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ANFÍBIOS

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by

Thárley Oliveira

on 30 May 2015

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Transcript of ANFÍBIOS

É um grupo de anfíbios que não possuem cauda e possuem estrutura de esqueleto adaptada para locomoção aos saltos.

Existem anuros adaptados à vida aquática e terrestre. Os sapos, rãs e pererecas são os principais representantes da classe.
ANFÍBIOS
Ana Luísa Silva Reis - 02

Michell Felipe de Oliveira - 19

Milena Sousa Nascimento - 20

Rafaela Gonçalves Campos – 23

Renan Vitor de Paulo – 25

Sandra Aparecida Pereira - 28

Thárley Jhónatan de Oliveira - 33

ordem Dos ANFÍBIOS
ANUROS

Ápodes;

Subterrâneos;

Olhos atrofiados;

Anéis em toda a extensão do corpo.
ANATOMIA E FISIOLOGIA
São seres de sexo feminino e masculino;
Classe gimnofionos e uredelos > fecundação interna
Classe anuros > fecundação externa.

Tetrápodos;

Cauda longa;

Pele glandular;

Não possuem escamas.
Tetrápodos;

Saltadores;

Corpo curto;

Glândula parotóides

Não possuem cauda.
Dupla circulação:

Seio venoso, recebe o sangue venoso;

Passa para o átrio direito;

Esquerdo recebe o arterial dos pulmões e da pele;

O sangue é passado para o único ventrículo;

Há uma mistura dos sangues;

Sai do coração por duas aortas.
Feito Por:
O primeiro grupo de vertebrados a viver fora da água; considerando-se que evoluíram a partir de um ancestral semelhante a um PEIXE, ao longo de sua evolução adquiriram uma série de adaptações que os capacitam a enfrentar as exigências do novo meio.

Neste trabalho vamos comentar as características gerais desse reino, as características evolutivas, anatomia e fisiologia, abordaremos também um pouco sobre cada uma das ordens. Veja a seguir:
INTRODUÇÃO

O termo anfíbios significa “vida dupla” (anfi= dupla; bio= vida), em uma referência ao que ocorre com a maioria dos animais dessa classe: eles passa uma parte da vida no meio aquático e a outra no meio terrestre. Isso, no entanto, não ocorre com todos os anfíbios, grupo com grande diversidade de padrões reprodutivos.

Tanto em termos de estrutura corporal como de modo de vida, os anfíbios situam-se entre os peixes e os répteis, sendo considerado um grupo de transição entre um modo de vida aquático e outro em terra firme.

QUEM SÃO OS ANFÍBIOS?
Modificações na estrutura corporal, permitindo a locomoção em terra firme (como por exemplo, o desenvolvimento de patas em lugar de nadadeiras);

Substituição das brânquias (estágio larval) por respiração pulmonar e cutânea (fase adulta);

Epiderme dotada de uma fina camada córnea;

ovíparos dotados de cloaca (desembocam os canais genitais e urinários)

Existência de dupla circulação, (ciclo pulmonar) para oxigenação do sangue, (ciclo corporal) para distribuí-lo para o corpo.
CARACTERÍSTICAS EVOLUTIVAS DOS ANFÍBIOS
Das cerca de 3.500 espécies de sapos, rãs e pererecas catalogadas no mundo, mais de 600 ocorrem no Brasil.
De acordo com a forma do corpo, os animais classificados como os anfíbios estão ordenados da seguinte maneira:
URODELOS
Os Urodelos diferem dos anuros principalmente porque a cauda, existente na larva, permanente no adulto. Os Urodelos são representados pelas salamandras e pelos tritões.
São anfíbios alongados, vermiformes e sem pernas (ápodes). Essa ordem de anfíbios também é conhecida pelo nome de girmnofionos (gymnós= nu; ophióneos= serpente).

Reprentam esse grupo as cecílias (cobras-cegas)
ÁPODAS
Qual a diferença entre sapo, rã e perereca?
CURIOSIDADES
LOCOMOÇÃO
A grande maioria dos anuros são saltadores, as salamandras caminham e as cobras-cegas arrastam-se.

Na água são nadadores. Quando larvas usam a cauda e quando adultos utilizam as patas, que possuem membranas interdigitais. As pererecas apresentam discos adesivos nos dedos, às vezes chamados de ventosas.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família - Bufonidea
Gênero - Bufo
Espécie - Bufo bufo
SISTEMA NERVOSO
O sistema nervoso dos anfíbios tem como principal órgão o encéfalo.

Em geral, os anfíbios só ganham em inteligência dos peixes. Mas são capazes de reconhecer lugares e pessoas.

A grande maioria dos movimentos realizados pelos anfíbios são instintivos
Os anfíbios têm circulação fechada (o sangue circula dentro dos vasos). Como ocorre mistura de sangue venoso (rico em gás carbônico) e arterial (rico em oxigênio) a circulação neste grupo de animais é do tipo incompleta.

O coração dos anfíbios é dividido em três cavidades: dois átrios ou aurículas e um ventrículo.

CIRCULAÇÃO
SABIA QUE…?
Os sapos são maiores, volumosos, têm patas mais curtas (por isso não pulam muito longe), preferem viver na terra, são mais feios, com a pele mais rugosa e seca. Também possuem glândulas atrás dos olhos.
Sapo Cururu, muito comum no Brasil.
São seres que gostam de está perto de uma lagoa. Sua pele é mais úmida que a dos sapos, e é mais limpa e brilhante também, já suas pernas são enormes, o que as deixam com a capacidade de pular mais longe e mais alto. Os dedos delas costumam ser mais afiados, além das patas traseiras terem membranas.
Rãs
sAPOS
As pontas de seus dedos possuem ventosas que as ajudam a escalar e viver em galhos de árvores. Seus olhos são bem destacados para fora da cabeça e possuem pernas finas e longas além de terem a pele lisa e úmida (assim como as rãs).
PERERECAS
rã de ouro
Na fase adulta, que ocorre no ambiente terrestre,
os anfíbios são carnívoros. Alimentam-se de minhocas, insetos, aranhas, e de outros vertebrados.

A língua, em algumas espécies de anfíbios é uma das suas características adaptativas mais importantes.

A língua desses animais alcança uma grande distância, além de ser pegajosa, outro fator facilitador na captura da presa.
NUTRIÇÃO
Possuem estômago bem desenvolvido, intestino que termina em uma cloaca, glândulas como fígado e pâncreas.
Seu sistema digestório produz substâncias capazes de digerir a "casca" de insetos.
DIGESTÃO
EXCREÇÃO
Os anfíbios fazem a sua excreção através dos rins, e sua urina é abundante e bem diluída, isto é, há bastante água na urina, em relação às outras substâncias que a formam.

Excretam amônia, uma substância extremamente tóxica, que não pode ser armazenada no corpo e requer grande quantidade de água para ser eliminada continuamente.
RESPIrAÇÃO
No estágio da vida aquática, quando são larvas, os anfíbios respiram por brânquias, como os peixes. Quando adultos, vivem em ambiente terrestre e realizam a respiração pulmonar.

Como os seus pulmões são simples e têm pouca superfície de contato para as trocas gasosas, a respiração pulmonar é pouco eficiente, sendo importante a respiração cutânea - através da pele.
A pele deve, necessariamente, deve estar úmida, pois os gases não se difundem em superfícies secas. As paredes finas das células superficiais da pele permitem a passagem do oxigênio para o sangue.
Os anfíbios não possuem pelos nem escamas externas. São incapazes de manter constante a temperatura de seu corpo, por isso são chamados animais de sangue frio (pecilotérmicos).

Atualmente são 6629 as espécies de anfíbios descritas a nível mundial é o segundo grupo menor de vertebrados.

Os primeiros anfíbios com as características que hoje identificamos como típicas do grupo surgiram há cerca de 300 milhões de anos.

A rã verde é uma espécie normalmente encontrada na Europa. Ela põe até 10 mil ovos por ano, cada um com 0,2 milímetros de diâmetro. É facilmente capturada à noite, já que não reage quando um caçador a ilumina com uma lanterna e a pega com as mãos.
Na época do acasalamento, cresce uma grande crista sobre o dorso de certos tritões machos. Eles ficam parecidos com os dinossauros.

Brasil é o país que possui a maior quantidade de anfíbios da ordem anura.

Os sapos não bebem água, além do oxigênio eles absorvem também pela pele a água que seu organismo necessita, ao invés de bebê-la

O maior anuro do mundo é a africana rã - Golias, com 35 centímetros e 3,5 quilos, peso equivalente ao de um gato.
Anfíbios possuem pele fina e úmida, sem pêlos nem escamas. São animais que não conseguem manter a temperatura de seu corpo constante e por isso são chamados animais de sangue frio (pecilotérmicos).

A pele fina dos anfíbios, é cheia de pequenos vasos sanguíneos e glândulas que facilitam a respiração pela pele. Quando estão com sede, os anfíbios encostam a barriga na água e a absorvem pela pele.

As glândulas da pele dos anfíbios são de dois tipos: mucosas (produzem muco) e serosas (produzem veneno). Todo o anfíbio produz substâncias tóxicas.

PELE
REPRODUÇÃO
REprodução
O lugar para a reprodução dos anfíbios varia entre as espécies. Pode ser uma poça transitória formada após uma chuva, um rio, lago ou açude. Há também os que procriam na terra, desde que seja bem úmida.
O acasalamento da maioria dos anfíbios acontece na água. O coaxar do sapo macho faz parte do ritual "pré-nupcial". A fêmea no seu período fértil, é atraída pelo parceiro sexual por meio do seu canto e do seu coaxar.

A fêmea com o corpo cheio de óvulos é agarrada pelo macho com um forte "abraço". Esse "abraço" pode levar dias, até que a fêmea deposite os seus gametas (isto é, os seus óvulos) na água.

Então o macho também lança os seus espermatozoides, que fecundam os óvulos, cujo desenvolvimento ocorre na água.
REPRODUÇÃO
O sapo, a rã e a perereca realizam fecundação externa. A salamandra e a cobra-cega realizam fecundação interna.

Nos numerosos ovos protegidos por uma grossa camada de substâncias gelatinosa, que geralmente se prendem às plantas aquáticas, as células vão se dividindo e formando embriões. Os ovos fecundados eclodem e as larvas denominadas girinos, vivem e crescem na água até realizarem a metamorfose para a vida adulta.
CONCLUSÃO
Este trabalho foi de grande valia para o nosso conhecimento, podendo assim investigar e estudar sobre o mundo fantástico desses anfíbios.

Aprendemos sobre seu estilo de vida, características, alguns representantes de anfíbios e modo com eles reajem ao meio através de grandes transformações que eles passam.

Devemos sempre preservar os habitats desses incríveis animais, por eles estão sendo ameaçados de extinção.





Perereca de vidro
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