil pessoas vão de Valparaíso para Brasília por dia (estimativa com base em estudo realizado pela UnB)
Com a implantação do trem de passageiros, serão, provavelmente, menos 40 mil carros em circulação nas vias. Isso desafogaria a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia)
Conclusão
Projeto: Utilização da linha ferroviária, iniciada em Valparaíso e finalizada na rodoferroviária, para o transporte de passageiros. Integrando seu destino final com uma linha de BRT (bus rapid transportation) até a rodoviária de Brasília.


Escopo

O modelo utilizará composições de: 250, 100 ou 40 passageiros dependendo da hora e da volumetria de pessoas.
Em horários de pico, serão liberados 4 ônibus para 250 passageiros por vez com espaçamentos cronometrados.
o transporte terá 4 pontos: Rodoferroviária, Cruzeiro, Arena Mané Garrincha e Rodoviária do Plano Piloto.

O BRT (bus rapid transportation)


A estação rodoferroviária terá uma integração com, ônibus, e BRT(Bus Rapid Transportation) ligando a rodoferroviária com a rodoviária, de onde o fluxo de passageiros seria distribuídos para os seus destinos usando ônibus, micro-ônibus e metro.

Rodoferroviária

As paradas: Valparaíso, Valparaíso 2, parque esplanada terão integração de ônibus, micro-ônibus.
As paradas: Cidade do automóvel, núcleo bandeirante 1 e núcleo bandeirante 2, só terão integração com ônibus já existentes.
A parada trem-metro será uma integração do trem com o metro.
Sugestão: Maior frota de ônibus e micro-ônibus seria disponibilizada com o projeto para atender as seguintes cidades: Cidade Ocidental, Candangolandia, Gama, novo gama, Cruzeiro e Guará.



Paradas

A composição terá capacidade entre 700 e 900 passageiros.
Os trens terão horários cronometrados de partida e de chegada visando uma integração eficiente com o BRT.
O modelo do trem será similar ao usado na ferrovia Boston – New York, sendo ele elétrico.


Trem

Fontes
A partir do estudo realizado pelo grupo, conclui-se que a concretização do projeto seria algo benéfico tanto para a diminuição do inchaço no trânsito da via EPIA e do eixo monumental, quanto para a melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal.

Embora este seja um projeto caro e de longa instalação, o custo benefício para o DF supera esses gastos em vista que este oferece soluções de longo termo para problemas atuais, podendo no futuro se estender para outros projetos que liguem por exemplo, Brasilia e Goiania pela ferrovia.
Objetivo geral:

redução do fluxo rodoviário do DF, principalmente na EPIA, por meio da implantação de um sistema de trem elétrico na linha férrea já existente entre a rodoferroviária de Brasília e Valparaíso de Goiás.
congestionamento na EPIA sul
Melhor qualidade de vida para a população.
Redução de gases poluentes, com consequente incentivo às matrizes energéticas alternativas.
Incentivo econômico para as Regiões Administrativas.
Mais vagas de estacionamento.
Menor quantidade de veículos em vias secundárias, como a EPTG e a EPNB.
Diminuição dos acidentes de trânsito, economizando recursos públicos no tratamento dos acidentados.
Menor quantidade de carros
EPIA
Alunos:
Antônio Oliveira (1º ano)
João Felipe Amaral Bobroff (1º ano)
Lucas Ataide (1º ano)
Luísa Cruz (3º ano)
Maria Luiza Munhoz (2º ano)
Pedro Ibarra (1º ano)
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