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CRIANÇA vs ADULTO:

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PAULO VALE

on 3 July 2014

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Transcript of CRIANÇA vs ADULTO:

CRIANÇA vs ADULTO:
Descobre as diferenças

PARALISIAS OCULOMOTORAS
Paralisia do 4º par congénita
Não é uma verdadeira paralisia, mas uma alteração do desenvolvimento
A maioria tem tendões mto laxos, alguns inserções anómalas, duplicações...
Pólo oposto do sindrome de Brown
PAULO VALE
Paralisia do 4º par congénita
tomografia do álbum de família
assimetria facial
grande AF vertical
ausência de diplopia torsional
Ver sempre torsão subjectiva e objectiva
Paralisia do 3º par congénita
na criança
quase 50% são congénitos
(
causa traumática + frequente,
formas hereditárias)
Usualmente incompleta e unilateral; sincinésia oculomotora frequente
pode estar associada com
alt. neurológicas
(ex: PHACE, displasia septo-ótica)
Paralisias traumáticas
ocorrem na criança e adulto igualmente (a mais frequente é a paralisia do 4º, seguida do 6º e do 3º)
Em muitos casos afetam vários nervos craneanos
Trauma

craneoencefálico

major
(perda de consciência)
Trajeto dos nervos oculomotores
Trajeto dos nervos oculomotores
4º par
6º par
Trajeto dos nervos oculomotores
Trajeto dos nervos oculomotores
Trajeto dos nervos oculomotores
Paralisias de causa neoplásica
3º par: neoplasia rara
4º par: 4ª causa no adulto; muito raro na criança (schwanoma)
6º par: Glioma do tronco cerebral; tumores da base do crâneo e fossa posterior
Paralisias oculomotoras
criança vs adulto
predomínio de
causas congénitas

predisposição p certas doenças:
paralisia recorrente benigna do 6º; enxaqueca oftalmoplégica; meningite bacteriana
aneurismas e vasculopatias
raras


Paralisias OM em criança
Nas crianças com alterações neurológicas é mais frequente o estrabismo
, concomitante ou inconcomitante
crianças com POM: procurar
sinais de doença neurológica
que podem localizar a lesão.
Paralisia 3º par
TRAUMA
Neoplasia rara
Miastenia gravis
CONGÉNITOS
Infeção vírica e inflamação
Oftalmoplegia
migranosa


MICROVASCULAR
ANEURISMAS
Problemas neurológicos
ADULTO
CRIANÇA
Paralisia 4º par
TRAUMA
IATROGENIA

CONGÉNITOS
HIDROCEFALIA
IDIOPÁTICOS
T. CEREBRAIS MTO RAROS

MICROVASCULAR
T. CEREBRAIS

OUTROS
ADULTO
CRIANÇA
Paralisia 6º par
TRAUMA
TUMORAL
HIC
IDIOPÁTICA
Infeciosa
inflamatória
MICROVASCULAR
tumoral
infecções
outras
ADULTO
CRIANÇA
Enxaqueca oftalmoplégica
maioritáriamente em crianças, 1º episódio na 1ª década, raro recorrer após os 30A. Pode surgir no lactente. Transitória. Pupila usualmente envolvida.
paralisia do 3º par em 80%
diagnóstico de exclusão
(S. Tolosa-Hunt; aneurisma, apoplexia pituitária)
Paralisia do 3º par na criança
Ocorrem paralisias isoladas, p ex em casos congénitos, traumáticos e migranosos, mas + frequentemente acompanham-se de outros achados que ajudam na localização e diagnostico
CONGÉNITA
III PAR NA CRIANÇA
Presente ao nascimento?
Trauma craneano?
Antecedente de meningite?
Cefaleia grave?
RM AN, ou RM N com angiografia AN
RM e angiografia N
Recorrente? Resolução espontânea? RM?
TRAUMATICA
POS-INFLAMATORIA

MIGRAINE
OFTALMOPLEGICA
ANEURISMA

MIASTENIA GRAVIS
IDIOPATICO
TUMOR SNC
CRIPTOGENICO
Sinais localizadores no 4º par
RMN
: se alterações neurológicas associadas, POM associadas (seio cavernoso?)
S. Parinaud, S.Horner, ataxia, OIN,
etc
CONGÉNITA
IV PAR NA CRIANÇA
Trauma craneano?
Congénita?
Síndromes craneofaciais?
RM AN?
HIDROCEFALIA,
causas raras
IDIOPÁTICO
TRAUMATICA
Paralisia 6º par
MUITO RARAMENTE CONGÉNITA

(S. Duane, Endotropia infantil, S. Mobius, ausência do RL, p. do olhar horizontal)
Pode ser prenúncio de patologia grave intracraneana
e os

sinais neurológicos podem surgir mais tarde
Papiledema e nistagmo
Paralisia 6º par na criança
Fazer exame neurológico completo e RMN num 6º isolado, mesmo nos casos traumáticos
1/3 associada com lesão
intracraneana ou com alt
neurológicas associadas
Gliomas da ponte
Paralisias de causa inflamatória
Paralisia recorrente benigna do 6º
(3º mais raro) é um diagnóstico de exclusão
Após episódio febril inespecífico, ou após vacinação
Fazer sempre RM num 1º episódio, ou se resolução incompleta
Paralisias de causa inflamatória
Paralisia inflamatória do 6º
(menos 3º)
:
+ crianças e jovens, após infeções víricas
Neuropatia autoimune, começa como 6º bilateral, evoluindo para oftalmoplegia difusa (
forma leve de S. Miller Fisher
)
Marcador clínico de
atc IgG anti-GQ1b
, qdo associado a arreflexia, parestesias distais, dissociação albuminocitológica LCR
TRAUMÁTICA
VI PAR NA CRIANÇA
Traumatismo craneano?
Paralisia facial?
Papiledema?
Infeção vírica recente ou antiga?
Vacinação?
cefaleia intensa?
Anomalias na RM?
PL positiva?
P. benigna recorrente; P. pós-vacinação

ENXAQUECA OFTALMOPLEGICA
Glioma da ponte,
tumor extraaxial

Trombose seio venoso
Pseudotumor cerebri
meningite, encefalite
Paralisia 6º par na criança
Hipertensão intracraneana não tumoral
(trauma neurocirúrgico, falência de shunt, pseudotumor cerebri), meningite, trombose de seio venoso (excluir malformação de Chiari I)
S de Gradenigo
Paralisia cíclica do 3º par
quase sempre no 1º ano de vida (congénita?)
3º parcial ou total, fase espástica rápida (não provocada por esforço voluntário), seguida de fase parética
história de trauma ou infeção em 50%
sem alterações neurológicas
Paralisias múltiplas NOM
A maioria das POM são isoladas e quase sempre periféricas
.
Qualquer etiologia pode afetar múltiplos NOM, sendo o
traumatismo
a principal
Miastenia Gravis
Síndromes de desinervação craneanos congénitos
AMBLIOPIA
OCLUSÃO DO OLHO FIXADOR
3º PAR muito ambliogénico
4º PAR: o torcicolo evita a ambliopia
6º PAR: se o desvio não pode ser compensado com o torcicolo, pode-se realizar injeção de TB
A pupila no 3º par na criança
P. congénitas
podem ter alteração pupilar;
P traumáticas
quase sempre têm.
Com alteração pupilar
,
adquirida e sem história de trauma ou enxaqueca oftalmoplégica:
angiografia se idade > 7A, ou em idade <10A, apenas se s&s de hemorragia subaracnoideia
Paralisias de causa infecciosa
Meningite bacteriana aguda mais frequente na criança
6º muito mais frequente que 3º par
POM frequentemente múltiplas e bilaterais (tb podem dar atrofia ótica e cegueira cortical
Regeneração aberrante do 3º
muito frequente após paralisia do 3º (causas congénita, traumática, tumor ou aneurisma de crescimento lento)
NUNCA em etiologia microvascular ou miastenia gravis
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