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EDP

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Inês Silva

on 23 November 2012

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Ética e Deontologia da Psicologia Prática e Intervenção Psicológicas Docente: Inês Nascimento 5.8 Relações Múltiplas "Os/as psicólogos/as não devem estabelecer uma relação profissional com quem mantenham ou tenham mantido uma relação prévia de outra natureza(…)”. Introdução Teórica Metodologia Vetter & Pope (1992) As relações múltiplas e duais são a segunda razão mais frequente de conflitos éticos no âmbito da prática e intervenção psicológicas, sendo apenas antecedido por questões de confidencialidade. Anderson & Kitchener (1996) Os psicólogos não podem ser responsabilizados por contactos casuais e inesperados, mas sim pela forma como lidam com essas circunstâncias.

Há psicólogos que afirmam que, desde que o cliente não tencione voltar à terapia, não haveria problema em ter uma relação de amizade. Pope (1991) As relações múltiplas podem ser consideradas benéficas. Pipes (1997) Limitação de relações múltiplas. Lazarus (1994) As fronteiras da relação psicoterapêutica variam de cliente para cliente.

Grandes terapeutas tomam riscos calculados. Quais os limites da relação terapêutica? Poderá a relação terapêutica coexistir com uma relação de amizade? Questões exploradas Debate com Estudantes de Psicologia Análise dos Debates e Entrevista Debate com Estudantes Universitários Entrevista com Psicóloga Clínica Professora Dra. Paula Mena Matos Os limites da relação psicoterapêutica devem ser definidos consoante as características individuais do cliente e consoante os contextos situacionais; Quando existe profundidade e intimidade na relação psicoterapêutica, o psicoterapeuta tende a necessitar aumentar a sua capacidade reflexiva; A existência de um certo distanciamento protege a relação psicoterapêutica, evitando um sobreenvolvimento emocional do psicoterapeuta e a diminuição da autonomia do cliente; É fundamental trabalhar sempre com a verdade. Excerto da Entrevista

Opinião geral: não deve existir uma relação de amizade, mas sim uma relação de empatia com o cliente;

Uma relação de amizade seria prejudicial pois a relação terapêutica deve ser objectiva;

“Psicólogos não são psicólogos de amigos”

Discordam com o estabelecimento de uma relação de amizade com o cliente, mesmo após a conclusão da intervenção, por receio de recaída;

O cliente deve ultrapassar os seus problemas com a sua rede de apoio durante e depois de terminada a relação psicoterapêutica, da qual o psicólogo não deve fazer parte. Opinião geral: o psicólogo não pode manter uma relação de amizade com um cliente (não houve consenso por parte de todos os participantes);

Um sujeito defendeu a possibilidade da coexistência de relações, caso os limites psicoterapêuticos fossem bem definidos - salientou o à-vontade, a confiança e a prolongação da amizade pós-intervenção;
Contra-argumentou-se que “O psicólogo não seria imparcial";

Tal como “Amizade não, mas cumplicidade e confiança sim” e "A amizade existente poderia conduzir a retrocessos na terapia". Conclusão Bibliografia “Quais os limites da relação terapêutica? Poderá a relação terapêutica coexistir com uma relação de amizade?” Anderson, S. K. & Kitchener (1996). Nonromantic, Nonsexual Posttherapy Relationships Between Psychologists and Former Clients: An Exploratory Study of Critical Incidents. Professional Psychology: Research and Practice, 27, 59-66

Lazarus, A. A. (1994). How Certain Boundaries and Ethics Diminuish Therapeutic Effectiveness. Ethics and Behavior, 4, 255-261

Pipes, R. B. (1997). Nonsexual Relationships Between Psychotherapists and Their Former Clients: Obligations of Psychologists. Ethics and Behaviors, 7, 27-41

Pope, K. S. (1991). Dual Relationships in Psychotherapy. Ethics and Behavior, 1, 22-34

Pope, K. S. & Vetter, V.A. (1992). Ethical Dilemmas Encountered by Members of the American Psychological Association: A National Survey. American Psychologist, 47, 397-411

Sonne, J. L. (1994). Multiple Relationships: Does the New Ethics Code Answer the Right Questions?. Professional Psychology: Research and Practice, 25, 336-343 Os estudantes universitários não partilham uma opinião consensual quanto à coexistência de relações, admitindo esta possibilidade apenas perante a existência de limites bem definido, evitando possíveis riscos que possam advir;

O mesmo não se evidenciou no grupo de estudantes de mestrado de Psicologia.A opinião destes é unânime: não pode coexistir uma relação de amizade com o psicólogo. Para além disso, foi muitas vezes referida a perca de objectividade e parcialidade que tão bem devia caracterizar uma relação psicoterapêutica.

Defendendo uma posição relativa às características dos clientes e aos contextos situacionais, encontramos a Professora Paula, Psicóloga Clínica. A professora considera que uma relação de dupla-natureza pode restringir o sucesso da psicoterapia. Porém, admite que existem circunstâncias onde este tipo de relação pode coexistir perfeitamente. É necessário que o psicólogo mostre bom senso, analise as situações e que as interprete em função das necessidades do cliente. 4 Estudantes do curso Ciências da Educação da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

2 Estudantes do curso de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

1 Estudante do curso de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto

1 Estudante do curso de Direito Faculdade de Direito da Universidade do Porto 1 Estudante da área de Especialização em Intervenção Psicológica, Educação e Desenvolvimento Humano

2 Estudantes da área de especialização em Psicologia Clínica e da Saúde

3 Estudantes da área de Especialização em Psicologia do Comportamento Desviante e da Justiça

3 Estudantes da área de Especialização em Psicologia das Organizações, Social e do Trabalho Debate, N = 8 Debate, N = 9 Professora Dra Paula Mena Matos Entrevista, N = 1 Ana Lourenço, Flávia Ribeiro, Inês Barradas, Joana Recharte, Mariana Pissara e Tânia Simões
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